Lula deve ser condenado mais duas vezes por Moro nas próximas semanas

O julgamento do TRF-4 é apenas o primeiro petardo contra Lula. Nas próximas semanas, o juiz Sergio Moro deve condená-lo mais duas vezes: pelo prédio do Instituto Lula, comprado com propina da Odebrecht, e pelo sítio de Atibaia, reformado com propina da Odebrecht, da OAS e de José Carlos Bumlai.

Além disso, o acordo da Lava Jato com Antonio Palocci pode ser assinado.

A informação é do site O Antagonista.

Para imprensa mundial Lula é um criminoso condenado, já a imprensa local o trata como candidato

O jogo de interesses dos grupos de comunicação do país estão colocando o Brasil diante de uma situação vexaminosa perante o resto do mundo. Enquanto as principais publicações estrangeiras dão conta do histórico de crimes do petista contra os cofres públicos, enquanto as investigações da Lava Jato avançam e corroboram o depoimento de vários cúmplices de Lula em crimes vergonhosos, a imprensa local o trata como candidato à Presidência da República.

Não apenas a imprensa, mas partidos, lideranças políticas e ministros das mais altas cortes fingem ignorar a vergonha para o país que representa ter entre os pretendentes ao cargo mais alto da nação um criminoso condenado e réu em outras tantas ações penais.

Interessados em assegurar o resgate de regalias mantidas durante a era PT, políticos, membros do judiciário, empresários corruptos, rentistas, sindicalistas, artistas e ativistas da esquerda fingem conviver com naturalidade com a possibilidade de um criminoso apontado como chefe da organização criminosa que assaltou o país por mais de uma década e meia retorne ao poder.

Lula voltou já ocupou as manchetes dos principais jornais do mundo ao longo dos últimos meses em episódios vergonhosos como na ocasião depoimento do executivo da Petrobras, Renato Duque, ao juiz Sérgio Moro. A Agência Reuters distribuiu a notícia informando que Lula sabia sobre esquema de corrupção maciça na estatal petrolífera brasileira.

Segundo a publicação, Rento Duque confirmou que Lula tinha “conhecimento completo” sobre o esquema de retrocesso político que se centrou nos contratos da Petrobras, um ex-executivo de alto escalão. O ex-diretor de engenharia e serviços da Petrobras, Renato Duque, testemunhando no primeiro dos cinco julgamentos de corrupção que Lula enfrenta, disse a um juiz federal que Lula tinha “comando” do esquema.

A engenharia de desvios montada pelo PT de Lula e Dilma na Petrobras acabou se tornando o maior esquema de corrupção conhecido no Brasil. Bilhões foram pagos em subornos, principalmente por empresas de construção, para ganhar contratos com a Petrobras e outras empresas estatais. Mais de 100 pessoas foram condenadas até o momento na esteira da investigação da Lava Jato.

O ex-presidente Lula foi um destes condenados. Além de uma pena de 9 anos e 6 meses de prisão, o petista teve R$ 9.6 milhões confiscados pela justiça e seis imóveis confiscados, que deverão ir a leilão após a confirmação da sentença em segunda instância. Todo os recursos serão devolvidos a Petrobras.

Outras publicações como o The New York Times e o Wall Street Journal destacaram que os Mega-projetos comandados pelos governos do PT tinham como propósito principal a ampliação dos esquemas de corrupção no Brasil e que os recursos desviados dos cofres públicos serviram para financiar as campanhas dos políticos do partido. Os jornais estrangeiros informam que no Brasil, o ex presidente Lula é apontado como o chefe da organização criminosa por vários envolvidos nos esquemas de corrupção descobertos pelas investigações da Operação Lava jato.

Mas a importância de Lula no páreo das eleições de 2018 para os grupos que pretendem assegurar a influência sobre o Estado Brasileiro é crucial. A candidatura de Lula tem o propósito de tornar a disputa mais previsível e fácil de ser controlada por estes grupos. Ao polarizar a disputa com outro candidato comprometido com os velhos vícios e tretas, Lula coloca a disputa sobre o controle dos que tentam manipular o processo democrático. Não estão se importando se vai dar Lula ou seu outro candidato.

O importante é resgatar o comando do Estado e assegurar a volta do acesso ao dinheiro dos cofres públicos por meio de financiamentos camaradas do BNDES, dinheiro barato dos bancos públicos, verbas para sindicatos, movimentos sociais, meios de comunicação, formadores de opinião na imprensa, artistas, rentistas que viviam da inflação e juros altos, e todos aqueles que ficaram órfãos do dinheiro do povo nos últimos meses.

Caso a população cruze os braços diante desta situação vergonhosa, as autoridades competentes vão empurrar com a barriga qualquer decisão sobra a candidatura de um criminoso condenado. Se Lula conseguir ser candidato, pode ser tarde demais para impedir que o Brasil seja resgatado por sua organização criminosa. Segundo ministros do próprio STF, Lula e o PT teriam bilhões no exterior reservados para comprar eleições, incluindo ai dinheiro para os meios de comunicação, ministros dos tribunais, aliados políticos em todo o país e até mesmo fiscais dos tribunais eleitorais.

 

Imprensaviva

Moro vai mesmo mandar Lula para a prisão após condenação em 2ª instância

Ao determinar a prisão de dois executivos da OAS, Léo Pinheiro, e Agenor Franklin Magalhães Medeiro, condenado na Segunda Instância esta semana, o juiz federal Sérgio Moro deixou claro qual procedimento deve ser adotado imediatamente nos casos de confirmação de sentenças por parte do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. “A execução após a condenação em segundo grau impõe-se sob pena de dar causa a processos sem fim e a, na prática, impunidade de sérias condutas criminais”. Moro já condenou o ex-presidente Lula a pena de 9 anos e seis meses e aguarda apenas a confirmação de sua decisão por parte do TRF-4 para determinar a prisão imediata do ex-presidente Lula.

Na decisão divulgada nesta quarta-feira, 20, Moro ordenou a prisão sentenciados pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região a 26 anos e 7 meses de prisão corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. “Obedecendo à Corte de Apelação, expeça a Secretaria o mandado de prisão para execução provisória das condenações de José Adelmário Pinheiro Filho e de Agenor Franklin Magalhães Medeiros”, afirmou o magistrado. Na decisão, Moro afirmou que os executivos colaboraram com a Lava Jato e decidiu deixa-los na carceragem da PF ‘para evitar riscos a ambos’. Léo Pinheiro já está preso na carceragem. O empreiteiro estava custodiado preventivamente.

Em agosto, Moro mandou prender os primeiros condenados na Lava Jato na Segunda Instância. O empresário Márcio Bonilho e o aposentado Waldomiro de Oliveira, apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como “laranja” do doleiro Alberto Youssef. Eles foram condenados em um dos primeiros processos da Operação Lava-Jato, que apurava o pagamento de propina para funcionários da Petrobras, após a compra de tubulações para a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. De acordo com Moro, os dois perderam um recurso que apresentaram TRF-4.

Considerando o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que condenados podem ser presos após o trânsito do recurso em segunda instância. O magistrado deve adotar os mesmos procedimentos no caso de Lula, que deve ser apreciado nos próximos meses no TRF-4.

 

Imprensaviva

Após visita de Lula ao Maranhão, Flávio Dino é chamado de cúmplice de bandidos na imprensa nacional

O desespero dos ativistas de esquerda aumenta, na medida em que o ex-presidente Lula vê sua situação se complicando na Lava Jato.

Nervoso com o fracasso da caravana da vergonha pelo Nordeste, o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile, chamou o juiz Sérgio Moro, de “merdinha” e “bundão” durante discurso em São Luís (MA), no ato de encerramento da caravana da vergonha.

Irritado com Stédile com o novo depoimento que Lula terá prestar a Moro na próxima quarta-feira, 13, no âmbito da ação penal que investiga se o petista recebeu propinas da construtora Odebrecht, Stédile perdeu completamente a compostura. “Agora, no dia 13 de setembro, quando aquele merdinha do juiz de Curitiba…”, disse Stédile, sendo aplaudido em seguida. “Não é merdinha, é bundão, do Moro, que não tem moral nenhuma para criminalizar o Lula. Nós dos movimentos populares estaremos em Curitiba para dizer não mexa com Lula que mexe nós.

Lula sorria ao fundo do palanque, enquanto Stédile se encarregava de estimular o ódio dos militantes presentes contra o juiz Moro. No palanque, cúmplices da bandidagem de Lula, como o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), o senador Humberto Costa (PT-PE), deputado Waldir Maranhão (PP) e políticos locais.

Imprensaviva

SENADO PREPARA GOLPE para salvar Lula, Dilma e Temer e, de quebra, Aécio

O golpe contra a Lava Jato já está pronto. Segundo o jornalista Alberto Bombig, do Estadão, o plano da “organização criminosa” é conceder foro privilegiado a ex-presidentes da República, para salvar Lula, Dilma Rousseff e Michel Temer do juiz Sergio Moro. O senador afastado Aécio Neves (PSDB) também entraria no pacote. O acordo está sendo montado no Senado.

Ideia é de utilizar uma eventual eleição presidencial indireta para “anistiar” parte do mundo político e colocar o Congresso como contraponto à Lava Jato e ao Ministério Público

Estão em curso em Brasília as tratativas de um acordão que visa a utilizar uma eventual eleição presidencial indireta para “anistiar” parte do mundo político e colocar o Congresso como contraponto à Lava Jato e ao Ministério Público Federal. Os cérebros da trama atuam, sobretudo, no Senado Federal. Na ponta final da maquinação está o compromisso de alterar a Constituição para garantir foro privilegiado a ex-presidentes da República, o que beneficiaria diretamente Lula, Sarney, Collor, Dilma e, eventualmente, Michel Temer, todos alvo de investigações.

O grupo suprapartidário de senadores entende hoje que uma eventual eleição indireta para a Presidência deve seguir o modelo bicameral: aprovação de um candidato pela Câmara a ser referendada posteriormente pelos senadores.

Na prática, isso significaria um peso maior para o voto dos 81 senadores sobre o dos 513 deputados, o que diminuiria drasticamente as chances de Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Câmara, ser eleito para o Planalto. Ciente desse movimento, os apoiadores de Maia sondaram o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para ser o vice do deputado.

O problema é que os senadores acham que Maia, uma vez eleito presidente da República, não sobreviveria ao que chamam de “jogo baixo da Lava Jato”. Avaliam que a cabeça de Maia se tornaria o troféu a ser apresentado pela longa fila que hoje tenta fazer delação premiada. A gravação feita por Joesley Batista de uma conversa com Temer comprovou, na visão dos senadores implicados na Lava Jato, que o Ministério Público Federal está disposto a tudo para “destruir o mundo político”.

Pelo arranjo dos senadores, Eunício seria, sim, vice, mas de um outro candidato, alguém com coragem suficiente para enfrentar a opinião pública e frear os procuradores e o juiz federal Sérgio Moro.

Para o grupo do Senado Federal, apenas dois nomes entre os colocados até agora como pré-candidatos têm peso e tamanho para a missão: Nelson Jobim e Gilmar Mendes. Só para lembrar: no Senado, são investigados, entre outros, o próprio Eunício, Renan Calheiros (PMDB), Gleisi Hoffmann (PT) e Aécio Neves (PSDB), todos considerados da “elite política da Casa”, como gostam de dizer os parlamentares.

A parte final do acordão inclui a saída do presidente Michel Temer, a ser convencido pelos aliados de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já tem consenso formado pela cassação da chapa e pode até convocar eleições diretas. Para facilitar a renúncia de Temer, o acordo garantiria a ele um indulto (a imunidade penal a ser dada pelo futuro presidente) e a votação da PEC que manteria o foro privilegiado a ex-presidentes, evitando que o caso dele chegue até Moro. Essa PEC também livraria Lula das garras do juiz federal, parte que mais interessa ao PT.

O novo presidente, oriundo do acordão, ainda convocaria uma nova Constituinte e se aprovaria uma reforma mínima da Previdência, para acalmar os mercados e o setor produtivo. A Constituinte instituiria eleições e mandatos a promotores e procuradores, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos. Seria o House of Cards Brazil.