Jornalistas estão destruindo a imagem da profissão e já são comparados a mercenários

Após quase uma década e meia convivendo com as narrativas nada sutis dos representantes da esquerda corrupta e conivente, os brasileiros adquiriram experiência em identificar comportamentos dissimulados de pessoas que insistem em defender a pior geração de políticos que já comandou o país.

Os meios de comunicação estão repletos de jornalistas simpatizantes da esquerda que ainda insistem em manipular a opinião pública com insinuações maldosas, omissão sobre os principais criminosos que roubaram o país e outras narrativas típicas da esquerda. Com a conivência dos patrões, saudosos das generosas verbas públicas, os jornalistas e artistas de esquerda fazem de tudo para ressuscitar uma ideologia combalida e desacreditada na maior parte do mundo. Cabe ao jornalista fornecer informações com imparcialidade e permitir que a sociedade tire suas conclusões com base naquilo que julgar, dadas as circunstâncias.

Não é papel dos jornais, na TV, rádio ou internet, nem mesmo dos jornalistas manipularem as informações enquanto as tramitem ao público. Opinião não é informação. Para isso, deve existir um espaço claro sobre a linha editorial do meio de comunicação, no qual um jornalista, comentarista ou crítico contratado dê seus pitacos.

Apesar de deter a prerrogativa de veicular informações em massa, os jornalistas, na maioria dos casos, não são pessoas inteligentes. Alguns profissionais ainda se fiam na mística em torno da profissão e usam a suposta credibilidade de suas posições para inserir preferências ideológicas em meio as matérias que narram, ignorando completamente que existem pessoas mais preparadas, atentas e capazes de identificar estas nuances nas notícias. Este tipo de jornalismo parcial vem tomando conta dos meios de comunicação, desde a malfadada conspiração do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com os açougueiros criminosos da JBS. Naquele episodio, em que foi instalado um caos no país, veículos da imprensa tratavam Joesley Batista como um empresário sério, mesmo tendo ele confessado duas centenas de crimes em seu acordo de delação premiadíssima.

Com isso, os meios de comunicação e seus profissionais vão perdendo credibilidade. Logo, serão vistos pela sociedade como políticos ou sindicalistas oportunistas que defendem interesses espúrios por trás de narrativas mais que manjadas pela população melhor informada.

A covardia está explícita. Enquanto os profissionais de sites, colunas e programas de opinião assumem suas posições críticas dentro de um espaço próprio para o debate, os jornalistas que ocupam telejornais ou veículos informativos, como telejornais, mídia impressa ou eletrônica negligenciam a informação imparcial e usam estes espaços para manipular a opinião pública com insinuações maldosas e previsões esdrúxulas. A covardia é que quando suas opiniões são contrariadas pela realidade, basta fazer uma cara de paisagem e fingir que está tudo bem, sem se responsabilizar pelo ônus de seus equívocos propositais.

Em um exemplo recente, uma jornalista da GloboNews informou, com um ar fúnebre, que a inadimplência estava caindo e que crescia o número de pessoas limpando seus nomes nos últimos seis meses. “Mas há um porém,  boa parte das pessoas está parcelando suas dívidas”, disse a jornalista, agora mais enfática e com um ar de preocupação. Boa parte quanto? Ao final da matéria, o comentário malicioso sobre a queda na inadimplência: “Vamos ver até quando…”.

Esta é apenas uma forma dissimulada de transformar uma notícia positiva sobre a economia em algo preocupante. Seis meses de queda na inadimplência e o aumento de pessoas recuperando sua reputação como consumidor é uma ótima notícia, independente da forma com que as pessoas estão quitando suas dívidas.

O problema é que a sociedade, sobretudo nas redes sociais, está cada vez mais atenta a este tipo de profissional oportunista, que aos poucos, vai denegrindo a imagem da profissão.

Embora a profissão seja dominada por simpatizantes da esquerda, não há como ignorar o repúdio da sociedade a este tipo de ideologia defendida pelos responsáveis por mais de uma década e meia de assalto aos cofres públicos. Em tempos de redes sociais, os donos dos meios de comunicação do país estão fazendo uma aposta bastante arriscada em sua tentativa desesperada para trazer de volta ao poder aqueles que foram tão generosos no passado com estes grupos.

Globo perde milhões ao defender exposição de crianças à nudez

Os danos sofridos pela Rede Globo nos últimos dias ainda não foram calculados, mas já há indícios de prejuízos financeiros milionários. A atitude da emissora dos Marinhos em defender a exposição de crianças a nudez em museus precipitou uma verdadeira onda de indignação popular através das redes sociais.

Tudo começou no último domingo (8), quando o programa Fantástico exibiu uma reportagem defendendo a mostra “Queermuseu”, em Porto Alegre e a performance com nu no MAM, em São Paulo. Nos dois casos, houve interpretações de que crianças foram expostas à nudez de forma desnecessária e a cenas com estímulo a sexualidade precoce.

A Associação Médica Brasileira manifestou sua desaprovação em relação ao ocorrido no MAM: “Não consideramos a performance adequada, pois expõe nudez de um adulto frente a crianças, cuja intimidade com o corpo humano adulto, de um estranho, pode não ser suficiente para absorver de forma positiva ou neutra essa experiência. Situações de nudez, contato físico e intimidade com o corpo são próprias do desenvolvimento humano, desde que ocorram entre pessoas com perfis equivalentes, quanto à idade, maturidade e cultura”.

Apesar da clareza dos fatos, a emissora insistiu em contrariar aspectos do Estatuto da Criança e do Adolescente e também do senso comum, no qual 99% da população julga ser inadequado expor crianças a situações desta natureza. Ao tentar confundir a cabeça do público insistindo na tecla da ‘liberdade de expressão’ e se omitindo sobre a exposição de crianças a situações controversas, a emissora acabou provocando a ira de milhões de brasileiros indignados. Pior, em sua linha editorial, a Globo tenta classificar estes mesmos cidadãos indignados como ultraconservadores radicais pregadores do ódio.

Não se trata de uma linha tênue envolvendo o debate em torno de arte e liberdade de expressão. Ninguém protestou contra estes princípios, mas sim contra a exposição de crianças a situações inapropriadas. Uma questão clara e simples de entender. Ao se posicionar contra os valores da sociedade e da família tentando impor uma pauta anarquista, a Globo e seus empregados perderam credibilidade, audiência e ainda vão perder muito dinheiro como consequência de sua forma obtusa em lidar com o tema.

Mesmo nos momentos em que a emissora tentou contemporizar com a opinião pública, os comentários maldosos e dissimulados acabaram colocando por terra qualquer expectativa de boa intenção da emissora em lidar com o problema.

É claro que a maioria das pessoas vai continuar assistindo a Globo e consumindo os produtos anunciados pela emissora. Mas há sim uma parcela significativa da sociedade, sobretudo entre formadores de opinião mais conservadores, que não está disposta a dar o caso por encerrado. A imagem da emissora já vinha sofrendo desgastes com os empréstimos bilionários e o perdão de multas milionárias durante os governos de Lula e Dilma. Ao se alinhar nitidamente com setores da esquerda corrupta que assaltou o Brasil ao longo da última década e meia, a Globo corteja com o autoritarismo e a imposição de valores típicos daqueles que está defendendo agora.

São fatos que vão marcar a imagem da empresa durante muitos anos.

Imprensaviva

A Globo falou que Collor era bom para o país, o povo acreditou. Depois foi FHC, Lula, Dilma, Janot, e o povo acreditou

A Rede Globo tem atuado de forma sistemática para desestabilizar o país em uma das
campanhas mais agressivas da história contra um governo. O Grupo de comunicação
colocou todos seus empregados e sua máquina de propaganda para tentar
desqualificar o presidente Temer justamente no momento em que o país começava a
superar a mais grave, profunda e duradoura recessão de todos os tempos. Movida por
interesses obscuros e flagrantemente opostos aos interesses do país e do povo, a Globo apostou no caos econômico e político, aliando-se a criminosos como os açougueiros da JBS e o suspeito ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, numa das mais vergonhosas campanhas de difamação que este país já viu.

A irresponsabilidade e o ódio com que a emissora se volta contra um governo frágil,
transitório e despretensioso levanta uma série de suspeitas. Temer não é lá nenhuma
força política ameaçadora e cumpre apenas o papel de realizar a transição democrática
do país até as eleições de 2018, que estão logo ali. Verdade seja dita, cumpre esta missão com surpreendente zelo e competência, tendo em vista a situação traumática que Dilma e o PT deixaram o país.

E é justamente neste aspecto que as suspeitas se tornam mais consistentes. Temer interrompeu uma série de políticas corruptas mantidas pelas administrações petistas ao longo de mais de uma década e meia no país. Temer feriu de morte a esquerda corrupta, os sindicalistas, os artistas mamadores da Lei Rouanet, os empresários acostumados com dinheiro fácil do BNDES e se tornou o maior carrasco do PT, ao chefiar a operação que culminou na expulsão de todos do poder, livrando o Brasil da pior geração de corruptos que haviam se apoderado do governo.

Temer demitiu milhares de bolivarianos na administração pública, acabou com as
indicações políticas para cargos em bancos públicos e estatais, como a Petrobras, e
reduziu em mais da metade as generosas verbais publicitárias, afetando
dramaticamente as receitas da Globo.

A Globo já demonstrou que não possui qualquer preocupação sobre o que é bom para
o país e para a família brasileira. Visando o lucro, a audiência e a imposição de
ideologias de seus quadros, promove a cultura da esquerda, com a promiscuidade, a
exaltação da criminalidade e as críticas veladas contra a policiais. Os valores da Globo
não representam os valores da sociedade.

Um dos maiores símbolos do combate à corrupção, tido como um verdadeiro herói
para os brasileiros, o juiz Sérgio Moro não existe para a Rede Globo. Enquanto a
imprensa internacional celebra o brilhante trabalho daquele que é considerado um
dos maiores especialistas do mundo em crimes de lavagem de dinheiro, a emissora
carioca ignora completamente os feitos do magistrado e se omite em cobrir e noticias
as palestras e eventos no Brasil e no exterior nos quais Moro participa.

A Globo que tenta de todas as formas desestabilizar o governo Temer, que se aliou a
gente suspeitosíssima para vender uma conspiração fajuta e pedir a renúncia do
presidente é a mesma que convenceu os brasileiros de que o ex-presidente Fernando
Collor de Mello era bom para o Brasil. É a mesma emissora que se manteve subserviente aos governos de FHC, Lula e Dilma, enquanto jorrava o dinheiro do
BNDES, das verbas da SECOM e os perdões em dívidas bilionárias. A Globo é a
mesma que defendeu os açougueiros criminosos da Friboi e as tretas de Janot até as
últimas consequências. A Globo também se calou durante o reinado de corrupção de
Sérgio Cabral e sua máfia no Rio de Janeiro, sem se importar com as consequências
caóticas para a população do Estado. Como se vê, o que é bom para o Brasil não é bom para a Globo. Apesar da clareza dos fatos, a emissora carioca está conseguindo mais uma vez ludibriar a população em sua cruzada para retomar a influência no poder.

É pena que a emissora se valha do talento e da qualidade técnica de seus quadros na
área da dramaturgia para impor ao país uma pauta que esconde, em linhas gerais,
interesses obscuros e contrários ao desenvolvimento econômico, cultural e
educacional saudável para a nação.

 

Imprensaviva

Globo ataca Raquel Dodge de forma vergonhosa e covarde na manhã de sua posse na PGR

Nas primeiras horas desta segunda-feira, 18, a apresentadora do jornal Hora 1 da
Rede Globo, Monalisa Perrone, anunciava o primeiro dia de trabalho da nova Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge com uma chamada maldosa. A jornalista afirmou que o combate à corrupção ‘não é um forte da nova PGR, mais focada na questão dos direitos humanos’.

A afirmação é maliciosa e inescrupulosa, e comprova o mau-caratismo da linha
editorial da emissora. O histórico de Raquel Dodge no combate à corrupção é motivo
de vergonha para Janot, que foi um procurador da República medíocre que jamais
liderou grandes investigações.

Raquel Dodge foi a primeira integrante do MPF a pedir a prisão de um governador no
Brasil. Apesar de ser reconhecida por sua atuação na defesa dos direitos humanos,
tema de sua dissertação na Universidade Harvard, Raquel Dodge já passou por todas  as áreas de atuação do Ministério Público e seus trabalhos recentes foram todos
concentrado na área criminal.

Ela foi a responsável pela investigação e pelo julgamento do ex-deputado Hildebrando
Paschoal, que comandou um grupo de extermínio no Acre e matou desafetos com uma
motosserra. Dodge foi alvo de inúmeras ameaças de morte. Também foi a responsável
pela coordenação da força-tarefa da Operação Caixa de Pandora, que prendeu o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda. O caso começou como uma
investigação de promotores estaduais, mas foi assumido pelo então procurador-geral
da República, Roberto Gurgel.

Naquela época, Gurgel delegou a Dodge a responsabilidade pelas investigações, onde ela comandou três promotores que hoje assessoram Janot com a Operação Lava Jato nos tribunais superiores. Nessas investigações, foram feitos acordos de delação premiada e ações controladas, técnicas especiais de investigação hoje consagradas na Operação Lava Jato.

O ataque gratuito e desqualificado de Monalisa Perrone e da Globo contra Raquel
Dodge nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira, 18, foi um capítulo
vergonhoso daquilo que pode se tornar uma campanha covarde para atacar a pessoa
que tem pela frente desafios monumentais no combate à corrupção.

Raquel Dodge foi indicada por 587 votos de procuradores de todo o país e o presidente
Temer respeitou a lista tríplice de nomes indicados pelo próprio MPF. Obviamente, entre os três nomes na lista, Temer escolheu Raquel por ser a mais antiga no órgão e,
de longe, a mais qualificada, conforme reconheceu um dos outros indicados, Nicolau
Dino, que teve até um pouco mais de votos devido a campanha agressiva de Janot para eleger seu sucessor.

Mas o preferido de Janot tinha resistência por parte do próprio MPF por ser irmão do governador do Maranhão, o comunista Flávio Dino (PCdoB), investigado pelo recebimento de R$ 400 mil da Odebrecht. O presidente seria duramente criticado caso escolhesse Nicolau Dino. Ele mesmo teria influenciado seu irmão delatado a não escolher 1º da lista para chefiar MP estadual.

Unanimidade entre os colegas, apontada como uma das mais aguerridas e atuantes no
combate à corrupção, a escolha atendeu os critérios estabelecidos pelos próprios
procuradores da República. Independente do fato de ser mulher e de sua
superioridade técnica perante os demais nomes da lista produzida por parte de um
MPF aparelhado pelos governos petistas,

Raquel Dodge é integrante do Ministério Público Federal há 30 anos e atuava em matéria criminal no Superior Tribunal de Justiça. Temer apenas referendou a indicação dos integrantes do MPF em todo o país a partir da lista tríplice elaborada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), que tinha ainda no nome do subprocurador-geral Mario Bonsaglia, que obteve 564 votos.

Imprensaviva

Denúncias contra a Globo que circula no Whatsapp – áudio e transcrição da gravação

A Rede Globo mobilizou toda sua máquina para negar a veracidade de um áudio que circula no WhatsApp, atribuído a um profissional do jornalismo da emissora, contendo denúncias sobre a aliança do Grupo de comunicação com setores da esquerda. No áudio, o suposto funcionário da emissora é bastante convincente ao descrever os métodos adotas pela Globo e seus satélites para atacar o presidente Michel Temer, desde a vergonhosa campanha movida por setores do judiciário com a ajuda dos criminosos da JBS, tradicional anunciante da Globo.

A Globo insiste em afirmar que se trata de um áudio falso, mesmo sem ter conhecimento sobre quem seria o autor da gravação. A pessoa que divulgou o áudio parece bastante familiarizada com o departamento de jornalismo da emissora e fala com bastante propriedade no assunto, o que indica de fato se tratar de um funcionário da casa. Vale à pena ouvir o relato e tirar suas próprias conclusões sobre a veracidade ou não dos fatos narrados. Quem acompanha a programação da Globo, poderá constatar que há sim muitas verdades nas denúncias, independente de tratar-se ou não de um funcionário da emissora.

A manobra de tentar atribuir a gravação a A ou B pode ser apenas uma estratégia para desqualificar um registro que pode sim, ser verdadeiro. Embora o áudio tenha sido divulgado de forma anônima, isto não significa que não seja autêntico e que não tenha sido gravado por alguém de dentro da emissora.

Ouça a gravação no arquivo abaixo:

A transcrição do áudio:

“Terça-feira, 8 de agosto de 2017. Por questões óbvias não vou me identificar porque há uma caça a bruxa dentro do jornalismo da Globo procurando quem é mais alinhado com a esquerda e quem não é. A partir de agora o público poderá notar que as editorias de jornais vinculados à rádio CBN, ao G1 e também aos programas jornalísticos da Rede Globo vão estar mais alinhados com a esquerda e preparando a volta do Lula, que está completamente alinhado com a família Marinho, apesar de ele falar aos berros que vai fazer aos berros isso e aquilo está tudo orquestrado com a editoria do jornalismo da rede Globo.

Ali Kamel, Silva Faria, Boni, Mariano, Miguel Taís, Cristina Persentini que são os diretores das duas grandes praças jornalísticas da Globo estão alinhados com a família Marinho para que toda a notícia vinculada a Temer e também ao João Dória em São Paulo, sejam fracionadas durante o jornalismo para que se fale o tempo todo dos dois de forma até caluniosa. Um exemplo: os empregados da Dilma agora são desempregados do Temer. A culpa da dívida do Brasil não é do legado de Lula e Dilma. É culpa do Temer. Até os salários atrasados do Rio de Janeiro é culpa do Temer. Bem como uma rua esburacada há mais de 50 anos é culpa do João Dória.

Há uma tendência já acertada com a esquerda para que se fale de forma até caluniosa de Temer e de João Dória nos jornais e no jornalismo da Globo e nas programações de rádio. A ideia é que seja estendida ao máximo a notícia para que se fale coisas ruins destas duas grandes personalidades, que seriam os grandes adversários da propensa volta do Lula ao poder.

 Outra coisa também é que vamos ver uma Globo será avermelhada. Vocês vão começar a ver o tom mais vermelho do que a cores tradicionais da TV Globo. Isso já foi utilizado como propaganda subliminar na época da época da retomada da democracia que não se sabia o que iria acontecer com o país, a Globo não sabia dos artifícios para fazer propaganda subliminar.

E assim também é com as propagandas fracionadas no jornalismo. Você fala muito o tempo todo durante o jornalismo, na apresentação dos jornais, sobre as mesmas coisas e vinculando o nome de João Dória e Temer. Vocês também vão ver muitas notícias sobre o Judiciário. Vão ter muitas notícias sobre juízes corruptos, membros do Ministério Público, da corrução. O que também acontece, mas vocês vão ver muito mais notícias sobre isso. Mas vocês vão ver muitas notícias antigas, velhas e arquivadas que o povo não lembra vão ser trazidas de volta para que seja jogado MPF e PF um contra o outro e que seja feita a exposição de juízes de primeira instância. Isso tudo para atingir O Moro e a Lava-Jato, acreditem a Globo é contra o juiz Moro e a Lava-Jato. Fiquem atentos e que nós sejamos espertos quanto ao imperialismo da rede Globo. Não estou sendo contra a casa, mas eu não acho isso direito e acho legal a população saber. Principalmente, uma pessoa que está dentro do sistema Globo e que tá acompanhando de perto todo o esquema que está sendo armado na maior emissora do país e está sendo armado com outras emissoras. Porque vai rolar muito dinheiro com a volta do Lula para esses meios de comunicação. Um abraço”

Quem são os verdadeiros inimigos do Brasil

Há pouco mais de um ano, o presidente Michel Temer assumiu o governo em meio a maior recessão da história do país, com 14 milhões de desempregados, 1.5 milhões de empresas falidas e forçado a uma alteração da meta fiscal para permitir que sua administração enfrentasse um rombo de até R$ 170,5 bilhões nas contas do governo central (que inclui Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) o equivalente a 2,75% do Produto Interno Bruto (PIB). Além do déficit de R$ 96,7 bilhões previsto anteriormente pela equipe econômica do governo Dilma, havia a previsão dos bilhões da CPMF que não se confirmaram, a retração do PIB era de 3,1%. e saltou passou para 3,8%, a queda na arrecadação em mais de R$ 4 bilhões, as despesas projetadas pela contabilidade criativa que eram dez vezes maiores no mundo real, o rombo nas contas da Previdência Social, a dívida dos Estados e outras bombas que foram explodindo no colo de Temer com o passar dos meses.

Antes de ser banida do governo, Dilma deixou um rastro de destruição sem precedentes na história do país com a renúncia fiscal de mais de R$ 500 bilhões em favor de empresas que não geraram nenhum emprego. Temer assumiu em meio a uma sequência devastadora de oito trimestres seguidos de recessão, limite a partir do qual o vocabulário econômico começa a utilizar a palavra “depressão”. As perdas econômicas dificilmente serão superadas, pois se trata de “prejuízo bruto”, ou a perda pura, simples e direta de riqueza e renda.

Nenhum presidente da história do país assumiu o comando do governo diante de uma situação tão caótica.Temer assumiu a Presidência num momento em que todas as lideranças políticas do país cruzaram aos braços e não moveram uma palha para ocupar seu lugar. Apesar das propostas vazias e sugestões improváveis, o fato é que ninguém àquela altura dos fatos queria segurar a batata quente.

Mas apesar das dificuldades em debelar estes desafios, todos de longuíssimo prazo e virtualmente intransponíveis, estes não eram os maiores inimigos do Brasil. Na medida em que reconduzia a economia do país aos trilhos, Temer passou a enfrentar inimigos ainda mais covardes. Grupos que sempre se beneficiaram das mazelas econômicas das administrações anteriores passaram a conspirar contra o país de forma ardilosa, sem se importar com as consequências nefastas para a sociedade.

O inimigos do Brasil perpetraram uma sequência vergonhosa de golpes contra o governo justamente no momento em que os indicadores econômicos começavam a apontar para uma recuperação lenta, mas sólida. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se alinhou aos interesses espúrios da Rede Globo e dos criminosos da JBS para tentar derrubar o governo. Ainda que a trama tivesse qualquer chance de prosperar, a Globo e seus satélites não se contentaram em deixar que o desfecho ficasse a cargo da Justiça e do Congresso, passando a exigir a renúncia imediata de Temer, numa das mais vergonhosas interferências no processo democrático do país de que se tem notícia.

Apesar do golpe ter fracassado, um fato que só ocorreu em virtude da fragilidade das denúncias sob o ponto de vista jurídico e político, a Globo e seus satélites continuam empenhados em destruir a economia do país, atribuindo toda a responsabilidade sobre a crise econômica ao governo Temer, quando na verdade, os reflexos das barbaridades cometidas por Dilma e o PT ainda terão consequências negativas para os dois próximos presidentes da República.

O empenho do governo em superar a negligência de todos seus antecessores e de promover reformas importantes para o país, que terão reflexos positivos ao longo das próximas décadas, é a maior prova de que há mais boas intenções do que muitos querem fazer parecer. Nenhum presidente da história do Brasil avançou tanto em tão pouco tempo sobre temas áridos como as reformas implantadas pelo governo ao longo do último ano. Nenhum presidente teve a coragem, a determinação e a competência de Temer para aprovar medidas impopulares como a reforma trabalhista, a reforma do ensino, a limitação do teto dos gastos públicos e outras conquistas duradouras e reconhecidas como cruciais para o país.

A tentativa de destruir completamente qualquer chance de recuperação do país foi incorporada ao cotidiano da Globo e de seus satélites. As campanhas de difamação, mentiras, intrigas, fofocas, pregação do caos e previsões catastróficas começam logo nas primeiras horas do dia e se estendem ao longo de toda a programação. A vibração negativa contra o país e a falta de rigor em reconhecer os avanços da atual administração comprova a falta de patriotismo e de compromisso com a recuperação da economia e do emprego. Se tornaram profetas do caos que, a exemplo do PT e companhia, alimentam a expectativa do quanto pior, melhor.

Ninguém menciona a necessidade de rigidez no equilíbrio das contas públicas e no cumprimento das metas fiscais até setembro, quando o governo realizará leilões importantíssimos para o país e que podem proporcionar um grande alívio nas contas públicas e na economia do país como um todo. O governo precisa fazer cortes agora e demonstrar seriedade na condução da política econômica. Este é um requisito básico para atrair investimentos estrangeiros em áreas importantes da infraestrutura do país.

Não há como gerar empregos contemplando o capital especulativo defendido pela Globo, como querem os rentistas ressentidos com a queda dos juros, da inflação e da cotação do dólar.

Os inimigos do Brasil se aproveitam do fato do país atravessar um dos momentos mais difíceis de sua história para tornar o governo vulnerável e atrasar ainda mais a recuperação da economia. Após treze anos nas mãos de uma organização criminosa, este é um momento em que todos os brasileiros devem torcer para que o país consiga chegar nas eleições de 2018 de forma menos traumática possível. Somente com a economia estável, sem sobressaltos e sem o terror pregado pela esquerda corrupta, pela Rede Globo e seus satélites, o eleitor poderá escolher o novo presidente da República livre da má influência dessa gente que se acostumou a se servir dos cofres públicos sem qualquer cerimônia.

Temer não é populista, não tem planos de poder, de se reeleger. Talvez por estes motivos, não tenha receio de contrariar interesses poderosos, como os dos meios de comunicação, dos artistas, dos sindicalistas. Se cometeu realmente os crimes que tem sido acusado, 2018 está logo ali e poderá ser julgado quando deixar a presidência. Será até bom que provem que cometeu crimes e que seja condenado. Caso isso não ocorra, os inimigos do país ficarão anda mais expostos na história.

Imprensaviva