Vereadora do PSOL monta mega-esquema de corrupção e desvio de verba pública

Sâmia Bonfim (PSOL) teria montado um grande esquema de desvio do dinheiro público

Segundo noticiou o Diário Nacional, a Vereadora de São Paulo Sâmia Bonfim do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) teria montado um mega-esquema de corrupção e desvio de verba pública para o seu próprio partido.

A Vereadora que ficou conhecida pela “Farra dos Gastos” após torrar mais de 200 mil reais de dinheiro público em gastos mal explicados agora terá que enfrentar a justiça em seu novo escândalo de corrupção.

Segundo a notícia, a vereadora teria desviado cerca de 88 mil reais para uma empresa fantasma operada por Tiago Madeira e Adria Akemi Osato Meira, ambos filiados ao PSOL.

O site publicou ainda a suposta fachada da empresa, onde não há qualquer indicação de que haja alguma empresa de comunicação, mas apenas uma ótica e uma loja de roupas.

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Apontado como um dos operadores do esquema, Tiago Madeira ostenta em suas redes sociais fotos ao lado da Vereadora acusada de desviar o recurso público

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Além da empresa fantasma de publicidade, há ainda um outro indício de desvio de verba para outro filiado do PSOL. Trata-se de Pedro Maia Veiga que recebeu mais de 68 mil reais para prestar um suposto serviço de fotografia. Pedro também ostenta fotos ao lado da Vereadora nas redes sociais.

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O Ministério Público deve abrir de ofício um inquérito para apurar os ilícitos e Sâmia Bomfim terá que prestar contas na justiça.

Com apenas 11 entre 594 parlamentares, PSOL e REDE são os partidos preferidos da Rede Globo

O PSOL possui apenas seis cadeiras na Câmara dos Deputados e nenhuma no Senado. É, na realidade, o antepenúltimo menor partido da casa. Abaixo dele está a REDE, que tem apenas quatro cadeiras na Câmara e uma no Senado. No total, somam apenas onze parlamentares em um parlamento que tem 594 cadeiras. Parece pouco, não é? Não para a Rede Globo.

A Globo tem dado um espaço absurdo nos últimos anos em suas matérias e reportagens políticas para estes dois partidos. Alessandro Molon, que é deputado da REDE, é de longe uma das figuras mais queridas da emissora. Logo depois vem Chico Alencar, deputado pelo PSOL, e em seguida o senador Randolfe Rodrigue, senador pela REDE.

Na esmagadora maioria das reportagens os entrevistados são estes, e isso mesmo quando eles não têm grande influência ou poder sobre o assunto. A representatividade destes partidos é tão baixa que quase todos os seus parlamentares assumiram os postos através do coeficiente eleitoral ou, pior ainda, como suplentes. Eles simplesmente não possuem adesão popular, não têm poder ou influência real no parlamento, mas são os mais consultados pelos repórteres globais.

O PSC, atual partido de Jair Bolsonaro – que, aliás, teve quase meio milhão de votos em 2014 – é raramente entrevistado, mesmo tendo um total de dez deputados federais. O próprio deputado Bolsonaro dificilmente tem espaço para opinar ou até para se defender dos ataques que sofre. Isso é injustificável.

Prisão de Lula deixará esquerda sem liderança

A esquerda brasileira deve sofrer um duro golpe, caso o ex-presidente seja preso nos próximos meses que antecedem as eleições de 2018. Apesar de ter se tornado inviável politicamente devido ao seu altíssimo índice de rejeição entre os eleitores, o petista ainda é um bom puxador de votos no nordeste e entre pessoas de menor grau de instrução.

É fato que se não fosse Lula, a maior parte das lideranças petistas jamais teria sido eleita. Gente sem qualquer traquejo como Lindbergh Farias, Gleisi Hoffmann e Fernando Haddad não teriam vencido nem eleição para vereador, não fosse o empenho de Lula. Os desesperados com a prisão de Lula chegam babar quando ofendem o juiz Sérgio Moro, que por obra do acaso do destino, pegou os casos que incriminam Lula.

O petista ajudou a eleger ainda praticamente todos os políticos de outros partidos da esquerda, como Psol, PCdoB e REDE. Sem Lula no palanque, com seus discursos de ódio contra as zelites, com suas metáforas futebolísticas e sem seu testemunho de homem pobre de origem humilde, os pseudo intelectuais da esquerda não terão o que dizer aos eleitores tradicionais da esquerda brasileira.

Este é o verdadeiro motivo de tanto desespero com a possível prisão de Lula e o seu banimento da cena política nacional. A esquerda não possui absolutamente nenhum nome capaz de puxar votos. Marina Silva conseguiu eleger apenas cinco prefeitos em cidadezinhas com menos de 20 mil habitantes nas últimas eleições municipais. Ter

Dilma como madrinha transforma qualquer palanque num Titanic. Jandira Feghali que o diga. A comunista obteve apenas 3,34% dos votos na disputa pela prefeitura do Rio. Alessandro Molon, apenas 1,43%.

Embora Lula também não tenha conseguido eleger nem mesmo seu filho vereador na cidade onde mora, em São Bernardo do Campo, e nenhum prefeito no nordeste, o petista ainda teria forças para eleger alguns deputados federais e quem sabe até um senador no Acre. Isso se estiver solto em 2018.

 

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