Polícia de Flávio Dino espiona lideranças da oposição que podem ‘causar embaraços nas eleições’

 

O Estadão – 

A Polícia do governo Flávio Dino (PC do B) – candidato à reeleição no Maranhão – emitiu nesta quinta-feira, 19, ordem expressa aos batalhões militares para monitorar opositores políticos durante as eleições de 2018.

Documento da Secretaria de Segurança Pública maranhense determina identificação de políticos opositores ‘ao município’ ou ao ‘Estado’ que possam ‘causar embaraços no pleito eleitoral’ e ainda manda transferir policiais envolvidos com política.

A ordem foi emitida pelo Comando de Policiamento do Interior (CPI) aos Batalhões da Polícia Militar e pede um ‘levantamento eleitoral’ das forças de segurança do Estado.

Na Assembleia Legislativa, opositores a Dino reagiram com veemência à ofensiva da polícia. “Isso é uma Venezuela, uma Coréia do Norte no Maranhão”, afirmou o deputado Souza Neto (PRP).

Segundo o documento, ‘os comandantes das UPM’s deverão informar as lideranças que fazem oposição ao governo local (ex-prefeito, ex-deputado, ex-vereador) ou ao governo do Estado, em cada cidade, que podem causar embaraços no pleito eleitoral’.

No ‘levantamento eleitoral’ exigido pelo Comando a todas as unidades, há uma tabela com quesitos que devem ser preenchidos, como os nomes dos juízes eleitorais de cada comarca, locais de votação, atuais prefeitos e o delegado regional.

No mesmo documento, em uma ala de ‘informações complementares’, constam outros quesitos, como aquele em que devem ser identificados os opositores, e ainda outro. “Os comandantes da área deverão informar se existem policiais militares envolvidos com políticas, para que no período eleitoral sejam deslocados para outras cidades, a fim de evitarem transtornos no período eleitoral.”

COM A PALAVRA, O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO MARANHÃO, JORGE LUONGO

A Polícia Militar do Maranhão vem a público esclarecer que o documento que circula nas redes sociais onde supostamente se determina às Unidades do Interior que identifiquem lideranças antagônicas ao Governo Local e Estadual é um equívoco grave e sem precedentes, não autorizado pelo Comando da Instituição Policial Militar, que na sua gênese procurava tão somente catalogar dados informativos e estatísticos que subsidiassem um banco de dados para a elaboração do planejamento do policiamento das eleições 2018.

Informa que logo que este equívoco foi identificado, tomou medidas imediatas para corrigir tal erro e tornar sem efeito tais medidas, assim como instaurou um procedimento de apuração legal para as devidas providencias que o caso requer.

Coronel PM Jorge Luongo – Comandante geral da Polícia Militar do Maranhão

O Maranhão envergonhado

O deputado federal Hildo Rocha voltou a repercutir na tribuna da Câmara Federal o fracasso do governo comunista. Desta vez, o parlamentar destacou a participação de Rodrigo Gaspar, morador de Cajari, no quadro O Brasil que eu quero.

“Rodrigo Gaspar, mostrou o hospital do Município de Cajari fechado há muito tempo. Por que isso aconteceu? Porque Flávio Dino deixou de repassar às Prefeituras, o repasse mensal Fundo a Fundo da Saúde, recurso para custeio das unidades hospitalares municipais de 20 leitos que muito servem para a comunidade, para que os cidadãos e as cidadãs tenham um hospital de urgência e emergência na cidade”, destacou Hildo Rocha.

O deputado ressaltou que o hospital mostrado no Bom dia Brasil, da Rede Globo, foi construído pelo Governo Roseana Sarney. Segundo o parlamentar assim como aquele hospital fechado existem outros vinte na mesma situação, pois os municípios sem o apoio financeiro do governo do estado não tem condições de bancar sozinhos o funcionamento das unidades hospitalares.

“A governadora Roseana Sarney construiu 64 hospitais, durante a sua gestão. Além  disso, ela ajudava a manter essas unidades de saúde em funcionamento repassando mensalmente, no mínimo, cem mil reais do Fundo Estadual para o Fundo Municipal de Saúde de cada cidade para ajudar no funcionamento dos hospitais. Mas, lamentavelmente o governador Flávio Dino, de forma perversa, cortou os repasses mensais que foram implantados pela governadora Roseana. Dessa forma, muitos municípios tiveram que fechar os hospitais. Com isso, quem sofre é a população”, criticou Hildo Rocha.

Desvio milionário na Saúde

O deputado destacou ainda que desde o último final de semana o Maranhão figura negativamente nos noticiários nacionais por conta da morte de um dos envolvidos num dos maiores escândalos de corrupção do atual governo.

Rocha disse que a soma dos recursos que eram repassados mensalmente para os municípios é de apenas alguns milhares, em moeda nacional. Já o total desviado da Secretaria da Saúde passa de R$ 18 milhões, conforme levantamento dos órgão responsáveis pelas investigações.

“É dinheiro suficiente para bancar muitos hospitais e amenizar o sofrimento de milhares de pessoas. Isso gera revolta e envergonha o nosso estado”, afirmou Hildo Rocha.

O que Dino disse…

A expressão acima tem reticências porque precisa ser completada com outra: “…e não fez”. E basta fazer um balanço dos últimos quatro anos para se perceber que o exercício falastrão do governador comunista não foi além do que realmente era em 2014: falácia.

E quem melhor definiu essa característica foi o ex-secretário de Planejamento do Maranhão, Fábio Gondim, em suas redes sociais, numa resposta ao também ex-secretário Joaquim Haickel, que queria reforçar a memória com mais uma das promessas do comunista, a de que seus auxiliares não seriam candidatos.

 “Disse isso, disse que não usaria aviões e helicópteros, disse que reduziria a despesa em propaganda…”, frisou Gondim, para complementar: “Não tem muito compromisso com a verdade”.

E essa falta de compromisso do atual ocupante do Palácio dos Leões com a verdade dos fatos, a verdade histórica e a administrativa viraram uma característica intrínseca do seu governo, que entra agora na fase final.

Diante de tantas promessas não cumpridas, frases que se perderam no ar e verdades que não se concretizaram, Dino é hoje, quatro anos depois de chegar como a mudança do Maranhão, aquilo que Joaquim Haickel definiu a Gondim: “Um mero contador de lorotas”.

 

O Estado do Maranhão/Estado Maior

Flávio Dino vai perder…

O deputado federal Zé Reinaldo voltou a se manifestar sobre o rompimento político com o governador Flávio Dino (PCdoB). A saída do ex-governador da base aliada ao Palácio dos Leões completou um mês no fim de semana.

E se ainda havia comunistas com esperanças de uma reaproximação, elas acabaram de se dissipar. Em entrevista a um programa de TV em Imperatriz, ele riu quando perguntado se “criou uma cobra para lhe morder” e avaliou a gestão do, agora, ex-aliado comunista.

“A nota dele é muito ruim”, disse o parlamentar, referindo-se ao conceito que tem da administração de Flávio Dino.

Sobre o futuro das eleições, Zé Reinaldo foi taxativo: “Eu acho que ele [Flávio Dino] vai perder”, declarou.

A entrevista vai ao ar nesta segunda-feira e, é claro, já começou a ser alvo da patrulha ligada a Dino.

 

O Estado/Coluna Estado Maior

Flávio Dino pode ter cometido crime por não cumprir meta de gestão fiscal

Flávio Dino aumentou quase cinco vezes o valor do superávit primário previsto na lei orçamentária

O relatório de gestão fiscal de 2017 do Governo do Esta do mostra que o governador Flávio Dino (PCdoB) pode ter cometido crime de responsabilidade fiscal por não ter interferido para evitar que a meta de déficit primário não fosse alcançada. Segundo os dados, essa meta de endividamento do estado era de cerca de R$ 277 milhões. No entanto, no fim do sexto bimestre do ano passado o déficit chegou a mais de R$ 1 bilhão.

Segundo prevê a Lei de Crimes Fiscais (nº 10.028/2000) no artigo 5º e inciso III, um gestor, quando percebe que a meta fiscal não será atingida, deve encaminhar projeto de lei à Assembleia Legislativa para mudar essa meta.

Caso não seja essa a opção, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) dá outra alternativa, que é o de corte das despesas, para garantir que a meta seja alcançada. “Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos 30 dias subsequentes, limitação de empenhos e movimentação financeira segundo critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias”, diz o artigo 9º da LFR.

No caso do governo do Maranhão, não foi escolhida por Flávio Dino qualquer das alternativas, o que levou a gestão comunista a deixar o estado com o déficit primário de R$ 1,12 bilhão em 2017. Esse valor é quase cinco vezes maior do que a meta estabelecida na lei orçamentária aprovada na Assembleia Legislativa, que foi de pouco mais de R$ 277 milhões. Pela distância entre o que está previsto em lei e o que praticou o governador, fica claro que houve crime fiscal por parte do comunista.

Para o deputado estadual Adriano Sarney (PV), que foi quem mostrou os dados na Assembleia Legislativa, o ato do governo se configura crime. “Isso pode se configurar como crime de responsabilidade. Por muito menos do que isso, a ex-presidente Dilma Rousseff sofreu um impeachment. Com a diferença de que a equipe econômica do governo dela chegou a revisar a meta fiscal. No caso do Governo do Maranhão, a meta era de déficit de R$ 277 milhões, não houve nenhuma revisão, e o déficit apurado foi de R$ 1,1 bilhão, quase R$ 850 milhões maior que o previsto”.

Dados

Segundo os dados do relatório de gestão fiscal da Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan), que foram publicados no Diário Oficial de 24 de janeiro de 2018, em junho, o déficit primário já era de R$ 166 milhões negativos – valor próximo da meta estabelecida em lei.

No bimestre seguinte – contrariando o que prevê a lei de crimes fiscais –, o governador Flávio Dino decidiu não mudar a meta e também não limitou os empenhos para garantir que a meta fosse alcançada. Ao contrário, mais que dobrou o valor do déficit primário, que ficou em torno de R$ 590 milhões, valor que ultrapassou quase duas vezes a meta prevista. E mesmo com a meta já superada com valores dobrados, o governo manteve o ritmo de gastos deixando o déficitt no quinto bimestre em torno de R$ 1,18 bilhão, valor quase cinco vezes maior do que a meta.

Somente no sexto bimestre que o governo chegou a colocar o pé no freio e reduziu o déficit um pouco ficando o valor em torno de R$ 1,12 bilhão. Esse valor final do déficit é oriundo de dívidas a serem pagas pelo governo, que, mesmo tendo em caixa R$ 1,4 bilhão, passou o ano com obrigações financeiras em torno de R$ 1,6 bilhão oriundos de restos a pagar liquidados e não pagos que somam R$ 637,9 milhões e demais obrigações financeiras que somam mais de R$ 1 bilhão.

Além desses compromissos, segundo os dados do relatório de gestão fiscal do governo, há ainda R$ 610 milhões de despesas do governo empenhadas e não liquidadas (denominados restos a pagar não processados).

Somando o que há no caixa e o que há para ser pago, o governo de Flávio Dino no final de 2017 estava com R$ 1,4 bilhão em caixa, mas as obrigações somavam R$ 2,2 bilhões, ou seja, uma insuficiência de caixa superior a R$ 800 milhões.

Dados da Seplan

Disponibilidade de caixa bruta R$ 1,4 bilhão

Restos a pagar liquidados e não pagos – R$ 637 milhões

Demais obrigações financeiras – R$ 1 bilhão

Disponibilidade de caixa líquida – R$ 234 milhões

Restos a pagar empenhados e não liquidados – R$ 610 milhões

Décifit de caixa com restos a pagar – R$ 844 milhões

Governo confirma números

 A Secretaria de Estado de Planejamento e Orçamento (Seplan) confirma as informações como dados preliminares, uma vez que o balanço geral, assim como nos outros estados, é fechado em definitivo em meados de fevereiro e março do ano seguinte (nesse caso, neste ano de 2018). Reitera ainda, que os números que constam no diário oficial e no site da Seplan não são definitivos. Após o fechamento oficial do balanço geral do estado, os relatórios serão republicados.

Governo pode voltar a aumentar impostos para reverter problema

Os temas econômicos e fiscais de uma gestão pública são sempre encarados com distância pela sociedade. Resta a pergunta: o que um déficit primário poderá influenciar na vida do maranhense? A resposta é simples: se o governo deve e tem que pagar, a conta será paga pelo cidadão. E o governo tem duas forma básicas para fazer isso: ou aumenta impostos ou reduz os gastos em áreas com recursos não vinculados, que são as de Infraestrutura e Segurança, por exemplo.

Se a opção do governo for a de aumentar os impostos, o maranhense não deverá se espantar, já que nos seus mais de três anos de governo Flávio Dino reajustou por duas vezes as alíquotas de impostos pagos por serviços e produtos. Entre os serviços que tiveram aumento de impostos está o de TV por assinatura e também o de internet. Combustível, energia elétrica e também produtos como ração de animais, refrigerantes, cigarros e cerveja também tiveram o valor o ICMS reajustado pelo governo comunista.

Agora, se a opção for cortar gastos, o governo poderá deixar de prestar serviços à sociedade. Ficam de fora dessa alternativa somente as áreas de Saúde, Educação, Assistência e Previdência, cujos recursos são vinculados. As demais áreas, como Infraestrutura, Segurança, Cultura e Saneamento, por exemplo, têm recursos não vinculados e, por isso, podem ter verbas reduzidas. Com isso, serviços poderão deixar de ser oferecidos.

De O Estado do Maranhão/Carla Lima

Documentos comprovam propaganda antecipada de Flávio Dino em rádios do interior

 

Informações dão conta que está havendo programa/propaganda eleitoral fora de época do governador Flávio Dino (PCdoB) na tentativa de sua reeleição ao governo do Maranhão e, provavelmente, custeada com dinheiro público.

As informações, acompanhadas de farta documentação, mostram que estão sendo contratadas veiculações em emissoras de rádio do interior do estado para enaltecer o comunista e principalmente desconstruir a imagem dos grupos adversários.

A conta desse crime eleitoral já pode ter passado de R$ 20 milhões. Um partido político informou que deverá pedir na Procuradoria Geral Eleitoral que a Polícia Federal investigue o caso e quebre os sigilos bancários dos envolvidos para ver qual é a origem do dinheiro que a agência responsável pelas contratações está utilizando para pagar a propaganda eleitoral fora de época de Flávio Dino.

Segundo os documentos, a autorização de veiculação sai de empresa que, neste caso, age como se fosse uma agenciadora de publicidade. A mídia descrita no documento é um “spot” com diversos títulos e o cliente citado como se fosse o dono do produto propagado é a própria produtora, mas, na realidade, o “spot publicitário” é uma peça publicitária disfarçada de bloco jornalístico e os alvos são a campanha eleitoral fora de época de Flávio Dino (enaltecida) e a oposição (criticada ao extremo).

O programa diário de propaganda antecipada da candidatura de Dino é retransmitido por pelo menos 100 emissoras de rádio, entre estações AM, FM e comunitárias (legalizadas ou não), remuneradas através da empresa responsável, como demonstra o Pedido/Contrato de Veiculação. Serão encaminhados à Justiça registros dessas retransmissões feitas por emissoras de Santa Inês, Grajaú, Buriticupu, Balsas, Imperatriz, Codó, Açailândia, Caxias, Peritoró, Barra do Corda e da região metropolitana de São Luís.

Pagamento

A empresa, nas autorizações de despesa, exige a modalidade “horário determinado”, o que aumenta ainda mais a despesa. Uma pela outra, a despesa mensal tem girado em torno de R$ 10 mil por rádio, e se o cálculo de pelo menos 100 rádios estiver correto, o desembolso mensal feito por meio da agência de publicidade é de R$ 1 milhão, fora a conta da produção dos “programetes”.

A propaganda eleitoral no Brasil em hipótese nenhuma pode ser paga, nem mesmo no período eleitoral, mas os documentos mostram que a campanha antecipada do governador Flávio Dino está pagando ilegalmente e abertamente veículos de comunicação.

Nos documentos, o contato assinado no endereço eletrônico tem o nome de um assessor direto do governador Flávio Dino, para encorajar os donos de rádio a colocarem no ar os “spots publicitários”.

 

Gestão de Flávio Dino na Embratur é alvo de três processos no TCU

O Tribunal de Contas da União (TCU) investiga três contratos firmados na gestão do comunista Flávio Dino na presidência da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo). Em dois dos processos, o TCU decidiu pela instauração da Tomada de Contas Especial. O governador presidiu a autarquia de junho de 2011 a março de 2014.

As três investigações abertas pelo TCU apuram possíveis irregularidades na execução dos contratos firmados por Flávio Dino. A Controladoria Geral da União (CGU) já havia apontado numa auditoria em 2012 que o ex-presidente da Embratur “causou prejuízo ao erário” ao aditivar um contrato de serviços de informática.

Na época, a CGU recomendou que o pré-candidato ao governo estadual devolvesse aos cofres públicos o que ele pagou acima do valor de mercado para uma estrutura superdimensionada de tecnologia de informação. De acordo com a controladoria, Flávio Dino foi o responsável direto pelos danos causados à União ao assinar termo aditivo que prorrogou um contrato “desvantajoso” com a empresa CPM Braxis.

Os três contratos investigados pelo TCU são: a contratação de uma consultoria de relações públicas e assessoria de imprensa para divulgar o país no exterior; a execução do projeto Arte e Renda, e o contrato de serviços de comunicação e eventos. Nos dois últimos a corte de contas decidiu pela instauração da Tomada de Contas Especial.

Contratos

O processo que investiga a contratação da assessoria de imprensa o TCU constatou “inconsistências na forma de execução e remuneração dos contratos, gerando dificuldades para proporcionar um efetivo gerenciamento e acompanhamento dos serviços efetivamente realizados, levando à necessidade de realização de nova licitação, escoimada dessas fragilidades”. A Embratur solicitou um reexame da apuração do TCU.

Na execução do projeto Arte e Renda, a investigação do TCU constatou a aplicação irregular de R$ 1.269.313,38. Os recursos foram destinados a uma fundação do estado do Pernambuco, à época governado por Eduardo Campos (PSB), ex-candidato a presidente pelo PSB. O processo nº 028.267/2013-3 foi instaurado em outubro de 2013 e é de acesso restrito no Tribunal.

A investigação do TCU no contrato de serviços de comunicação e eventos firmado pela Embratur com a empresa Dialog levou a 2ª Câmara do Tribunal a determinar a conversão do processo em Tomada de Contas Especial. A decisão foi proferida em março de 2015.

Cartilha de implantação da ditadura comunista

Miséria instituída em todas as classes pelo regime comunista venezuelano. Você quer isso para o Brasil?

Carta enviada, na década de 1990, pelo finado comunista cubano Fidel Castro ao ex-presidente, também falecido,  Hugo Chávez, da Venezuela, instruindo as três etapas de implantação do regime totalitário comunista naquele país. Hoje, todas já cumpridas.

PRIMEIRA ETAPA: Os pobres são maioria e têm pouca memória. Injete-lhes esperança e acuse o passado à democracia como causadora de todos os males. Mantenha-se em contato permanente com o povo. Identifique-se com eles. Seu discurso deve ser simples; isso é muito bom, é o tempero que faz falta. Emocione-os com gestos, leve-os em consideração.

APRENDA A MANIPULAR OS IGNORANTES: Seja sempre inflamado, de autoridade e poder; não se preocupe com os ricos e a classe média, mas com os 80% de pobres necessários. Os ricos saem correndo se lhes faz qualquer ameaça.

Os católicos adoram menções da Bíblia ou de Cristo. Os católicos, em que pese ser a grande maioria na Venezuela, não fazem nada. Rezar, sem ações, não resolve nada; são uns bobalhões. Enquanto a Igreja cochila, aproveite. Quando decidirem mover-se, já estará instalado. Lembre-se que a Igreja é “escorregadia” e a mantenha sob forte pressão.

Os católicos sem liderança nada valem. Nenhum padreco reagirá. Há dois ou três que se rebelarem, seus superiores os encurralarão. Qualquer padreco alvoroçado, compre-o, ganhe-o; se o povo cristão se rebelar, esse será teu último dia… porém, dificilmente esse dia virá. Os judeus na Venezuela não contam, os Evangélicos são também uns idiotas, coitados, e as mais religiões não contam ponto. Cite o Cristo sempre, fale em seu nome, vá às cerimônias, FINJA-SE RELIGIOSO; lembre-se que isso me deu excelentes resultados.

Inclua bandeiras e Simón Bolívar, quando possível, gere um novo nacionalismo. Desperte o ódio, divida os venezuelanos.  Esta etapa lhe dará bons dividendos… Se eliminarão uns aos outros, a violência o ajudará a instalar-se mais tarde à força. Entretanto, insista, fale-lhes de democracia. Você está com dinheiro, compre a fidelidade enquanto cumpre os objetivos.

Ao conseguir o desejado pise nos opositores ou conselheiros. Envie-os a embaixadas, dá-lhes dinheiro para se calarem ou tire-os do país para a imprensa não os utilizar. Aos opositores, encha-os de falsos delitos, isso os desqualifica para sempre.

Por todos os meios mantenha a maioria na Assembleia. Mantenha ao seu lado no mínimo a Procuradoria e o Tribunal. Compre todos os militares com comando de tropa e equipamentos, ponha-os onde há bastante dinheiro. Compre banqueiros, grandes comerciantes e construtores. Dê-lhes contratos, trabalhos e facilidades para essa primeira etapa.

SEGUNDA ETAPA: Para a segunda etapa terá de formar Comitês de Defesa da Revolução chamados de “Bolivarianos”. Faça trabalho comunitário com eles para o defenderem agradecidos. Pague-os para irem a marchas e concentrações. Dos comitês selecione os mais agressivos para uma força de choque armada que pode necessitar se a coisa piorar. Controle a Polícia e depois a destrua, mostrando suas truculências contra o indefeso povo mais pobre. Ponha-a à sua disposição. Na segunda etapa terá de aprofundar a visão da Revolução, pois mencionar muito a palavra “revolução” emociona e muito os pobres.

Agora é hora de fraturar as uniões de trabalhadores e de empresários opositores. Aqui temos de conseguir que filiem a uma central paralela. Com dinheiro se consegue. Assim como armar uma central de empresários paralela. Ataque os outros empresários. Acuse-os de famintos, fascistas e particularmente acuse-os de golpistas; faça-se de fraco, vítima deles assim como seus defendidos, os pobres.

A mente dos homens se situa no mais fraco e na injustiça. Se não puder comprá-los, feche os meios de comunicação de rádio, imprensa e televisões. Sua indústria petrolífera bancará todo o projeto. Ponha uma Junta Diretora Revolucionária. Demita os técnicos e acabe com a meritocracia.

TERCEIRA ETAPA: Supõe-se tudo anteriormente resolvido. Agora já pode violar a Constituição, pois ninguém impedirá. Ordene invasões. Distribua armas, drogas e dinheiro. Acuse-os opositores de espiões e corruptos.

Desprestigie-os. Prenda os jornalistas, empresários, líderes trabalhistas reacionários. Os demais escaparão do país ou serão punidos.

Reestruture o Gabinete e já pode despachar seus colaboradores. A alguns premiar, outros desprezar, pois já não há oposição. Tem que instalar camaradas subservientes, capachos. Estabeleça o chamado constitucionalmente Estado de Exceção; suspenda garantias.

Lance o toque de recolher. Apareça como herói do povo, olhe se o povo o está apreciando. Feche todos os meios de comunicação. Destrua Prefeitos e Governadores da oposição.

Anuncie a reestruturação de todas as áreas do Estado e a elaboração de uma nova Constituição. Forme um Conselho de Governo com 500 membros. No Conselho Assessor do Governo estarei eu. Fuzilar os opositores que não aprendem, isso os silencia e é mais econômico.

Nunca deixe que se organizem, nem deixe conhecerem suas intenções. Seremos respeitados novamente com o Marxismo-Leninismo. Brasil, Equador, Venezuela e Cuba a passos largos rumo ao socialismo!

Se notar que algo não vai bem, retroceda, realinhe e volte ao ataque oportunamente; podem me matar os militares, mas não desistiremos!  Somos duros!

OBS: Qualquer semelhança com um Estado brasileiro, comandado com mão de ferro comunista, é mera coincidência.

 

Lambança comunista

A lambança do governo Flávio Dino (PCdoB) na tentativa de implantação do novo Sistema Italuís levou setores do próprio governo comunista a mover ações contra a Caema.

O Procon-MA, por exemplo, quer saber as causas do corte no fornecimento d’água a 160 bairros, desde sábado, exatamente quando o novo sistema deveria começar a operar.

Desde sábado, quando o novo sistema entrou em colapso, Flávio Dino, como de costume, tentou culpar adversários, imprensa e até gestões passadas da Caema pelo erro, que é exclusivamente seu. Foi no governo comunista que o projeto do novo Italuís – praticamente todo construído no governo Roseana Sarney (PMDB) – foi alterado e aditivado em 25%. Na mudança de projetos, os engenheiros comunistas de Dino desenvolveram uma tal conexão em “Y”, que acabou se rompendo com a pressão da água.

O resultado é que, para garantir o abastecimento nos bairros, o governo foi obrigado a religar o antigo sistema. E o novo vai ter que esperar mais para uma nova tentativa de funcionamento.

A lambança comunista na operação do Italuís foi um dos piores momentos do governo comunista. Mais uma vez, porém, exaltou também a faceta mais dissimulada do governador que ora ocupa o Palácio dos Leões: a de jogar a responsabilidade de seus erros para terceiros. Desta vez, no entanto, não houve como esconder a lambança.

Sob investigação

Não apenas o Procon, mas também a Defensoria Pública vai cobrar satisfações da Caema pelos quase sete dias sem água em vários bairros de São Luís.

A Defensoria divulgou nota na manhã de ontem, pondo-se à disposição para consumidores que se sentirem lesados pela companhia.

O Procon já havia notificado a empresa para que se explique, em 48 horas, o que levou ao corte no fornecimento d’água na capital maranhense.

Bastava ligar

O projeto Italuís foi concebido, licitado e construído praticamente todo no governo Roseana Sarney.

A Flávio Dino, caberia apenas o serviço de ligar um cano a outro, para distribuir água para as centenas de bairros da capital.

O governo comunista, porém, não conseguiu fazer a simples operação de conexão e voltou ao sistema antigo.

Jornal O Estado do Maranhão/Estado Maior

Flávio Dino mente, mais uma vez, para atacar Roseana

O governador Flávio Dino (PCdoB) faltou com a verdade ao afirmar que a ex-governadora Roseana Sarney tenha utilizado a morte do ex-prefeito Nenzim de Barra do Corda para atacar o governo.

Não houve oportunismo e muito menos politização do episódio como afirmou Dino. Pelo contrário, foi o próprio governador que tentou mais uma de suas investidas contra um Sarney.

“Sobre homicídio em Barra do Corda, lamento o triste oportunismo que fez uma ex-líder deste Estado e seus asseclas tentarem transformar uma tragédia em ataque a meu governo. Um líder político sério deve deixar a Polícia trabalhar e aguardar com prudência”, escreveu.

Na nota oficial divulgada pela assessoria, a ex-governadora apenas diz esperar que a Justiça seja feita. Nada mais.

“Foi uma tristeza muito grande saber do assassinato do meu sempre amigo Nenzin. Um homem que trabalhou pelo seu povo, se dedicou para melhorar a vida das pessoas, só fez o bem pela sua cidade e sua gente não merecia uma morte trágica e violenta. Espero que a justiça aja com rigor e descubra os culpados. Deus o receberá de braços abertos na sua nova morada e, dará conforto aos seus familiares principalmente a D. Santinha, sua companheira em todos os momentos. Vai com Deus meu fiel companheiro! Saudades”, destacou Roseana.

Em uma outra entrevista concedida ao site da Assembleia Legislativa, Roseana repetiu o tom da sua nota oficial.

“Para mim, particularmente, eu perdi um grande amigo. Seu Nenzim, antes de ser político, ele era um amigo. Sempre estivemos juntos nas campanhas políticas. Nunca me arrependi de tê-lo apoiado, porque sei que ele sempre trabalhou muito em favor do povo barra-cordense. Ele sempre ajudou as pessoas que mais precisavam. Estou aqui, hoje, para homenageá-lo e ajudar a família, neste momento de dor, para o povo de Barra do Corda e todo o Maranhão. Estou triste e muito emocionada. Espero que Deus o receba em sua nova morada e que Deus o acolha e conforte toda sua família. É preciso esclarecer o crime e punir os culpados. Quem quer que seja tem que ser punido. Não se pode tirar a vida de uma pessoa que só fez o bem assim tão brutalmente”, afirmou.

Onde existiu oportunismo nessas duas declarações? E que ataques ao governo foram feitos por Roseana?

Ao que parece Flávio Dino se sentiu mesmo foi incomodado com a presença de Roseana no velório. Mas ela não poderia ir ao velório de um amigo?

Flávio Dino não é nada bobo. Ele sabe que, enquanto um Sarney der ibope e principalmente votos, ele vai tratar de explorar sempre um pouquinho mais o assunto.

Do blog do Zeca Soares