Documentos comprovam propaganda antecipada de Flávio Dino em rádios do interior

 

Informações dão conta que está havendo programa/propaganda eleitoral fora de época do governador Flávio Dino (PCdoB) na tentativa de sua reeleição ao governo do Maranhão e, provavelmente, custeada com dinheiro público.

As informações, acompanhadas de farta documentação, mostram que estão sendo contratadas veiculações em emissoras de rádio do interior do estado para enaltecer o comunista e principalmente desconstruir a imagem dos grupos adversários.

A conta desse crime eleitoral já pode ter passado de R$ 20 milhões. Um partido político informou que deverá pedir na Procuradoria Geral Eleitoral que a Polícia Federal investigue o caso e quebre os sigilos bancários dos envolvidos para ver qual é a origem do dinheiro que a agência responsável pelas contratações está utilizando para pagar a propaganda eleitoral fora de época de Flávio Dino.

Segundo os documentos, a autorização de veiculação sai de empresa que, neste caso, age como se fosse uma agenciadora de publicidade. A mídia descrita no documento é um “spot” com diversos títulos e o cliente citado como se fosse o dono do produto propagado é a própria produtora, mas, na realidade, o “spot publicitário” é uma peça publicitária disfarçada de bloco jornalístico e os alvos são a campanha eleitoral fora de época de Flávio Dino (enaltecida) e a oposição (criticada ao extremo).

O programa diário de propaganda antecipada da candidatura de Dino é retransmitido por pelo menos 100 emissoras de rádio, entre estações AM, FM e comunitárias (legalizadas ou não), remuneradas através da empresa responsável, como demonstra o Pedido/Contrato de Veiculação. Serão encaminhados à Justiça registros dessas retransmissões feitas por emissoras de Santa Inês, Grajaú, Buriticupu, Balsas, Imperatriz, Codó, Açailândia, Caxias, Peritoró, Barra do Corda e da região metropolitana de São Luís.

Pagamento

A empresa, nas autorizações de despesa, exige a modalidade “horário determinado”, o que aumenta ainda mais a despesa. Uma pela outra, a despesa mensal tem girado em torno de R$ 10 mil por rádio, e se o cálculo de pelo menos 100 rádios estiver correto, o desembolso mensal feito por meio da agência de publicidade é de R$ 1 milhão, fora a conta da produção dos “programetes”.

A propaganda eleitoral no Brasil em hipótese nenhuma pode ser paga, nem mesmo no período eleitoral, mas os documentos mostram que a campanha antecipada do governador Flávio Dino está pagando ilegalmente e abertamente veículos de comunicação.

Nos documentos, o contato assinado no endereço eletrônico tem o nome de um assessor direto do governador Flávio Dino, para encorajar os donos de rádio a colocarem no ar os “spots publicitários”.

 

Gestão de Flávio Dino na Embratur é alvo de três processos no TCU

O Tribunal de Contas da União (TCU) investiga três contratos firmados na gestão do comunista Flávio Dino na presidência da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo). Em dois dos processos, o TCU decidiu pela instauração da Tomada de Contas Especial. O governador presidiu a autarquia de junho de 2011 a março de 2014.

As três investigações abertas pelo TCU apuram possíveis irregularidades na execução dos contratos firmados por Flávio Dino. A Controladoria Geral da União (CGU) já havia apontado numa auditoria em 2012 que o ex-presidente da Embratur “causou prejuízo ao erário” ao aditivar um contrato de serviços de informática.

Na época, a CGU recomendou que o pré-candidato ao governo estadual devolvesse aos cofres públicos o que ele pagou acima do valor de mercado para uma estrutura superdimensionada de tecnologia de informação. De acordo com a controladoria, Flávio Dino foi o responsável direto pelos danos causados à União ao assinar termo aditivo que prorrogou um contrato “desvantajoso” com a empresa CPM Braxis.

Os três contratos investigados pelo TCU são: a contratação de uma consultoria de relações públicas e assessoria de imprensa para divulgar o país no exterior; a execução do projeto Arte e Renda, e o contrato de serviços de comunicação e eventos. Nos dois últimos a corte de contas decidiu pela instauração da Tomada de Contas Especial.

Contratos

O processo que investiga a contratação da assessoria de imprensa o TCU constatou “inconsistências na forma de execução e remuneração dos contratos, gerando dificuldades para proporcionar um efetivo gerenciamento e acompanhamento dos serviços efetivamente realizados, levando à necessidade de realização de nova licitação, escoimada dessas fragilidades”. A Embratur solicitou um reexame da apuração do TCU.

Na execução do projeto Arte e Renda, a investigação do TCU constatou a aplicação irregular de R$ 1.269.313,38. Os recursos foram destinados a uma fundação do estado do Pernambuco, à época governado por Eduardo Campos (PSB), ex-candidato a presidente pelo PSB. O processo nº 028.267/2013-3 foi instaurado em outubro de 2013 e é de acesso restrito no Tribunal.

A investigação do TCU no contrato de serviços de comunicação e eventos firmado pela Embratur com a empresa Dialog levou a 2ª Câmara do Tribunal a determinar a conversão do processo em Tomada de Contas Especial. A decisão foi proferida em março de 2015.

Cartilha de implantação da ditadura comunista

Miséria instituída em todas as classes pelo regime comunista venezuelano. Você quer isso para o Brasil?

Carta enviada, na década de 1990, pelo finado comunista cubano Fidel Castro ao ex-presidente, também falecido,  Hugo Chávez, da Venezuela, instruindo as três etapas de implantação do regime totalitário comunista naquele país. Hoje, todas já cumpridas.

PRIMEIRA ETAPA: Os pobres são maioria e têm pouca memória. Injete-lhes esperança e acuse o passado à democracia como causadora de todos os males. Mantenha-se em contato permanente com o povo. Identifique-se com eles. Seu discurso deve ser simples; isso é muito bom, é o tempero que faz falta. Emocione-os com gestos, leve-os em consideração.

APRENDA A MANIPULAR OS IGNORANTES: Seja sempre inflamado, de autoridade e poder; não se preocupe com os ricos e a classe média, mas com os 80% de pobres necessários. Os ricos saem correndo se lhes faz qualquer ameaça.

Os católicos adoram menções da Bíblia ou de Cristo. Os católicos, em que pese ser a grande maioria na Venezuela, não fazem nada. Rezar, sem ações, não resolve nada; são uns bobalhões. Enquanto a Igreja cochila, aproveite. Quando decidirem mover-se, já estará instalado. Lembre-se que a Igreja é “escorregadia” e a mantenha sob forte pressão.

Os católicos sem liderança nada valem. Nenhum padreco reagirá. Há dois ou três que se rebelarem, seus superiores os encurralarão. Qualquer padreco alvoroçado, compre-o, ganhe-o; se o povo cristão se rebelar, esse será teu último dia… porém, dificilmente esse dia virá. Os judeus na Venezuela não contam, os Evangélicos são também uns idiotas, coitados, e as mais religiões não contam ponto. Cite o Cristo sempre, fale em seu nome, vá às cerimônias, FINJA-SE RELIGIOSO; lembre-se que isso me deu excelentes resultados.

Inclua bandeiras e Simón Bolívar, quando possível, gere um novo nacionalismo. Desperte o ódio, divida os venezuelanos.  Esta etapa lhe dará bons dividendos… Se eliminarão uns aos outros, a violência o ajudará a instalar-se mais tarde à força. Entretanto, insista, fale-lhes de democracia. Você está com dinheiro, compre a fidelidade enquanto cumpre os objetivos.

Ao conseguir o desejado pise nos opositores ou conselheiros. Envie-os a embaixadas, dá-lhes dinheiro para se calarem ou tire-os do país para a imprensa não os utilizar. Aos opositores, encha-os de falsos delitos, isso os desqualifica para sempre.

Por todos os meios mantenha a maioria na Assembleia. Mantenha ao seu lado no mínimo a Procuradoria e o Tribunal. Compre todos os militares com comando de tropa e equipamentos, ponha-os onde há bastante dinheiro. Compre banqueiros, grandes comerciantes e construtores. Dê-lhes contratos, trabalhos e facilidades para essa primeira etapa.

SEGUNDA ETAPA: Para a segunda etapa terá de formar Comitês de Defesa da Revolução chamados de “Bolivarianos”. Faça trabalho comunitário com eles para o defenderem agradecidos. Pague-os para irem a marchas e concentrações. Dos comitês selecione os mais agressivos para uma força de choque armada que pode necessitar se a coisa piorar. Controle a Polícia e depois a destrua, mostrando suas truculências contra o indefeso povo mais pobre. Ponha-a à sua disposição. Na segunda etapa terá de aprofundar a visão da Revolução, pois mencionar muito a palavra “revolução” emociona e muito os pobres.

Agora é hora de fraturar as uniões de trabalhadores e de empresários opositores. Aqui temos de conseguir que filiem a uma central paralela. Com dinheiro se consegue. Assim como armar uma central de empresários paralela. Ataque os outros empresários. Acuse-os de famintos, fascistas e particularmente acuse-os de golpistas; faça-se de fraco, vítima deles assim como seus defendidos, os pobres.

A mente dos homens se situa no mais fraco e na injustiça. Se não puder comprá-los, feche os meios de comunicação de rádio, imprensa e televisões. Sua indústria petrolífera bancará todo o projeto. Ponha uma Junta Diretora Revolucionária. Demita os técnicos e acabe com a meritocracia.

TERCEIRA ETAPA: Supõe-se tudo anteriormente resolvido. Agora já pode violar a Constituição, pois ninguém impedirá. Ordene invasões. Distribua armas, drogas e dinheiro. Acuse-os opositores de espiões e corruptos.

Desprestigie-os. Prenda os jornalistas, empresários, líderes trabalhistas reacionários. Os demais escaparão do país ou serão punidos.

Reestruture o Gabinete e já pode despachar seus colaboradores. A alguns premiar, outros desprezar, pois já não há oposição. Tem que instalar camaradas subservientes, capachos. Estabeleça o chamado constitucionalmente Estado de Exceção; suspenda garantias.

Lance o toque de recolher. Apareça como herói do povo, olhe se o povo o está apreciando. Feche todos os meios de comunicação. Destrua Prefeitos e Governadores da oposição.

Anuncie a reestruturação de todas as áreas do Estado e a elaboração de uma nova Constituição. Forme um Conselho de Governo com 500 membros. No Conselho Assessor do Governo estarei eu. Fuzilar os opositores que não aprendem, isso os silencia e é mais econômico.

Nunca deixe que se organizem, nem deixe conhecerem suas intenções. Seremos respeitados novamente com o Marxismo-Leninismo. Brasil, Equador, Venezuela e Cuba a passos largos rumo ao socialismo!

Se notar que algo não vai bem, retroceda, realinhe e volte ao ataque oportunamente; podem me matar os militares, mas não desistiremos!  Somos duros!

OBS: Qualquer semelhança com um Estado brasileiro, comandado com mão de ferro comunista, é mera coincidência.

 

Lambança comunista

A lambança do governo Flávio Dino (PCdoB) na tentativa de implantação do novo Sistema Italuís levou setores do próprio governo comunista a mover ações contra a Caema.

O Procon-MA, por exemplo, quer saber as causas do corte no fornecimento d’água a 160 bairros, desde sábado, exatamente quando o novo sistema deveria começar a operar.

Desde sábado, quando o novo sistema entrou em colapso, Flávio Dino, como de costume, tentou culpar adversários, imprensa e até gestões passadas da Caema pelo erro, que é exclusivamente seu. Foi no governo comunista que o projeto do novo Italuís – praticamente todo construído no governo Roseana Sarney (PMDB) – foi alterado e aditivado em 25%. Na mudança de projetos, os engenheiros comunistas de Dino desenvolveram uma tal conexão em “Y”, que acabou se rompendo com a pressão da água.

O resultado é que, para garantir o abastecimento nos bairros, o governo foi obrigado a religar o antigo sistema. E o novo vai ter que esperar mais para uma nova tentativa de funcionamento.

A lambança comunista na operação do Italuís foi um dos piores momentos do governo comunista. Mais uma vez, porém, exaltou também a faceta mais dissimulada do governador que ora ocupa o Palácio dos Leões: a de jogar a responsabilidade de seus erros para terceiros. Desta vez, no entanto, não houve como esconder a lambança.

Sob investigação

Não apenas o Procon, mas também a Defensoria Pública vai cobrar satisfações da Caema pelos quase sete dias sem água em vários bairros de São Luís.

A Defensoria divulgou nota na manhã de ontem, pondo-se à disposição para consumidores que se sentirem lesados pela companhia.

O Procon já havia notificado a empresa para que se explique, em 48 horas, o que levou ao corte no fornecimento d’água na capital maranhense.

Bastava ligar

O projeto Italuís foi concebido, licitado e construído praticamente todo no governo Roseana Sarney.

A Flávio Dino, caberia apenas o serviço de ligar um cano a outro, para distribuir água para as centenas de bairros da capital.

O governo comunista, porém, não conseguiu fazer a simples operação de conexão e voltou ao sistema antigo.

Jornal O Estado do Maranhão/Estado Maior

Flávio Dino mente, mais uma vez, para atacar Roseana

O governador Flávio Dino (PCdoB) faltou com a verdade ao afirmar que a ex-governadora Roseana Sarney tenha utilizado a morte do ex-prefeito Nenzim de Barra do Corda para atacar o governo.

Não houve oportunismo e muito menos politização do episódio como afirmou Dino. Pelo contrário, foi o próprio governador que tentou mais uma de suas investidas contra um Sarney.

“Sobre homicídio em Barra do Corda, lamento o triste oportunismo que fez uma ex-líder deste Estado e seus asseclas tentarem transformar uma tragédia em ataque a meu governo. Um líder político sério deve deixar a Polícia trabalhar e aguardar com prudência”, escreveu.

Na nota oficial divulgada pela assessoria, a ex-governadora apenas diz esperar que a Justiça seja feita. Nada mais.

“Foi uma tristeza muito grande saber do assassinato do meu sempre amigo Nenzin. Um homem que trabalhou pelo seu povo, se dedicou para melhorar a vida das pessoas, só fez o bem pela sua cidade e sua gente não merecia uma morte trágica e violenta. Espero que a justiça aja com rigor e descubra os culpados. Deus o receberá de braços abertos na sua nova morada e, dará conforto aos seus familiares principalmente a D. Santinha, sua companheira em todos os momentos. Vai com Deus meu fiel companheiro! Saudades”, destacou Roseana.

Em uma outra entrevista concedida ao site da Assembleia Legislativa, Roseana repetiu o tom da sua nota oficial.

“Para mim, particularmente, eu perdi um grande amigo. Seu Nenzim, antes de ser político, ele era um amigo. Sempre estivemos juntos nas campanhas políticas. Nunca me arrependi de tê-lo apoiado, porque sei que ele sempre trabalhou muito em favor do povo barra-cordense. Ele sempre ajudou as pessoas que mais precisavam. Estou aqui, hoje, para homenageá-lo e ajudar a família, neste momento de dor, para o povo de Barra do Corda e todo o Maranhão. Estou triste e muito emocionada. Espero que Deus o receba em sua nova morada e que Deus o acolha e conforte toda sua família. É preciso esclarecer o crime e punir os culpados. Quem quer que seja tem que ser punido. Não se pode tirar a vida de uma pessoa que só fez o bem assim tão brutalmente”, afirmou.

Onde existiu oportunismo nessas duas declarações? E que ataques ao governo foram feitos por Roseana?

Ao que parece Flávio Dino se sentiu mesmo foi incomodado com a presença de Roseana no velório. Mas ela não poderia ir ao velório de um amigo?

Flávio Dino não é nada bobo. Ele sabe que, enquanto um Sarney der ibope e principalmente votos, ele vai tratar de explorar sempre um pouquinho mais o assunto.

Do blog do Zeca Soares

Mais um hospital abandonado pelo governo Flávio Dino

Obra do Hospital de Santa Luzia do Paruá foi abandonada novamente pelo governo Flávio Dino (PCdoB).

Em Santa Luzia do Paruá, o governo Flávio Dino deteriora investimentos de milhões de reais em recursos públicos já aplicados em estrutura e equipamentos de ponta, ocasionado por birra em concluir o referido hospital que foi iniciado no governo Roseana Sarney.

Flávio Dino esteve no dia 30 de junho no município, durante sua visita à obra, prometeu para a população que a conclusão do Hospital Francisca Melo sairia ainda em 2017. O investimento, que foi uma iniciativa do governo anterior, foi paralisado várias vezes no governo Flavio Dino, que chegou a assinar um Termo de Ajustamento de Conduta, entre o Estado e o Ministério Público para o término da obra.

Após uma semana da visita do governador  à Santa Luzia do Paruá, a realidade veio à tona e a mentira pregada pelo governo foi desmascarada. No inicio do mês de julho, funcionários revoltados com o atraso de 03 meses nos salários resolveram paralisar suas atividades em protesto contra o atraso . Alguns relataram não ter como sustentar suas famílias, tendo que comprar fiado e pagar a juros pra tentar amenizar a situação.

O “governo da mudança” mudou para pior também as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), os hospitais de referência em São Luís e em outros municípios, fora as outras unidades de saúde fechadas por falta de repasse da secretaria de estado da saúde aos municípios.

Eis o relato (recado direto ao governador Flávio Dino) de um morador de Santa Luzia do Paruá sobre a paralisação das obras do Hospital Francisca Melo:

“O GOVERNADOR DO MARANHÃO FLÁVIO DINO ABANDONOU A SAÚDE PÚBLICA EM NOSSA REGIÃO DO TURY GURUPI, QUANDO ELE ESTAVA EM CAMPANHA ELEITORAL VEIO EM SANTA LUZIA DO PARUÁ SUBIU EM UM PALANQUE E FALOU PARA A POPULAÇÃO QUE O HOSPITAL REGIONAL FRANCISCA MELO SERIA PRIORIDADE DE SEU GOVERNO para ATENDER AS CIDADES MAS PRÓXIMAS, MAS ISSO  ATÉ AGORA NÃO ACONTECEU… SABE O QUE ELE FEZ???? COLOCOU UMA REGIONAL EM SANTA INÊS E OUTRA EM PINHEIRO E ABANDONOU AS CIDADES PRÓXIMAS AQUI EM NOSSA REGIÃO, O GOVERNADOR DISSE QUE FALTANDO DOIS ANOS DO SEU GOVERNO NA SEGUNDA ETAPA COLOCARIA O HOSPITAL REGIONAL DE SANTA LUZIA DO PARUÁ PARA FUNCIONAR, AS OBRAS ESTÃO PARADAS E A POPULAÇÃO ESTÁ REVOLTADA E JÁ FALARAM ATÉ EM DERRUBAREM O PRÉDIO QUE ESTÁ TOTALMENTE ABANDONADO PELO GOVERNOR DO ESTADO DO MARANHÃO, O EXCELENTÍSSIMOS SENHOR FLÁVIO DINO.”

 

Regime comunista de Fidel não aceita debater a questão racial em Cuba

 

Regime comunista de Fidel não aceita discutir questão racial em Cuba

A antropóloga e historiadora Maria Faguaga debate um assunto pouco presente na mídia brasileira: como é o racismo e o movimento negro em Cuba. Ela explicou à revista Veja que há uma preocupação dos políticos em apresentar este movimento, mas que ele não existe de fato. “Não há a possibilidade de existir porque, desde 1959, tivemos que assumir somente a identidade nacional. Temos que ser só cubanos – e não afro-cubanos”, conta. No entanto, apesar da inexistência do movimento negro, há racismo no país. “A única coisa que aconteceu é que deixaram de falar, porque não se podia mais tocar no assunto após a revolução”, afirma.

A situação é uma tragédia, mas também é um tanto irônica. Os movimentos negros brasileiros, em sua maioria ligado a grupos de extrema-esquerda, defendem o regime cubano desde sempre. Aparentemente nunca pararam para pensar que não há liberdade em Cuba para fazerem por lá o que fazem no Brasil. Aliás, ou não perceberam isso ou não se importam, já que no fim das contas o que menos importa para esta gente é a causa.

 

Cenário de fracasso

Por qualquer aspecto que se analise, a pesquisa do Instituto Vox Populi sobre a corrida eleitoral maranhense – a primeira de uma empresa nacional sobre o próximo pleito – mostra o fracasso retumbante do governo Flávio Dino (PCdoB), prestes a completar o terceiro ano de mandato. Os números revelam que a população maranhense não engoliu, ou decepcionou-se, com o discurso da mudança comunista pregada em 2014.

Dino tem pouco mais de 1/3 do eleitorado maranhenses, o mesmo que a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), fora do poder há quatro anos e só agora anunciada pré- candidata ao governo.

Talvez até por saber os números do Vox Populi – mesmo porque tem institutos trabalhando para si quase que diariamente. – é que Dino começou a multiplicar por mil ações questionáveis e nada republicanas. Nos últimos dias, a tônica de suas ações é marcada por cooptação de partidos e lideranças em troca de cargos, liberação de convênios milionários a prefeituras vinculadas aos partidos de sua base, além do aliciamento claro de emissoras de rádio, jornais, blogs e emissoras de TV no interior.

O Instituto Vox Populi mostra um cenário ainda mais tenebroso para Flávio Dino em São Luís. Na capital, ele tem apenas a terceira colocação entre os candidatos a governador, perdendo para Roseana e para o deputado Eduardo Braide (PMN), que nem definiu se será candidato.

A população maranhense precisa agora ficar alerta com o nível de endividamento do governo, o gasto desordenado de recursos públicos e a compra de votos. Porque, já está claro por suas próprias ações, Dino vai fazer de tudo para se manter encastelado no Palácio dos Leões.

O Estado/Estado Maior

O comunismo enfronhado silenciosamente no Brasil

Não espere tanques, fuzis e estado de sítio. Não espere campos de concentração e emissoras de rádio, tevês e as redações ocupadas pelos agentes da supressão das liberdades. Não espere tanques nas ruas. Não espere os oficiais do regime com uniformes verdes e estrelinha vermelha circulando nas cidades. Não espere nada diferente do que estamos vendo há pelo menos duas décadas. Não espere porque você não vai encontrar, ao menos por enquanto.

A revolução comunista no Brasil já começou e não tem a face historicamente conhecida. Ela é bem diferente. É hoje silenciosa e sorrateira. Sua meta é o subdesenvolvimento. Sua meta é que não possamos decolar. Age na degradação dos princípios e do pensar das pessoas. Corrói a valorização do trabalho honesto, da pesquisa e da ordem.

Para seus líderes, sociedade onde é preciso ser ordeiro não é democrática. Para seus pregadores, país onde há mais deveres do que direitos, não serve. Tem que ser o contrário para que mais parasitas se nutram do Estado e de suas indenizações.

Essa revolução impede as pessoas de sonharem com uma vida econômica melhor, porque quem cresce na vida, quem começa a ter mais, deixa de ser “humano” e passa a ser um capitalista safado e explorador dos outros. Ter é incompatível com o ser. Esse é o princípio que estamos presenciando. Todos têm de acreditar nesses valores deturpados que só impedem a evolução das pessoas e, por consequência, o despertar de um país e de um povo que deveriam estar lá na frente.

Vai ser triste ver o uso político-ideológico que as escolas brasileiras farão das disciplinas de filosofia e sociologia, tornadas obrigatórias no ensino médio a partir do ano que vem. A decisão é do ministério da Educação, onde não são poucos os adoradores do regime cubano mantidos com dinheiro público. Quando a norma entrar em vigor, será uma farra para aqueles que sonham com uma sociedade cada vez menos livre, mais estatizada e onde o moderno é circular com a camiseta de um idiota totalitário como Che Guevara.

A constatação que faço é simples. Hoje, mesmo sem essa malfadada determinação governamental – que é óbvio faz parte da revolução silenciosa – as crianças brasileiras já sofrem um bombardeio ideológico diário. Elas vêm sendo submetidas ao lixo pedagógico do socialismo, do mofo, do atraso, que vê no coletivismo econômico a saída para todos os males. E pouco importa que este modelo não tenha produzido uma única nação onde suas práticas melhoraram a vida da maioria da população. Ao contrário, ele sempre descamba para o genocídio ou a pobreza absoluta para quase todos.

No Brasil, são as escolas os principais agentes do serviço sujo. São elas as donas da lavagem cerebral da revolução silenciosa. Há exceções, é claro, que se perdem na bruma dos simpatizantes vermelhos.

Perdi a conta de quantas vezes já denunciei nos espaços que ocupo no rádio, tevê e internet, escolas caras de Porto Alegre recebendo freis Betos e mantendo professores que ensinam as cabecinhas em formação que o bandido não é o que invade e destrói a produção, e sim o invadido, um facínora que “tem” e é “dono” de algo, enquanto outros nada têm. Como se houvesse relação de causa e efeito.

Recebi de Bagé, interior do Rio Grande do Sul, o livro “Geografia”, obrigatório na 5ª série do primeiro grau no Colégio Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora. Os autores são Antonio Aparecido e Hugo Montenegro. O Auxiliadora é uma escola tradicional na região, que fica em frente à praça central da cidade e onde muita gente boa se esforça para manter os filhos buscando uma educação de qualidade.

Através desse livro, as crianças aprendem que propriedades grandes são de “alguns” e que assentamentos e pequenas propriedades familiares “são de todos”. Aprendem que “trabalhar livre, sem patrão” é “benefício de toda a comunidade”. Aprendem que assentamentos são “uma forma de organização mais solidária… do que nas grandes propriedades rurais”. E também aprendem a ler um enorme texto de… adivinhe quem?João Pedro Stédile, o líder do criminoso MST que há pouco tempo sugeriu o assassinato dos produtores rurais brasileiros.

O mesmo líder que incentiva a invasão, destruição e o roubo do que aos outros pertence. Ele relata como funciona o movimento e se embriaga em palavras ao descrever que “meninos e meninas, a nova geração de assentados… formam filas na frente da escola, cantam o hino do Movimento dos Sem-Terra e assistem ao hasteamento da bandeira do MST”.

Essa é a revolução silenciosa a que me refiro, que faz um texto lixo dentro de um livro lixo parar na mesa de crianças, cujas consciências em formação deveriam ser respeitadas. Nada mais totalitário. Nada mais antidemocrático. Serviria direitinho em uma escola de inspiração nazi-fascista. Tristes são as consequências.

Um grupo de pais está indignado com a escola, mas não consegue se organizar minimamente para protestar e tirar essa porcaria travestida de livro didático do currículo do colégio. Alguns até reclamam, mas muitos que se tocaram da podridão travestida de ensino têm vergonha de serem vistos como diferentes. Eles não são minoria, eles não estão errados, mas sentem-se assim.

A revolução silenciosa avança e o guarda de quarteirão é o medo do que possam pensar deles.

O antídoto para a revolução silenciosa? Botar a boca no trombone, alertar, denunciar, divulgar, fazer pensar, incomodar os agentes da “Stazi” silenciosa. É o que faço.

Não há silêncio que resista ao barulho!

Por Diego Casagrande (jornalista de Porto Alegre – RS)

 

Vídeo bizarro de Manuela D’Avila (PCdoB) reaparece na Internet após aniversário de 1 ano da morte de Fidel

A deputada estadual e pré candidata a presidente da República, Manuela D’Ávila, do PCdoB do Rio Grande do Sul, gravou um vídeo no ano passado para tratar da morte do ditador Fidel Castro. Embora o objetivo do vídeo fosse inicialmente esse, a deputada devaneia a maior parte do tempo sobre diversos assuntos.

Em certos momentos, diz que não há mais países comunistas no mundo, mesmo que seu partido tenha oficialmente apoiado a ditadura norte-coreana. Em outro momento, diz que o Haiti é um país capitalista, embora tenha sido governado décadas pelo ditador socialista Papa Doc e seu filho, Baby Doc.

Antes, ainda, disse também que Cuba tem 0% de mortalidade infantil e outras baboseiras. A peça é tão hilária e patética que acabou sendo resgatada após um ano da morte de Castro. Assista: