Governo federal vai rever política de preços do gás de cozinha

O governo federal reconheceu que a Petrobras adotou uma política equivocada de preços para o gás de cozinha quando criou uma regra de correção automática do valor do produto, aplicada no dia 5 de cada mês.

Pelos critérios atuais, o produto de primeira necessidade vinha sendo ajustado de acordo com a variação dos preços dos demais combustíveis, atrelados à variação do valor de mercado internacional.

A situação afeta os consumidores, desde os mais pobres aos mais ricos. Como se trata de um produto imprescindível que acaba tendo um peso maior no orçamento doméstico das famílias de baixa renda, o governo determinou que a Petrobras reveja sua política de preços. O presidente Michel Temer considerou a política equivocada e cobrou providências urgentes da equipe econômica e da direção da Petrobras.

Já ficou determinado que a correção do preço não deverá mais ser mensal, de modo a evitar a incorporação de aumentos de preços do gás no mercado internacional, sujeitos a grandes variações no curto prazo. A nova regra em estudo deve implicar ainda, em algum momento, na reversão dos aumentos já praticados.

Elite do funcionalismo público protesta contra Temer pelo fim dos privilégios na Previdência

Depois dos sindicalistas, é a vez dos servidores chorarem o fim de privilégios

O fim dos privilégios a servidores públicos é uma das “cláusulas pétreas” impostas pelo presidente Michel Temer durante as negociações do novo texto da reforma da Previdência. Temer tem sido inflexível contra as regras que permitem que funcionários públicos se aposentem mais cedo e ganhando mais do que trabalhadores da iniciativa privada.

Outra imposição do presidente diz respeito à equiparação do teto da remuneração dos servidores públicos com o dos trabalhadores da iniciativa privada, que é de R$ 5.200,00. Há servidores que recebem acima de R$ 30 mil. A categoria drena quase 70% dos recursos da previdência.

Neste domingo, funcionários de universidades ligadas à FASUBRA (Federação de Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Brasileiras) foram à residência oficial da presidência da Câmara em Brasília para protestar contra a reforma da Previdência.

O presidente Michel Temer participava de um jantar no local com líderes de partidos aliados no Congresso. Cerca de 40 pessoas gritaram palavras de ordem contra os participantes do jantar. O protesto terminou cerca de 30 minutos depois.

Os servidores federais estão revoltados com Temer por outros motivos. A categoria que viu seus rendimentos crescerem 3 vezes durante os governos Lula e Dilma teve os reajustes congelados até 2019 pelo atual presidente.

Imprensaviva

É contra a reforma da previdência? Então toma aqui uma aula grátis de economia

25Hoje ocorre uma série de manifestações contra a reforma da previdência. Infelizmente, muitas pessoas são contra a reforma sem ao menos entender por que a mudança do sistema previdenciário é vital para o país a médio e longo prazo, principalmente para a população mais pobre.

Infelizmente, a maioria das pessoas contrárias à reforma da previdência segue clichês, “#hashtags” ou opiniões de celebridades que não entendem absolutamente nada de economia e finanças. Diante disso, o objetivo deste artigo é explicar a necessidade da reforma da previdência, mostrar por que ela é fundamental para o Brasil e apontar as negativas consequências econômicas e sociais, caso a reforma não passe no Congresso.

O que é a Reforma da Previdência?

Basicamente, a reforma da previdência refere-se a mudanças de regras na idade mínima ou tempo de contribuição para se aposentar. Atualmente, tecnicidades à parte, a idade mínima para se aposentar é 60 anos para homens (ou 35 anos de contribuição) e 55 anos para mulheres (ou 30 anos de contribuição). A proposta do governo é alterar a idade mínima de aposentadoria (/assuntos/aposentadoria) para 65 anos para ambos os sexos, elevando o tempo de contribuição mínima de 15 para 25 anos. Em linhas gerais, caso aprovada, uma pessoa, para se aposentar, terá que cumprir dois requisitos: ter 65 anos de idade e ter contribuído com pelos 25 anos para o sistema previdenciário. Além disso, a aposentadoria somente por tempo de contribuição será extinta.

Para entendermos melhor a importância da reforma da previdência, é necessário entender o conceito de previdência e de “dinheiro púbico” (ou seja, dinheiro da sociedade). Quando nos aposentamos, a sociedade que está atualmente trabalhando passa a nos sustentar por meio de contribuições, compulsórias ou não. O problema é que o dinheiro arrecadado pelas contribuições não é suficiente para sustentar a gama de aposentados que existe hoje no país. A conta simplesmente não fecha! O rombo da previdência atualmente (arrecadação – gastos) chega a aproximadamente a 150 bilhões de reais por ano (2,3% do PIB). Para conseguir pagar os aposentados, o governo financia o rombo com tributos e empresta dinheiro da sociedade por meio de emissão de títulos públicos (Tesouro Direto, por exemplo). O problema é que está cada vez mais difícil fechar essa conta, e se nada for feito em relação à previdência; num futuro próximo, o governo (a sociedade) não terá dinheiro para pagar os aposentados, e milhares de pessoas irão para miséria.

E por que está cada vez mais difícil fechar a conta/o rombo da previdência?

Basicamente está mais difícil fechar essa conta porque os gastos com os aposentados aumentaram, uma vez que as pessoas passaram a viver mais. O sistema previdenciário atual foi desenhado há décadas e a idéia era que as pessoas que estivessem trabalhando sustentassem os indivíduos que se aposentassem. O problema é que o sistema foi desenhado baseado numa expectativa de vida menor das pessoas. No entanto, hoje esses limites ficaram muitos baixos, dado que a expectativa de vida aumentou significativamente (45,5 anos em 1940 contra 75,5 anos em 2015). Em outras palavras, o aumento da expectativa de vida das pessoas trouxe uma consequência econômica para o sistema previdenciário: a sociedade tem de sustentar o aposentado por mais tempo. O ponto central é que os limites de idade desenhados no passado para sustentar as aposentadorias não condizem mais com a realidade atual do Brasil. Sem contar que, em parte, o sistema é deficitário devido à existência de aposentadorias exorbitantemente altas no funcionalismo público comparativamente aos trabalhadores do setor privado.

É evidente que todo mundo gostaria de um mundo em que as pessoas se aposentassem aos 40 anos e todo mundo tivesse dinheiro para fazer tudo: morar, comer bem, se vestir, viajar, cuidar da saúde, etc. Um mundo de abundância de recursos, sem esforço, sem trabalho e sem sofrimento. Infelizmente, este mundo não existe porque no mundo real os recursos são escassos e as necessidades, ilimitadas; obrigando a sociedade a fazer escolhas.

E a escolha a ser feita é: fazemos um sacrifício agora para manter a saúde da previdência futuramente ou não fazemos nada e esperamos o sistema entrar em colapso, prejudicando os futuros trabalhadores que irão se aposentar? Infelizmente, em economia não tem mágica. Para que o governo continue a pagar os aposentados por meio das contribuições e tributos, é necessário diminuir o déficit da previdência. A ideia é que as pessoas se aposentem mais tarde, para que a conta da previdência se torne sustentável e garanta a continuidade do sistema para futuras gerações. Caso contrário, o governo não terá mais dinheiro para fechar a conta e pagar as aposentadorias.

E por quê? Porque, o dinheiro do governo, o tal do “dinheiro público”, nada mais é que o dinheiro arrecadado pela sociedade por meio de tributos ou tomado via empréstimos, o qual é limitado, uma vez que a renda gerada pela produção de bens e serviços na sociedade também é limitada.

Por que a Reforma da Previdência é tão importante?

Em termos práticos, a reforma da previdência significa que as despesas do governo irão diminuir. Com menores gastos públicos, o governo será capaz de reduzir impostos e o setor privado produzir mais, trazendo impactos positivos, inclusive para a arrecadação tributária.  Em outras palavras, a diminuição de gastos públicos permite um ambiente favorável para redução de impostos e aumento de investimentos das empresas, consequentemente, trazendo elevação da renda e do emprego para a população.

E se a Reforma não for aprovada?

A maior parte dos economistas, empresários e investidores do mercado financeiro entendem a importância da aprovação da reforma da previdência para o Brasil. Entendem que ela é vital para a retomada do crescimento sustentável da economia. Caso ela não seja aprovada, as expectativas irão piorar e população brasileira sofrerá as consequências econômicas e sociais. Nesse caso, a confiança no Brasil se deterioraria e os empresários poderiam deixar de investir no país. Assim, teríamos consequências negativas sobre o crescimento econômico, com reflexos de elevação do desemprego e inflação, queda na bolsa e alta do dólar, devido ao aumento da percepção de risco (calote da dívida pública para os próximos anos).

A médio e longo prazo, caso a reforma não seja aprovada, o governo não terá mais condições de pagar os aposentados. Nesse caso, provavelmente ele emitirá dinheiro para pagar os beneficiários. Mas como a emissão de dinheiro não virá de um aumento real da produção de bens e serviços, o efeito será certamente uma elevação significativa da inflação para a sociedade, prejudicando principalmente os próprios aposentados e a população mais pobres, os mais vulneráveis aos efeitos perversos da inflação.

Conclusão

É claro que ninguém gosta de reforma porque arcamos com perda de direitos em curto prazo. Mas, aqui vale a seguinte reflexão: para um direito existir, obviamente é necessário que existam condições de prover esse direito. Caso a reforma não seja aprovada, é bem provável que futuramente o direito à aposentadoria deixará de existir pela falta de recursos. Além disso, caso a reforma não passe no Congresso, a economia sofrerá tanto a curto e longo prazo, com efeitos negativos sobre o crescimento econômico, desemprego e inflação.

É evidente que alguém poderia dizer que se não tivesse tanta roubalheira, o governo teria mais dinheiro para fechar o rombo. Certamente, mas ainda sim, a diminuição da corrupção não seria suficiente para resolver a questão previdenciária. De outro modo, devemos combater a corrupção e resolver o problema previdenciário – um não exclui o outro.

O déficit da previdência não é uma jabuticaba brasileira, ao contrário, é um problema que afeta a maior parte dos países e uma reforma do sistema é mais que necessária, é urgente.

Infelizmente, caso a reforma não seja aprovada, não serão nem os endinheirados artistas contrários à reforma (alô, Wagner Moura!) e nem os grupos de esquerda que irão se prejudicar, mas a população brasileira que irá pagar o pato. Pode apostar!

Por Alan Ghani / Infomoney

Com privatizações anunciadas pelo governo Temer, mais de 50 mil apadrinhados do PT perderão cargos comissionados

Sob ameaça de demissão, funcionários públicos fizeram campanha para o PT em 2014

Pelo menos 100 mil funcionários públicos vão deixar de ser responsabilidade da União e vão se tornar empregados da iniciativa privada ao fim do programa de privatizações anunciado pelo governo federal esta semana.

O projeto do governo Temer prevê a privatização de nada menos que 57 empresas estatais que empregam cerca de 100 mil servidores. Isso sem contar que em setembro do ano passado, já havia sido anunciada a desestatização de 34 outros projetos. Como a maioria dos funcionários públicos são simpatizantes da esquerda estatizadora, é possível afirmar que mais de 50 mil petistas vão se tornar empregados da iniciativa privada.

O governo pretende diminuir os gastos com funcionalismo público, cortar pela raiz os prejuízos aos cofres públicos com empresas deficitárias que servem apenas de cabide de emprego e ainda colocar um bom dinheiro no caixa. A previsão de arrecadação com a venda de portos, aeroportos, rodovias e a Casa da Moeda pode superar a cifra dos R$ 60 bilhões.

Para se ter uma ideia, a Eletrobras, que teve a privatização informada no início da semana, não entra nesta lista, causou um prejuízo aos cofres públicos de quase R$ 30 bilhões durante o governo Dilma. Segundo o governo, o repasse do controle da elétrica será feito na bolsa por meio de emissão de novas ações, o que vai diluir a participação da União. A desestatização da empresa animou os investidores. O simples anúncio da privatização fez com que os papéis da empresa tivessem valorização de quase 50% em uma semana, adicionando R$ 9 bilhões a seu valor de mercado.

Entre as empresas que serão privatizadas, a maioria possui excesso de funcionários, sendo que muitos dos quais sequer cumprem jornada de trabalho integral. Há casos de servidores que trabalham apenas uma semana durante o ano. Muitos se dedicam a atividade político partidária.

Cerca de cinco mil servidores públicos simplesmente abandonaram seus postos de trabalho para ir a Curitiba acompanhar o último depoimento prestado pelo ex-presidente Lula ao juiz Sérgio Moro. Sob ameaça de demissão, funcionários públicos fizeram campanha de graça para o PT em 2014 e em 2016 em vários municípios do Brasil.  Investigados pelo Tribunal de Contas da União, os servidores alegaram que foram obrigados a participar das ações de divulgação dos candidatos do PT.

Segundo Thaís Anes de Lima, a campanha no segundo turno – para a presidente Dilma Rousseff – foi ainda mais ferrenha. Alguns de seus colegas que se negaram a continuar o trabalho pró-PT foram demitidos. “Tinha até van para levar a gente para lugares mais distantes”, conta Thaís.

Vídeos da época mostram parte das ações dos funcionários públicos junto a outros cabos eleitorais do PT durante a campanha de 2014. “Nós não dependíamos de indicações políticas, porque éramos terceirizados. As ordens partiam de funcionários comissionados, que dependiam de indicações políticas para ocupar os cargos”, afirma a ex-funcionária da Projebel. Assista:

Acompanhe abaixo a lista das empresas que serão privatizadas:

Veja o que será leiloado e quando:

Aeroportos

  1. Aeroporto de Maceió (AL): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  2. Aeroporto de João Pessoa (PB): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  3. Aeroporto de Aracaju (SE): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  4. Aeroporto de Juazeiro do Norte (CE): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  5. Aeroporto de Campina Grande (PB): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  6. Aeroporto do Recife (PE): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  7. Aeroporto de Várzea Grande (MT): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  8. Aeroporto de Rondonópolis (MT): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  9. Aeroporto de Sinop (MT): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  10. Aeroporto de Alta Floresta (MT): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  11. Aeroporto de Barra do Garças (MT): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  12. Aeroporto de Vitória (ES): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  13. Aeroporto de Macaé (RJ): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  14. Aeroporto de Congonhas (SP): edital de concessão no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.

Participações acionárias da Infraero

  1. Alienação da participação acionária da Infraero no aeroporto de Brasília (DF): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre.
  2. Alienação da participação acionária da Infraero no aeroporto de Confins (MG): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre.
  3. Alienação da participação acionária da Infraero no aeroporto do Galeão (RJ): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre.
  4. Alienação da participação acionária da Infraero no aeroporto de Guarulhos (SP): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre.

Rodovias

  1. Estudo para concessão da BR-153 GO/TO: edital no terceiro trimestre de 2018 e leilão no quarto trimestre do ano que vem.
  2. Concessão da BR364 RO/MT: edital no terceiro trimestre de 2018 e leilão no quarto trimestre do ano que vem.

Portos

  1. Cessão onerosa do terminal (MIR 01) de Miramar no porto de Belém: edital no quarto trimestre de 2017 e leilão no primeiro trimestre de 2018.
  2. Cessão onerosa do terminal (BEL 05) de Miramar no porto de Belém: edital no quarto trimestre de 2017 e leilão no primeiro trimestre de 2018.
  3. Cessão onerosa do terminal (BEL 06) de Miramar no porto de Belém: edital no quarto trimestre de 2017 e leilão no primeiro trimestre de 2018.
  4. Terminal de granel líquido do Porto de Belém (BEL O2A): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  5. Terminal de granel líquido do Porto de Belém (BEL O2B): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  6. Terminal de granel líquido do Porto de Belém (BEL O4): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  7. Terminal de granel líquido do Porto de Belém (BEL O8): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  8. Terminal de granel líquido do Porto de Belém (BEL O9): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  9. Terminal de granéis líquidos em Vila Conde (PA) (VDC 12): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  10. Terminal de grão em Paranaguá (PR) (PAR07): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  11. Terminal de grão em Paranaguá (PR) (PAR08): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  12. Terminal de grão em Paranaguá (PR) (PARXX): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  13. Terminal de granéis líquidos em Vitória (ES): edital no segundo trimestre de 2018 e leilão no terceiro trimestre do ano que vem.
  14. Renovação antecipada do terminal de fertilizantes no porto de Itaqui (MA): sem data indicada.
  15. Autorização de investimentos no terminal Agrovia do Nordeste no porto de Suape (PE): sem data indicada.
  16. Privatização da Codesa (Companhia Docas do ES): edital no terceiro trimestre de 2018 e leilão no quarto trimestre do ano que vem.

Ativos de energia

  1. Concessão da usina de Jaguara (MG): edital e leilão no terceiro trimestre de 2017.
  2. 3ª rodada sobre regime de partilha da produção na área do pré-sal: edital e leilão no quarto trimestre de 2017.
  3. 15ª rodada de blocos para exploração e produção: edital no primeiro trimestre de 2018 e leilão no segundo trimestre do ano que vem.
  4. 5ª rodada de licitações de campos terrestres maduros: edital e leilão no segundo trimestre de 2018.
  5. 4ª rodada de blocos sob regime de partilha e produção: edital no primeiro trimestre de 2018 e leilão no segundo trimestre do ano que vem.
  6. 11 lotes de instalações e transmissão: edital e leilão no quarto trimestre de 2017.

Outros

  1. Privatização da Casemg: edital no terceiro trimestre de 2018 e leilão no quatro trimestre do ano que vem.
  2. Privatização da Ceasaminas: edital no terceiro trimestre de 2018 e leilão no quatro trimestre do ano que vem.
  3. PPP da rede de telecomunicações integrada do Comaer: edital no quarto trimestre de 2017 e leilão no primeiro trimestre de 2018.
  4. Privatização da Casa da Moeda: edital no terceiro trimestre de 2018 e leilão no quarto trimestre do ano que vem.
  5. Concessão da Lotex: edital e leilão no quarto trimestre de 2017.

Michel Temer vai acabar com farra de aluguéis superfaturados ao Estado e economizar R$ 1,6 bilhão do contribuinte ao ano

O governo federal pretende acabar com a mamata dos contratos de aluguéis superfaturados com a União e prepara mais um pacote de medidas para cortar gastos no Executivo. O objetivo é zerar as despesas de aluguel de imóveis para órgãos públicos.

A Secretaria de Patrimônio da União finaliza estudo que guiará a redistribuição de repartições que hoje estão em prédios de terceiros. A mudança pode significar uma economia de R$ 1,6 bilhão por ano do dinheiro do contribuinte. O discurso do ajuste ganha força no momento em que o Planalto busca apoio para aprovar propostas de redução de gastos públicos e aumento na arrecadação.

Menos despesas, mais dinheiro para investimento em áreas como saúde, segurança e educação. O levantamento feito até o momento constatou que mais de 90% dos contratos de aluguéis bancados pelo governo são superfaturados. Muitos imóveis pertencem a funcionários públicos, como membros do judiciário, e sequer são utilizados. Há casos de conjuntos de salas que não são utilizadas há mais de cinco anos, alugados por R$ 60 mil.

O governo pretende também fixar um prazo máximo de recebimento de auxílio-moradia pelos servidores públicos federais ou comissionados. Os servidores que possuem imóveis nas cidades onde trabalham deixarão de receber o auxílio moradia imediatamente.

As medidas anunciadas pelo governo, como a limitação dos salários de aprovados em concursos públicos ao teto de R$ 5 mil, compõem um conjunto de iniciativas que pode significar a economia de mais de R$ 50 bilhões ao ano e vai garantir uma boa margem orçamento para governos no futuro.

Fato: Janot denunciou Temer apenas para livrar Joesley da cadeia, mesmo tendo confessado 1890 crimes de corrupção

Não há como contestar este fato. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, livrou da cadeia o maior beneficiário e benfeitor dos governos corruptos do PT, Joesley Batista. Resta saber agora se foi preciso envolver Temer em uma trama criminosa para justificar os benefícios indecentes concedidos ao empresário que confessou ter corrompido nada menos que 1890 políticos em todo o Brasil.

Fato: Joesley confessou que sem a cultura criminosa que imperou nos governos do PT, jamais teria tido acesso ao dinheiro do contribuinte e hoje seria apenas um açougueiro no interior de Goiás.

Fato: em troca de um indecente acordo de delação premiada, cujo maior trunfo alegado era a denúncia de um presidente da República, Joesley não entregou nenhuma prova consistente, robusta e incontestável contra Temer. Caso contrário, seu governo teria caído no mesmo dia, como queria a Rede Globo, Janot e o PT.

Fato: Toda a imprensa brasileira se voltou contra o governo Temer e poupou os criminosos da JBS, que drenaram dos cofres públicos mais de R$ 60 bilhões em troca de propinas para políticos e partidos.

Fato: Joesley é cria de Lula, Dilma e do PT, que estranhamente não foram comprometidos com provas robustas sobre seus crimes, que não possuem foro privilegiado e, apesar disso, estão todos livres, leves e soltos, pedindo a saída de Temer.

Fato: até o momento, o único que impôs algum tipo de penalidade contra os criminosos da JBS foi justamente o presidente Michel Temer, que elevou o valor das multas da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de R$ 500 mil para R$ 500 milhões. O Grupo JBS de Joesley é alvo de nove processos na CVM por lucrarem bilhões especulando no mercado financeiro usando o próprio acordo de delação premiada. Temer ordenou a Petrobras a cancelar o fornecimento de gás para uma termelétrica do Grupo J&F, com base na cláusula anticorrupção constante no contrato entre as empresas. A Caixa Econômica cancelou uma linha de crédito da JBS de R$ 9 bilhões pelo mesmo motivo.

Fato: Temer foi implacável com o PT e seus asseclas desde os primeiros dias de governo, demitindo mais de 20 mil ocupantes de cargos comissionados, cortando mordomias de Dilma e de sua filha, acabando com repasses ao MST, CUT e outros braços políticos do PT, acabou com a mamata da Lei Rouanet, acabou com o famigerado imposto sindical obrigatório que sustentava mais de 300 mil sindicalistas a serviço do PT, acabou com os repasses bilionários do dinheiro do BNDES para empresas amigas do PT, como a Globo, JBS e Oi.

Fato: Janot fechou sozinho o acordo com os criminosos da JBS, em tempo recorde, sem a participação da Polícia Federal e dos membros da força-tarefa do Ministério Público Federal na Lava Jato em Curitiba.

Fato: o acordo suspeito de Janot com os criminosos da JBS manchou a reputação da Operação Lava Jato, o que forçou a Polícia Federal a desligar a força-tarefa do MPF da base de investigações em Curitiba. Os procuradores foram apontados como responsáveis por vazamentos, uso político da operação e suspeitos de agirem de acordo com instruções de Janot, que blindou o PT em vários episódios, como no caso do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Em outras frentes, Janot barrou acordos de delação mortais contra o PT, como o de Marcos Valério, Pedro Corrêa e Léo Pinheiro.

Fato: O petista Edson Fachin, conhecido como o “ursão” de Dilma, violou a Lei de Delação e homologou o acordo dos criminosos da JBS-Friboi, mesmo sendo Joesley Batista apontado como chefe de organização criminosa. Fachin alegou não ter lido os termos do acordo e disse que verificou apenas se havia a presença de um advogado e se Joesley fez o acordo de livre e espontânea vontade.

Fato: Fachin é petista, chegou ao cargo de ministro do STF com a ajuda da JBS e prevaricou.

Fato: todos que pedem a saída de Temer agora são justamente aqueles que espernearam com a saída de Dilma. Os mesmos políticos que se beneficiaram de 13 anos de corrupção do PT, os mesmos artistas que mamaram R$ 15 bilhões da Lei Rouanet, a mesma Globo que foi contemplada com R$ 6.2 bilhões em verbas de publicidade em apenas 7 anos de governos do PT.

Fato: O site Imprensa Viva é favorável a qualquer medida, ação ou política de desmonte dos 13 anos de ação criminosa do PT no Brasil

Fato: a Globo, JBS e Janot tentaram derrubar o governo Temer e ninguém apresentou o nome de seu substituto. A burrice ou má fé neste caso é flagrante. O Brasil já sofreu demais nas mãos dessa gente. Que o diga os mais de 14 milhões de desempregados e mais de 500 mil empresários que faliram. Não há como trocar o certo pelo duvidoso, pelo desconhecido.

Fato: Temer recuperou a economia, baixou os juros, a inflação, o dólar, começou a gerar empregos e atrair investimentos para o país. O governo promoveu uma recuperação recorde no sistema público de saúde no país, que estava em situação caótica quando assumiu. Temer salvou a Petrobras da falência, salvou mais de 90 mil empregos e acabou com a farra da nomeação de cargos por indicação política na estatal.

Fato: o mercado, os empresários e a economia reagem positivamente a qualquer sinal de permanência do governo, assim como reage bem a qualquer sinal da prisão de Lula, Dilma e dos criminosos do PT. Pelo menos neste momento, Temer no governo significa mais estabilidade, mais emprego. A ameaça de alguém ligado ao PT e a Globo chegar ao poder significa desemprego, fuga de capitais, alta da inflação e dos juros.

Fato: não há como admitir que um criminoso confesso como Joesley Batista seja protegido por Janot, pela Globo e seus satélites, enquanto atacam o governo e promovem o caos na economia para lucrar no mercado financeiro com a desgraça do povo.

Fato: 2018 está logo ali. Se Temer cometeu algum crime, logo poderá responder por eles na Justiça, o que é bem pouco provável devido a inconsistência da acusação que pesa contra ele, a única em seus mais de 40 anos de vida pública.No quesito prioridade, o Brasil tem vários criminosos que devem ser presos antes disso, como o próprio Joesley Batista, Dilma, Lula, Guido Mantega, Eike Batista, José Dirceu e outros bandidos que vem destruindo e roubando sem piedade o dinheiro do contribuinte há mais de uma década.

Fato: estão escondendo o ex-suplente de deputado Rodrigo Rocha Loures. Temer substituiu o ministro da Justiça, Osmar Serraglio justamente para jogar Rocha Loures no colo de Edson Fachin e de Janot. De quem era o dinheiro da mala entregue a Rocha Loures? Da JBS, da Polícia Federal ou da PGR? Por que tiraram o chip que havia sindo instalado na mala? Por que não esperaram o dinheiro chegar ao seu destino? Se Temer sabe que pode ser incriminado por Rocha Loures, por qual motivo teria desafiado a Globo, o STF e Rodrigo Janot, lembrando que o procurador pode ter recebido milhões da JBS? Diante destes fatos, o povo precisa definir de que lado está. A oposição mente sobre a possibilidade de eleição direta após a queda de Temer. É uma manobra suja para colocar em seu lugar alguém conivente com o que há de pior no sistema político do Brasil. É preciso assumir uma postura em defesa daquilo que é melhor para o país, para a economia e para o emprego de milhões de chefes de família. A queda de Temer mergulharia o país no caso, diante das incertezas sobre quem o sucederia na Presidência.

É preciso escolher um lado. As opções são: Ficar ao lado da Globo, de Janot, Fachin e dos criminosos do PT ou dar suporte ao atual governo pelo menos até as eleições de 2018. Este é um momento da história em que os brasileiros sensatos e responsáveis precisam ser pragmáticos, sem hipocrisia, sem fazer coro com o mi mi mi dos esquerdopatas. Nesta batalha pelo bem do país, não há meio termo.

Fato: Temer é um mero presidente transitório e não há motivos para esta sangria desatada para derrubar o governo agora, faltando apenas um ano para as próximas eleições presidenciais.

Fato: Aqueles que atentam agora contra as instituições do país são inimigos do Brasil e não têm qualquer responsabilidade ou piedade dos mais vulneráveis às crises políticas e econômicas que patrocinam, onde apenas uma minaria sai lucrando.

Fato: fazer coro com os órfãos de Lula, Dilma e do PT ou pregar a santidade absoluta na política é coisa de gente estúpida ou mal-intencionada.

Imprensaviva

Governo Temer anuncia cursos remunerados para 50 mil jovens de áreas carentes no Rio. Meta é afastá-los da criminalidade

Os planos do governo federal para combater a criminalidade no estado do Rio de Janeiro não se resumem ao envio de tropas do exército ou a ocupação de morros, a exemplo do que ocorreu no passado. A Meta é combater a criminalidade em várias frentes, inclusive através de políticas públicas para alcançar os jovens moradores de comunidades carentes e mais vulneráveis de serem cooptados por criminosos. Esta semana, os ministros Sandro Sá Leitão, da Cultura; Osmar Terra, do Desenvolvimento Social e Agrário; e Maurício Quintella, dos Transportes, Portos e Aviação Civil; deram mais detalhes sobre as ações planejadas para gerar emprego e renda no Rio de Janeiro, além de desenvolver programas sociais para afastar jovens da criminalidade.

Osmar Terra anunciou um programa de contra-turno escolar, no qual as famílias participantes receberão em dobro o valor do Bolsa Família. “Vamos dobrar o Bolsa Família para as famílias cujos jovens estejam no contra-turno conosco. Estamos falando de 50 mil jovens, cerca de 40 mil famílias. Será algo em torno de R$ 6 milhões por mês [a ser repassado]”, disse o ministro. Ele esclareceu que o aumento do benefício – um incentivo para manter os jovens no programa – não será permanente. “É um programa para resolver uma crise até ela diminuir de intensidade”.

Segundo Terra, os 50 mil jovens de 12 a 29 anos, selecionados em áreas carentes do Rio de Janeiro, participarão de atividades esportivas e de capacitação profissional em unidades militares. Serão 27 unidades disponibilizadas para campeonatos esportivos e aulas de programação de softwares. Serão jovens moradores dos Complexos da Maré, do Alemão e da Penha, além de comunidades em Nova Iguaçu, Duque de Caxias e São Gonçalo.

A ideia é que jovens façam estágios remunerados na rede turística e hoteleira do Rio de Janeiro. Além disso, o governo pretende fazer parcerias com empresas de software para que os alunos que se destacarem possam montar startups (empresas novas, ou até em fase de constituição, que tem projetos promissores, ligados à pesquisa, investigação e desenvolvimento de ideias inovadoras). “Se um se destacar, pode inspirar outros também”, disse Terra. Como forma de gerar emprego, renda e investimentos nos setores de turismo, cultura e esportes, o ministro da Cultura, Sandro Sá Leitão, deu alguns exemplos de eventos programados para integrar o calendário permanente de eventos do Rio de Janeiro.

Serão 150 eventos ao longo de todo ano. Nesse calendário constam eventos tradicionais, como o carnaval e o réveillon. Setenta por cento dos eventos serão voltados para o público em geral, 15% serão eventos de negócios e 15% com as duas características. Entre os eventos adiantados pelo ministro, estão a Tattoo Week (evento de tatuagem), Salão Moto Brasil (feira de motos), Rio Music Conference (evento de música eletrônica), Anima Mundi (festival de filmes de animação) e NBA Global Games (evento de basquete). O calendário completo será anunciado em outubro. Antes, em setembro, serão abertas inscrições para novos projetos. A ideia é incluir no calendário eventos que tenham o potencial de gerar renda e empregos.

Leitão explicou que a Fundação Getúlio Vargas (FGV) será parceira do governo federal no projeto e serão feitos estudos para avaliar os impactos positivos. “A FGV vai se encarregar de fazer uma avaliação desses eventos para estimar o potencial de cada um de gerar emprego e renda. E, depois, fará a avaliação do impacto efetivo, para saber quanto de fato conseguiremos de emprego, renda e investimentos”.

O ministro da Cultura disse que serão investidos R$ 200 milhões para viabilizar os eventos. Desse valor, R$ 150 milhões serão de patrocínio e os R$ 50 milhões restantes a título de promoção. O governo terá também com a participação da iniciativa privada como patrocinadora dos eventos.

De acordo com Leitão, a expectativa é que o Rio de Janeiro tenha uma receita anual de R$ 6 bilhões por ano. “A FGV fez um estudo preliminar e esse estudo apontou que um incremento de 20% no número de turistas no Rio de Janeiro representará R$ 6 bilhões na economia do estado. Estamos falando da injeção de dinheiro novo”. Investimentos em infraestrutura Quintella explicou que serão priorizadas a realização de obras de infraestrutura que também auxiliarão na geração de emprego e renda. Dentre essas obras, estão a reforma nos aeroportos de Angra dos Reis, com investimento de R$ 3 milhões; de Itaperuna, que também receberá R$ 3 milhões de verba; e de Rezende, com investimento de R$ 7 milhões.

Serão feitas também obras na área portuária da cidade e na BR-040, estrada na subida da serra de Petrópolis. A obra custará, segundo o ministro, cerca de R$ 1 milhão. “Temos uma grande reivindicação da população que é a retomada das obras da via BR 040. Estamos enviando a análise de custo para o TCU [Tribunal de Contas da União] e esperamos poder finalizar a obra até o final de 2018”.