A Globo se voltou contra os valores sagrados da família com maior vigor, sociedade responde com repúdio

A esquerdização da Rede Globo custou caro à emissora carioca. Após se posicionar favorável aos últimos episódios envolvendo a exposição de crianças a situações limítrofes à pedofilia, o grupo de comunicação se tornou alvo de uma das mais consistentes ondas de repúdio em toda sua história.

A Globo subestimou os valores morais da sociedade, o respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente e acreditou cegamente em seu poder de manipular as massas, como tem feito há décadas, pregando valores que ajudaram a degenerar a família brasileira.

Fingindo não se dar conta da gravidade da situação envolvendo crianças pequenas, os comunicadores da emissora agiram de forma dissimulada, irônica e ainda atacaram um segmento da sociedade altamente influente nas redes sociais.

A Globo não chamou apenas os conservadores de fascistas. Chamou o pedreiro, o motorista, a costureira, o empresário, a dona de casa e qualquer cidadão que preza pela educação de seus filhos e procura mantê-los longe da influência de mentes doentias que encaram com naturalidade quadros com os dizeres “criança viada” ou uma menina de cinco anos interagindo com um marmanjo nu. A receita de gourmetização da pedofilia não agradou o público.

É fato que a Globo nunca primou por enaltecer valores familiares, morais e éticos. Mas ao assumir publicamente a defesa de degenerados que tentam justificar seus atos doentios como formas de manifestação artística e liberdade de expressão, a emissora entrou definitivamente no radar das pessoas como algo potencialmente maléfico.

A emissora e seus empregados se tornaram alvos de uma onda tão avassaladora de revolta a indignação, que dificilmente conseguirá minimizar os efeitos negativos de uma postura tão temerária. Aos olhos de 99% da população, a Globo pecou e feriu de morte os valores mais sagrados.

A Globo troca alhos por bugalhos e quer manipular você

O Fantástico, da TV Globo, promoveu ontem (08/10) um verdadeiro show de horrores envolvendo uma alta produção com belas palavras, chavões e com trilha sonora comovente e envolvente.

A primeira matéria foi uma preparação para a lavagem cerebral. Mais uma vez, ideologia de gênero. Mostram pais que dizem que deixam seu filhos livres para serem o que quiserem, que querem que eles sejam felizes e por isso não definem para eles que existem brinquedos nem modos de agir específicos de meninos ou de meninas, chegando ao ponto de dizer que não se deve elogiar crianças com adjetivos padronizados, pois isso gera um trauma em suas vidas, dando o exemplo do adjetivo “princesa”, que criaria na cabeça da garota a imagem de uma menina loira e delicada. A reportagem mostra meninos se vestindo de meninas e com uma atmosfera alegre e que iludiria qualquer incauto e ignorante. Em determinado momento surge uma “especialista” para falar sobre o tema, adivinhem: diretora do departamento de gênero e feminismo da UFBA.

Após preparar o subconsciente do telespectador, fazendo-o crer num mundo preconceituoso em que se deve abordar gênero e quebrar padrões, veio a segunda reportagem, falando sobre intolerância. Com a abertura mostrando estatísticas de preconceitos como homofobia e até “gordofobia” (sim, chegaram a esse ponto), entram repentinamente no preconceito religioso e colocando de forma canalha imagens de traficantes que supostamente seriam evangélicos destruindo imagens de entidades da umbanda, como se apenas as religiões africanas sofressem discriminação e por cristãos.

Logo em seguida, ingressaram na questão do Queer Museu, aquela exposição grotesca que faz vilipendio a elementos e símbolos do cristianismo, apologia à pedofilia e à zoofilia. Criaram uma narrativa de que não havia crimes nem apologia a esses crimes na exposição, colocando canalhas globais e defensores da “arte moderna” para distorcer tudo que temos presenciado, até falso pastor do PSOL colocaram para falar suas baboseiras distorcidas do cristianismo.

Para concluir, abordaram o caso do manifestação La Bête do MAM/SP, construindo o cenário de que não houve estímulo à pedofilia, fazendo a comparação intelectualmente desonesta e grotesca de que os mais renomados artistas retratavam nudez em seus quadros.

Existe uma grande diferença em representação do nu em obras de arte e naturalizar a nudez, preparando o terreno para a pedofilia. O que acontece se um adulto mostra suas partes íntimas para uma criança? Ela sabe que é errado e conta para seus pais. Desde o momento em que há esse incentivo para dessensibilizar a criança para a nudez adulta, ela não mais verá isso como algo errado, seja num museu, seja no ônibus, seja na escola com professores mal intencionados.

A Globo demorou a falar sobre esses casos grotescos, pois percebeu a reação da população, que é majoritariamente contra a pedofilia, zoofilia e o desrespeito às religiões, mas isso estava sendo uma ameaça a sua agenda globalista e sua instrumentalização para redefinir os conceitos morais da sociedade. Agora ela mostrou sua face e partiu para o ataque. E nós vamos ficar parados? É hora de agir ou daqui a alguns anos estaremos sendo processados por ser contra ideologia de gênero, presos por sermos contra a pedofilia e repreendidos por preconceito com a zoofilia.