Ironia e cinismo: globo news debate sobre fake news e pede censura

A Globo News trouxe o jornalista Ancelmo Goes, um dos integrantes da velha guarda comunista da grande imprensa brasileira, para debater nessa terça-feira à tarde o que eles consideram a proliferação de fake news na internet. O jornalista chegou a defender a punição para pessoas que compartilhem conteúdos que ele, assim como o restante da grande imprensa, considera notícias falsas.

O jornalista chegou até mesmo a afirmar que a divulgação dessas supostas notícias falsas teria sido uma das responsáveis pela eleição de Donald Trump nos Estados Unidos. Como todo comunista que se preza, Ancelmo Gois na prática defendeu a censura, sob o argumento de combate à divulgação do que ele chama de fake news. Sua fala recebeu o endosso dos demais integrantes da bancada do programa.

O que a grande imprensa chama cinicamente de fake news são os conteúdos publicados na internet que contestam as narrativas mentirosas e ideologicamente enviesadas publicadas por essa mesma grande imprensa. Uma grande imprensa que nunca teve compromisso algum com a verdade e que se presta unicamente a tomar parte da guerra política ao lado de globalistas e comunistas, como mostram as narrativas mentirosas divulgadas pela imprensa sobre o assassinato da vereadora comunista do Rio de Janeiro.

O fato de uma emissora como a Globo News trazer um velho comunista para debater esse tema, é um sinal de que a grande imprensa está percebendo que ela perdeu o monopólio da construção de narrativas e, consequentemente, passa hoje por uma crise de credibilidade. Diante disso, a imprensa reage seguindo a máxima de Lenin, acusando veículos e produtores de conteúdos independentes na internet de fazerem aquilo que essa mesma grande imprensa, incluindo a Globo News, sempre fez e faz: publicar fake news.

A Globo troca alhos por bugalhos e quer manipular você

O Fantástico, da TV Globo, promoveu ontem (08/10) um verdadeiro show de horrores envolvendo uma alta produção com belas palavras, chavões e com trilha sonora comovente e envolvente.

A primeira matéria foi uma preparação para a lavagem cerebral. Mais uma vez, ideologia de gênero. Mostram pais que dizem que deixam seu filhos livres para serem o que quiserem, que querem que eles sejam felizes e por isso não definem para eles que existem brinquedos nem modos de agir específicos de meninos ou de meninas, chegando ao ponto de dizer que não se deve elogiar crianças com adjetivos padronizados, pois isso gera um trauma em suas vidas, dando o exemplo do adjetivo “princesa”, que criaria na cabeça da garota a imagem de uma menina loira e delicada. A reportagem mostra meninos se vestindo de meninas e com uma atmosfera alegre e que iludiria qualquer incauto e ignorante. Em determinado momento surge uma “especialista” para falar sobre o tema, adivinhem: diretora do departamento de gênero e feminismo da UFBA.

Após preparar o subconsciente do telespectador, fazendo-o crer num mundo preconceituoso em que se deve abordar gênero e quebrar padrões, veio a segunda reportagem, falando sobre intolerância. Com a abertura mostrando estatísticas de preconceitos como homofobia e até “gordofobia” (sim, chegaram a esse ponto), entram repentinamente no preconceito religioso e colocando de forma canalha imagens de traficantes que supostamente seriam evangélicos destruindo imagens de entidades da umbanda, como se apenas as religiões africanas sofressem discriminação e por cristãos.

Logo em seguida, ingressaram na questão do Queer Museu, aquela exposição grotesca que faz vilipendio a elementos e símbolos do cristianismo, apologia à pedofilia e à zoofilia. Criaram uma narrativa de que não havia crimes nem apologia a esses crimes na exposição, colocando canalhas globais e defensores da “arte moderna” para distorcer tudo que temos presenciado, até falso pastor do PSOL colocaram para falar suas baboseiras distorcidas do cristianismo.

Para concluir, abordaram o caso do manifestação La Bête do MAM/SP, construindo o cenário de que não houve estímulo à pedofilia, fazendo a comparação intelectualmente desonesta e grotesca de que os mais renomados artistas retratavam nudez em seus quadros.

Existe uma grande diferença em representação do nu em obras de arte e naturalizar a nudez, preparando o terreno para a pedofilia. O que acontece se um adulto mostra suas partes íntimas para uma criança? Ela sabe que é errado e conta para seus pais. Desde o momento em que há esse incentivo para dessensibilizar a criança para a nudez adulta, ela não mais verá isso como algo errado, seja num museu, seja no ônibus, seja na escola com professores mal intencionados.

A Globo demorou a falar sobre esses casos grotescos, pois percebeu a reação da população, que é majoritariamente contra a pedofilia, zoofilia e o desrespeito às religiões, mas isso estava sendo uma ameaça a sua agenda globalista e sua instrumentalização para redefinir os conceitos morais da sociedade. Agora ela mostrou sua face e partiu para o ataque. E nós vamos ficar parados? É hora de agir ou daqui a alguns anos estaremos sendo processados por ser contra ideologia de gênero, presos por sermos contra a pedofilia e repreendidos por preconceito com a zoofilia.