[Flávio Dino] Traidor -mor

Chegou à mídia nacional a imagem de traidor que o governador Flávio Dino (PCdoB) passou a ter após usar de forma descarada aliados políticos e, depois, jogá-los à própria sorte quando já não servem mais aos seus interesses.

Também, pudera. A lista só cresce: desde Jackson Lago, passando por Edison Vidigal, Roberto Rocha, o ex-prefeito Sebastião Madeira, o deputado Eduardo Braide, a ex-prefeita Maura Jorge, até chegar em José Reinaldo Tavares e, agora, o deputado federal Waldir Maranhão, que deu a dimensão exata do tamanho da traição dinista.

Waldir Maranhão expôs-se ao ridículo na mídia nacional, em 2016, ao tentar, inclusive, anular o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), após pressão de Dino. Em troca, o comunista garantiria ao aliado a candidatura a senador em sua chapa. Waldir acreditou nisso, e passou dois anos com essa esperança, enquanto o próprio Flávio Dino minava suas pretensões, manipulando o PT e fechando as portas do governo.

Foi assim também com José Reinaldo, com Roberto Rocha, com Sebastião Madeira, com Jackson Lago. Todos foram usados, em um momento ou outro, pelas pretensões de poder de Dino. E descartados assim que chegava o momento de o governador retribuir ao favor. E com esse abandono dos aliados, o comunista vai construindo a sua imagem de traidor-mor do Maranhão. Agora, em âmbito nacional.

 

O Estado/Estado Maior

Milicianos petistas/comunistas iniciam atos de violência

A escória de milicianos petistas decidiu partir para a agressão e violência física diante da iminência da prisão do ex-presidente Lula, condenado a doze anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Na tarde dessa quinta-feira, um bando de petistas covardes agrediu um homem a socos e pontapés em frente ao Instituto Lula, na capital paulista. A violência da agressão resultou na vítima desacordada e com sangramentos no meio da rua.

A grande imprensa aliada a criminosos e comunistas falou em tumulto e empurra-empurra, quando na verdade o que houve foi a agressão física de um bando de comunistas contra um único homem. O homem agredido encontra-se hospitalizado em estado grave, com traumatismo craniano. A agressão foi filmada e o vídeo pode ser visto mais abaixo. Também nessa quinta-feira, um bando de cerca de trinta delinquentes petistas atacaram com socos e pontapés dois veículos de imprensa na capital federal.

A Estratégia da Esquerda: Desestabilizar o País

As ações criminosas e covardes desencadeadas pela escoria de comunistas e delinquentes de todo tipo abrigada sob o guarda-chuva do petismo pode ser o preâmbulo de uma tentativa por parte da esquerda de promover uma violência política generalizada na sociedade brasileira.

Essa estratégia estaria em linha com a decisão tomada pela esquerda revolucionária, mas não assumida publicamente, de tentar convulsionar o País para evitar a realização das eleições. Uma estratégia que parte da constatação, correta, por parte dos comunistas de que eles não terão meios de retornar à presidência pela via eleitoral, uma vez que eles não têm a garantia de que poderão fraudar as urnas eletrônicas.

No entanto, caso essa estratégia da esquerda seja de fato adotada, acreditamos que ela não terá poder de escala o bastante para atingir seu intento de desestabilização generalizada. O mais provável é que venha a ocorrer episódios de violência política, que as polícias militares estaduais conseguirão conter e controlar sem maiores danos. E seguramente a ação das polícias nesses episódios contará o apoio expressivo da maioria da população, apesar das narrativas mentirosas que a grande imprensa irá criar.

A despeito do que afirmamos acima, ainda julgamos mais prudente não permitir que os delinquentes da esquerda possam dar início a essas ações. É preciso enviar um recado claro para os chefes e estrategistas revolucionários que, se optaram por esse caminho, essa opção irá custar-lhes um preço alto demais e que nenhuma narrativa pós-fabricada poderá pagar. E esse recado tem que ser dado por quem tem o poder de fazê-lo: o estamento militar por meio de mais um uivo dos lobos.

 

Por Paulo Eneas

 

Vergonha nacional

Já exposto ao ridículo em âmbito nacional com temas como o “aluguel camarada”, o abandono das estradas maranhenses e as condições da saúde pública no estado, o governador comunista Flávio Dino (PCdoB) passou nova vergonha em rede nacional de TV, ontem, no quadro “O Brasil que eu Quero”, da Rede Globo de televisão.

Um morador de Cajari posou para o quadro em frente a um dos hospitais entregues prontos a Flávio Dino pelo governo anterior. E revelou que o hospital nunca funcionou no governo comunista. “Está se acabando”, revelou o corajoso cajariense.

Nessas horas, como sempre faz quando exposto em rede nacional, Flávio Dino se diz vítima da “imprensa golpista”, faz pregações contra a Rede Globo e ataca os adversários sociais.

Mas não é a mesma atitude que toma quando essa mesma “imprensa golpista” exibe seus devaneios políticos sobre o ex-presidente Lula, sobre o Judiciário e sobre declarações de adversários políticos. Nessas horas, Dino sai todo serelepe pelas redes, anunciando aos quatro cantos que foi notícia “no Jornal Nacional, no Jornal Hoje, no Bom Dia Brasil, no Jornal da Globo”. E em momento algum lembra de dizer que esses são programas daquela que ele chama de “mídia golpista”.

 

O Estado/Estado Maior

Por todos os lados

Absoluto, autoritário, incapaz de observar além do próprio umbigo, o governador Flávio Dino tem vivido nesses últimos dias o resultado de sua capacidade de afastar pessoas e de dificultar a própria experiência no poder. Os movimentos que a oposição maranhense tem tomado nos últimos dias põem claramente em risco o mandato comunista iniciado em 2014.

Um desses últimos gestos foi a conversa da ex-prefeita Maura Jorge (Podemos) com o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), que deve disputar a eleição presidencial.

Bolsonaro é um dos mais revoltosos anticomunistas no Brasil. Seus posicionamentos políticos e sociais são a antítese do que prega, por exemplo, Flávio Dino. Polêmico, o deputado faz questão de confrontar suas ideias com a do comunista. E está pronto para combatê-lo na campanha.

Mas não é apenas Maura Jorge. Flávio Dino terá também que conviver a campanha inteira com a comparação do seu governo com o da ex-governadora Roseana Sarney (MDB). E neste quesito o comunista perde feio em todos os aspectos. E tudo isso será mostrado no horário eleitoral.

Sem falar na presença do senador Roberto Rocha (PSDB), do ex-governador José Reinaldo Tavares (sem partido), e do deputado Eduardo Braide (PMN), todos vítimas do desdém de Flávio Dino. E é com todas essas nuances da campanha que o comunista será obrigado a conviver até outubro.

Jornal O Estado/Coluna Estado Maior

Construtora contratada pelo governo Flávio Dino dá calote em funcionários

Funcionários da Inicial construtora, empresa contratada pelo governo comunista para construção do Hospital de São Mateus, farão uma paralisação de advertência até que seja sanado o pagamento de dois meses de trabalho, segundo matéria da TV Amazonas (veja o vídeo)

Na tentativa de melhorar o desgaste do seu governo, Flávio Dino autorizou no município de São Mateus a construção de um hospital, que está tirando o sono do dono da construtora e principalmente dos funcionários. Desde janeiro, segundo funcionários da Inicial Construtora, os repasses do governo para o pagamento da empresa que realiza a obra foi interrompido, deixando-a sem dinheiro em caixa para cumprir suas obrigações trabalhista.

Mais problemas

Fontes do governo contam que o mal estar é enorme diante da dificuldade do governo para colocar as contas públicas em dia. Para não enfrentar complicações judiciais, Dino estaria trabalhando para que a Assembléia aprove um Projeto de Lei, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018 e praticamente abandone a meta fiscal deste ano.

As estimativas sobre o valor dos atrasados para as construtoras giram em torno de R$ 1 bilhão. Sem receber, as construtoras estão sem dinheiro para pagar funcionários e cogitam paralisar todas as obras e demitir. Os recursos provenientes de empréstimos do BNDES foram desviados para outros fins, segundo o deputado federal Hildo Rocha.

“O clima é de preocupação. Todas as empresas que possuem contrato com o governo do estado e tiveram os pagamentos programados a partir de outubro de 2017 sofrem com atrasos”, disse um empreiteiro. Ele estima que mais de 40 construtoras em todo o Maranhão estejam nessa condição. “Procuramos a secretaria de Infraestrutura para saber do problema e não tivemos retorno”, concluiu.

Ironia e cinismo: globo news debate sobre fake news e pede censura

A Globo News trouxe o jornalista Ancelmo Goes, um dos integrantes da velha guarda comunista da grande imprensa brasileira, para debater nessa terça-feira à tarde o que eles consideram a proliferação de fake news na internet. O jornalista chegou a defender a punição para pessoas que compartilhem conteúdos que ele, assim como o restante da grande imprensa, considera notícias falsas.

O jornalista chegou até mesmo a afirmar que a divulgação dessas supostas notícias falsas teria sido uma das responsáveis pela eleição de Donald Trump nos Estados Unidos. Como todo comunista que se preza, Ancelmo Gois na prática defendeu a censura, sob o argumento de combate à divulgação do que ele chama de fake news. Sua fala recebeu o endosso dos demais integrantes da bancada do programa.

O que a grande imprensa chama cinicamente de fake news são os conteúdos publicados na internet que contestam as narrativas mentirosas e ideologicamente enviesadas publicadas por essa mesma grande imprensa. Uma grande imprensa que nunca teve compromisso algum com a verdade e que se presta unicamente a tomar parte da guerra política ao lado de globalistas e comunistas, como mostram as narrativas mentirosas divulgadas pela imprensa sobre o assassinato da vereadora comunista do Rio de Janeiro.

O fato de uma emissora como a Globo News trazer um velho comunista para debater esse tema, é um sinal de que a grande imprensa está percebendo que ela perdeu o monopólio da construção de narrativas e, consequentemente, passa hoje por uma crise de credibilidade. Diante disso, a imprensa reage seguindo a máxima de Lenin, acusando veículos e produtores de conteúdos independentes na internet de fazerem aquilo que essa mesma grande imprensa, incluindo a Globo News, sempre fez e faz: publicar fake news.

A esquerda e a exploração política da morte

Comunistas e socialistas e toda a escória da esquerda não respeitam a morte de nenhum ser humano, nem mesmo quando a vítima é um dos seus. Pelo contrário, a esquerda sempre viu a morte de quem quer que seja como um instrumento conveniente de propaganda e de agitação política. A exploração política do assassinato da vereadora comunista Marielle Franco que vem sendo feita por parte de seu próprio partido e por parte de toda a esquerda brasileira é um dos episódios mais relevadores do caráter desumano e amoral da mentalidade esquerdista.

Na sexta-feira, o ator comunista Gregório Duvivier publicou mensagem no Twitter afirmando que Marielle foi assassinada por ser mulher e por ser negra. Uma afirmação estúpida e cínica, talhada para estar de acordo com a narrativa ideológica mentirosa da esquerda, além de ser desrespeitosa até mesmo com a vítima e seus familiares.

O ator comunista e toda a canalha esquerdista da qual ele faz parte sabem que Marielle não foi morta por ser mulher e muito menos por ser negra. Ela morreu pelas circunstâncias de criminalidade crescente no Rio de Janeiro, circunstâncias essas que o próprio partido da vereadora assassinada ajudou a criar com suas políticas e suas narrativas de condenação das forças da lei e da ordem e de proteção e de defesa, além de relações promíscuas, com o mundo do crime organizado sob pretexto de defender direitos humanos.

Os comunistas estão usando a morte da vereadora também comunista para insistir na tese falaciosa de que a culpa pela criminalidade no Rio de Janeiro é essencialmente da polícia, e reforçam essa tese por meio da condenação da intervenção federal no Estado. Durante ato na Cinelândia, militantes de esquerda incitaram a população a culpar a polícia pela morte, repetindo a afirmação de “polícia mata pobre todo dia”, que é uma das mais rasteiras e cínicas narrativas inventadas pela esquerda para demonizar as polícias e para proteger bandidos e criminosos.

Outras figuras públicas de esquerda estão falando em “assassinato político” ou fazendo comparações com eventos do período do regime militar, para acentuar a exploração política desumana que a esquerda está fazendo do episódio. As circunstâncias da morte da vereadora serão ainda apuradas pela polícia, mas existem fortes indicações de que estejam relacionadas às relações promíscuas e de cumplicidade que sempre existiram entre toda a esquerda carioca e o crime organizado, o qual essa mesma esquerda sempre defendeu e protegeu.

Há anos a esquerda procura um cadáver para fazer proselitismo político-ideológico, como sempre fez ao longo da história. Agora ela encontrou um, e pouco importa que seja de um dos seus. De nossa parte, estendemos nossos sentimentos à família da vítima e não endossamos em hipótese algumas insinuações de que a vereadora assassinada merecesse esse destino. O que cabe agora às pessoas de bem é denunciar e desmascarar o cinismo desumano da esquerda na tentativa de fazer exploração política do episódio.

Cabe também enfatizar que a criminalidade crescente no Rio de Janeiro e em todo o país é resultado direto de políticas públicas pautadas pela mentalidade esquerdista que protege criminosos, demoniza as polícias e ignora as vítimas. Mentalidade essa que a própria vereadora assassinada endossava e reproduzia, e da qual ela infelizmente foi vítima. Uma vítima que seria ignorada pela esquerda se fosse uma vítima qualquer, mas que está sendo lembrada por servir aos propósitos de proselitismo político-ideológico cínico e desumano dessa mesma esquerda.

 

Por Paulo Eneas

A Constituição comunista vendida aos radicais de fralda

Está na moda tentar descontextualizar coisas do passado com base em mudanças ocorridas na sociedade ao longo das últimas 4 décadas. Manipulados por formadores de opinião, gerações mais jovens passaram a problematizar fatos ocorridos antes mesmo deles nascerem.

Na época em que a série “Friends” foi ao ar pela primeira vez, de 1994 a 2004, Eliza Franco era uma criança. Só agora, aos 19 anos, ela descobriu a icônica série sobre seis amigos que vivem em Nova York. E ficou bastante incomodada.

Quando um sujeito faz graça de um homem que trabalha como babá, ela identificou “homofobia”. Ao ver uma personagem sendo alvo de bullying por estar com uns quilos a mais, decretou: “gordofobia”. Eliza também não gostou do fato de uma mulher loura aparecer representada como “a burra do grupo”. E estranhou a falta de negros.

O problema é que jovens com menos de 30 anos estão tentando problematizar eventos, comportamentos e hábitos considerados normais há algumas décadas. A tentativa de desconstruir as gerações passadas vai bem além das tentativas de demonizar ou ridicularizar a cultura de seus pais e avós. Nesta nova onda de mi mi mi, nem mesmo o desenho do  “Pica-Pau” escapa.

O Brasil da Rogéria, do Clodovil, dos tempos em que Otávio Mesquita fazia a cobertura dos bailes no Gala Gay dos anos 80 ao vivo para a TV, virou o país da problematização da sexualidade. Ser gay, gordo ou negro virou um ato político explorado por defensores e críticos com a mesma falta de dignidade. O ser humano, dependendo de sua cor, raça, opção sexual ou até mesmo sua forma física, acabou se tornando um problema para muitos. O que antes era tudo gente, agora virou uma sopa de nomenclaturas difícil de ser assimilada. O estímulo à criação de uma ‘consciência’ por parte de grupos nada mais é do que um processo de recrudescimento da seletividade e do preconceito. Neste cenário, oportunistas se apropriam de bandeiras e até inventam algumas inexistentes para faturar em cima dos radicais de fralda.

O problema é que esta geração está perdendo completamente a noção das coisas e está se tornando cada vez mais comum manifestações de ódio nas redes sociais, onde pessoas dizem abertamente que odeiam brancos em resposta a insinuações maldosas contra negros, gays, gordos, etc. Ninguém se dá conta sobre a necessidade de se respeitar qualquer ser vivo composto por células. Este não é definitivamente o caminho mais indicado para um processo civilizatório. A sensibilidade está na consciência. A sensibilidade propriamente dita dos cinco sentidos. Uma consciência, comum a todos, recebe estímulos sensoriais hostis como qualquer outa, independente da raça, riqueza, beleza estética ou condição social. Ofender um ser humano é espetar uma lança na consciência. Qualquer pessoa sente. É feio ridicularizar um ser humano. Quem faz isso com base em critérios como cor, religião, opção sexual ou padrão social é um ser humano ridículo.

Mas o bullying dos radicais de fralda não está restrito aos padrões culturais de gerações anteriores, aos ‘diferentes’ deles ou aos que fazem de suas vidas o que bem entendem. Manipulados por oportunistas de plantão, buscam agora problematizar soluções adotadas no passado político do país, como a Constituição de 1988, fingindo ignorar a realidade do Brasil naquele espaço e tempo. Há exatos 33 anos chegava ao fim o regime militar que perdurou no país por 21 anos. No dia 15 de janeiro de 1985, Tancredo Neves foi eleito presidente, dando início à retomada da Democracia do Brasil. Um ano depois, o país passou por eleições gerais, nas quais foram eleitos 49 senadores e 487 deputados federais. Estes parlamentares foram eleitos pelos ventos que sopravam o país naqueles tempos, que ainda vivia sob o fantasma da censura. Três anos mais tarde, foram estes mesmos parlamentares escolhidos pelo povo os responsáveis pela derrubada da censura, a retomada na liberdade de expressão, de reunião e a proibição da tortura.

Ignorar que tais fatos estejam totalmente relacionados com o espírito político daqueles tempos e tentar problematizar decisões tomadas por toda uma nação há tanto tempo não apenas parece uma estupidez enorme como é de fato uma estupidez enorme, pois tudo fez parte do processo político do país como um todo. É a história do Brasil, gostem ou não. Embora os radicais de fraldas discordem do postulado no qual “Ninguém será submetido a tortura ou a tratamento desumano ou degradante”, esta tomada de decisão representa um marco no processo civilizatório do Brasil, assim como ocorreu em praticamente todas as democracias do mundo. ~

Um mês após estas conquistas da sociedade brasileira, foi aprovada pela Assembleia Nacional Constituinte em 22 de setembro de 1988 e promulgada em 5 de outubro de 1988, a Constituição da República Federativa do Brasil. Coube aos 49 senadores e 487 deputados federais eleitos democraticamente pela maioria dos brasileiros aprovarem a Carta com a lei fundamental e suprema do Brasil, que serve até os dias de hoje como parâmetro de validade a todas as demais regras normativas, ocupando o topo do ordenamento jurídico. Desde a primeira Constituição, datada de 1891, o Brasil adotou o sistema de governo presidencialista. O regime foi mantido na Constituição de 1988 e ainda confirmado por plebiscito em 1993. O impeachment também foi revisto na Constituição de 1988. A Carta Magna também reestruturou os Poderes da República e fortaleceu o Ministério Público, transformando-o em um órgão independente, autônomo e detentor da prerrogativa da ação civil pública

Criticar um retrato da sociedade de décadas atrás, tentado problematizá-lo com base nos desafios dos dias de hoje, além de improdutivo, é insensato. Duas condutas que denotam falta de inteligência. É pena que oportunistas tenham conseguido vender tão bem seu ‘inconformismo’ providencial aos radicais de fralda estridentes das Redes Sociais. O mais curioso é que aqueles mesmos que exploram idiotas politicamente, que não abrem mão de seus foros privilegiados nem de seus auxílios-moradia, jamais chegaram a propor um Plebiscito Popular por uma nova Constituinte, a única solução prática e viável para aqueles que se sentem realmente incomodados.

Em alguns aspectos, a Constituição precisa passar por alterações. A maioria deles decorrentes de desafios da modernidade, como a evolução dos mercados, a inovação tecnológica e outros gargalos que podem ser perfeitamente ajustados por meio de Proposta de Emenda Constitucional (PEC), como a PEC 241, que limitou o teto dos gastos da União, obrigando governos a cumprirem com mais rigor a Lei de Responsabilidade Fiscal pelos próximos 20 anos. A Constituição de 1988 também estabeleceu os monopólios da exploração do subsolo, do minério, do petróleo, dos recursos hídricos, do gás canalizado, das comunicações e do transporte marítimo. A quebra do monopólio da exploração de petróleo ocorreu menos de dez anos depois, estipulada pela lei 9.478, de 6 de agosto de 1997, que criou um ambiente propício aos investimentos em exploração e produção de petróleo no país.

A História está em curso e a trajetória da sociedade pode ser alterada a qualquer momento com base autodeterminação dos povos, que é justamente o princípio que garante a todo povo de um país o direito de se autogovernar, realizar suas escolhas sem intervenção externa, exercendo soberanamente o direito de determinar o próprio estatuto político. O que não é compreensível é o excesso de mi mi mi dos radicais de fraldas em relação ao passado, que não pode ser mudado. Não é o mesmo que desligar o Netflix na hora do “Pica-Pau”.

Imprensaviva

Estamos vendo o milagre da conversão dos comunistas

O Tempo da Quaresma começou. São os 40 dias que antecedem a Páscoa, a Ressurreição, que, como diz São Paulo, é a essência do catolicismo, chegando mesmo a afirmar que “sem ressurreição não há cristianismo”. Este número de 40, cheio de significado no Antigo Testamento, também está ligado a várias passagens da vida de Cristo. Seus pais José e Maria levaram 40 dias para levá-lo ao templo, 40 dias, como dizem S. Lucas e S. Mateus, levou Jesus no deserto meditando antes de entrar em sua vida pública, e 40 dias levou o Cristo para subir ao Céu depois da Ressurreição.
A Quaresma também é tempo de conversão dos ateus, dos agnósticos, dos ímpios e dos que seguem toda forma de não acreditar em Deus.

Marx dizia que a religião era o ópio do povo, porque o levava a esquecer os problemas materiais e a se dedicar a uma esperança vã de um ser superior, que lhe havia dado a graça de criar o mundo e criar a nossa vida.

No Maranhão estamos vendo o milagre da conversão dos comunistas, renegando o materialismo para acreditar em Deus, e ajoelhar-se para receber a benção quaresmal. São raros os milagres que acontecem em terras nossas, como esse que nós estamos assistindo. Quando o Maranhão se formou, Nossa Senhora transformou a areia da praia em pólvora. Agora nós estamos vendo o círculo de pastores evangélicos impondo as mãos sobre as autoridades para que elas cumpram o ditado popular: “Ajoelhou tem de rezar”. E eles, contritos, rezaram, e na quarta-feira, foram receber as cinzas, quando o sacerdote proclama as palavras eternas que conscientiza os homens no ritual cristão: “Memento, homo, quiapulvis es et tu in pulverem reverterem.” – “Lembre, homem, que sois pó e em pó vos haveis de tornar.”

E a conversão aconteceu, saíram de casa, brincaram o Carnaval, não deram dinheiro para os outros brincarem e se recolheram à meditação, deixando o comunismo, Marx e quejandos chupando o dedo, enquanto eles entravam na área das bem-aventuranças, passando pela ala dos santos e das virgens.

O glorioso poder dos fariseus que fingiam e a quem Jesus Cristo apostrofou: “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Sois semelhantes aos sepulcros caiados: por fora parecem formosos. Assim também vós: por fora pareceis justos aos olhos dos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia!” (Evangelho segundo São Mateus 23, 27-28 – Palavras de Jesus Cristo!)

Depois do dilúvio, cessada a chuva, foram necessários 40 dias para que as águas baixassem e os homens – e os outros animais – pudessem pisar em terra firme. É o tempo dos milagres.

Oh! Maranhão, bravos agradecemos a conversão dos infiéis e que abandonem o ódio e as penas de pavão.

Ajoelhou, tem de rezar em grego: “Kyrie eleison! Christeeleison!”

Por José Sarney (Março de 2017)

Site comunista ensina receita com base em fezes e urina

O site ultra petista Catraca Livre publicou uma receita que “reaproveita” fezes e urina. Não é exatamente uma novidade, aliás. O mesmo site já ensinou e publicou diversas porcarias ao longo de sua existência, quase sempre coisas tão nojentas quanto esta.

O dono do Catraca Livre, Gilberto Dimenstein, possui um boteco na Vila Madalena que é frequentado especialmente por esquerdistas radicais. No boteco servem comida, e é de se imaginar que o estrume faça mesmo parte do cardápio porque, afinal, é isso que esta gente deve comer.

Porém, como o boteco não é exclusivo para a elite paulistana de extrema-esquerda, há de se questionar as atividades do local perante a sociedade. Será que a vigilância sanitária já sabe disso? As pessoas que não são esquerdistas e não querem comer fezes não podem ser vítimas deste senhor, então é preciso ter cautela.