Duplicação da BR-135 é entregue pelo governo federal

Os ministros Maurício Quintella, Moreira Franco e Sarney Filho (PV) – do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação; da Secretaria-Geral da Presidência da República e do Meio Ambiente -, respectivamente, inauguraram ontem trecho de 11 quilômetros da obra de duplicação da BR-135, situado entre a Estiva e o município de Bacabeira.

O ato, que contou com a presença dos senadores Edison Lobão e João Alberto, ambos dos MDB e que chegaram na comitiva dos ministros, foi realizado no KM 25 da rodovia federal.

Ao entregar a obra, o ministro Quintella destacou o empenho do deputado federal Hildo Rocha (MDB) e da bancada federal maranhense pela conclusão dos serviços e reafirmou o compromisso do governo Michel Temer (MDB) com o Maranhão.

“Esse Governo [Michel Temer] resolveu concluir as obras que haviam sido iniciadas, mas estavam abandonas. E hoje, graças a Deus, a cada dia temos agenda de inauguração num estado diferente. […] Essa é uma obra especial. É especial, pela luta da bancada, que colocou emenda de mais de R$ 164 milhões do orçamento impositivo para que a gente pudesse cumprir. É uma obra de engenharia complexa que merece ser comemorada”, disse.

O ministro afirmou que outras obras serão inauguradas pelo Governo Temer, no Maranhão ao longo do ano. “Hoje estamos liberando o trânsito nesse trecho. Até o fim do mês vamos entregar o viaduto em Bacabeira, vamos concluir a pavimentação da pista antiga, já temos mais de R$ 100 milhões garantidos para os lotes 2 e 3 da duplicação e temos orçamento e uma determinação do presidente: se faltar dinheiro, é para mandar mais, para que as obras sejam concluídas”, completou.

Moreira Franco falou sobre a determinação de Temer em dar continuidade às obras federais no estado, por meio do programa ‘Agora é Avançar’ e assegurou prioridade ao Maranhão. “Em breve vamos estar aqui de novo para entregar mais uma obra que o presidente Michel Temer recebeu paralisada. Em março vamos inaugurar o berço 108 do Porto do Itaqui, para que possamos aumentar a capacidade desse importante porto para o crescimento e progresso do nosso país”, enfatizou.

Sarney Filho também destacou a determinação do presidente da República em concluir as obras federais no Maranhão e conclamou a classe política a celebrar o momento, que marcou a inauguração do trecho da obra duplicada da rodovia.

“O momento é de celebrar. Porque quando o presidente Michel Temer assumiu, todas obras estavam paradas. Não tinha estrada, não tinha transporte escolar, não tinha ambulância, evidentemente fruto de uma crise jamais vista no Brasil, da recessão. […] O benefício agora chegou. Eu participei da entrega de casas, do Minha Casa Minha Vida em vários municípios, e todas as elas foram recomeçadas depois que a economia entrou nos trilhos […]. O importante agora é aproveitar o momento para trazer benefícios ao Maranhão. Benefícios como esse [duplicação da BR-135]. É dentro dessa perspectiva que vamos continuar a nossa luta”, finalizou.

Deputados federais, deputados estaduais, prefeitos, vereadores e o governador Flávio Dino (PCdoB), também participaram da solenidade.

Vexame

Durante o discurso do deputado federal Hildo Rocha (MDB), o presidente do Procon, Duarte Júnior e o secretário de Estado da Infraestrutura, Clayton Noleto, protagonizaram cenas vexatórias. Eles xingaram o parlamentar e tentaram atrapalhar o discurso. A manifestação dos auxiliares de Flávio Dino (PCdoB) foi acompanhada por vaias de servidores militantes que acompanhavam o ato.

Lideranças destacam empenho de Roseana Sarney pela obra

O senador Edison Lobão (MDB), o ministro Sarney Filho (PV) e o deputado federal Hildo Rocha (MDB), destacaram o empenho da ex-governadora Roseana Sarney (MDB), junto ao Governo Federal, pela realização da obra de duplicação da BR-135.

Ao manifestar-se sobre o empreendimento, Lobão lembrou fez referência à emedebista e ao trabalho da bancada maranhense no Congresso, que destinou a emenda impositiva.

Hildo Rocha, por sua vez, afirmou que Roseana foi quem primeiro se mobilizou pela realização da obra e destacou a articulação da emedebista junto ao Governo Federal. “A ex-governadora Roseana Sarney teve papel preponderante para a realização desta obra”, disse.

“Essa é uma obra que teve as mãos de muitas pessoas. Iniciada em 2012, ainda no governo da presidente Dilma – e quem governava o estado era Roseana Sarney -, foi a pessoa que conseguiu fazer com que essa rodovia fosse planejada, projetada e executada”, completou.

O ministro Sarney Filho também falou da mobilização de Roseana pela realização da obra. “Sem dúvida houve um empenho muito grande da ex-governadora e a inauguração hoje não deixa de ser consequência desse empenho”, finalizou.

 

De O Estado/Ronaldo Rocha

Temer não podia nomear para ministério um aliado de ‘um dos mais severos críticos’ ao seu governo, diz assessor

Pedro Fernandes e Flávio Dino, aliados de primeira hora

O presidente Michel Temer desistiu de nomear o deputado Pedro Fernandes (PTB-MA) ao Ministério do Trabalho por ele ser um aliado de um “dos mais severos críticos de seu governo”, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B).

Essa é a justificativa dada por um assessor direto de Temer para a desistência de aceitar a indicação de Pedro Fernandes para substituir Ronaldo Nogueira na pasta.

A mudança de rumo na escolha do novo ministro do Trabalho se deu depois de conversas do ex-presidente José Sarney com interlocutores do presidente Temer, lembrando que, hoje, Pedro Fernandes é ligado a Flávio Dino, inimigo político da família Sarney no Maranhão e adversário do Palácio do Planalto.

Antes, o deputado foi aliado do ex-presidente e chegou a ser secretário da filha dele, Roseana Sarney, durante um de seus mandatos como governadora do estado.

O assessor presidencial disse que em nenhum momento o Palácio do Planalto confirmou oficialmente o nome de Fernandes como novo ministro do Trabalho, mas ele chegou, sim, a ter uma aprovação inicial de Temer.

Foi na última quarta-feira (27), durante conversa em seu gabinete no Planalto com o presidente do PTB, Roberto Jefferson, e com o líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes, na qual Ronaldo Nogueira formalizou seu pedido de demissão.

Assessores de Temer destacaram ainda que o filho de Pedro Fernandes, Pedro Lucas Fernandes, trabalha no governo de Flávio Dino e vai disputar a próxima eleição para deputado federal aliado ao atual governador na sua campanha pela reeleição.

“Não dava ter no governo um ministro cujo filho iria fazer campanha contra o Temer, aliado de um dos mais severos críticos do seu governo”, afirmou um auxiliar do peemedebista.

Do G1

Fim dos privilégios da elite da previdência é fonte de ódio contra governo Temer

Se o presidente Michel Temer já anda com a popularidade lá embaixo entre os sindicalistas, meios de comunicação, artistas e outras vítimas do corte de mamatas com o dinheiro dos cofres públicos, o cordão dos descontentes com o atual governo deve engrossar ainda mais com a reforma da previdência.

A desigualdade salarial é uma das marcas da previdência no país. Enquanto o aposentado pela iniciativa privada ganha, em média, cerca de R$ 1,2 mil, um servidor da União inativo (levando em consideração todos os poderes) recebe, também na média, R$ 9 mil, ou seja, sete vezes mais. A sociedade está muito cansada de arcar com esses custos. Ter grupos privilegiados está ficando cada vez mais inviável para um País. Enquanto o benefício médio pago pelo INSS é de R$ 1.862, um aposentado do Congresso ganha, em média, R$ 28.527, e do Judiciário, R$ 25.832. O governo Temer quer igualar o teto dos benefícios para a casa dos R$ 5 mil, tanto para aposentados do setor privado quanto do setor público. Se todos contribuem, todos devem ser tratados de forma igual. Não é justo que o servidor ganhe até dez vezes mais que o trabalhador comum.

Temer já é odiado pelos meios de comunicação, que perderam as verbas gordas da SECOM, pelos banqueiros que deixaram de lucrar com a farra da inflação e dos juros altos, e pelos sindicalistas, artistas e movimentos sociais que faziam a festa com o dinheiro do contribuinte. Agora se tornará alvo da fúria da elite do funcionalismo público, que viu seus privilégios multiplicados desde 1997, com FHC e continuaram acumulando vantagens e mais vantagens durante os governos de Lula e Dilma. Apenas nos últimos 10 anos, os rendimentos de servidores federais, incluindo políticos e membros do judiciário, cresceram mais de 68% acima da inflação.

O relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), confirmou que o governo concordou em fazer mais concessões no texto que havia sido aprovado na comissão especial, mas Temer não está disposto a abrir mão do corte profundo dos privilégios” dos servidores públicos e da elite de aposentados no Brasil que recebe acima de R$ 20 mil em benefícios. Segundo ele, a intenção é que as modificações sejam “as mínimas possíveis”, mas o relator reconheceu que os dois pontos de maior consenso agora são a instituição da idade mínima para aposentadoria e o fim dos “privilégios” dos servidores públicos”.

Ele evitou detalhar as mudanças que serão feitas porque ainda serão discutidas com lideranças políticas, que também devem ver reduzidas uma série de regalias. “Há disposição do governo de fazer concessões, mas desejamos que modificações sejam as mínimas possíveis”, disse o relator.

Em torno dos pontos, Oliveira Maia disse que há consenso em relação à questão da idade mínima. “Não há sentido em fazer reforma da Previdência se não modificar essa condição absurda de a pessoa se aposentar não por idade mínima, mas por tempo de contribuição. Isso tem permitido que pessoas com menos de 50 anos se aposentem”, afirmou. Não há como culpar as gerações passadas por terem se beneficiado deste sistema, mas há que se conter a perpetuação destas discrepâncias. O pobre, no final das contas, é o mais castigado e é ele quem paga pelos privilégios da elite da previdência.

Oliveira Maia explicou que vinha evitando falar sobre a reforma porque não tinha a sinalização política de que as discussões andariam. “O tema voltou a caminhar, e tenho crença de que poderemos avançar”, afirmou o relator.

Apesar do otimismo, ele reconheceu que as dificuldades são maiores hoje. “Agora estamos retomando discussão sobre este projeto. As condições e circunstâncias políticas que existiam há cinco meses atrás não são as mesmas que temos hoje, a dificuldade aumentou. Depois de duas votações extremamente difíceis, teve custo político, isso por si só já é dificuldade”, disse, em referência à sabotagem do ex-procurador geral da República, um dos representantes de interesses em frear a reforma da previdência que irá acabar com a casta de privilegiados no funcionalismo público.

Votação

O relator afirmou ainda que, se o novo texto da proposta não for votado no plenário da Casa em dois turnos até o dia 15 de dezembro, será muito difícil aprová-lo. Ele disse, porém, não saber qual a data exata que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEMRJ), marcará a votação. “Pessoalmente, imagino que temos uma janela estreita. Se não votarmos aqui na Câmara dos Deputados até o dia 15 de dezembro e contar com a boa vontade do Senado para aprovar ainda este ano, está claro que as coisas ficam mais difíceis”, declarou o parlamentar.

Maia lembrou que a tramitação da matéria, porém, foi suspensa após a divulgação da “mal fadada”, “fraudada” delação dos executivos do grupo J&F, que atingiu o presidente Michel Temer. Para ele, a colaboração do grupo tem se revelado uma “grande armação que trouxe problemas gravíssimos”. “A partir daquele momento, o trâmite da reforma foi, de fato, suspenso”, declarou.

Imprensaviva

Em um ano, 3 milhões de petistas e comunistas perderam suas mamatas

Em pouco mais de um ano, cerca de três milhões de pessoas que viviam direta ou indiretamente de mamatas criadas durante as administrações de Lula e Dilma viram suas fontes de renda secar.

Embora uma parte das medidas implementadas pelo presidente Michel Temer tenham por objetivo a recuperação da economia e a geração de empregos, outras medidas que visam diminuir os gastos públicos estão atingindo de forma implacável um segmento da sociedade que até bem pouco tempo vivia à custa do dinheiro do contribuinte: os militantes, simpatizantes e cúmplices da roubalheira dos governos do PT.

Esta conta envolve os cargos comissionados na administração federal, os mais de 300 mil que perderam suas vagas nas prefeituras petistas (O PT perdeu 84% de suas prefeituras nas últimas eleições e 86% de suas receitas), os cerca de 1.2 milhão recebedores de benefícios irregulares do Bolsa Família, outros tantos que recebiam benefícios irregulares da previdência e por último, mais de 400 mil pelegos que viviam das receitas do famigerado imposto sindical, extinto pelo governo com a entrada em vigor da reforma trabalhista no último sábado.

Tudo isso sem contar outros tantos que se tornaram empregados da iniciativa privada após as últimas privatizações, os artistas mamadores da Lei Rouanet e todos os profissionais que construíram impérios com o dinheiro que irrigava dos cofres públicos na era PT, os jornalistas, blogueiros de aluguel, militantes virtuais remunerados e um enorme contingente de soldados dos movimentos sociais que tiveram as verbas federais cortadas no último ano. A economia do governo com estes gastos é incalculável. Apenas em 2017, foram identificados prejuízos de mais de R$ 38 bilhões com o pagamento de benefícios irregulares da previdência.

Temer deixou milhões de descontentes que agora choram suas mágoas destilando ódio contra o presidente nas ruas, nas redações dos meios de comunicação e nas redes sociais. É uma pena que toda essa gente acaba conseguindo influenciar boa parte da população, que ainda não se deu conta do tamanho do estrago que Temer provocou na máquina petista.

Mas o ódio contra o presidente tem outras origens ainda mais influentes. Temer congelou os reajustes do funcionalismo público até 2019, limitou o teto dos salários de servidores em todo o país, cortou benefícios e vantagens que equivaliam a quase outro salário e limitou a remuneração inicial de novos servidores ao teto de R$ 5 mil em início de carreira (antes, os concurseiros profissionais já ingressavam na administração pública com salários de até R$ 28 mil). Temer também deixou descontentes gente muito poderosa, como os cerca de 28 empresários mais ricos do país que perderam acesso ao dinheiro do BNDES. Os recursos que eram controlados pela elite empresarial do país foram divididos entre mais de 150 mil pequenas e médias empresas. O corte de regalias de servidores federais, inclusive de reitores e professores universitários também deixou muita gente magoada no serviço público. As faltas passaram a ser descontadas e acabou a farra das férias três vezes ao ano.

O governo promete avançar ainda mais contra uma casta de privilegiados que vem sugando os cofres públicos há décadas. A elite de pensionistas da previdência vai ser duramente atingida com a reforma que está em processo de conclusão. Assim como não abriu mão do fim do imposto sindical, Temer já avisou que não abrirá mão dos cortes de benefícios acima do teto de 5.189,82. Pela proposta, apenas os servidores federais que ingressaram no serviço público até o fim de 2003 terão direito à aposentadoria integral. O acúmulo de pensão por morte e aposentadoria não será mais permitido. Temer vai mexer na camada de cima da elite da previdência e a medida deve representar uma economia para o país de mais de R$ 10 bilhões.

Para quem pensa que acabou, ainda tem mais. A vida também não está nada fácil para donos das grandes fortunas do país, rentistas acostumados a multiplicar seus bilhões enquanto se bronzeavam em seus iates. A queda dos juros de 14.5% para 7% e a queda da inflação de 13% para menos de 3% ao ano está fazendo essa gente perder muito dinheiro. Os pobres, que voltaram ao mercado de consumo graças a estabilidade da economia, eram os que bancavam com sacrifício a vida boa dessa gente acostumada a lucrar com a miséria alheia.

Se por um lado, há muita gente descontente e na rua da amargura, a recuperação da economia e da geração de mais de 2 milhões de novos empregos com carteira assinada mostra que Temer está no caminho certo. A expectativa do governo é usar parde do que foi economizado com os cortes para retomar 4 mil obras paradas no país já a partir de novembro. O governo reservou cerca de R$ 140 bilhões para o programa Avançar e pretende gerar outros 2 milhões de empregos até março de 2018.

É compreensível que milhões de brasileiros tenham tanto ódio de Temer. Afinal, ele conquistou o lugar de maior carrasco do PT e das esquerdas brasileiras de todos os tempos. Toda esta gente ainda possui um enorme poder de articulação e influência entre a população. O problema é que muitos brasileiros estão se permitindo influenciar por essa gente magoada. Desavisados, muitos engrossam o coro dos descontentes nas redes sociais.

Imprensaviva

Alexandre Garcia fala a verdade que a Globo tenta ocultar a todo custo

O jornalista, apresentador e colunista político Alexandre Garcia é uma das últimas vozes honestas do jornalismo brasileiro e praticamente o único na Rede Globo.

Diferentemente daqueles que tentam espremer a verdade em meio a observações e ressalvas impostas pela linha editorial da emissora, como Miriam Leitão, Alexandre Garcia é claro e cristalino tanto nas críticas quanto nos elogios. Nestes tempos bicudos em que a Globo passou a adotar o terrorismo midiático e a Fake News como principal produto, o jornalista fiel aos fatos corre o risco de ser demitido. Acompanhe abaixo um artigo no qual Alexandre Garcia faz uma análise sobre o êxito do presidente Michel Temer, mesmo sendo alvo predileto dos ataques da Globo e de seus empregados sem reputação..

Neste texto, o jornalista desmente praticamente toda a linha editorial da emissora sobre o governo:

“No princípio era o caos – a frase se aplica ao gênesis do governo Temer. Quando a presidente saiu, deixou inflação acima de 10%, 13 milhões de desempregados, recessão, descrença, falta de disposição de investir, só o agronegócio sustentando o país, com o comércio e a indústria perdendo produção e vendas. E em menos de ano e meio, o Brasil voltou a crescer, faz seis meses que cai o desemprego, aumentou o poder aquisitivo do assalariado, a inflação está em 2,5% ao ano, o superávit comercial vai bater recorde de 70 bilhões de dólares, os índices de confiança do consumidor, do comerciante e do industrial, na Fundação Getúlio Vargas estão em alta, a taxa básica de juros está reduzida a 7,5%, deixando os juros reais em 3% ao ano e, embora com tanta insegurança pública, os investimentos estrangeiros nos últimos 12 meses chegaram a 83 bilhões de dólares.

Meus amigos se perguntam “Que governo é esse?” Eu perguntaria, como Francelino Pereira, que país é este? Paradoxal, pois sempre que a economia vai bem, o governo vai bem na opinião pública. Mas este praticamente, não tem popularidade alguma.

Está com míseros 3% de aprovação – e menos de 3% de inflação e 3% de juros reais. Paradoxal. Ora, dirão que é a administração de Meirelles, o Ministro da Fazenda e de Ilajn Golfeinj, do Banco Central, mais o novo rumo que Pedro Parente dá à maior estatal, a Petrobrás – que já foi antro da bandidagem apurada pela Lava-jato. Mas quem segura essa barra é o Presidente, chefe deles.

Não ter aprovação popular é vantagem, porque faz o que é preciso, sem preocupação de perder o que não tem. O presidente Lula, quando recebeu de seu Ministro da Fazenda Palocci o projeto da necessária reforma da Previdência, em 2006, desistiu por ameaça das centrais sindicais de se mobilizarem contra o governo. Com medo de perder popularidade, Lula desistiu da reforma e o déficit se agravou geometricamente.

O ex-presidente disse agora, em sua campanha para 2018, que Temer gastou 14 bilhões para comprar a derrubada das denúncias de Janot. Boa parte da população acredita nisso, porque não sabe que emendas de parlamentares ao orçamento de 2017 têm que ser liberadas no mesmo ano. Nada que não estivesse no orçamento. A propósito, o Estadão mostra o cálculo do professor da FGV Carlos Pereira sobre os gastos políticos do governo com ministérios para partidos e emendas orçamentárias.

Num índice de zero a 100 de custo da governança, Temer tem 15, Dilma chegou a 88 e Lula a 95. Conhecedor do Legislativo, Temer governa com o Congresso e vem obtendo resultados. Ano que vem, prevê o Banco Mundial, vai aumentar a onda de crescimento que já começou nas economias avançadas e nas emergentes. Isso reforça o impulso brasileiro. A previsão para o Brasil é de, no mínimo, 3% a mais no PIB, ano que vem”.

Após Temer vetar recriação de imposto sindical que tirava 3 bilhões de reais dos trabalhadores, centrais convocam pelegos para protestar

Após o não definitivo do presidente Michel Temer sobre a recriação do imposto sindical, veio a choradeira. As principais centrais sindicais do Brasil se reuniram na noite desta segunda-feira (6), e decidiram convocar um mega protesto contra o fim da mamata que lhes garantia uma mamata de nada menos que R$ 3 bilhões, arrancados dos bolsos dos trabalhadores através do extinto imposto sindical obrigatório.

Embora a convocação do protesto esteja sendo feita com base na alegação da entrada em vigor da reforma trabalhista e a aprovação da previdenciária, todos sabem que o foco da revolta dos sindicalistas é a determinação de Michel Temer em acabar com o oxigênio de mais de 400 mil sindicalistas que viviam até agora às custas do famigerado imposto sindical, equivalente a um dia de trabalho suado de cada brasileiro.

Em São Paulo, está programada uma concentração na Praça da Sé com destino à Avenida Paulista, no dia 10.

Temer já avisou que não recua e que também não pretende criar nenhuma alternativa para recompor as perdas dos sindicatos, como propor uma medida provisória que beneficie as entidades trabalhistas, que deixarão de receber o imposto sindical a partir da semana que vem. Serão R$ 2.9 bilhões a mais no bolso do trabalhador. Já os sindicalistas terão que arrumar outro sustento.

Em audiência com Michel Temer, Hildo Rocha recebe a garantia de conclusão da duplicação da BR-135 até Miranda do Norte

A duplicação da BR-135 até a cidade de Bacabeira está assegurada, segundo afirmou o presidente Michel Temer durante audiência que ele concedeu ao deputado federal Hildo Rocha, na semana passada. “Tratamos sobre diversos assuntos, mas, o tema principal foi a duplicação da BR-135. Falei sobre a evolução da obra que agora está num ritmo muito bom. Isso nos leva a acreditar que a segunda pista estará toda pavimentada até o final do próximo mês”, destacou o deputado.

 Duplicação até Miranda do Norte

Hildo Rocha pediu ao presidente Michel Temer que estabeleça como prioridade a continuação do projeto que prevê a duplicação da BR-135 até o município de Miranda do Norte. “A continuação do projeto é de grande importância para a economia do Maranhão. Todas as cidades localizadas ao longo da BR terão possibilidades de atrair empreendimentos, e assim gerar empregos. Além disso, vai melhorar o fluxo dos transportes de mercadorias para importação e exportação, diminuirá os custos, e dará mais segurança no transito”, disse Hildo Rocha.

Dificuldades superadas

De acordo com o parlamentar, o governo anterior não pagou as construtoras que foram obrigadas a paralisar a obra por um longo tempo. “O atraso no pagamento ocasionou lentidão. O problema só foi solucionado após a posse do atual presidente da República. A bancada federal também ajudou a solucionar o problema, pois destinamos R$ 160 milhões de reais em emendas impositivas para que houvesse dotação orçamentaria suficiente para concluir a obra até Bacabeira.  A outra parte da emenda está sendo usada para fazer boa parte dos dois trechos seguintes: Bacabeira/Entroncamento e Entroncamento/ Miranda do Norte” explicou Hildo Rocha.

Água Para Todos

O deputado destacou a liberação de recursos que irão beneficiar milhares de famílias com a implantação de sistemas de abastecimento de água e construção de pequenas barragens. “Agradeci ao presidente pela liberação de dez milhões de reais para o Programa Água Para Todos no Maranhão. O programa estava praticamente parado. Graças a essa ação, milhares de famílias estão tendo acesso aos benefícios previstos no programa”, destacou Hildo Rocha.

Programa fortalecido

O deputado disse que solicitou, e o presidente se comprometeu em liberar, mais dez milhões de reais logo no início do próximo ano. “Esses recursos irão contribuir para o fortalecimento do programa beneficiando assim milhares de famílias que passarão a ter direito a agua de qualidade e outros benefícios como construção de pequenas barragens que irão contribuir para melhorar a vida de produtores rurais familiares”, destacou o parlamentar.

 Conquistas importantes

Segundo Hildo Rocha o presidente Michel Temer tem sido bastante atencioso com o Maranhão. Para confirmar, o parlamentar elencou dez realizações importantes do governo federal no estado: conclusão da Ampliação do Aeroporto de São Luís; viabilização da duplicação da BR-135 até a cidade de Miranda do Norte; pavimentação de cem quilômetros da BR-226 entre Presidente Dutra e Timon; reativação do Programa Água Para Todos; continuação do investimento financeiro na nova adutora do Italuis; conclusão de dezenas de empreendimentos de habitações populares; restauração da BR-226 entre Presidente Dutra e Porto Franco; liberação de recursos orçamentários para a modernização e requalificação da Rua Grande (e adjacências) e das praças João Lisboa e Deodoro; implantação do Instituto Tecnológico da Aeronáutica no Maranhão, e reinicio das obras de duplicação da BR-010 na área urbana da cidade de Imperatriz.

 

Vitória da classe trabalhadora: Temer veta recriação do imposto sindical

O presidente Michel Temer negou definitivamente a insistentes pedidos de lideranças sindicais para que editasse uma medida provisória que permitira a recriação do imposto sindical. A disposição do presidente, que se empenhou pessoalmente para que o imposto fosse extinto na modernização da legislação trabalhista, acabou prevalecendo. Para desespero da esquerda brasileira e dos jornalistas futriqueiros de plantão, que vinham assegurando que Temer cederia.

Um dos mais empenhados em ressuscitar o imposto sindical era o presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva. O líder da Força Sindical já jogou a toalha e desistiu de cobrar de Temer a edição de medida provisória para recriar o imposto sindical, extinto com a reforma trabalhista.

Paulinho representava todas as lideranças sindicais do país e alimentava a esperança de conseguir convencer o presidente a enviar ao Congresso uma MP para manter, por cinco anos, a principal fonte de renda dos sindicatos em troca de apoio na 2.ª denúncia. Temer não aceitou negociar qualquer compromisso neste sentido.

A única alternativa dos sindicalistas agora será apresentar um novo projeto diretamente na Câmara dos Deputados, onde há poucas chances de que iniciativas desta natureza prosperem. O governo ainda tem maioria no Congresso. Mesmo que de forma mais discreta, Temer irá atuar para impedir que qualquer projeto para instituir o novo tributo seja aprovado.

A interlocutores, o presidente observou que milhões de trabalhadores ficaram sem seus empregos e estão na luta para conseguir se reinserir no mercado de trabalho. Com os 400 mil sindicalistas que viviam dos bilhões do imposto sindical não deve ser diferente. Eles que procurem outra forma de garantir seus sustentos. “De preferência, com trabalho honesto”.

Folha revela, de forma acanhada, detalhes sobre liberação de emendas antes da votação da denúncia contra Temer

A Folha de São Paulo foi o primeiro meio de comunicação a abordar de forma mais ou menos honesta informações sobre a liberação de emendas do Governo às vésperas da votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer.

Embora o mau caratismo esteja presente na manchete da matéria publicada na última sexta-feira, 27, qualquer leitor minimamente razoável poderá pela primeira vez avaliar se houve ou não favorecimento de parlamentares que votaram para barrar a denúncia contra o presidente.

Levantamento feito pela Folha, com base em dados oficiais, mostra que o Planalto pagou em média R$ 2,6 milhões em emendas para os deputados que bloquearam a investigação contra Temer. O período considerado começa em agosto, quando a primeira denúncia foi barrada. Os que votaram pela continuidade da apuração receberam R$ 1,9 milhão no período.

Os números são quase proporcionais aos observados nas votações, mas na prática, Temer liberou 6% a mais em emendas para parlamentares que votaram contra ele, em números mais exatos. Apesar dos fatos, a imprensa e a oposição continuam mentindo, afirmando que o governo usou a liberação de emendas para garantir votos no Congresso.

Por meio de nota oficial, o governo afirmou que não há “relação entre liberação de emenda e o voto parlamentar. Prova disso é que emendas foram empenhadas tanto para deputados da oposição quanto da base aliada, em valores equilibrados”.

O levantamento da Folha considerou o pagamento efetivo das emendas.

A gestão Temer diz que se baseia em critérios técnicos para distribuir os recursos. Pela lei, o Executivo não pode mais congelar as verbas para emendas, o que significa que havendo denúncia ou não, as emendas teriam que ser liberadas, respeitando-se a previsão no orçamento e o limite do teto dos gastos adotado pelo próprio governo Temer.

Resta saber ao que irão atribuir a liberação de emendas daqui para frente, tendo em vista que elas precisam ser liberadas de qualquer forma. Resta saber se ainda vão continuar omitindo que os recursos liberados para emendas parlamentares vão para os municípios e são investidos em obras como creches, escolas e hospitais. É o dinheiro do povo sendo destinado a melhora da vida do povo. É para isto que servem as emendas.

Apesar da pequena diferença apontada pela Folha, a publicação se omitiu em divulgar a média histórica dos governos do PT de Lula e Dilma, na qual deputados da base governista abocanhavam 75% das verbas liberadas pelos petistas.

 

Janot queria derrubar Temer e me pediu para mentir em troca de acordo de delação premiadíssima, diz Eduardo Cunha

No mesmo dia em que foram divulgados áudios em que o empresário Joesley Batista afirma que o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot pretendia usar seu acordo de delação para derrubar o presidente Michel Temer, outra peça importante do jogo político faz praticamente a mesma revelação.

Em uma rara entrevista à Revista Época, o ex-deputado Eduardo Cunha confirmou que Janot lhe pediu para mentir em troca de um acordo de delação premiada nos moldes do que foi oferecido aos açougueiros da JBS.

Tanto as revelações feitas por Joesley quanto as novas informações reveladas por Cunha são de uma gravidade extrema e colocam o ex-procurador geral em uma situação delicadíssima perante as autoridades. Ao final da matéria, o trecho do áudio em que Joesley afirma que Janot pretendia derrubar o presidente Michel Temer.

Segundo o açougueiro criminoso, o ex-procurador pretendia se tornar presidente da República ou indicar um nome com o objetivo de controlar a PGR após terminar seu mandato.

No trecho abaixo, o ex-deputado Eduardo Cunha faz praticamente as mesmas afirmações e confirma que Janot propôs que ele mentisse para comprometer o presidente, pouco se importando se narraria fatos verídicos ou mentiras. Cunha também confirma que Janot instruiu o doleiro Lúcio Funaro a mentir apenas para comprometer Temer.

Acompanhe abaixo um trecho da reportagem da revista Época:

ÉPOCA – O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot não aceitou sua proposta de delação premiada. O senhor ainda está disposto a colaborar, caso a nova procuradora-geral, Raquel Dodge, aceite negociar?

Eduardo Cunha– Estou pronto para revelar tudo o que sei, com provas, datas, fatos, testemunhas, indicações de meios para corroborar o que posso dizer. Assinei um acordo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República, de negociação de colaboração, que ainda está válido. Estou disposto a conversar com a nova procuradora-geral. Tenho histórias quilométricas para contar, desde que haja boa-fé na negociação.

ÉPOCA – Não houve boa-fé na negociação com Janot

Eduardo Cunha– Claro que não. Nunca acreditei que minha delação daria certo com o Janot. Tanto que não deu.

ÉPOCA – Então, por que negociou com a equipe dele?

Eduardo Cunha – Topei conversar para mostrar a todos que estou disposto a colaborar e a contar a verdade. Mas só uma criança acreditaria que Janot toparia uma delação comigo. E eu não sou uma criança. O Janot não queria a verdade; só queria me usar para derrubar o Michel Temer.

ÉPOCA – Como assim?

Eduardo Cunha – Tenho muito a contar, mas não vou admitir o que não fiz. Não recebi qualquer pagamento do Joesley [Batista, dono da JBS] para manter silêncio sobre qualquer coisa. Em junho, quando fui depor à Polícia Federal sobre esse episódio, disse que tanto não mantinha silêncio algum que ninguém havia me chamado a colaborar, a quebrá-lo. Naquele momento, o Ministério Público e a Polícia  Federal me procuraram para fazer colaboração. Autorizei meus advogados a negociar com o MP.

ÉPOCA – O que deu errado?

Eduardo Cunha – Janot queria que eu colocasse mentiras na delação para derrubar o Michel Temer. Se vão derrubar ou não o Michel Temer, se ele fez algo de errado ou não, é uma outra história. Mas não vão me usar para confirmar algo que não fiz, para atender aos interesses políticos do Janot. Ele operou politicamente esse processo de delações.

ÉPOCA – O que há de político nas delações?

Eduardo Cunha – O Janot, na verdade, queria um terceiro mandato. Mas seria difícil, tempo demais para um só. O candidato dele era o Nicolao Dino [vice de Janot], mas a resistência ao Dino no PMDB era forte. Se o Dino estivesse fora, a Raquel Dodge, desafeto do grupo dele, seria escolhida. É nesse contexto que aparece aquela delação absurda da JBS. O Janot viu a oportunidade de tirar o Michel Temer e conseguir fazer o sucessor dele na PGR.

ÉPOCA – O que há de absurdo na delação da JBS? Ou o senhor se refere aos benefícios concedidos aos delatores?

Eduardo Cunha – O Joesley fez uma delação seletiva, para atender aos interesses dele e do Janot. Há omissões graves na delação dele. O Joesley poupou muito o PT. Escondeu que nos reunimos, eu e Joesley, quatro horas com o Lula, na véspera do impeachment. O Lula estava tentando me convencer a parar o impeachment. Isso é só um pequeno exemplo. Eu traria muitos fatos que tornariam inviável a delação da JBS. Tenho conhecimento de omissões graves. Essa é uma das razões pelas quais minha delação não poderia sair com o Janot. Ele, com esses objetivos políticos, acabou criando uma trapalhada institucional, que culminou no episódio do áudio da JBS. Jogou uma nuvem de suspeição no Supremo sem base alguma.

ÉPOCA – Mas o que houve de político na negociação da delação do senhor?

Eduardo Cunha – A maior prova de que Janot operou politicamente é que ele queria que eu admitisse que vendi o silêncio ao Joesley para poder usar na denúncia contra o Michel Temer. Não posso admitir aquilo que não fiz. Como não posso admitir culpa do que eu não fiz, inclusive nas ações que correm no Paraná. Estava disposto a trazer fatos na colaboração que não têm nada a ver com o que está exposto nas ações penais. Eles não queriam.

ÉPOCA – Havia algum outro fato que os procuradores queriam que você admitisse? Que não foi uma admissão espontânea, como determina a lei?

Eduardo Cunha – – Janot queria que eu colocasse na proposta de delação que houve pagamentos para deputados votarem a favor do impeachment. Isso nunca aconteceu. Um absurdo. Se o próprio Joesley confessou o contrário na delação dele, dizendo que se comprometeu a pagar deputados para votar contra o impeachment, de onde sai esse tipo de coisa? Qual o sentido? Mas aí essa história maluca, olha que surpresa, aparece na delação do Lúcio [Funaro, doleiro próximo a Cunha]. É uma operação política, não jurídica. Eles tiram as conclusões deles e obrigam a gente a confirmar. Os caras não aceitam quando você diz a verdade. Queriam que eu corroborasse um relatório da PF que me acusa de coisas que não existem. Não é verdade. Então não vou. Não vou.

ÉPOCA – Janot estabeleceu uma disputa entre o senhor e Funaro. Só um fecharia delação, por terem conhecimento de fatos semelhantes envolvendo o PMDB da Câmara.

Eduardo Cunha – O Janot tem ódio de mim. Mas o ódio dele pelo Michel Temer passou a ser maior do que a mim. Então, se eu conseguisse derrubar o Michel Temer, ele aceitava. Mas eu não aceitei mentir. E ele preferiu usar o Lúcio Funaro de cavalo.

ÉPOCA – Alguma outra razão para a delação não ter saído?

Eduardo Cunha – O que eu tenho para falar ia arrebentar a delação da JBS e ia debilitar a da Odebrecht. E agora posso acabar com a do Lúcio Funaro.

ÉPOCA – O que o senhor tem a contar de tão grave?

Eduardo Cunha – Infelizmente, não posso adiantar, entrar no mérito desses casos. Quebraria meu acordo com a PGR. Eu honro meus acordos.

ÉPOCA – Nem no caso de Funaro? O senhor já mencionou um fato que diz ser falso.

Eduardo Cunha – Ainda não tive acesso à íntegra da delação do Lúcio Funaro. Mas, pelo que li na imprensa e pelo que já tive conhecimento, há muito contrabando e mentiras ali. A delação do Lúcio Funaro foi feita única e exclusivamente pelo que ele ouviu dizer de mim. O problema é que ele disse que ouviu de mim coisas que não aconteceram. Como um encontro dele com Michel Temer e comigo na Base Aérea em São Paulo. Ou esse episódio da véspera do impeachment, de compra de deputados, que o Janot colocou na boca do Lúcio Funaro. Tudo que ele falou do Michel Temer que disse ter ouvido falar de mim é mentira. Ele não tinha acesso ao Michel Temer ou aos deputados. Eu tinha.

 

Com informações da Revista Época