Lula cai na net – petista recebe R$ 45 mil do contribuinte como “anistiado”

O ex-presidente Lula é um cara tão escorregadio que nem mesmo diante de um juiz consegue dizer a verdade. Durante seu depoimento à Justiça de Brasília no início do ano, o petista se enrolou todo para responder a uma simples pergunta: qual é a sua renda mensal?

O petista se atrapalhou todo: “São uns seis e pouco de aposentadoria mais uns 20 que minha mulher recebia, que passou para 30. (…) Pode dar 30… 30 mil, mas pode ter mais. Tem mais porque tem doação pros meus filhos, sabe, porque eu não tenho…Poderia chegar a quanto? 50 mil? Eu não sei, eu tô tentando chutar aqui, doutor”, escapou o petista de dizer a verdade. Na ocasião, Lula tinha R$ 9 milhões aplicados em planos de previdência e Marisa Letícia, falecida um mês antes, outros R$ 11 milhões.

Neste fim de semana, começou a circular na internet uma cópia do contracheque do petista de sua aposentadoria como perseguido político. O documento indica que Lula deve embolsar nada menos que R$ 45.065,29 neste mês de dezembro. O petista recebe há anos o dinheiro do contribuinte por conta de sua atuação política e sindical nos anos 80, quando foi preso durante 30 dias por conta da sua atuação durante uma greve no ABC.

 

Imprensaviva

Reitor e a vice-reitora de Universidade Federal são levados pela PF por desvio de verbas

Jaime Arturo Ramirez e Sandra Goulart Almeida, foram conduzidos coercitivamente pela PF

O aparelhamento ideológico das universidades brasileiras produz mais um triste episódio de corrupção. O reitor e a vice-reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jaime Arturo Ramirez e Sandra Goulart Almeida, foram conduzidos coercitivamente, na manhã desta quarta-feira (6), para a sede da Polícia Federal (PF) em Belo Horizonte, Minas Gerais. Os dois foram levados no âmbito da operação Esperança Equilibrista, que investiga desvios da ordem de R$ 4 milhões nas obras do Museu de Anistia Política.

Além do reitor e da vice-reitora da UFMG, outras seis pessoas foram alvo de condução coercitiva, entre elas o presidente da Fundação de Desenvolvimento e Pesquisa (Fundep), Alfredo Gontijo de Oliveira e o ex-presidente da fundação José Nagib Cotrim. Também foram alvos Ronaldo Pena (ex-reitor), Clélio Campolina (ex-reitor), Rocksane de Carvalho Norton (ex-vice reitora) e Heloisa Gurgel Starling (ex-vice reitora).

Ao todo participam da ação 84 policiais federais, 15 Auditores da Controladoria Geral da União (CGU) e dois do Tribunal de Contas da União (TCU). Desde o início das investigações, a ação conta com o apoio da CGU e do TCU.

Segundo PF apurou no inquérito até o momento, teriam sido gastos mais de R$ 19 milhões na construção e pesquisas de conteúdo para a exposição. Porém, o único produto aparente da obra é um dos prédios anexos, ainda inacabado. O projeto do Memorial tem como objetivo a preservação e a difusão da memória política durante o regime militar.

A Polícia Federal informa que o montante desviado pelo esquema fraudulento deve aumentar até a conclusão do inquérito, após as análises dos materiais apreendidos e interrogatórios dos envolvidos.

CUT repudia ação da Policia Federal

A presidente da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT-MG), Beatriz Cerqueira, avaliou que a ação da PF na

UFMG teve um caráter político contra a instituição. Ao lado de representantes do Sindicato dos Servidores da UFMG e de professores da universidade, a sindicalista concedeu entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. “Em meio a um show midiático as pessoas foram conduzidas sem ao menos informar o motivo da condução. Eles não puderam nem chamar advogados para acompanhar tudo”, disse Beatriz.

Os envolvidos no esquema já haviam sido convidados a prestar esclarecimentos à Polícia Federal, mas se recusaram a atender o convite.

 

Com informação do Jornal Hoje em Dia/Ilustração Imprensaviva

 

Quem diria – tucanos participarão de evento com PT, PSB, PPS e PV para “esquerdar pra valer”

Lideranças do PSDB, PT, PSB, PSD, PPS e PV vão se reunir amanhã (02/12), em São Paulo, para buscar pontos em comum “em defesa da democracia e dos direitos humanos”.

O evento, chamado “Manifesto de Convergências pela Democracia e Direitos Humanos”, foi convocado pelo grupo “PSDB Esquerda Pra Valer” em parceria com o Instituto Teotônio Vilela (ITV) e deve reunir os tucanos José Serra e José Gregori, o presidente do ITV, José Anibal, e o presidente interino do PSDB, Alberto Goldman, além do vereador Eduardo Suplicy (PT), Aldo Rebelo (PSB), Eduardo Jorge (PV), Andrea Matarazzo (PSD) e Arnaldo Jardim (PPS).

O objetivo, segundo organizadores, é buscar pontos de convergência apesar das diferenças ideológicas e disputas eleitorais. Integrantes do PSOL e Rede também foram convidados mas não estarão presentes porque seus partidos realizam congressos nacionais no mesmo dia. A idéia é que o evento gere um manifesto suprapartidário que será apresentado a movimentos sociais ligados à esquerda.

O governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, não tem presença confirmada no evento. Entretanto, o tucano participou de outro evento do mesmo grupo em outubro onde afirmou que “o liberalismo completo é a incivilização porque é o grande comendo o pequeno”.

Fim do imposto sindical pode causar 100 mil demissões nas Centrais

A extinção do imposto sindical trazida pela reforma trabalhista pode levar à demissão de até 100 mil sindicalistas de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

A estrutura sindical brasileira possui cerca de 300 mil sindicalistas, sendo 115 mil funcionários diretos e 185 mil terceirizados. Os cortes devem ser diluídos nos próximos meses, mas já começaram.

O próprio Dieese espera um orçamento menor para 2018: no máximo R$ 30 milhões, contra os R$ 45 milhões de 2017. O Sindicato dos Comerciários de São Paulo, que tinha 600 empregados, demitiu 67 por meio de PDV (Plano de Demissão Voluntária) e mais 35 diretamente.  O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP) tinha 230 funcionários no início do ano e já demitiu 72.

As principais instituições também sentem o fim do dinheiro tomado a força dos trabalhadores pelas centrais. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) organiza um PDV e a União Geral dos Trabalhadores (UGT) demitiu funcionários e vai para uma sede menor.

 

As informações são do Instituto Liberal de São Paulo.

Com apenas 11 entre 594 parlamentares, PSOL e REDE são os partidos preferidos da Rede Globo

O PSOL possui apenas seis cadeiras na Câmara dos Deputados e nenhuma no Senado. É, na realidade, o antepenúltimo menor partido da casa. Abaixo dele está a REDE, que tem apenas quatro cadeiras na Câmara e uma no Senado. No total, somam apenas onze parlamentares em um parlamento que tem 594 cadeiras. Parece pouco, não é? Não para a Rede Globo.

A Globo tem dado um espaço absurdo nos últimos anos em suas matérias e reportagens políticas para estes dois partidos. Alessandro Molon, que é deputado da REDE, é de longe uma das figuras mais queridas da emissora. Logo depois vem Chico Alencar, deputado pelo PSOL, e em seguida o senador Randolfe Rodrigue, senador pela REDE.

Na esmagadora maioria das reportagens os entrevistados são estes, e isso mesmo quando eles não têm grande influência ou poder sobre o assunto. A representatividade destes partidos é tão baixa que quase todos os seus parlamentares assumiram os postos através do coeficiente eleitoral ou, pior ainda, como suplentes. Eles simplesmente não possuem adesão popular, não têm poder ou influência real no parlamento, mas são os mais consultados pelos repórteres globais.

O PSC, atual partido de Jair Bolsonaro – que, aliás, teve quase meio milhão de votos em 2014 – é raramente entrevistado, mesmo tendo um total de dez deputados federais. O próprio deputado Bolsonaro dificilmente tem espaço para opinar ou até para se defender dos ataques que sofre. Isso é injustificável.

Procuradoria pede condenação de Gleisi, pagamento de R$ 4 mi e perda do mandato

As acusações são contra a campanha de Gleisi Hoffmann ao Senado em 2010

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), e o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo, sejam condenados no processo em que são acusados de serem beneficiados com R$ 1 milhão no esquema de corrupção na Petrobras, que teriam sido usados na campanha de Gleisi ao Senado em 2010.

Raquel Dodge também quer que eles paguem R$ 4 milhões como reparação pelo crime e que a senadora perca o cargo. A procuradora-geral afirma no documento ter fixado para o pagamento por danos morais e materiais pelos crimes o valor de quatro vezes a propina que teria sido solicitada.

Segundo Dodge, o prejuízo provocado pela corrupção é difícil de ser quantificado. “Os prejuízos decorrentes da corrupção são difusos (lesões à ordem econômica, à administração da Justiça e à administração pública, inclusive à respeitabilidade do parlamento perante a sociedade brasileira), sendo dificilmente quantificados”, escreve a procuradora-geral nas alegações finais. A manifestação foi apresentada ao STF nas alegações finais da Procuradoria, entregues no processo contra Gleisi e Paulo Bernardo.

A senadora, que também é presidente do PT, tem afirmado que não há provas contra ela e que sua campanha em 2010 não recebeu esse dinheiro. “Estou há três anos apanhando nesse processo. Não tem uma prova nele que mostre que eu tenha cometido qualquer ilícito, qualquer crime. E estou já sendo julgada e condenada antecipadamente”, afirmou Gleisi, em entrevista a jornalistas após seu depoimento no STF, em agosto.

Gleisi e Paulo Bernardo foram denunciados ao STF por suspeitas dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, sob a acusação de terem recebido R$ 1 milhão para a campanha da senadora em 2010.

De acordo com depoimento de delatores na Operação Lava Jato, o valor seria oriundo de recursos desviados de contratos da Petrobras. Ambos foram citados nas delações do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa.

A defesa de Gleisi e Bernardo sustenta que as afirmações dos delatores foram desmentidas ao longo das investigações. Para a defesa, a acusação contra o casal foi baseada somente em supostas iniciais de Paulo Bernardo encontradas em uma agenda de Costa durante as investigações.

No dia 10 de julho, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também prestou depoimento no processo como testemunha de defesa. Lula negou que Gleisi e Bernardo tivessem influência na indicação para cargos na Petrobras.

Do UOL

Para imprensa mundial Lula é um criminoso condenado, já a imprensa local o trata como candidato

O jogo de interesses dos grupos de comunicação do país estão colocando o Brasil diante de uma situação vexaminosa perante o resto do mundo. Enquanto as principais publicações estrangeiras dão conta do histórico de crimes do petista contra os cofres públicos, enquanto as investigações da Lava Jato avançam e corroboram o depoimento de vários cúmplices de Lula em crimes vergonhosos, a imprensa local o trata como candidato à Presidência da República.

Não apenas a imprensa, mas partidos, lideranças políticas e ministros das mais altas cortes fingem ignorar a vergonha para o país que representa ter entre os pretendentes ao cargo mais alto da nação um criminoso condenado e réu em outras tantas ações penais.

Interessados em assegurar o resgate de regalias mantidas durante a era PT, políticos, membros do judiciário, empresários corruptos, rentistas, sindicalistas, artistas e ativistas da esquerda fingem conviver com naturalidade com a possibilidade de um criminoso apontado como chefe da organização criminosa que assaltou o país por mais de uma década e meia retorne ao poder.

Lula voltou já ocupou as manchetes dos principais jornais do mundo ao longo dos últimos meses em episódios vergonhosos como na ocasião depoimento do executivo da Petrobras, Renato Duque, ao juiz Sérgio Moro. A Agência Reuters distribuiu a notícia informando que Lula sabia sobre esquema de corrupção maciça na estatal petrolífera brasileira.

Segundo a publicação, Rento Duque confirmou que Lula tinha “conhecimento completo” sobre o esquema de retrocesso político que se centrou nos contratos da Petrobras, um ex-executivo de alto escalão. O ex-diretor de engenharia e serviços da Petrobras, Renato Duque, testemunhando no primeiro dos cinco julgamentos de corrupção que Lula enfrenta, disse a um juiz federal que Lula tinha “comando” do esquema.

A engenharia de desvios montada pelo PT de Lula e Dilma na Petrobras acabou se tornando o maior esquema de corrupção conhecido no Brasil. Bilhões foram pagos em subornos, principalmente por empresas de construção, para ganhar contratos com a Petrobras e outras empresas estatais. Mais de 100 pessoas foram condenadas até o momento na esteira da investigação da Lava Jato.

O ex-presidente Lula foi um destes condenados. Além de uma pena de 9 anos e 6 meses de prisão, o petista teve R$ 9.6 milhões confiscados pela justiça e seis imóveis confiscados, que deverão ir a leilão após a confirmação da sentença em segunda instância. Todo os recursos serão devolvidos a Petrobras.

Outras publicações como o The New York Times e o Wall Street Journal destacaram que os Mega-projetos comandados pelos governos do PT tinham como propósito principal a ampliação dos esquemas de corrupção no Brasil e que os recursos desviados dos cofres públicos serviram para financiar as campanhas dos políticos do partido. Os jornais estrangeiros informam que no Brasil, o ex presidente Lula é apontado como o chefe da organização criminosa por vários envolvidos nos esquemas de corrupção descobertos pelas investigações da Operação Lava jato.

Mas a importância de Lula no páreo das eleições de 2018 para os grupos que pretendem assegurar a influência sobre o Estado Brasileiro é crucial. A candidatura de Lula tem o propósito de tornar a disputa mais previsível e fácil de ser controlada por estes grupos. Ao polarizar a disputa com outro candidato comprometido com os velhos vícios e tretas, Lula coloca a disputa sobre o controle dos que tentam manipular o processo democrático. Não estão se importando se vai dar Lula ou seu outro candidato.

O importante é resgatar o comando do Estado e assegurar a volta do acesso ao dinheiro dos cofres públicos por meio de financiamentos camaradas do BNDES, dinheiro barato dos bancos públicos, verbas para sindicatos, movimentos sociais, meios de comunicação, formadores de opinião na imprensa, artistas, rentistas que viviam da inflação e juros altos, e todos aqueles que ficaram órfãos do dinheiro do povo nos últimos meses.

Caso a população cruze os braços diante desta situação vergonhosa, as autoridades competentes vão empurrar com a barriga qualquer decisão sobra a candidatura de um criminoso condenado. Se Lula conseguir ser candidato, pode ser tarde demais para impedir que o Brasil seja resgatado por sua organização criminosa. Segundo ministros do próprio STF, Lula e o PT teriam bilhões no exterior reservados para comprar eleições, incluindo ai dinheiro para os meios de comunicação, ministros dos tribunais, aliados políticos em todo o país e até mesmo fiscais dos tribunais eleitorais.

 

Imprensaviva

Para Lula, candidatura de Manuela D’Ávila é fachada e humilha a candidata do PCdoB em Congresso do partido

Quem esperava que o ex-presidente Lula fosse reagir de forma democrática diante da candidatura da comunista Manuela D’Ávila à presidência da República pode ir tirando o cavalinho da chuva. Manipulador hábil, Lula humilhou a aliada ao afirmar que seu papel na disputa de 2018 é secundário.

Esta é a primeira vez, desde 1989, que as legendas podem disputar a presidência separadas. “Qualquer partido de esquerda pode lançar candidatura para a eleição, mas é preciso ir junto para a rua”, disse Lula, deixando claro que ainda manda nos partidos aliados do PT.

O que Lula propõe desafia qualquer lógica de uma disputa eleitoral transparente e honesta ao relegar um mero papel de coadjuvante aos demais candidatos da esquerda: “Manuela, mesmo quando a gente faz uma campanha que a gente não ganha, se a gente fizer uma campanha ideologicamente bem feita, bem organizada, e a militância for para a rua, quero dizer que vale a pena ser candidato. Da minha parte, a única coisa que vão estranhar daqui para frente é um belo dia eu aparecer em algum dos comícios da Manuela”, sugeriu o petista, já prevendo que irá se imiscuir na campanha da comunista para se capitalizar.

A humilhação imposta por Lula à aliada teve um peso ainda maior pelo fato de não ter sido uma declaração dada à imprensa, situação em que este tipo de comentário pode ser ratificado ou desconversado. Lula falou isso olhando na cara de Manuela D’Ávila em pleno Congresso do PCdoB.

Ao ouvir calada a ingerência de Lula em sua candidatura, a pré-candidata Manuela D’Ávila assentiu que cumprirá um papel meramente coadjuvante na disputa, o que leva o eleitor a concluir que não se trata de uma candidatura que mereça ser levada à sério, assim como suas propostas de governo.

Ao escutar de um criminoso condenado que cumprirá apenas um papel de figurante numa disputa tão importante e ficar calada, Manuela D’Ávila despiu-se de sua dignidade e permitiu ser diminuída como candidata, como pessoa e como mulher.

Ainda que não tenha qualquer chance de vencer a disputa, a comunista deveria ter discordado e defendido sua candidatura, suas idéias e o papel de seus companheiros em sua iniciativa.

Provando do próprio veneno – funcionários da CUT ameaçam greve e reclamam dos patrões sindicalistas

Depois dos petistas que perderam seus cargos comissionados, dos artistas que perderam as mamatas da Lei Rouanet e dos clientes de programas sociais fraudados que foram que perderam seus benefícios, chegou a vez da pelegada levar sua bordoada do governo Temer.

Os funcionários da CUT (Central Única dos Trabalhadores) estão revoltados com seus patrões e ameaçaram entrar em greve nesta semana, depois que a entidade anunciou um ambicioso Programa de Demissão Incentivada (PDI) que pretende colocar na rua pelo menos 60% de sua força de trabalho.

A entidade se antecipa ao golpe de misericórdia do fim do imposto sindical obrigatório e se queixa de perseguição do presidente Michel Temer, que não abriu mão do projeto da reforma trabalhista, que acabou com a obrigatoriedade do imposto sindical. O tributo, que equivale a um dia de trabalho, é um dos principais recursos das centrais.

A cúpula da entidade informa que chegou a consultar seus empregados sobre os critérios de exoneração, mas os funcionários descontentes não confirmam a informação e ameaçam deflagrar uma greve sem precedentes na história.

O presidente da central, Vagner Freitas, diz desconhecer o movimento. Queixando-se de perseguição política, Freitas informa ainda que o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares aderiu voluntariamente ao programa, abrindo mão de um salário de R$ 15 mil.

Apesar de usar Delúbio como exemplo, Vagner Freitas não informou se irá abrir mão de seu salário, mantido em sigilo.

A CUT não é a única central sindical a enxugar seus quadros. Outras entidades já anunciaram demissões em massa. A Confederação Nacional dos Metalúrgicos, por exemplo, deverá entregar a sede própria para ocupar um andar no prédio da CUT, que deve ser esvaziado após o PDI.

Em um ano, 3 milhões de petistas e comunistas perderam suas mamatas

Em pouco mais de um ano, cerca de três milhões de pessoas que viviam direta ou indiretamente de mamatas criadas durante as administrações de Lula e Dilma viram suas fontes de renda secar.

Embora uma parte das medidas implementadas pelo presidente Michel Temer tenham por objetivo a recuperação da economia e a geração de empregos, outras medidas que visam diminuir os gastos públicos estão atingindo de forma implacável um segmento da sociedade que até bem pouco tempo vivia à custa do dinheiro do contribuinte: os militantes, simpatizantes e cúmplices da roubalheira dos governos do PT.

Esta conta envolve os cargos comissionados na administração federal, os mais de 300 mil que perderam suas vagas nas prefeituras petistas (O PT perdeu 84% de suas prefeituras nas últimas eleições e 86% de suas receitas), os cerca de 1.2 milhão recebedores de benefícios irregulares do Bolsa Família, outros tantos que recebiam benefícios irregulares da previdência e por último, mais de 400 mil pelegos que viviam das receitas do famigerado imposto sindical, extinto pelo governo com a entrada em vigor da reforma trabalhista no último sábado.

Tudo isso sem contar outros tantos que se tornaram empregados da iniciativa privada após as últimas privatizações, os artistas mamadores da Lei Rouanet e todos os profissionais que construíram impérios com o dinheiro que irrigava dos cofres públicos na era PT, os jornalistas, blogueiros de aluguel, militantes virtuais remunerados e um enorme contingente de soldados dos movimentos sociais que tiveram as verbas federais cortadas no último ano. A economia do governo com estes gastos é incalculável. Apenas em 2017, foram identificados prejuízos de mais de R$ 38 bilhões com o pagamento de benefícios irregulares da previdência.

Temer deixou milhões de descontentes que agora choram suas mágoas destilando ódio contra o presidente nas ruas, nas redações dos meios de comunicação e nas redes sociais. É uma pena que toda essa gente acaba conseguindo influenciar boa parte da população, que ainda não se deu conta do tamanho do estrago que Temer provocou na máquina petista.

Mas o ódio contra o presidente tem outras origens ainda mais influentes. Temer congelou os reajustes do funcionalismo público até 2019, limitou o teto dos salários de servidores em todo o país, cortou benefícios e vantagens que equivaliam a quase outro salário e limitou a remuneração inicial de novos servidores ao teto de R$ 5 mil em início de carreira (antes, os concurseiros profissionais já ingressavam na administração pública com salários de até R$ 28 mil). Temer também deixou descontentes gente muito poderosa, como os cerca de 28 empresários mais ricos do país que perderam acesso ao dinheiro do BNDES. Os recursos que eram controlados pela elite empresarial do país foram divididos entre mais de 150 mil pequenas e médias empresas. O corte de regalias de servidores federais, inclusive de reitores e professores universitários também deixou muita gente magoada no serviço público. As faltas passaram a ser descontadas e acabou a farra das férias três vezes ao ano.

O governo promete avançar ainda mais contra uma casta de privilegiados que vem sugando os cofres públicos há décadas. A elite de pensionistas da previdência vai ser duramente atingida com a reforma que está em processo de conclusão. Assim como não abriu mão do fim do imposto sindical, Temer já avisou que não abrirá mão dos cortes de benefícios acima do teto de 5.189,82. Pela proposta, apenas os servidores federais que ingressaram no serviço público até o fim de 2003 terão direito à aposentadoria integral. O acúmulo de pensão por morte e aposentadoria não será mais permitido. Temer vai mexer na camada de cima da elite da previdência e a medida deve representar uma economia para o país de mais de R$ 10 bilhões.

Para quem pensa que acabou, ainda tem mais. A vida também não está nada fácil para donos das grandes fortunas do país, rentistas acostumados a multiplicar seus bilhões enquanto se bronzeavam em seus iates. A queda dos juros de 14.5% para 7% e a queda da inflação de 13% para menos de 3% ao ano está fazendo essa gente perder muito dinheiro. Os pobres, que voltaram ao mercado de consumo graças a estabilidade da economia, eram os que bancavam com sacrifício a vida boa dessa gente acostumada a lucrar com a miséria alheia.

Se por um lado, há muita gente descontente e na rua da amargura, a recuperação da economia e da geração de mais de 2 milhões de novos empregos com carteira assinada mostra que Temer está no caminho certo. A expectativa do governo é usar parde do que foi economizado com os cortes para retomar 4 mil obras paradas no país já a partir de novembro. O governo reservou cerca de R$ 140 bilhões para o programa Avançar e pretende gerar outros 2 milhões de empregos até março de 2018.

É compreensível que milhões de brasileiros tenham tanto ódio de Temer. Afinal, ele conquistou o lugar de maior carrasco do PT e das esquerdas brasileiras de todos os tempos. Toda esta gente ainda possui um enorme poder de articulação e influência entre a população. O problema é que muitos brasileiros estão se permitindo influenciar por essa gente magoada. Desavisados, muitos engrossam o coro dos descontentes nas redes sociais.

Imprensaviva