Membro do PCdoB já faturou mais de R$ 350 mil no Governo Flávio Dino

Jean Carlos Oliveira gravou programa eleitoral em 2014 para candidato do PCdoB (Foto: Divulgação).

O comunista Jean Carlos Oliveira, proprietário de um imóvel situado no bairro da Aurora e que ganhou notoriedade no escândalo nacional conhecido como “aluguel camarada”, já faturou mais de R$ 350 mil no Governo Flávio Dino (PCdoB).

O imóvel de Jean Carlos foi alugado em 2015 pelo Governo para a instalação de um anexo da Fundação da Criança e do Adolescente (Funac). O prédio só passou a ser utilizado, contudo, em janeiro do ano passado, depois de pagas 17 parcelas.

O mesmo prédio já havia sido utilizado em 2014 como comitê de campanha. Lá eram realizadas reuniões político-partidárias e distribuídos materiais de campanha do partido, que elegeu Flávio Dino governador.

O comunista também conseguiu ser contratado pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). Só foi desligado do cargo no ano passado, após O Estado revelar o vínculo.

Ao todo, Jean Carlos Oliveira faturou R$ 357.569,36 somente com o aluguel do imóvel de sua propriedade.

Em 2015 foram pagos ao comunista, segundo o Portal da Transparência, R$ 72 mil. Já em 2016, Jean Carlos recebeu dos cofres públicos o montante de R$ 144 mil. No ano passado, segundo dados do próprio Executivo, ele faturou mais R$ 141.569,36.

No ano passado, quando surgiu o escândalo, o secretário de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos, Marcio Jerry, presidente estadual do PCdoB, afirmou que o fato de o Governo ter alugado o prédio que serviu de comitê de campanha do partido em 2014, e que pertence a um membro da legenda, o mesmo que era contratado da Emap na estrutura do Executivo, não passou de coincidência.

O Estado não conseguiu entrar em contato com Jean Carlos Oliveira para tratar do novo contrato de aluguel do imóvel de sua propriedade ao Executivo.

De O estado do Maranhão/Ronaldo Rocha

Lambança comunista

A lambança do governo Flávio Dino (PCdoB) na tentativa de implantação do novo Sistema Italuís levou setores do próprio governo comunista a mover ações contra a Caema.

O Procon-MA, por exemplo, quer saber as causas do corte no fornecimento d’água a 160 bairros, desde sábado, exatamente quando o novo sistema deveria começar a operar.

Desde sábado, quando o novo sistema entrou em colapso, Flávio Dino, como de costume, tentou culpar adversários, imprensa e até gestões passadas da Caema pelo erro, que é exclusivamente seu. Foi no governo comunista que o projeto do novo Italuís – praticamente todo construído no governo Roseana Sarney (PMDB) – foi alterado e aditivado em 25%. Na mudança de projetos, os engenheiros comunistas de Dino desenvolveram uma tal conexão em “Y”, que acabou se rompendo com a pressão da água.

O resultado é que, para garantir o abastecimento nos bairros, o governo foi obrigado a religar o antigo sistema. E o novo vai ter que esperar mais para uma nova tentativa de funcionamento.

A lambança comunista na operação do Italuís foi um dos piores momentos do governo comunista. Mais uma vez, porém, exaltou também a faceta mais dissimulada do governador que ora ocupa o Palácio dos Leões: a de jogar a responsabilidade de seus erros para terceiros. Desta vez, no entanto, não houve como esconder a lambança.

Sob investigação

Não apenas o Procon, mas também a Defensoria Pública vai cobrar satisfações da Caema pelos quase sete dias sem água em vários bairros de São Luís.

A Defensoria divulgou nota na manhã de ontem, pondo-se à disposição para consumidores que se sentirem lesados pela companhia.

O Procon já havia notificado a empresa para que se explique, em 48 horas, o que levou ao corte no fornecimento d’água na capital maranhense.

Bastava ligar

O projeto Italuís foi concebido, licitado e construído praticamente todo no governo Roseana Sarney.

A Flávio Dino, caberia apenas o serviço de ligar um cano a outro, para distribuir água para as centenas de bairros da capital.

O governo comunista, porém, não conseguiu fazer a simples operação de conexão e voltou ao sistema antigo.

Jornal O Estado do Maranhão/Estado Maior

Governo comunista acabou com as homenagens ao Dia da Raça, afirmou o deputado Hildo Rocha

Num pronunciamento forte e contundente na Câmara Federal, o deputado Hildo Rocha (PMDB) criticou a falta de civismo e patriotismo do governador do estado do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) ao tolir, pelo terceiro ano consecutivo, os alunos de desfilarem em alusão ao Dia da Raça e o desfile do dia 7 de setembro.

O Desfile Cívico do Dia da Raça é um evento que acontece anualmente no dia 5 de setembro em várias cidades do país. Mas veja bem, o desfile cívico e civismo está meio à parte no Maranhão comunista.

Dia da Raça, uma festividade que é marcada por desfiles e comemorações cívicas. A celebração pelo dia tem o objetivo de enaltecer a identidade cultural brasileira e todos os imigrantes que contribuíram para a formação da “raça brasileira”. A data entrou para o calendário oficial a partir da proclamação da Independência do Brasil.

A data é marcada por um sentimento de nacionalidade, semelhante ao visto durante a Inconfidência Mineira e a Independência do Brasil. Segundo historiadores, a raça brasileira teve sua origem na miscigenação de índios, negros e brancos. As principais culturas que contribuíram para a formação das características dos brasileiros foram os africanos, os alemães, os italianos, os japoneses, os libaneses, os holandeses, os chineses e os poloneses.

Por mim

Lembro-me da abertura da Semana da Pátria da minha infância. Antes do inicio das aulas, no pátio do Colégio Batista Daniel de La Touche, com a farda verde e branca, impecável, elegante e trazendo no peito o que se aprendia nas aulas da disciplina Moral e Cívica, hasteando a Bandeira Nacional, com canto do Hino Nacional Brasileiro, quando os alunos ouviam a introdução, paravam, colocavam a mão do lado esquerdo do peito e postavam em posição de sentido em respeito ao símbolo da Pátria.

No dia sete de setembro, o grande dia da Independência do Brasil, desfilavam na Avenida Senador Vitorino Freire: o 24º Batalhão de Caçadores, Marinha, Aeronáutica, Policia Militar e Bombeiros Militares, além dos ex-combatentes da FEB e algumas escolas. Hoje, a história não se repete, pela influencia comunista que caminha na contramão da história, da tradição e do que temos de mais importante da nossa Republica, que é o patriotismo.

Em tempo: O Colégio Batista Daniel de La Touche, o qual estudei, foi a única escola a desfilar no Dia da Raça pelas ruas e avenida do bairro onde está situada.

Aluguel camarada – Hildo Rocha denuncia corregedor geral do Ministério Público no CNMP

Governador Flavio Dino e o procurador Eduardo Jorge Heluy Nicolau, ligações nada republicanas.

O corregedor-geral do Ministério Público do Maranhão (MPMA), procurador Eduardo Jorge Heluy Nicolau, foi denunciado ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) por negligência no atendimento a uma determinação do colegiado, para que abrisse processo de apuração contra o promotor Paulo Roberto Barbosa Ramos, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária e Econômica de São Luís.

Ramos foi acusado de usar a rádio oficial do Governo do Maranhão para tecer comentários depreciativos contra a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) no chamado Caso Sefaz.

Decorrido o prazo legal para a abertura do procedimento, Eduardo Nicolau ignorou a determinação e, mesmo novamente instado a se manifestar, esperou vencer novo prazo dado pelo CNMP para se movimentar.

Numa reclamação disciplinar endereçada ao corregedor interino do CNMP, Fábio da Nóbrega, o deputado federal Hildo Rocha (PMDB) aponta aquele que seria um dos motivos do que considera inércia do corregedor maranhense: além de compartilhar material ofensivo à ex-governadora e fazer propaganda positiva do atual governo nas redes, Nicolau tem também negócios com a atual gestão estadual.

Pertence ao procurador um imóvel localizado no centro de São José de Ribamar pelo qual o governo Flávio Dino (PCdoB) pagou, até o último dia 3 de agosto, R$ 15 mil por mês de aluguel. No local, funcionou provisoriamente uma escola, que já foi reinstalada em seu prédio original.

O contrato inicial previa o pagamento de aluguel de R$ 180 mil, ao fim de 12 meses. Após aditivos, no entanto, o valor saltou a R$ 389.855,64, mais que o dobro, em pouco mais de dois anos.

Foram R$ 93,2 mil em 2015, outros R$ 195,4 mil em 2016 e, ainda, R$ 101,2 mil neste ano. Os dados são do Portal da Transparência do Governo do Maranhão.

Deputado Federal Hildo Rocha denunciou o procurador ao CNMP por negligência e irregularidade em locação de imóvel para o Governo do Estado do Maranhão, no que ficou conhecido como “aluguel camarada”.

Princípios – Ao apontar que “os fatos são estarrecedores”, o deputado Hildo Rocha relata na reclamação que, além de contratado sem licitação, o imóvel foi mantido alugado além do prazo inicial por meio de aditivos, o que, segundo ele, fere princípios constitucionais.

“Os contratos de locação são fruto de dispensa de licitação e vem sendo aditivados, reiteradas vezes, em total afronta à Constituição Federal, aos princípios da impessoalidade, moralidade, legalidade, à Lei de Licitação e, por conseguinte, aponta para o cometimento de improbidade administrativa clássica”, destaca.

Rocha acrescenta, ainda, que a relação comercial entre o procurador e o Estado pode ter influenciado na decisão dele de não abrir, quando instado a tal, procedimento contra o colega que também comunga de opiniões contrárias à ex-governadora Roseana Sarney, mesmo após determinação expressa do CNMP.

“É, no mínimo, desconcertante o conjunto fático-probatório trazido ao conhecimento do Conselho Nacional do Ministério Público. Imaginar que um procurador de justiça, atual corregedor-geral, servidor público do Ministério Público, possui contrato com o atual Governador Flávio Dino, esquivando-se de procedimento licitatório, afrontando os princípios constitucionais do artigo 37 da Carta Republicana e, para piorar, omitindo-se no exercício funcional de corregedor deixando de apurar conduta do promotor Paulo Roberto, mesmo tendo do CNMP determinado que assim fizesse, simplesmente porque tal promotor move ações penais em face da ex-governadora Roseana é, com absoluta certeza, algo de extrema e profunda gravidade e, por evidente, corrói, macula e denigre a instituição da qual faz parte”, comentou.

Em recente comentário nas redes sociais, acerca da disputa eleitoral de 2018, Eduardo Nicolau escreveu que votaria na ex-governadora “para auxiliar de limpeza”.

Também em sua página pessoal ele compartilha material ofensivo à peemedebista e elogioso ao governo Flávio Dino (PCdoB).

O aluguel do procurador
2017 – R$ 101.200,00
2016 – R$ 195.400,00
2015 – R$ 93.255,64

Afastamento – No documento protocolado no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), o deputado Hildo Rocha (PMDB) pede, liminarmente, o imediato afastamento do procurador Eduardo Jorge Hiluy Nicolau das funções de corregedor do Ministério Público do Maranhão (MPMA) e suspensão dos seus atos.

O peemdebista quer, ainda, que seja realizada uma correição na Corregedoria do MP, para a apuração de eventuais outras faltas funcionais do corregedor.

“A necessidade de instauração de processo de reclamação disciplinar é evidente! Os fatos estão provados e as condutas praticadas, em definitivo, violam frontalmente os regramentos estabelecidos pela Carta Magna e pelas normas internas do Ministério Público e, quiçá, configuram improbidade administrativa”, argumenta o parlamentar.

Segundo ele, o próprio CNMP já havia acatado uma primeira reclamação de sua autoria, solicitando a apuração da conduta do promotor Paulo Roberto Barbosa Ramos, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária e Econômica de São Luís.

“A seriedade da denúncia – acatada pelo CNMP – fez com que tal órgão oficiasse ao Corregedor reclamado para que providências fossem tomadas. […] Apesar do ofício, o Corregedor permaneceu silente, por duas oportunidades, vindo a instaurar sindicância determinada pelo CNMP ao vencer, pela segunda vez, o prazo estipulado no RI do órgão”, destacou Rocha.

Para ele, Eduardo Nicolau “agiu dolosamente” para proteger um colega que comunga do seu mesmo posicionamento político-partidário.

“Há provas, por conseguinte, de que o reclamado agiu, dolosamente, deixando de instaurar sindicância em face do Dr. Paulo Roberto Barbosa Ramos, mesmo recebendo orientação da Corregedoria Geral do CNMP para que assim procedesse. Ou seja, fechou os olhos para atuação do citado membro do Parquet em âmbito local, não tomando qualquer providência, apesar da imensa repercussão acerca da conduta do Dr. Paulo Roberto”, concluiu.

 

O Estado

 

“O rei está nu”

Quando a governadora Roseana Sarney convidou o ex-secretário Ricardo Murad para a Secretaria de Saúde do Estado em 2009, as unidades públicas da Rede Estadual de Saúde eram antigas, deterioradas, em péssimo estado, baixíssimo atendimento e nenhuma complexidade. Faziam o feijão com arroz como diz o ditado. Os governos priorizavam as clínicas particulares, contratadas para prestar serviços básicos, insuficientes. Gastava-se os recursos da saúde em serviços privados ou se repassava a prefeitos sem preocupação com o atendimento à população.

Era preciso mudar e a mudança veio com o Programa Saúde é Vida, que deu aos maranhenses um atendimento integral e universal em unidades públicas equiparadas às melhores do país, permitindo acesso e assistência para milhões de maranhenses. Um programa com objetivos e metas definidos que previa a implantação de pequenos hospitais municipais, — onde as pessoas viviam sem atendimento, verdadeiros vazios assistenciais —, passando pelas UPAS, os hospitais gerais regionais, as maternidades, os macrorregionais e os de alta complexidade, inclusive, o de câncer. Uma atenção toda especial foi direcionada para ofertar leitos de terapia intensiva, as UTIs, ativando 236 novos leitos e requalificando os 96 existentes sem condições de uso.

Iniciou-se a rede de hemodiálise, de consultas e exames especializados, a reestruturação do Laboratório Central do Estado e do Hemomar. A ampliação da assistência odontológica com a oferta de serviços nas UPAS e um centro de referência no CEMESP e em parceria com os municípios. O programa tinha recurso assegurado para construção, reforma e equipamentos, e para o custeio, tudo provisionado, porque o Saúde é Vida foi absorvido pelo Viva Maranhão, o grande projeto de desenvolvimento do governo passado, com aprovação no PPA, na LDO e nas LOAS daqueles anos, coordenado pela Secretaria de Planejamento.

É triste o que vem ocorrendo desde a posse do governador Flávio Dino. Assiste-se ao desmonte e o abandono de um programa que tem previsão legal, de execução obrigatória seja qual for o governador eleito. Além de dezenas de obras paralisadas, lentas ou inauguradas fora do perfil, o governador ainda resolve gastar milhões e milhões de reais com aluguéis milionários, que consomem sem necessidade boa parte do orçamento da saúde a exemplo da Clínica Eldorado, usurpando dos cofres públicos R$ 90 mil por mês durante um ano sem nunca ter atendido um paciente. Na mesma linha irresponsável, gasta mais de R$ 903 mil para reformar o prédio dessa mesma clínica particular sem licitação. Enquanto isso, a obra de ampliação do Hospital Carlos Macieira se arrasta sem previsão de inauguração. É o único hospital de alta complexidade do Estado que iria incorporar mais 204 leitos aos 222 existentes. Era lá que deveria funcionar o atendimento de trauma e ortopedia de alta complexidade e não em clínica particular inapropriada.

Desde que foi pego na propina da Odebrecht, Flávio Dino, a cada novo escândalo, se apega no ataque aos governos anteriores. Um chato esse Flávio. Quem não lembra de sua empáfia ao apregoar que era diferente de todos os outros governadores? Lembram quando bateu no peito e gritou que iria recuperar os 400 anos de atraso do Maranhão? Quem te viu, quem te vê, o rei está nu e, o pior, sem um tostão como disse em Caxias, num chororô chato onde só comprovou o que já sabíamos, sua incompetência à frente do governo. A chatice dele nas redes sociais tem recebido a resposta dos maranhenses, especialmente daqueles que votaram confiando no discurso da mudança. O que mais se lê é “votei, mas não voto mais”.  O chororô vai aumentar. Aguentem!

 

Por Andréa Murad (deputada estadual)

 

Governador Flávio Dino confessa que conseguiu quebrar o Estado do Maranhão

O governador Flávio Dino acabou por confessar, em alto e bom som, que os três anos do seu mandato à frente do Estado tiveram uma consequência nefasta para o Maranhão. Em discurso na cidade de Caxias, ele revelou que o Estado está quebrado, sem nenhum tostão.

Ora, se o próprio Dino está no comando do governo desde 2015, e tem falado que está modernizando o Maranhão desde então, fala de obras, de serviços e de investimentos, então quem quebrou o Estado? Só há uma resposta possível: o Estado está quebrado, segundo o governador, por obra e graça do próprio Flávio Dino.

É preciso lembrar e relembrar que Dino recebeu o Maranhão com todas as contas em dia e com um caixa de R$ 2 bilhões, fruto da operação de crédito realizada pela gestão de Roseana Sarney (PMDB) no BNDES e que ficou todo para usufruto do governo comunista. Se os cofres estaduais estão zerados, então foi Dino quem gastou os R$ 2 bilhões deixados em caixa. E gastou mal, pelo que se vê.

A declaração de Dino dada em Caxias repercutiu imediatamente nas redes sociais. O senador Roberto Rocha ironizou: “Meus cumprimentos pela entrega dos kits de irrigação, hoje, em Caxias; na oportunidade, ele confessou que faliu o estado”.

E a tropa-de-choque do governador tratou de tentar minimizar o estrago da confissão de culpa comunista. O seu líder na Assembleia, Rogério Cafeteira, como sempre o primeiro a sair em defesa, mesmo sem argumentos, alegou que dos R$ 2 bilhões do BNDES, R$ 1,2 bilhão foram glosados pelo banco.

O fato é que Dino vai ter de se explicar, de qualquer forma, porque diz, hoje – passados três anos de comando do Estado – que o Maranhão está quebrado. Ele deve explicações.

 

Jornal O Estado do Maranhão/Coluna Estado Maior

 

Vereador de Esperantinópolis cria lei que anistia IPVA atrasado no município

Vereador Ribinha da Caema, trabalha pelo povo e contra os abusos dos impostos do governo do estado.

Vivemos num Estado que em dois anos e meio, mais de 10 mil veículos foram leiloados pelo Governo do Estado. São veículos de trabalhadores, que dependem daquilo até mesmo para trabalhar. Agora, como se isso não bastasse, o Governador ainda decide multar em até 30% quem pagar o IPVA atrasado, ou seja, agora, o maranhense que junta dinheiro para quitar o débito, ainda será multado. Isso contraria a lógica, sob o ponto social. Quanto mais tempo passa, mais dinheiro o cidadão terá que tirar do bolso para quitar os débitos. Em um cenário de crise financeira, essa ação não é, nem de longe, aceitável. Ao invés de incentivar, o Governador penaliza a população mais carente.

Contraponto

O Vereador Ribinha (PDT) do município de Esperantinópolis, é o  autor de uma proposta de emenda bastante inusitada e que vai de encontro a maior meta do governo comunista Flavio Dino, que é angariar vorazmente e aumentar multas e impostos diariamente, principalmente ICMS e IPVA atrasados. E o mais revoltante é o recolhimento de veículos para o um patio privado, por reboques privado e leiloando pela mesma empresa privada dos veículos de cidadãos, que por algum motivo não puderam pagar o imposto.

Vale observar que o destemido vereador Ribinha é da base governista do Prefeito comunista Aluisinho do Posto, do mesmo partido do governador maranhense.

A proposta que cria um selo municipal que autoriza o tráfego de veículos no município é simples e desburocratiza todo um sistema gigantesco estadual. Pela proposta do vereador, basta pagar o selo na prefeitura com a alíquota de 5% do valor venal do veículo (sendo parcelado em até 5 vezes) e automaticamente anistia o debito de IPVA Estadual.

Sendo ou não constitucional, que sirva de exemplo para os demais municípios maranhenses criarem leis para que os veículos dos seus munícipes  possam transitar livremente, sem a preocupação do proprietário ter seu bem usurpado pelo estado.

O Caráter desumanizado na Policia Militar do Estado do Maranhão

Governador Flávio Dino cumprimenta o comandante da Polícia Militar do Maranhão, coronel Pereira, e o Secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela ao fundo.

Desde quando assumiu o Comando Geral, o Coronel Pereira criou o “ajeitadinho” dos cursos na PM. Senão vejamos: cada curso instituído é designado 1 (um) coordenador, 1 (um) Diretor Geral e 1 (um) coordenador pedagógico. Cada um recebendo a “pequena importância” 3.600,00 (três mil e seiscentos) pela participação na condução dos referidos cursos, além das horas aulas que são ministradas pelos instrutores indicados, única e exclusivamente pelo Sr. Comandante Geral.

A par disso, tem-se criado verdadeiras máquinas para o policiamento “humanitário” tão sonhado pela população. Homens que durante a sua instrução, nada pedagógica, levam tapas no rosto, comem comida de porcos e sujeitam-se as mais diversas situações vexatórias com o intuito de provar seus limites e evidenciar competência para pertencer as fileiras da Policia Militar.

E hoje temos centenas de homens com o caráter forjado e inspirado na pessoa do Comandante Geral, que não carrega em seu currículo nenhuma formação acadêmica, além daquela adquirida como forma de ingresso na PM, ou se as tem, não colocam em prática a bem da corporação, como gestor.

Interessante observar, que as viaturas de área destinadas ao suporte dos bairros estão em extinção, e sem atuação, pois mais vale homens nos batalhões especiais (CHOQUE, COE, COSAR), do que atuando no policiamento preventivo e humanitário.

Retirou-se homens das ruas, que estavam inseridos nas comunidades e nos bairros, e os levaram a crer que, para estarem inseridos dentro do contexto do atual comando teriam que se submeter aos tais cursos, nada humanitário e extremamente oneroso para o Estado (bom negócio para os amigos do comando).

Quem ousa dizer qual foi o último curso voltado para a humanização que tivemos nos últimos 4 (quatro) anos para nossa tropa? Mas não é difícil esquecer as diversas vezes em que o Coronel Pereira proferiu a palestra “Sobrevivência policial”, nas inúmeras aulas inaugurais desses cursos, ditos operacionais, uma verdadeira apologia ao crime.
Realmente o Coronel Pereira literalmente cruzou os braços para humanização na PM, como faz em suas poses nas fotos em redes sociais.

Nossas praças, principalmente os que não integram as “forças especiais”, estão apenas servindo de vitrine para aqueles que querem atirar pedras, e para o Governo passar a imagem de falsa sensação de segurança, causando um engarrafamento enorme nos horários de picos com essa tal barreira de contenção, que não aborda ninguém, servindo apenas para irritar a população e joga-la contra a PM.

Consta no site da Transparência do Governo do Estado, que o Comandante Geral desde que assumiu o cargo até hoje, já faturou 154.795,00 (cento e cinquenta e quatro mil setecentos e noventa e cinco reais) só com diárias, cursos, instrução e participação em conselhos, recurso esse livre de qualquer tributação. Assim, ao promover os tais cursos Operacionais dentro da instituição, o nobre comandante, além de desviar o caráter preventivo e humanitário tem a possibilidade de faturar um Extra para sua conta pessoal e dos “amigos”.

Senhor Governador, Olhe para a PM e utilize como requisito de ingresso no oficialato, o Curso de Direito. Esqueça a imagem que o senhor tem da PM, transpassada na figura do Comandante Geral, figura grotesca, ríspida e sem formação. Deixe de nos ludibriar com Medalhas e promoções, enquadre os oficiais dentro das carreiras jurídicas do Estado. Além de operacionais, somos homens que pensam, que estudam e que se dedicam honrosamente no cumprimento diário de suas obrigações, sem essa visão “rústica” e midiática do nosso “coitado” Comandante Geral.

Governador, saia do Palácio e visite nossos quarteis, veja nossa realidade, assim como fez no período da campanha eleitoral. Cumpra, pelo menos, o mínimo das suas promessas.

Hoje os Leões e a população podem não atentar para os poucos homens nas ruas e nos quarteis, mas ao nos posicionarmos em favor de nós mesmos e de nossos familiares muitos utilizarão o tão famoso bordão: “éramos felizes e não sabíamos”.

A impressa do Governo (midiática) tem tentado passar a população uma realidade inexistente e sensacionalista. Continuamos poucos, sem estrutura, sem fardas, sem armas adequadas, sem viaturas condizentes, sem espaço no governo, sem água e alimentação nos quarteis, apenas servindo de trampolim para os anseios Políticos partidários de nossos Gestores.

Por isso, o tempo urge para que possamos ultrapassar essa fase quase que eterna de esquecimento e enganações, tais como: Já promovi mais de 5 mil homens; vocês já foram contemplados pelo meu governo; etc.

As urnas mostrarão nossa indignação!

*Desabafo/verdades enviado por e-mail de um Policial Militar que preferiu o anonimato.

Arari – Mais uma farsa desmontada do governo Flávio Dino

Segundo o vereador James Nunes, as obras ficaram pela metade.

Mais um engodo do governo Flávio Dino no que ele batizou de “Programa Mais Asfalto”, que na realidade, não passa de um presente de grego aos mais desavisados. O dinheiro gasto nas propagandas mostrando o que seria um beneficio é bem maior que as obras, e vale salientar que é o nosso dinheiro indo pelo ralo, para deleite e vaidade do senhor governador.

O Vereador de Arari, James Nunes (PV), visitou recentemente o bairro Malvinas, onde constatou o péssimo serviço prestado pela construtora contratada pelo município para obras de saneamento, esgotamento sanitário. Ocorre que as manilhas são pequenas demais para suprir as necessidades do escoamento das residências, e o pior, as obras não foram concluídas.  Estão paralisadas e a construtora recolheu os equipamentos.

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Programa “Mais Asfalto”

O vereador falou ainda sobre o asfalto que foi aplicado no bairro, que  também é de péssima qualidade e que o serviço foi executado sem preparação adequada de base, imprimação de pavimento e drenagem das águas pluviais, antes da pintura asfáltica, o que significa dinheiro publico jogado fora. Como mostram as fotos, o asfalto do programa do governo Flávio Dino está dissolvendo e saindo em forma de placas, justamente pelo fato de não ter sido feito o tratamento adequando antes da aplicação.

“Constatamos uma grande fragilidade no asfalto ali colocado, pude perceber que as manilhas colocadas pelos poderes público municipal e estadual no esgotamento da Av. Maria Ribeiro estão pequenas para suprir as necessidades do esgotamento daquele bairro. Acionarei o MP no sentido de garantir que o asfaltamento seja refeito pela empresa contratada pelo Governo do Estado”, finalizou o vereador.

Flávio Dino inaugura escola que não foi concluída e professores e alunos protestam contra mentiras do Governador, denuncia deputado Wellington

Governador visitou o Centro de Ensino Olindina Nunes Freire e garantiu reforma a estudantes, só que nunca foi concluída.

Na propaganda do governo, a escola foi reformada e entregue. Na realidade, pais, alunos e professores realizaram manifestação, nesta terça-feira (08), como forma de protesto a fim de garantir a entrega do Centro de Ensino Olindina Nunes Freire, escola do Estado localizada em Pedreiras. A inauguração da escola foi feita pelo Governador Flávio Dino no dia 19 de junho. No entanto, a inauguração foi apenas midiática, já que até o presente momento alunos e professores sequer utilizaram o espaço.

“O Governador veio aqui e prometeu que em agosto já estaríamos no nosso prédio. Se a reforma não foi concluída, por que eles inauguraram algo que ainda nem terminou? Só para tentar nos enganar? Isso é mentir. Nem a parte elétrica tá pronta. Aliás, nem cadeiras a gente tem. É pra levar de onde? De casa? E ele ainda disse que a partir do dia 01 de agosto estaríamos no novo prédio. Agosto? Agosto de 2018? Só se for”, desabafou uma estudante do 2º ano.

Após  receber inúmeras denúncias de pais, alunos e professores, inclusive solicitando a visita de fiscalização do parlamentar, o deputado Wellington solicitou que o Governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), se manifestasse sobre a situação e adotasse providências, em caráter de urgência, quanto à entrega verdadeira da obra.

“É uma vergonha! Mais uma vez, estamos diante de um caso da propaganda mentirosa do Governador Flávio Dino. Na lista que a própria Secretaria de Educação encaminhou à Assembleia, o Centro de Ensino Olindina Nunes Freire consta como se já tivesse sido reformado desde 2016. Está lá: ‘ano de execução: em 2016’.

Não satisfeito em mentir apenas no documento oficial, o Governador e seus secretários inauguraram a reforma da escola recentemente, em junho. Flávio Dino inaugura escola que não foi concluída e professores e alunos protestam contra mentiras do Governador. É mentira atrás de mentira. Agora, alunos e professores, revoltados, querem saber: onde fica essa escola que foi reformada, Governador? Porque a deles ainda sequer tem condições para funcionar. Nem a parte elétrica foi instalada.

O Governador Flávio Dino gasta na propaganda e ignora a verdadeira situação de alunos e professores do Maranhão. Encaminhei um ofício e aguardo uma resposta não para o deputado Wellington, mas em nome dos alunos e professores que estão decepcionados com tanta mentira”, pontuou o professor e deputado Wellington do Curso, que por meio do projeto “De Olho nas Escolas” tem fiscalizado e denunciado várias instituições de ensino do Maranhão que estão em situação precária. Além de cobrar para que o governo faça a reforma nas escolas, tem denunciado ao ministério público para que tome as devidas providências.”