Governo federal vai rever política de preços do gás de cozinha

O governo federal reconheceu que a Petrobras adotou uma política equivocada de preços para o gás de cozinha quando criou uma regra de correção automática do valor do produto, aplicada no dia 5 de cada mês.

Pelos critérios atuais, o produto de primeira necessidade vinha sendo ajustado de acordo com a variação dos preços dos demais combustíveis, atrelados à variação do valor de mercado internacional.

A situação afeta os consumidores, desde os mais pobres aos mais ricos. Como se trata de um produto imprescindível que acaba tendo um peso maior no orçamento doméstico das famílias de baixa renda, o governo determinou que a Petrobras reveja sua política de preços. O presidente Michel Temer considerou a política equivocada e cobrou providências urgentes da equipe econômica e da direção da Petrobras.

Já ficou determinado que a correção do preço não deverá mais ser mensal, de modo a evitar a incorporação de aumentos de preços do gás no mercado internacional, sujeitos a grandes variações no curto prazo. A nova regra em estudo deve implicar ainda, em algum momento, na reversão dos aumentos já praticados.

Se Lula vivia dizendo que não tinha nada, por que entrou na Justiça para reaver os imóveis e os milhões na conta?

O ex-presidente Lula vivia se gabando de ser pobre, que os imóveis que ocupava eram de seus amigos e desafiava a justiça a provar que ele tinha alguma conta com R$ 0,10 centavos que fosse de dinheiro recebido de empresários.

Ao ser sentenciado pelo juiz Sérgio Moro como culpado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, o magistrado recomendou pena de prisão de 9 anos e 6 meses e ainda determinou o bloqueio de seis imóveis, dois veículos e contas em nome do ex-presidente nas quais foram confiscados R$ 9.6 milhões.

No mesmo dia, Lula, através de sua defesa, pediu ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) a suspensão imediata do sequestro e o arresto de bens e valores do petista “Pedimos a concessão de medida liminar para suspender, de imediato, os efeitos da decisão de primeiro grau para que haja a restituição da disponibilidade dos bens e valores de Lula e, ao final, para que seja reconhecida definitivamente a ilegalidade da decisão impugnada, com a consequente declaração da sua nulidade”, diz trecho de comunicado assinado pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins.

Se Lula sempre disse que não tinha nada, por qual motivo entrou com um mandado de segurança na Justiça para liberar os bens e o dinheiro que sempre disse que não era dele?

Na despacho em que decretou o bloqueio de bens de Lula, Moro afirmou que a medida é necessária para reparação de danos à Petrobras.

Imprensaviva