Milicianos petistas/comunistas iniciam atos de violência

A escória de milicianos petistas decidiu partir para a agressão e violência física diante da iminência da prisão do ex-presidente Lula, condenado a doze anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Na tarde dessa quinta-feira, um bando de petistas covardes agrediu um homem a socos e pontapés em frente ao Instituto Lula, na capital paulista. A violência da agressão resultou na vítima desacordada e com sangramentos no meio da rua.

A grande imprensa aliada a criminosos e comunistas falou em tumulto e empurra-empurra, quando na verdade o que houve foi a agressão física de um bando de comunistas contra um único homem. O homem agredido encontra-se hospitalizado em estado grave, com traumatismo craniano. A agressão foi filmada e o vídeo pode ser visto mais abaixo. Também nessa quinta-feira, um bando de cerca de trinta delinquentes petistas atacaram com socos e pontapés dois veículos de imprensa na capital federal.

A Estratégia da Esquerda: Desestabilizar o País

As ações criminosas e covardes desencadeadas pela escoria de comunistas e delinquentes de todo tipo abrigada sob o guarda-chuva do petismo pode ser o preâmbulo de uma tentativa por parte da esquerda de promover uma violência política generalizada na sociedade brasileira.

Essa estratégia estaria em linha com a decisão tomada pela esquerda revolucionária, mas não assumida publicamente, de tentar convulsionar o País para evitar a realização das eleições. Uma estratégia que parte da constatação, correta, por parte dos comunistas de que eles não terão meios de retornar à presidência pela via eleitoral, uma vez que eles não têm a garantia de que poderão fraudar as urnas eletrônicas.

No entanto, caso essa estratégia da esquerda seja de fato adotada, acreditamos que ela não terá poder de escala o bastante para atingir seu intento de desestabilização generalizada. O mais provável é que venha a ocorrer episódios de violência política, que as polícias militares estaduais conseguirão conter e controlar sem maiores danos. E seguramente a ação das polícias nesses episódios contará o apoio expressivo da maioria da população, apesar das narrativas mentirosas que a grande imprensa irá criar.

A despeito do que afirmamos acima, ainda julgamos mais prudente não permitir que os delinquentes da esquerda possam dar início a essas ações. É preciso enviar um recado claro para os chefes e estrategistas revolucionários que, se optaram por esse caminho, essa opção irá custar-lhes um preço alto demais e que nenhuma narrativa pós-fabricada poderá pagar. E esse recado tem que ser dado por quem tem o poder de fazê-lo: o estamento militar por meio de mais um uivo dos lobos.

 

Por Paulo Eneas

 

Ida de Lula à África durante seu julgamento – PT teme que a viagem seja confundida com fuga

A viagem do ex-presidente Lula à África durante seu julgamento pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), marcado para o dia 24 de janeiro, tem sido motivo de preocupação para os petistas.

Segundo os aliados do ex-presidente, a viagem poder ser mal interpretada pela população, que pode considerar a possibilidade do petista estar na verdade empreendendo uma fuga ao se afastar do país num momento tão decisivo sobre seu futuro e o futuro do PT. Na verdade, os próprios petistas estão inseguros em prosseguir defendendo o ex-presidente, chamando-o de corajoso, e depois ficarem numa situação delicada com uma eventual fuga.

Lula confirmou sua presença em um debate na cidade de Adis Abeba, na Etiópia, sobre ações de combate à fome, justamente após o anúncio da data do julgamento no TRF-4. O evento é uma iniciativa da FAO, uma organização presidida pelo petista José Graziano, ex-ministro de Lula.

O petista deve deixar o Brasil em meio ao julgamento que pode torná-lo inelegível e vulnerável a um pedido de prisão. O evento na África ocorrerá entre os dias 26 e 27 de janeiro. Lula terá que se ausentar do Brasil dias antes e de lá mesmo saberá o resultado do julgamento de seu recurso.

Segundo a Folha, alguns petistas têm recomendado que o ex-presidente cancele a viagem para se poupar de desgastes. Mas, segundo colaboradores, o compromisso está mantido. Aliados de Lula alertam que a insistência na viagem poderá provocar constrangimentos, como o risco de retenção de passaporte a pedido da Justiça.

Com informações da Folha

Lula anuncia viagem para África no dia de seu julgamento

O ex-presidente Lula afirmou nesta quarta-feira (13) que tem um compromisso em uma conferência sobre ‘combate a fome’ na África no 26 de janeiro de 2018 e que pretende viajar no dia 24 de janeiro, data prevista para seu julgamento no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o TRF-4.

O petista confirmou seus planos de comparecer a uma conferência organizada pela União Africana e pela FAO, no evento que contará ainda com a participação dos ex-presidentes da Nigéria e de Gana, velhos parceiros de Lula.

Lula esteve reunido com a bancada petista em Brasília na manhã desta quarta-feira para analisar o impacto de seu julgamento na Segunda Instância no TRF-4, onde as chances de confirmação de sua condenação são consideradas elevadíssimas. Caso o colegiado confirme a sentença do juiz Sérgio Moro, Lula cai na Lei da Ficha Limpa, se torna inelegível e ainda corre o risco de se tornar alvo de um mandado de prisão.

A data da viagem de Lula coincide não apenas com seu julgamento. Em 24 de janeiro, o Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ) estarão em férias. Caso sua prisão seja decretada, Lula dependerá da boa vontade das presidentes das duas instâncias superiores.

Os governos do PT de Lula e Dilma enviaram bilhões do dinheiro do contribuinte para a África e certamente há muitos empresários e governantes que devem alguns favores ao petista. Sua viagem no momento em que a Justiça começa a alcançá-lo é bastante suspeita.

Quem garante que, uma vez condenado, Lula retorne ao país?

Lula cai na net – petista recebe R$ 45 mil do contribuinte como “anistiado”

O ex-presidente Lula é um cara tão escorregadio que nem mesmo diante de um juiz consegue dizer a verdade. Durante seu depoimento à Justiça de Brasília no início do ano, o petista se enrolou todo para responder a uma simples pergunta: qual é a sua renda mensal?

O petista se atrapalhou todo: “São uns seis e pouco de aposentadoria mais uns 20 que minha mulher recebia, que passou para 30. (…) Pode dar 30… 30 mil, mas pode ter mais. Tem mais porque tem doação pros meus filhos, sabe, porque eu não tenho…Poderia chegar a quanto? 50 mil? Eu não sei, eu tô tentando chutar aqui, doutor”, escapou o petista de dizer a verdade. Na ocasião, Lula tinha R$ 9 milhões aplicados em planos de previdência e Marisa Letícia, falecida um mês antes, outros R$ 11 milhões.

Neste fim de semana, começou a circular na internet uma cópia do contracheque do petista de sua aposentadoria como perseguido político. O documento indica que Lula deve embolsar nada menos que R$ 45.065,29 neste mês de dezembro. O petista recebe há anos o dinheiro do contribuinte por conta de sua atuação política e sindical nos anos 80, quando foi preso durante 30 dias por conta da sua atuação durante uma greve no ABC.

 

Imprensaviva

Em um ano, 3 milhões de petistas e comunistas perderam suas mamatas

Em pouco mais de um ano, cerca de três milhões de pessoas que viviam direta ou indiretamente de mamatas criadas durante as administrações de Lula e Dilma viram suas fontes de renda secar.

Embora uma parte das medidas implementadas pelo presidente Michel Temer tenham por objetivo a recuperação da economia e a geração de empregos, outras medidas que visam diminuir os gastos públicos estão atingindo de forma implacável um segmento da sociedade que até bem pouco tempo vivia à custa do dinheiro do contribuinte: os militantes, simpatizantes e cúmplices da roubalheira dos governos do PT.

Esta conta envolve os cargos comissionados na administração federal, os mais de 300 mil que perderam suas vagas nas prefeituras petistas (O PT perdeu 84% de suas prefeituras nas últimas eleições e 86% de suas receitas), os cerca de 1.2 milhão recebedores de benefícios irregulares do Bolsa Família, outros tantos que recebiam benefícios irregulares da previdência e por último, mais de 400 mil pelegos que viviam das receitas do famigerado imposto sindical, extinto pelo governo com a entrada em vigor da reforma trabalhista no último sábado.

Tudo isso sem contar outros tantos que se tornaram empregados da iniciativa privada após as últimas privatizações, os artistas mamadores da Lei Rouanet e todos os profissionais que construíram impérios com o dinheiro que irrigava dos cofres públicos na era PT, os jornalistas, blogueiros de aluguel, militantes virtuais remunerados e um enorme contingente de soldados dos movimentos sociais que tiveram as verbas federais cortadas no último ano. A economia do governo com estes gastos é incalculável. Apenas em 2017, foram identificados prejuízos de mais de R$ 38 bilhões com o pagamento de benefícios irregulares da previdência.

Temer deixou milhões de descontentes que agora choram suas mágoas destilando ódio contra o presidente nas ruas, nas redações dos meios de comunicação e nas redes sociais. É uma pena que toda essa gente acaba conseguindo influenciar boa parte da população, que ainda não se deu conta do tamanho do estrago que Temer provocou na máquina petista.

Mas o ódio contra o presidente tem outras origens ainda mais influentes. Temer congelou os reajustes do funcionalismo público até 2019, limitou o teto dos salários de servidores em todo o país, cortou benefícios e vantagens que equivaliam a quase outro salário e limitou a remuneração inicial de novos servidores ao teto de R$ 5 mil em início de carreira (antes, os concurseiros profissionais já ingressavam na administração pública com salários de até R$ 28 mil). Temer também deixou descontentes gente muito poderosa, como os cerca de 28 empresários mais ricos do país que perderam acesso ao dinheiro do BNDES. Os recursos que eram controlados pela elite empresarial do país foram divididos entre mais de 150 mil pequenas e médias empresas. O corte de regalias de servidores federais, inclusive de reitores e professores universitários também deixou muita gente magoada no serviço público. As faltas passaram a ser descontadas e acabou a farra das férias três vezes ao ano.

O governo promete avançar ainda mais contra uma casta de privilegiados que vem sugando os cofres públicos há décadas. A elite de pensionistas da previdência vai ser duramente atingida com a reforma que está em processo de conclusão. Assim como não abriu mão do fim do imposto sindical, Temer já avisou que não abrirá mão dos cortes de benefícios acima do teto de 5.189,82. Pela proposta, apenas os servidores federais que ingressaram no serviço público até o fim de 2003 terão direito à aposentadoria integral. O acúmulo de pensão por morte e aposentadoria não será mais permitido. Temer vai mexer na camada de cima da elite da previdência e a medida deve representar uma economia para o país de mais de R$ 10 bilhões.

Para quem pensa que acabou, ainda tem mais. A vida também não está nada fácil para donos das grandes fortunas do país, rentistas acostumados a multiplicar seus bilhões enquanto se bronzeavam em seus iates. A queda dos juros de 14.5% para 7% e a queda da inflação de 13% para menos de 3% ao ano está fazendo essa gente perder muito dinheiro. Os pobres, que voltaram ao mercado de consumo graças a estabilidade da economia, eram os que bancavam com sacrifício a vida boa dessa gente acostumada a lucrar com a miséria alheia.

Se por um lado, há muita gente descontente e na rua da amargura, a recuperação da economia e da geração de mais de 2 milhões de novos empregos com carteira assinada mostra que Temer está no caminho certo. A expectativa do governo é usar parde do que foi economizado com os cortes para retomar 4 mil obras paradas no país já a partir de novembro. O governo reservou cerca de R$ 140 bilhões para o programa Avançar e pretende gerar outros 2 milhões de empregos até março de 2018.

É compreensível que milhões de brasileiros tenham tanto ódio de Temer. Afinal, ele conquistou o lugar de maior carrasco do PT e das esquerdas brasileiras de todos os tempos. Toda esta gente ainda possui um enorme poder de articulação e influência entre a população. O problema é que muitos brasileiros estão se permitindo influenciar por essa gente magoada. Desavisados, muitos engrossam o coro dos descontentes nas redes sociais.

Imprensaviva

Janot queria derrubar Temer e me pediu para mentir em troca de acordo de delação premiadíssima, diz Eduardo Cunha

No mesmo dia em que foram divulgados áudios em que o empresário Joesley Batista afirma que o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot pretendia usar seu acordo de delação para derrubar o presidente Michel Temer, outra peça importante do jogo político faz praticamente a mesma revelação.

Em uma rara entrevista à Revista Época, o ex-deputado Eduardo Cunha confirmou que Janot lhe pediu para mentir em troca de um acordo de delação premiada nos moldes do que foi oferecido aos açougueiros da JBS.

Tanto as revelações feitas por Joesley quanto as novas informações reveladas por Cunha são de uma gravidade extrema e colocam o ex-procurador geral em uma situação delicadíssima perante as autoridades. Ao final da matéria, o trecho do áudio em que Joesley afirma que Janot pretendia derrubar o presidente Michel Temer.

Segundo o açougueiro criminoso, o ex-procurador pretendia se tornar presidente da República ou indicar um nome com o objetivo de controlar a PGR após terminar seu mandato.

No trecho abaixo, o ex-deputado Eduardo Cunha faz praticamente as mesmas afirmações e confirma que Janot propôs que ele mentisse para comprometer o presidente, pouco se importando se narraria fatos verídicos ou mentiras. Cunha também confirma que Janot instruiu o doleiro Lúcio Funaro a mentir apenas para comprometer Temer.

Acompanhe abaixo um trecho da reportagem da revista Época:

ÉPOCA – O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot não aceitou sua proposta de delação premiada. O senhor ainda está disposto a colaborar, caso a nova procuradora-geral, Raquel Dodge, aceite negociar?

Eduardo Cunha– Estou pronto para revelar tudo o que sei, com provas, datas, fatos, testemunhas, indicações de meios para corroborar o que posso dizer. Assinei um acordo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República, de negociação de colaboração, que ainda está válido. Estou disposto a conversar com a nova procuradora-geral. Tenho histórias quilométricas para contar, desde que haja boa-fé na negociação.

ÉPOCA – Não houve boa-fé na negociação com Janot

Eduardo Cunha– Claro que não. Nunca acreditei que minha delação daria certo com o Janot. Tanto que não deu.

ÉPOCA – Então, por que negociou com a equipe dele?

Eduardo Cunha – Topei conversar para mostrar a todos que estou disposto a colaborar e a contar a verdade. Mas só uma criança acreditaria que Janot toparia uma delação comigo. E eu não sou uma criança. O Janot não queria a verdade; só queria me usar para derrubar o Michel Temer.

ÉPOCA – Como assim?

Eduardo Cunha – Tenho muito a contar, mas não vou admitir o que não fiz. Não recebi qualquer pagamento do Joesley [Batista, dono da JBS] para manter silêncio sobre qualquer coisa. Em junho, quando fui depor à Polícia Federal sobre esse episódio, disse que tanto não mantinha silêncio algum que ninguém havia me chamado a colaborar, a quebrá-lo. Naquele momento, o Ministério Público e a Polícia  Federal me procuraram para fazer colaboração. Autorizei meus advogados a negociar com o MP.

ÉPOCA – O que deu errado?

Eduardo Cunha – Janot queria que eu colocasse mentiras na delação para derrubar o Michel Temer. Se vão derrubar ou não o Michel Temer, se ele fez algo de errado ou não, é uma outra história. Mas não vão me usar para confirmar algo que não fiz, para atender aos interesses políticos do Janot. Ele operou politicamente esse processo de delações.

ÉPOCA – O que há de político nas delações?

Eduardo Cunha – O Janot, na verdade, queria um terceiro mandato. Mas seria difícil, tempo demais para um só. O candidato dele era o Nicolao Dino [vice de Janot], mas a resistência ao Dino no PMDB era forte. Se o Dino estivesse fora, a Raquel Dodge, desafeto do grupo dele, seria escolhida. É nesse contexto que aparece aquela delação absurda da JBS. O Janot viu a oportunidade de tirar o Michel Temer e conseguir fazer o sucessor dele na PGR.

ÉPOCA – O que há de absurdo na delação da JBS? Ou o senhor se refere aos benefícios concedidos aos delatores?

Eduardo Cunha – O Joesley fez uma delação seletiva, para atender aos interesses dele e do Janot. Há omissões graves na delação dele. O Joesley poupou muito o PT. Escondeu que nos reunimos, eu e Joesley, quatro horas com o Lula, na véspera do impeachment. O Lula estava tentando me convencer a parar o impeachment. Isso é só um pequeno exemplo. Eu traria muitos fatos que tornariam inviável a delação da JBS. Tenho conhecimento de omissões graves. Essa é uma das razões pelas quais minha delação não poderia sair com o Janot. Ele, com esses objetivos políticos, acabou criando uma trapalhada institucional, que culminou no episódio do áudio da JBS. Jogou uma nuvem de suspeição no Supremo sem base alguma.

ÉPOCA – Mas o que houve de político na negociação da delação do senhor?

Eduardo Cunha – A maior prova de que Janot operou politicamente é que ele queria que eu admitisse que vendi o silêncio ao Joesley para poder usar na denúncia contra o Michel Temer. Não posso admitir aquilo que não fiz. Como não posso admitir culpa do que eu não fiz, inclusive nas ações que correm no Paraná. Estava disposto a trazer fatos na colaboração que não têm nada a ver com o que está exposto nas ações penais. Eles não queriam.

ÉPOCA – Havia algum outro fato que os procuradores queriam que você admitisse? Que não foi uma admissão espontânea, como determina a lei?

Eduardo Cunha – – Janot queria que eu colocasse na proposta de delação que houve pagamentos para deputados votarem a favor do impeachment. Isso nunca aconteceu. Um absurdo. Se o próprio Joesley confessou o contrário na delação dele, dizendo que se comprometeu a pagar deputados para votar contra o impeachment, de onde sai esse tipo de coisa? Qual o sentido? Mas aí essa história maluca, olha que surpresa, aparece na delação do Lúcio [Funaro, doleiro próximo a Cunha]. É uma operação política, não jurídica. Eles tiram as conclusões deles e obrigam a gente a confirmar. Os caras não aceitam quando você diz a verdade. Queriam que eu corroborasse um relatório da PF que me acusa de coisas que não existem. Não é verdade. Então não vou. Não vou.

ÉPOCA – Janot estabeleceu uma disputa entre o senhor e Funaro. Só um fecharia delação, por terem conhecimento de fatos semelhantes envolvendo o PMDB da Câmara.

Eduardo Cunha – O Janot tem ódio de mim. Mas o ódio dele pelo Michel Temer passou a ser maior do que a mim. Então, se eu conseguisse derrubar o Michel Temer, ele aceitava. Mas eu não aceitei mentir. E ele preferiu usar o Lúcio Funaro de cavalo.

ÉPOCA – Alguma outra razão para a delação não ter saído?

Eduardo Cunha – O que eu tenho para falar ia arrebentar a delação da JBS e ia debilitar a da Odebrecht. E agora posso acabar com a do Lúcio Funaro.

ÉPOCA – O que o senhor tem a contar de tão grave?

Eduardo Cunha – Infelizmente, não posso adiantar, entrar no mérito desses casos. Quebraria meu acordo com a PGR. Eu honro meus acordos.

ÉPOCA – Nem no caso de Funaro? O senhor já mencionou um fato que diz ser falso.

Eduardo Cunha – Ainda não tive acesso à íntegra da delação do Lúcio Funaro. Mas, pelo que li na imprensa e pelo que já tive conhecimento, há muito contrabando e mentiras ali. A delação do Lúcio Funaro foi feita única e exclusivamente pelo que ele ouviu dizer de mim. O problema é que ele disse que ouviu de mim coisas que não aconteceram. Como um encontro dele com Michel Temer e comigo na Base Aérea em São Paulo. Ou esse episódio da véspera do impeachment, de compra de deputados, que o Janot colocou na boca do Lúcio Funaro. Tudo que ele falou do Michel Temer que disse ter ouvido falar de mim é mentira. Ele não tinha acesso ao Michel Temer ou aos deputados. Eu tinha.

 

Com informações da Revista Época

Lula demonstrou clara influência do PT no Ministério Público Federal na escolha de Janot para a PGR

A tática de aparelhamento do Estado em todos os níveis é um dos principais preceitos defendidos nas encardidas cartilhas do comunismo mundial. Não há qualquer dúvida sobre o fato do PT ter seguido à risca no Brasil todos os métodos prescritos pelo comunismo para a tomada do poder. De fato, o PT cumpriu o dever de casa e expandiu sua influência junto aos movimentos sociais, sindicais, comunidades campesinas, movimentos estudantis, minorias e junto ao proletariado.

O PT não inventou os métodos que pavimentaram a chegada do partido ao poder, apenas adaptaram as técnicas a realidade brasileira. O método de aparelhamento da máquina pública começou a se implementado bem antes da eleição de Lula em 2002, como foi o caso das prefeituras conquistadas pelo partido ao longo dos anos 80 e 90.

Logo que assumiu a Presidência em 2003, Lula e o PT deram início a uma das mais agressivas campanhas de aparelhamento da máquina pública, expandindo o domínio e o poder de influência do partido para estatais, bancos públicos e todos os órgãos e autarquias federais espalhados pelo Brasil. Ao longo de mais de uma década e meia no poder, o PT não se limitou a aparelhar a máquina pública e avançou ainda no domínio de instituições teoricamente independentes, como reitorias em universidades, tribunais de contas e até mesmo no Supremo Tribunal Federal.

Uma das técnicas que permitiram ao PT aprofundar suas raízes na foi justamente a ampliação absurda da tolerância com a incompetência, negligência e corrupção dos agentes públicos. Em troca da anuência dos servidores, o PT oferecia cobertura e garantia de tolerância sobre maus feitos, pequenos ilícitos, faltas prolongadas ao trabalho, regalias e proteção nos cargos. Tudo em detrimento do interesse público e da qualidade dos serviços prestados ao contribuinte.

Na prática, a cultura do aparelhamento da máquina pública provoco a degradação dos serviços públicos e tornou os servidores arrogantes, negligentes e seguros de que não seriam afetados por queixas pelo péssimo atendimento a população.

A suspeita de que o PT conseguiu de fato expandir sua esfera de influência para instituições sérias do país é sugerida por uma conversa do ex-presidente Lula com o advogado e ex-deputado Sigmaringa Seixas (PT-DF). Na ligação interceptada pela Polícia Federal, Lula reclamava de investigação contra ele e cobra “gratidão” do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Lula diz que “esse cara se fosse formal não seria procurador-geral da República, teria tomado no c#, teria ficado em terceiro lugar (…) Quando eles precisam não tem formalidade, quando a gente precisa é cheio de formalidade”.

Como todos sabem, a escolha do Procurador-geral da República se dá através da indicação dos cerca de 1200 procuradores da República espalhados pelo órgão em todo o Brasil. Ao afirmar que sem a influência do PT, Janot teria ficado em terceiro lugar, Lula dá a entender que o partido influenciou a escolha de centenas de procuradores em todo o país.

Novamente, a escolha do procurador da República Nicolao Dino para suceder a Rodrigo Janot no comando do Ministério Público Federal por parte dos colegas procuradores de todo o Brasil levanta uma nova suspeita. O candidato mais votado na votação interna do órgão realizada nesta terça-feira (27) é irmão de do governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), tradicional aliado do PT. Segundo delatores da Odebrecht, Flávio Dino recebeu R$ 400 mil para defender projeto que beneficiava a empreiteira.

O PT se gaba de ter implantado a cultura de escolher o vencedor da lista tríplice elaborada pelos membros do Ministério Público Federal para o cargo de Procurador geral da República. Com base em uma agressiva campanha de ampliação da esfera de influência do partido junto às instituições do país, esta opção parece bastante óbvia, em se tratando supostamente de um jogo de cartas marcadas.

Uma curiosidade: no ano passado, o irmão de Nicolao, o governador Flávio Dino, escolheu o segundo nome da lista tríplice que lhe fora apresentada para a indicação do novo procurador-geral de justiça do estado do Maranhão.

Temer deve ignorar a escolha do vencedor da lista tríplice elaborada pelo MPF. Não há nenhuma lei que o obrigue a escolher o vencedor da eleição interna do órgão. Nicolao Dino, aliado de Janot obteve 621. A subprocuradora criminal Raquel Dodge, inimiga declarada de Janot, recebeu 587 votos e é apontada como a preferida de Michel Temer. O terceiro candidato mais votado foi o procurador Mário Bonsaglia, que recebeu 564 votos.

Imprensaviva

Moro vai mesmo mandar Lula para a prisão após condenação em 2ª instância

Ao determinar a prisão de dois executivos da OAS, Léo Pinheiro, e Agenor Franklin Magalhães Medeiro, condenado na Segunda Instância esta semana, o juiz federal Sérgio Moro deixou claro qual procedimento deve ser adotado imediatamente nos casos de confirmação de sentenças por parte do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. “A execução após a condenação em segundo grau impõe-se sob pena de dar causa a processos sem fim e a, na prática, impunidade de sérias condutas criminais”. Moro já condenou o ex-presidente Lula a pena de 9 anos e seis meses e aguarda apenas a confirmação de sua decisão por parte do TRF-4 para determinar a prisão imediata do ex-presidente Lula.

Na decisão divulgada nesta quarta-feira, 20, Moro ordenou a prisão sentenciados pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região a 26 anos e 7 meses de prisão corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. “Obedecendo à Corte de Apelação, expeça a Secretaria o mandado de prisão para execução provisória das condenações de José Adelmário Pinheiro Filho e de Agenor Franklin Magalhães Medeiros”, afirmou o magistrado. Na decisão, Moro afirmou que os executivos colaboraram com a Lava Jato e decidiu deixa-los na carceragem da PF ‘para evitar riscos a ambos’. Léo Pinheiro já está preso na carceragem. O empreiteiro estava custodiado preventivamente.

Em agosto, Moro mandou prender os primeiros condenados na Lava Jato na Segunda Instância. O empresário Márcio Bonilho e o aposentado Waldomiro de Oliveira, apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como “laranja” do doleiro Alberto Youssef. Eles foram condenados em um dos primeiros processos da Operação Lava-Jato, que apurava o pagamento de propina para funcionários da Petrobras, após a compra de tubulações para a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. De acordo com Moro, os dois perderam um recurso que apresentaram TRF-4.

Considerando o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que condenados podem ser presos após o trânsito do recurso em segunda instância. O magistrado deve adotar os mesmos procedimentos no caso de Lula, que deve ser apreciado nos próximos meses no TRF-4.

 

Imprensaviva

A Globo falou que Collor era bom para o país, o povo acreditou. Depois foi FHC, Lula, Dilma, Janot, e o povo acreditou

A Rede Globo tem atuado de forma sistemática para desestabilizar o país em uma das
campanhas mais agressivas da história contra um governo. O Grupo de comunicação
colocou todos seus empregados e sua máquina de propaganda para tentar
desqualificar o presidente Temer justamente no momento em que o país começava a
superar a mais grave, profunda e duradoura recessão de todos os tempos. Movida por
interesses obscuros e flagrantemente opostos aos interesses do país e do povo, a Globo apostou no caos econômico e político, aliando-se a criminosos como os açougueiros da JBS e o suspeito ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, numa das mais vergonhosas campanhas de difamação que este país já viu.

A irresponsabilidade e o ódio com que a emissora se volta contra um governo frágil,
transitório e despretensioso levanta uma série de suspeitas. Temer não é lá nenhuma
força política ameaçadora e cumpre apenas o papel de realizar a transição democrática
do país até as eleições de 2018, que estão logo ali. Verdade seja dita, cumpre esta missão com surpreendente zelo e competência, tendo em vista a situação traumática que Dilma e o PT deixaram o país.

E é justamente neste aspecto que as suspeitas se tornam mais consistentes. Temer interrompeu uma série de políticas corruptas mantidas pelas administrações petistas ao longo de mais de uma década e meia no país. Temer feriu de morte a esquerda corrupta, os sindicalistas, os artistas mamadores da Lei Rouanet, os empresários acostumados com dinheiro fácil do BNDES e se tornou o maior carrasco do PT, ao chefiar a operação que culminou na expulsão de todos do poder, livrando o Brasil da pior geração de corruptos que haviam se apoderado do governo.

Temer demitiu milhares de bolivarianos na administração pública, acabou com as
indicações políticas para cargos em bancos públicos e estatais, como a Petrobras, e
reduziu em mais da metade as generosas verbais publicitárias, afetando
dramaticamente as receitas da Globo.

A Globo já demonstrou que não possui qualquer preocupação sobre o que é bom para
o país e para a família brasileira. Visando o lucro, a audiência e a imposição de
ideologias de seus quadros, promove a cultura da esquerda, com a promiscuidade, a
exaltação da criminalidade e as críticas veladas contra a policiais. Os valores da Globo
não representam os valores da sociedade.

Um dos maiores símbolos do combate à corrupção, tido como um verdadeiro herói
para os brasileiros, o juiz Sérgio Moro não existe para a Rede Globo. Enquanto a
imprensa internacional celebra o brilhante trabalho daquele que é considerado um
dos maiores especialistas do mundo em crimes de lavagem de dinheiro, a emissora
carioca ignora completamente os feitos do magistrado e se omite em cobrir e noticias
as palestras e eventos no Brasil e no exterior nos quais Moro participa.

A Globo que tenta de todas as formas desestabilizar o governo Temer, que se aliou a
gente suspeitosíssima para vender uma conspiração fajuta e pedir a renúncia do
presidente é a mesma que convenceu os brasileiros de que o ex-presidente Fernando
Collor de Mello era bom para o Brasil. É a mesma emissora que se manteve subserviente aos governos de FHC, Lula e Dilma, enquanto jorrava o dinheiro do
BNDES, das verbas da SECOM e os perdões em dívidas bilionárias. A Globo é a
mesma que defendeu os açougueiros criminosos da Friboi e as tretas de Janot até as
últimas consequências. A Globo também se calou durante o reinado de corrupção de
Sérgio Cabral e sua máfia no Rio de Janeiro, sem se importar com as consequências
caóticas para a população do Estado. Como se vê, o que é bom para o Brasil não é bom para a Globo. Apesar da clareza dos fatos, a emissora carioca está conseguindo mais uma vez ludibriar a população em sua cruzada para retomar a influência no poder.

É pena que a emissora se valha do talento e da qualidade técnica de seus quadros na
área da dramaturgia para impor ao país uma pauta que esconde, em linhas gerais,
interesses obscuros e contrários ao desenvolvimento econômico, cultural e
educacional saudável para a nação.

 

Imprensaviva

Moro dá 15 dias para que Lula comprove que os 9 milhões bloqueados são de sua aposentadoria como anistiado político

O ex-presidente Lula vem tentando de todas as formas liberar os R$ 9.6 milhões bloqueados em suas contas por determinação do juiz Sergio Moro. A medida foi uma extensão da pena de nove anos e seis meses de prisão imputada ao petista no processo referente ao triplex do Guarujá, no qual Lula foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

Neste segunda-feira, 11, o juiz responsável pelos processos da Operação Lava Jato na Justiça Federal do Paraná, concedeu um prazo de 15 dias para que a defesa de Lula comprove que parte do dinheiro bloqueado judicialmente é oriundo de aposentadoria, conforme o petista vinha alegando. Em julho, Moro ordenou o bloqueio e sequestro de bens de Lula até o total de R$ 13,7 milhões como indenização por desvios feitos na Petrobras.

A defesa de Lula alega que o petista recebe uma aposentadoria de cerca de R$ 8.900 por mês. Desde 1993, ele tem direito ao benefício por ser anistiado político.

Na decisão desta segunda, Moro disse que a defesa deve apresentar os extratos da conta em que Lula recebe a aposentadoria, “a fim de demonstrar que os créditos têm apenas essa origem.” O juiz destacou que o Banco Central “bloqueia o saldo do dia, não impedindo a movimentação da conta posteriormente ou o recebimento nela de novos créditos”.

Lula terá certa dificuldade em comprovar suas alegações

Segundo a BrasilPrev, o petista fez o aporte de R$ 9 milhões em apenas um dia. Clique no link a seguir (Previdência privada do Lula ) para ter acesso ao ofício enviado pela BRASIL/PREV ao juiz Sérgio Moro, indicando aporte único de valores, com saldo atualizado de R$ 7.190.963,75 para o VGBL nº 097522910, em nome da LILS Participações, empresa de palestras do ex-presidente, e R$ R$ 1.848.331,34, no VGBL nº 097401684, na pessoa física de Luis Inácio Lula da Silva, que, somados, perfazem R$ 9.039.295,09. A BRASIL/PREV não soube informar se Lula levou o dinheiro em caixas, mochilas ou em uma caminhonete. O certo é que aquela montanha de dinheiro não era proveniente de nenhuma aposentadoria.

 

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