Reitor e a vice-reitora de Universidade Federal são levados pela PF por desvio de verbas

Jaime Arturo Ramirez e Sandra Goulart Almeida, foram conduzidos coercitivamente pela PF

O aparelhamento ideológico das universidades brasileiras produz mais um triste episódio de corrupção. O reitor e a vice-reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jaime Arturo Ramirez e Sandra Goulart Almeida, foram conduzidos coercitivamente, na manhã desta quarta-feira (6), para a sede da Polícia Federal (PF) em Belo Horizonte, Minas Gerais. Os dois foram levados no âmbito da operação Esperança Equilibrista, que investiga desvios da ordem de R$ 4 milhões nas obras do Museu de Anistia Política.

Além do reitor e da vice-reitora da UFMG, outras seis pessoas foram alvo de condução coercitiva, entre elas o presidente da Fundação de Desenvolvimento e Pesquisa (Fundep), Alfredo Gontijo de Oliveira e o ex-presidente da fundação José Nagib Cotrim. Também foram alvos Ronaldo Pena (ex-reitor), Clélio Campolina (ex-reitor), Rocksane de Carvalho Norton (ex-vice reitora) e Heloisa Gurgel Starling (ex-vice reitora).

Ao todo participam da ação 84 policiais federais, 15 Auditores da Controladoria Geral da União (CGU) e dois do Tribunal de Contas da União (TCU). Desde o início das investigações, a ação conta com o apoio da CGU e do TCU.

Segundo PF apurou no inquérito até o momento, teriam sido gastos mais de R$ 19 milhões na construção e pesquisas de conteúdo para a exposição. Porém, o único produto aparente da obra é um dos prédios anexos, ainda inacabado. O projeto do Memorial tem como objetivo a preservação e a difusão da memória política durante o regime militar.

A Polícia Federal informa que o montante desviado pelo esquema fraudulento deve aumentar até a conclusão do inquérito, após as análises dos materiais apreendidos e interrogatórios dos envolvidos.

CUT repudia ação da Policia Federal

A presidente da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT-MG), Beatriz Cerqueira, avaliou que a ação da PF na

UFMG teve um caráter político contra a instituição. Ao lado de representantes do Sindicato dos Servidores da UFMG e de professores da universidade, a sindicalista concedeu entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. “Em meio a um show midiático as pessoas foram conduzidas sem ao menos informar o motivo da condução. Eles não puderam nem chamar advogados para acompanhar tudo”, disse Beatriz.

Os envolvidos no esquema já haviam sido convidados a prestar esclarecimentos à Polícia Federal, mas se recusaram a atender o convite.

 

Com informação do Jornal Hoje em Dia/Ilustração Imprensaviva

 

Frases de Paulo Freire que parecem os discursos da Dilma

Ninguém melhor que Paulo Freire para ser nomeado o patrono da pior educação do mundo.

Quem já leu pelo menos um de seus livros sabe o quanto a escrita dele é ruim. Não que ele seja um intelectual que escreve de forma difícil. Ele simplesmente não sabe escrever! É uma linguagem confusa, ele inventa palavras, repete mais de 10 vezes o mesmo termo numa página só e escreve frases óbvias, como: “não há professor sem aluno” ou “quem ensina, ensina alguma coisa a alguém.”

Além do fato de ele fazer questão de citar supostas autoridades de ensino, como Lênin, Che Guevara, Fidel Castro, Mao e Karl Marx.

Alguém poderia me explicar essa tara de Paulo Freire por ditadores assassinos?

Obviamente, antes de ler seus livros, eu não sabia de nada disso, então como uma boa estudante de pedagogia, peguei para ler.

Seus livros ‘Pedagogia da Autonomia’ e ‘Pedagogia do Oprimido’ têm por volta de 200 páginas. Bem finos. Mas levei quase três meses para terminá-los de tão ruim que são.

*Por uma professora anônima

Veja as frases e divirta-se:

(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 25)
(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 99)
(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 124)
(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 20)
(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 26)
(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 30)
(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 62)
(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 127)
(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 128)
(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 115)
(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 103)
Bônus: assista ao pequeno vídeo

Descoberto mais um esquema de corrupção no governo Flávio Dino

Um escândalo atrás do outro. Depois da fatídica operação da polícia federal que prendeu dezessete pessoas por envolvimento em desvios de recursos públicos da saúde agora vem à tona mais uma denúncia. Não é apenas na saúde que estão tirando dinheiro público no Maranhão”, afirmou o deputado federal Hildo Rocha em pronunciamento na tribuna da Câmara.

De acordo com o parlamentar, na área da infraestrutura também estão desviando recursos. “A Justiça Federal vai acabar prendendo muita gente porque estão praticando superfaturamento de obras. Na cidade de Brejo, por exemplo, o governo reformou uma praça, colocou apenas o piso. A obra custou R$ 1 milhão e trezentos mil reais. Especialistas dizem que R$ 400 mil seria suficiente. Portanto, houve superfaturamento de quase R$ 900 mil reais”, denunciou Rocha.

As evidências – veja o vídeo 

O deputado usou documentos oficiais do governo para endossar a denúncia. “O Diário Oficial publicou resenha do convênio 014/2017 que foi firmado com a Prefeitura de Pio XII. No documento consta que duas praças serão construídas com R$ 400 mil. Ou seja, a reforma da praça de Brejo, feita diretamente pelo secretário de Flávio Dino (PCdoB) custou R$ 1 milhão e trezentos mil. As duas praças que serão construídas pela prefeitura estão orçadas em apenas R$ 400 mil. Portanto, fica comprovado que houve superfaturamento”, destacou o parlamentar.

Valor omitido

Rocha destacou ainda que a placa de identificação da reforma da praça de Brejo está em desconformidade com a legislação brasileira. “A lei é clara: tem que constar o valor da obra. Mas na placa não havia essa indicação. Esconderam por que?  Porque é obra superfaturada”, afirmou.

Fiscalização

O deputado conclamou os órgãos de controle e o Ministério Público a estenderem as investigações para outros setores da administração pública estadual. “A prática de superfaturamento é evidente. Se fizerem as fiscalizações como devem ser feitas a justiça federal ainda irá prender muitos integrantes do governo comunista”, enfatizou Hildo Rocha.

Governador comunista Flávio Dino deve explicações aos maranhenses

A nova estratégia do governo Flávio Dino (PCdoB) é tentar confundir a opinião pública ao utilizar blogs alinhados do Palácio dos Leões para divulgarem, em partes, a famosa relação dos funcionários fantasmas apreendida pela Polícia Federal na Operação Pegadores, desmembramento da Operação Sermão dos Peixes.

O Blog marrapá, editado por Leandro Miranda – que é pago pela Assembléia Legislativa do Maranhão – postou de forma irônica que o INMETRO CTA INVESTIDOR faz parte da lista dos funcionários fantasmas da secretaria de saúde. Ora, quem garante que a nomenclatura posta na relação não é um código para alguma pessoa indicada por algum comunista do INMETRO? Vale lembrar que situação semelhante aconteceu recentemente num seletivo do estado, quando uma Igreja evangélica foi aprovada para trabalhar como técnico penitenciário administrativo.

Seria mais proveitoso para a população do Maranhão se o governador Flávio Dino explicasse os desvios na Secretaria de Estado da Saúde e pagamento de funcionários fantasmas “lotados” naquela secretaria, ao invés de tentar desqualificar o trabalho da Polícia Federal e pôr em descrédito a Operação Pegadores.

Em vez de atacar o trabalho da Polícia Federal, Dino deveria cuidar melhor do seu governo, que sonega medicamentos para crianças, adultos e idosos e deixou dezenas de hospitais fecharem as portas por falta de repasse do governo do estado às prefeituras para manter as unidades de saúde.

O governo do Maranhão está envolvido num esquema milionário de desvios de recursos da saúde para o financiamento de campanha eleitoral do PCdoB e partidos puxadinhos, além do aparelhamento do governo com contratações irregulares dos seus “camaradas”.

Um dos nomes envolvidos no esquema é o da ex-secretária adjunta da SES, Rosângela Curado (PDT), acusada por funcionários das Cooperativas de receber 10% de propina a cada contrato celebrado entre as entidades e o setor público, além de articular as colocações dos “camaradas fantasmas”.

A máfia, que envolve várias cooperativas de saúde atua em diversas cidades maranhenses, de acordo com documentos da Operação Pegadores. Em depoimento, um dos presos e principal responsável por uma das cooperativas, confirmou a formação de cartel para ganhar as licitações no governo do estado.

Desde que foi deflagrada a operação, vários auxiliares próximos de Flávio Dino já foram citados em depoimentos oficiais, como o do secretário de Articulação Política e Comunicação, Márcio Jerry Saraiva (PCdoB).

 

 

Governo comunista tirou dinheiro da saúde para empregar os “camaradas”

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Federal, o deputado federal Hildo Rocha afirmou que o governador Flávio Dino está descumprindo a constituição brasileira. De acordo com um levantamento feito pelo parlamentar, Dino investiu apenas 11,89% do orçamento do Estado no setor da saúde. “O percentual mínimo exigido por lei é de 12%. Em 2014, a governadora Roseana Sarney investiu 14,26% do orçamento”, destacou.

Segundo Rocha, em 2014, a ex-governadora Roseana Sarney aplicou R$ 1 bilhão 790 milhões na saúde. Um ano depois, com toda a inflação e aumento de salários, Dino investiu R$ 1 bilhões 585 milhões. Ou seja, diminuiu em R$ 205 milhões os investimentos na saúde.

Critérios enviesados

Rocha fez ainda constatações mais preocupantes. Enquanto Dino diminuiu os investimentos na saúde, houve um aumento na folha de pagamento. “Dino tirou dinheiro da saúde para empregar os camaradas. Eu quero que um filiado do PCdoB me mostre que está desempregado”, destacou. O parlamentar disse que a folha de pagamentos foi aumentada em R$ 800 milhões de reais. “Isso mostra o fracasso do governo Flávio Dino”, ressaltou.

Hospitais fechados

O parlamentar atribui ao governador a culpa pelo fechamento de mais de vinte hospitais. Rocha lembrou que a ex-governadora Roseana repassava mensalmente R$ 100 mil, do fundo estadual para o fundo municipal, para a manutenção dos hospitais das cidades pequenas. Segundo o deputado, Dino fez um acordo com os prefeitos, mas não cumpriu. “Dino se comprometeu a repassar R$ 80 mil por mês. Mas das 14 parcelas, que deveriam ter sido transferidas para os pequenos municípios, pagou apenas uma. Deu calote nos prefeitos, os hospitais foram fechados e a população está sofrendo”, afirmou.

Reincidência

Hildo Rocha enfatizou que não é primeira vez que Dino engana os prefeitos maranhenses. “Ele assumiu o compromisso de pagar os convênios firmados durante a gestão da governadora Roseana Sarney. As obras foram concluídas, mas o governador não pagou. Deu calote nos prefeitos. Portanto, o governador Flávio Dino, além de ser um grande ditador é perseguidor e caloteiro”, afirmou.

 

Governo Flavio Dino é marcado por propinas e desvios

O governo Flávio Dino (PCdoB) tem se notabilizado pela quantidade de propina que seus agentes cobram de empresas e prestadores de serviços, segundo denúncia dos próprios achacados e de investigações da Polícia Federal.

Chama atenção também que, mesmo denunciados, os propineiros dinistas acabam recebendo uma espécie de salvo-conduto do próprio governador comunista, que entrega apoio político a esses personagens.

O governo já começou envolvido em escândalo deste tipo. Em 2015, a então auxiliar da Secretaria de Educação, Simone Limeira, foi denunciada por um líder indígena de ter cobrado propina de R$ 8 mil para liberar o transporte escolar nas tribos da região de Grajaú. O indígena chegou a mostrar extratos e depósitos na conta da auxiliar comunista.

E o que fez Flávio Dino? Deu a ela a legenda do PCdoB para concorrer à Prefeitura de Grajaú.

A outra denúncia envolve a também ex-auxiliar comunista Rosângela Curado. Pilhada na Operação Pegadores da Polícia Federal, Curado teve reveladas conversas que mostram a cobrança de 10% de propina de empresas prestadoras de serviços da Secretaria de Saúde.

Afastada do governo desde 2015 – em condições obscuras – a ex-auxiliar continuou a mandar em unidades de saúde, até ser presa pela Polícia Federal. E o que fez Flávio Dino com ela? Deu apoio da legenda do PCdoB à sua candidatura a prefeita de Imperatriz.

Estado Maior/O Estado

Mais uma pesquisa “Tabajara” comunista

Pesquisa de intenção de votos faltando quase um ano para a eleição é como a piada contada por um esperto que pegou dinheiro do rei prometendo fazer o burro falar após dez anos. Na cabeça do esperto, em dez anos, o burro (ou ele próprio) já terá morrido e o dinheiro do rei, já era.

Mas como pesquisa, bem feita ou não, com intenções escusas ou não, sempre mostra uma tendência, por se tratar de algo feito com mínimo de critério metodológico, apesar de ter um pouco da história do vendedor de risos do burro, tem também muito a dizer sobre o que pensa o eleitorado.

E nessa última, do Instituto Mérita em Caxias, divulgada por blogueiros palacianos, mesmo que o burro ou o vendedor estejam vivos em um ano, provavelmente muita gente deverá sorrir primeiro do que os dois.

Primeiro, não é surpresa para ninguém Flávio Dino aparecer no alto do pódio. O comunista, através de seus aliados, governando um Estado com mão de ferro e perseguindo seus adversários é o contratador da pesquisa, é o único candidato oficial a governador.

Isso sem falar do fato dele ser o único que vem fazendo campanha aberta desde o inicio de seu mandato para 2018 no Maranhão inteiro, falando de seu projeto de reeleição e aparecendo em palanques vazios ao lado de pré-candidatos aliados à Câmara, Assembléia e Senado federal. No grupo Sarney, ao contrário, a indefinição é cantada e decantada todo hora pelos próprios comunistas.

Flávio Dino deve ter muito cuidado para não se empolgar tanto com os números da Mérita, pois, a pesquisa feita por ele próprio mostra que, embora o grupo Sarney não tenha definindo um candidato, o nome da Roseana mostra-se com evidente consolidação, prova da força do Grupo Sarney que tem à disposição um nome forte, ao contrário de Flávio Dino, que vem definhando a cada pesquisa após diversos escândalos em seu governo.

Ou seja, enquanto Dino mostra que não tem mais para onde crescer, mesmo com a campanha intensa e declarada em torno de seu nome no Maranhão inteiro, Roseana aparece crescendo de forma sólida e surpreendente.

E é surpresa exatamente por ser uma possibilidade dentro de um grupo que pode ter mais de dois nomes, e, sobretudo, por ter o lastro eleitoral bem superior ao do Lobão Filho, nas eleições de 2014.

Portanto, não custa nada guardar alegria de enganar o rei agora para não chorar, de novo, depois.

Fim do imposto sindical pode causar 100 mil demissões nas Centrais

A extinção do imposto sindical trazida pela reforma trabalhista pode levar à demissão de até 100 mil sindicalistas de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

A estrutura sindical brasileira possui cerca de 300 mil sindicalistas, sendo 115 mil funcionários diretos e 185 mil terceirizados. Os cortes devem ser diluídos nos próximos meses, mas já começaram.

O próprio Dieese espera um orçamento menor para 2018: no máximo R$ 30 milhões, contra os R$ 45 milhões de 2017. O Sindicato dos Comerciários de São Paulo, que tinha 600 empregados, demitiu 67 por meio de PDV (Plano de Demissão Voluntária) e mais 35 diretamente.  O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP) tinha 230 funcionários no início do ano e já demitiu 72.

As principais instituições também sentem o fim do dinheiro tomado a força dos trabalhadores pelas centrais. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) organiza um PDV e a União Geral dos Trabalhadores (UGT) demitiu funcionários e vai para uma sede menor.

 

As informações são do Instituto Liberal de São Paulo.

Com apenas 11 entre 594 parlamentares, PSOL e REDE são os partidos preferidos da Rede Globo

O PSOL possui apenas seis cadeiras na Câmara dos Deputados e nenhuma no Senado. É, na realidade, o antepenúltimo menor partido da casa. Abaixo dele está a REDE, que tem apenas quatro cadeiras na Câmara e uma no Senado. No total, somam apenas onze parlamentares em um parlamento que tem 594 cadeiras. Parece pouco, não é? Não para a Rede Globo.

A Globo tem dado um espaço absurdo nos últimos anos em suas matérias e reportagens políticas para estes dois partidos. Alessandro Molon, que é deputado da REDE, é de longe uma das figuras mais queridas da emissora. Logo depois vem Chico Alencar, deputado pelo PSOL, e em seguida o senador Randolfe Rodrigue, senador pela REDE.

Na esmagadora maioria das reportagens os entrevistados são estes, e isso mesmo quando eles não têm grande influência ou poder sobre o assunto. A representatividade destes partidos é tão baixa que quase todos os seus parlamentares assumiram os postos através do coeficiente eleitoral ou, pior ainda, como suplentes. Eles simplesmente não possuem adesão popular, não têm poder ou influência real no parlamento, mas são os mais consultados pelos repórteres globais.

O PSC, atual partido de Jair Bolsonaro – que, aliás, teve quase meio milhão de votos em 2014 – é raramente entrevistado, mesmo tendo um total de dez deputados federais. O próprio deputado Bolsonaro dificilmente tem espaço para opinar ou até para se defender dos ataques que sofre. Isso é injustificável.

Operação Pegadores – Lista santa

O governador Flávio Dino (PCdoB) resolveu fazer uma cruzada pela divulgação da lista de funcionários fantasmas que levaram, em dois anos, nada menos que R$ 18 milhões em recursos da Saúde. A quadrilha, chefiada por aliados de Dino, operava desde 2015, e infiltrou cerca de 400 fantasmas na folha de pagamento da SES, segundo revelou a Polícia Federal.

Mas a pressão de Dino pela divulgação da lista nada tem de nobre ou de presunção de inocência do comunista. Até porque, se quisesse, ele teria acesso desde 2015 à relação de fantasmas, já que, segundo as investigações, ela foi entregue ainda naquele ano ao comando da Secretaria de Saúde.

O que Flávio Dino quer é expor os fantasmas e seus padrinhos, a fim de se autoproteger. Há suspeitas de que a lista de fantasmas na Secretaria de Saúde tenha desde jornalistas, parentes de jornalistas e blogueiros até parentes de membros da Assembleia Legislativa, Câmara Municipal, Ministério Público e até do Poder Judiciário.

Entende o comunista, cujo governo foi exposto em mais um escândalo de corrupção, que a exposição pública desses padrinhos fará com que eles próprios comecem a atuar pela inibição das investigações. Assim, o governador garantiria a proteção ao seu governo por parte de gente que deveria estar pronta a fiscalizá-lo.

Estado Maior / O Estado