Governador comunista Flávio Dino deve explicações aos maranhenses

A nova estratégia do governo Flávio Dino (PCdoB) é tentar confundir a opinião pública ao utilizar blogs alinhados do Palácio dos Leões para divulgarem, em partes, a famosa relação dos funcionários fantasmas apreendida pela Polícia Federal na Operação Pegadores, desmembramento da Operação Sermão dos Peixes.

O Blog marrapá, editado por Leandro Miranda – que é pago pela Assembléia Legislativa do Maranhão – postou de forma irônica que o INMETRO CTA INVESTIDOR faz parte da lista dos funcionários fantasmas da secretaria de saúde. Ora, quem garante que a nomenclatura posta na relação não é um código para alguma pessoa indicada por algum comunista do INMETRO? Vale lembrar que situação semelhante aconteceu recentemente num seletivo do estado, quando uma Igreja evangélica foi aprovada para trabalhar como técnico penitenciário administrativo.

Seria mais proveitoso para a população do Maranhão se o governador Flávio Dino explicasse os desvios na Secretaria de Estado da Saúde e pagamento de funcionários fantasmas “lotados” naquela secretaria, ao invés de tentar desqualificar o trabalho da Polícia Federal e pôr em descrédito a Operação Pegadores.

Em vez de atacar o trabalho da Polícia Federal, Dino deveria cuidar melhor do seu governo, que sonega medicamentos para crianças, adultos e idosos e deixou dezenas de hospitais fecharem as portas por falta de repasse do governo do estado às prefeituras para manter as unidades de saúde.

O governo do Maranhão está envolvido num esquema milionário de desvios de recursos da saúde para o financiamento de campanha eleitoral do PCdoB e partidos puxadinhos, além do aparelhamento do governo com contratações irregulares dos seus “camaradas”.

Um dos nomes envolvidos no esquema é o da ex-secretária adjunta da SES, Rosângela Curado (PDT), acusada por funcionários das Cooperativas de receber 10% de propina a cada contrato celebrado entre as entidades e o setor público, além de articular as colocações dos “camaradas fantasmas”.

A máfia, que envolve várias cooperativas de saúde atua em diversas cidades maranhenses, de acordo com documentos da Operação Pegadores. Em depoimento, um dos presos e principal responsável por uma das cooperativas, confirmou a formação de cartel para ganhar as licitações no governo do estado.

Desde que foi deflagrada a operação, vários auxiliares próximos de Flávio Dino já foram citados em depoimentos oficiais, como o do secretário de Articulação Política e Comunicação, Márcio Jerry Saraiva (PCdoB).

 

 

Governo Flavio Dino é marcado por propinas e desvios

O governo Flávio Dino (PCdoB) tem se notabilizado pela quantidade de propina que seus agentes cobram de empresas e prestadores de serviços, segundo denúncia dos próprios achacados e de investigações da Polícia Federal.

Chama atenção também que, mesmo denunciados, os propineiros dinistas acabam recebendo uma espécie de salvo-conduto do próprio governador comunista, que entrega apoio político a esses personagens.

O governo já começou envolvido em escândalo deste tipo. Em 2015, a então auxiliar da Secretaria de Educação, Simone Limeira, foi denunciada por um líder indígena de ter cobrado propina de R$ 8 mil para liberar o transporte escolar nas tribos da região de Grajaú. O indígena chegou a mostrar extratos e depósitos na conta da auxiliar comunista.

E o que fez Flávio Dino? Deu a ela a legenda do PCdoB para concorrer à Prefeitura de Grajaú.

A outra denúncia envolve a também ex-auxiliar comunista Rosângela Curado. Pilhada na Operação Pegadores da Polícia Federal, Curado teve reveladas conversas que mostram a cobrança de 10% de propina de empresas prestadoras de serviços da Secretaria de Saúde.

Afastada do governo desde 2015 – em condições obscuras – a ex-auxiliar continuou a mandar em unidades de saúde, até ser presa pela Polícia Federal. E o que fez Flávio Dino com ela? Deu apoio da legenda do PCdoB à sua candidatura a prefeita de Imperatriz.

Estado Maior/O Estado

Weverton Rocha é mais que amigo íntimo de membros de organizações criminosas

Weverton Rocha e Rosângela Curado, amizade nada republicana

Denunciado à Justiça pelo Ministério Público Federal (MPF) por irregularidades no Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem Urbano), o ex-secretário de Estado de Esporte e Juventude do governo Jackson Lago, atual deputado federal e aspirante a senador, Weverton Rocha (PDT), não perde o costume de ter como amigos íntimos pessoas envolvidas em escândalos, à exemplo da suplente de deputada Rosângela Curado (PDT), presa no ultimo dia 16 pela Polícia Federal, no desdobramento da operação Sermão dos Peixes.

Das amizades do deputado com envolvidos em crimes já é de conhecimento de todos. Agora, eis que surge a informação que o advogado Willer Tomaz, preso na Operação Patmos (desdobramento da Lava Jato) da Polícia Federal – que era advogado da JBS, e acusado de repassar informações da Operação Greenfield para o empresário Joesley Batista  – vai além da amizade com o deputado pedetista.

A intimidade e as relações perigosas entre eles fez com que o parlamentar fosse o escolhido, junto com sua esposa, a serem padrinhos de consagração do filho do Willer, como mostram as fotos no perfil do Instagram do deputado, mostrando uma ligação bem maior que a amizade.

O deputado Weverton Rocha chegou a visitar o advogado Willer Tomaz na prisão por quatro vezes. Segundo o parlamentar, ele fez as visitas porque é amigo do advogado.

No Maranhão, Willer Tomaz é apontado como um dos sócios que compraram o sistema Difusora do empresário Edison Lobão Filho.

Sobre a visita, Weverton disse ainda: “Amigo é para bons e maus momentos”.

Operação pegadores mais próximo do núcleo de comando

Uma interceptação telefônica feita pela Polícia Federal com autorização da Justiça trouxe o homem forte do governo Flávio Dino (PCdoB), secretário de Comunicação e Articulação Política, Márcio Jerry, para o olho do furação do desvio de verba pública da Saúde do Maranhão.

O diálogo entre os investigados Equitéria Gonçalves e Benedito Silva mostra que Jerry e o então secretário estadual de Saúde, Marcos Pacheco, sabiam da existência de fantasmas na SES. O diálogo revela situação pior, na verdade. Segundo disse Equitéria, ela estava na lista de fantasmas após Pacheco e Jerry acordarem sobre isso. Ou seja, o homem forte de Flávio Dino não apenas sabia como consentia, articulando e viabilizando junto ao titular da SES esse tipo de prática.

Não, mas se tiver não tem problema não, nem se preocupe porque isso aí o Pacheco sabia, na época foi acordado com ele com o Jerry… tudo, entendeu?”, disse Equitéria a Benedito Silva ao falarem sobre a lista de fantasmas. Esse é mais um ponto desse esquema, que segundo relata a Polícia Federal, tirou da Saúde do Maranhão R$ 18 milhões. Até o momento, a reação mais contundente de Márcio Jerry e Flávio Dino sobre os desvios revelados no bojo da Operação Pegadores são faniquitos nas redes sociais acusando terceiros.

Destaque

No relatório da PF foi feito um destaque dos nomes de Marcos Pacheco e Márcio Jerry na parte que transcreve o diálogo dos investigados Equitéria Gonçalves e
Benedito Silva. Isso porque no diálogo é citado somente o sobrenome do então titular da SES e o segundo nome do homem forte de Flávio Dino.

Para não restar dúvidas de quem se tratava, a PF destacou com letras em caixa alta os nomes dos auxiliares de primeiro escalão do governo comunista.

Corruptos

O governador Flávio Dino insiste em dizer que seu governo só tem honesto. Mas a amplitude com que o comunista tratava o assunto vem diminuindo.

Primeiro, ele afirma não haver escândalos em sua gestão. Não demorou um ano, surgiram casos que vão de pedido de propina a desvios de dinheiro. Depois, Dino disse que ninguém de sua equipe tinha sido preso. Agora não pode mais dizer. E agora, com a citação do seu braço direito, o comunista terá trabalho para
conseguir classificar sua equipe.

 

De o Estado/Coluna Estado Maior

Operação Pegadores – Lista santa

O governador Flávio Dino (PCdoB) resolveu fazer uma cruzada pela divulgação da lista de funcionários fantasmas que levaram, em dois anos, nada menos que R$ 18 milhões em recursos da Saúde. A quadrilha, chefiada por aliados de Dino, operava desde 2015, e infiltrou cerca de 400 fantasmas na folha de pagamento da SES, segundo revelou a Polícia Federal.

Mas a pressão de Dino pela divulgação da lista nada tem de nobre ou de presunção de inocência do comunista. Até porque, se quisesse, ele teria acesso desde 2015 à relação de fantasmas, já que, segundo as investigações, ela foi entregue ainda naquele ano ao comando da Secretaria de Saúde.

O que Flávio Dino quer é expor os fantasmas e seus padrinhos, a fim de se autoproteger. Há suspeitas de que a lista de fantasmas na Secretaria de Saúde tenha desde jornalistas, parentes de jornalistas e blogueiros até parentes de membros da Assembleia Legislativa, Câmara Municipal, Ministério Público e até do Poder Judiciário.

Entende o comunista, cujo governo foi exposto em mais um escândalo de corrupção, que a exposição pública desses padrinhos fará com que eles próprios comecem a atuar pela inibição das investigações. Assim, o governador garantiria a proteção ao seu governo por parte de gente que deveria estar pronta a fiscalizá-lo.

Estado Maior / O Estado

Governo de aluguel…

Material de divulgação distribuído pelos comunistas em redes sociais

O governo comunista de Flávio Dino entrou, definitivamente, na fase da venda de espaços na administração pública. E o preço é um só: apoio eleitoral nas eleições de 2018. O comunista faz exatamente tudo o que ele sempre disse condenar porque – ao contrário do que prega – está mesmo interessado apenas na manutenção do poder.

E o discurso da “mudança” serviu apenas aos interesses eleitoreiros do seu grupo.

A última “venda” de espaços se deu ao ex-prefeito de Imperatriz, Ildon Marques (PSB), que ganhou uma Agência de Articulação Regional prontinha para indicar aliados. O espaço para Marques não foi apenas um cabide, mas uma “arara” inteira para pendurar aliados às custas do erário público.

Mas o loteamento comunista começou bem antes; primeiro com o PR, que negociou apoios em troca de cargos e espaços de poder.

Depois, o PP foi na mesma esteira e conseguiu a Secretaria de Esportes e Lazer. E a temporada negociação de apoios deve continuar, com outros partidos e também com lideranças específicas, que indicam cargos e garantem a aliança de 2018.

Por mais nefasta que a prática adotada por Flávio Dino pareça, ela também encerra em si uma verdade que ele não poderá contestar: se está disposto a vender o seu governo em troca de apoio político, é porque o governador sabe que não tem toda essa força que ele diz ter.

E mostra também que, ao contrário do que prega, o comunista está disposto a tudo para permanecer encastelado no Palácio dos Leões.

Nem que precise lotear o serviço público.

E o povo paga a conta mais uma vez…

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão, com adição de imagem