Lambança comunista

A lambança do governo Flávio Dino (PCdoB) na tentativa de implantação do novo Sistema Italuís levou setores do próprio governo comunista a mover ações contra a Caema.

O Procon-MA, por exemplo, quer saber as causas do corte no fornecimento d’água a 160 bairros, desde sábado, exatamente quando o novo sistema deveria começar a operar.

Desde sábado, quando o novo sistema entrou em colapso, Flávio Dino, como de costume, tentou culpar adversários, imprensa e até gestões passadas da Caema pelo erro, que é exclusivamente seu. Foi no governo comunista que o projeto do novo Italuís – praticamente todo construído no governo Roseana Sarney (PMDB) – foi alterado e aditivado em 25%. Na mudança de projetos, os engenheiros comunistas de Dino desenvolveram uma tal conexão em “Y”, que acabou se rompendo com a pressão da água.

O resultado é que, para garantir o abastecimento nos bairros, o governo foi obrigado a religar o antigo sistema. E o novo vai ter que esperar mais para uma nova tentativa de funcionamento.

A lambança comunista na operação do Italuís foi um dos piores momentos do governo comunista. Mais uma vez, porém, exaltou também a faceta mais dissimulada do governador que ora ocupa o Palácio dos Leões: a de jogar a responsabilidade de seus erros para terceiros. Desta vez, no entanto, não houve como esconder a lambança.

Sob investigação

Não apenas o Procon, mas também a Defensoria Pública vai cobrar satisfações da Caema pelos quase sete dias sem água em vários bairros de São Luís.

A Defensoria divulgou nota na manhã de ontem, pondo-se à disposição para consumidores que se sentirem lesados pela companhia.

O Procon já havia notificado a empresa para que se explique, em 48 horas, o que levou ao corte no fornecimento d’água na capital maranhense.

Bastava ligar

O projeto Italuís foi concebido, licitado e construído praticamente todo no governo Roseana Sarney.

A Flávio Dino, caberia apenas o serviço de ligar um cano a outro, para distribuir água para as centenas de bairros da capital.

O governo comunista, porém, não conseguiu fazer a simples operação de conexão e voltou ao sistema antigo.

Jornal O Estado do Maranhão/Estado Maior

Flávio Dino mente, mais uma vez, para atacar Roseana

O governador Flávio Dino (PCdoB) faltou com a verdade ao afirmar que a ex-governadora Roseana Sarney tenha utilizado a morte do ex-prefeito Nenzim de Barra do Corda para atacar o governo.

Não houve oportunismo e muito menos politização do episódio como afirmou Dino. Pelo contrário, foi o próprio governador que tentou mais uma de suas investidas contra um Sarney.

“Sobre homicídio em Barra do Corda, lamento o triste oportunismo que fez uma ex-líder deste Estado e seus asseclas tentarem transformar uma tragédia em ataque a meu governo. Um líder político sério deve deixar a Polícia trabalhar e aguardar com prudência”, escreveu.

Na nota oficial divulgada pela assessoria, a ex-governadora apenas diz esperar que a Justiça seja feita. Nada mais.

“Foi uma tristeza muito grande saber do assassinato do meu sempre amigo Nenzin. Um homem que trabalhou pelo seu povo, se dedicou para melhorar a vida das pessoas, só fez o bem pela sua cidade e sua gente não merecia uma morte trágica e violenta. Espero que a justiça aja com rigor e descubra os culpados. Deus o receberá de braços abertos na sua nova morada e, dará conforto aos seus familiares principalmente a D. Santinha, sua companheira em todos os momentos. Vai com Deus meu fiel companheiro! Saudades”, destacou Roseana.

Em uma outra entrevista concedida ao site da Assembleia Legislativa, Roseana repetiu o tom da sua nota oficial.

“Para mim, particularmente, eu perdi um grande amigo. Seu Nenzim, antes de ser político, ele era um amigo. Sempre estivemos juntos nas campanhas políticas. Nunca me arrependi de tê-lo apoiado, porque sei que ele sempre trabalhou muito em favor do povo barra-cordense. Ele sempre ajudou as pessoas que mais precisavam. Estou aqui, hoje, para homenageá-lo e ajudar a família, neste momento de dor, para o povo de Barra do Corda e todo o Maranhão. Estou triste e muito emocionada. Espero que Deus o receba em sua nova morada e que Deus o acolha e conforte toda sua família. É preciso esclarecer o crime e punir os culpados. Quem quer que seja tem que ser punido. Não se pode tirar a vida de uma pessoa que só fez o bem assim tão brutalmente”, afirmou.

Onde existiu oportunismo nessas duas declarações? E que ataques ao governo foram feitos por Roseana?

Ao que parece Flávio Dino se sentiu mesmo foi incomodado com a presença de Roseana no velório. Mas ela não poderia ir ao velório de um amigo?

Flávio Dino não é nada bobo. Ele sabe que, enquanto um Sarney der ibope e principalmente votos, ele vai tratar de explorar sempre um pouquinho mais o assunto.

Do blog do Zeca Soares

Cenário de fracasso

Por qualquer aspecto que se analise, a pesquisa do Instituto Vox Populi sobre a corrida eleitoral maranhense – a primeira de uma empresa nacional sobre o próximo pleito – mostra o fracasso retumbante do governo Flávio Dino (PCdoB), prestes a completar o terceiro ano de mandato. Os números revelam que a população maranhense não engoliu, ou decepcionou-se, com o discurso da mudança comunista pregada em 2014.

Dino tem pouco mais de 1/3 do eleitorado maranhenses, o mesmo que a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), fora do poder há quatro anos e só agora anunciada pré- candidata ao governo.

Talvez até por saber os números do Vox Populi – mesmo porque tem institutos trabalhando para si quase que diariamente. – é que Dino começou a multiplicar por mil ações questionáveis e nada republicanas. Nos últimos dias, a tônica de suas ações é marcada por cooptação de partidos e lideranças em troca de cargos, liberação de convênios milionários a prefeituras vinculadas aos partidos de sua base, além do aliciamento claro de emissoras de rádio, jornais, blogs e emissoras de TV no interior.

O Instituto Vox Populi mostra um cenário ainda mais tenebroso para Flávio Dino em São Luís. Na capital, ele tem apenas a terceira colocação entre os candidatos a governador, perdendo para Roseana e para o deputado Eduardo Braide (PMN), que nem definiu se será candidato.

A população maranhense precisa agora ficar alerta com o nível de endividamento do governo, o gasto desordenado de recursos públicos e a compra de votos. Porque, já está claro por suas próprias ações, Dino vai fazer de tudo para se manter encastelado no Palácio dos Leões.

O Estado/Estado Maior

O comunismo enfronhado silenciosamente no Brasil

Não espere tanques, fuzis e estado de sítio. Não espere campos de concentração e emissoras de rádio, tevês e as redações ocupadas pelos agentes da supressão das liberdades. Não espere tanques nas ruas. Não espere os oficiais do regime com uniformes verdes e estrelinha vermelha circulando nas cidades. Não espere nada diferente do que estamos vendo há pelo menos duas décadas. Não espere porque você não vai encontrar, ao menos por enquanto.

A revolução comunista no Brasil já começou e não tem a face historicamente conhecida. Ela é bem diferente. É hoje silenciosa e sorrateira. Sua meta é o subdesenvolvimento. Sua meta é que não possamos decolar. Age na degradação dos princípios e do pensar das pessoas. Corrói a valorização do trabalho honesto, da pesquisa e da ordem.

Para seus líderes, sociedade onde é preciso ser ordeiro não é democrática. Para seus pregadores, país onde há mais deveres do que direitos, não serve. Tem que ser o contrário para que mais parasitas se nutram do Estado e de suas indenizações.

Essa revolução impede as pessoas de sonharem com uma vida econômica melhor, porque quem cresce na vida, quem começa a ter mais, deixa de ser “humano” e passa a ser um capitalista safado e explorador dos outros. Ter é incompatível com o ser. Esse é o princípio que estamos presenciando. Todos têm de acreditar nesses valores deturpados que só impedem a evolução das pessoas e, por consequência, o despertar de um país e de um povo que deveriam estar lá na frente.

Vai ser triste ver o uso político-ideológico que as escolas brasileiras farão das disciplinas de filosofia e sociologia, tornadas obrigatórias no ensino médio a partir do ano que vem. A decisão é do ministério da Educação, onde não são poucos os adoradores do regime cubano mantidos com dinheiro público. Quando a norma entrar em vigor, será uma farra para aqueles que sonham com uma sociedade cada vez menos livre, mais estatizada e onde o moderno é circular com a camiseta de um idiota totalitário como Che Guevara.

A constatação que faço é simples. Hoje, mesmo sem essa malfadada determinação governamental – que é óbvio faz parte da revolução silenciosa – as crianças brasileiras já sofrem um bombardeio ideológico diário. Elas vêm sendo submetidas ao lixo pedagógico do socialismo, do mofo, do atraso, que vê no coletivismo econômico a saída para todos os males. E pouco importa que este modelo não tenha produzido uma única nação onde suas práticas melhoraram a vida da maioria da população. Ao contrário, ele sempre descamba para o genocídio ou a pobreza absoluta para quase todos.

No Brasil, são as escolas os principais agentes do serviço sujo. São elas as donas da lavagem cerebral da revolução silenciosa. Há exceções, é claro, que se perdem na bruma dos simpatizantes vermelhos.

Perdi a conta de quantas vezes já denunciei nos espaços que ocupo no rádio, tevê e internet, escolas caras de Porto Alegre recebendo freis Betos e mantendo professores que ensinam as cabecinhas em formação que o bandido não é o que invade e destrói a produção, e sim o invadido, um facínora que “tem” e é “dono” de algo, enquanto outros nada têm. Como se houvesse relação de causa e efeito.

Recebi de Bagé, interior do Rio Grande do Sul, o livro “Geografia”, obrigatório na 5ª série do primeiro grau no Colégio Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora. Os autores são Antonio Aparecido e Hugo Montenegro. O Auxiliadora é uma escola tradicional na região, que fica em frente à praça central da cidade e onde muita gente boa se esforça para manter os filhos buscando uma educação de qualidade.

Através desse livro, as crianças aprendem que propriedades grandes são de “alguns” e que assentamentos e pequenas propriedades familiares “são de todos”. Aprendem que “trabalhar livre, sem patrão” é “benefício de toda a comunidade”. Aprendem que assentamentos são “uma forma de organização mais solidária… do que nas grandes propriedades rurais”. E também aprendem a ler um enorme texto de… adivinhe quem?João Pedro Stédile, o líder do criminoso MST que há pouco tempo sugeriu o assassinato dos produtores rurais brasileiros.

O mesmo líder que incentiva a invasão, destruição e o roubo do que aos outros pertence. Ele relata como funciona o movimento e se embriaga em palavras ao descrever que “meninos e meninas, a nova geração de assentados… formam filas na frente da escola, cantam o hino do Movimento dos Sem-Terra e assistem ao hasteamento da bandeira do MST”.

Essa é a revolução silenciosa a que me refiro, que faz um texto lixo dentro de um livro lixo parar na mesa de crianças, cujas consciências em formação deveriam ser respeitadas. Nada mais totalitário. Nada mais antidemocrático. Serviria direitinho em uma escola de inspiração nazi-fascista. Tristes são as consequências.

Um grupo de pais está indignado com a escola, mas não consegue se organizar minimamente para protestar e tirar essa porcaria travestida de livro didático do currículo do colégio. Alguns até reclamam, mas muitos que se tocaram da podridão travestida de ensino têm vergonha de serem vistos como diferentes. Eles não são minoria, eles não estão errados, mas sentem-se assim.

A revolução silenciosa avança e o guarda de quarteirão é o medo do que possam pensar deles.

O antídoto para a revolução silenciosa? Botar a boca no trombone, alertar, denunciar, divulgar, fazer pensar, incomodar os agentes da “Stazi” silenciosa. É o que faço.

Não há silêncio que resista ao barulho!

Por Diego Casagrande (jornalista de Porto Alegre – RS)

 

Mais uma pesquisa “Tabajara” comunista

Pesquisa de intenção de votos faltando quase um ano para a eleição é como a piada contada por um esperto que pegou dinheiro do rei prometendo fazer o burro falar após dez anos. Na cabeça do esperto, em dez anos, o burro (ou ele próprio) já terá morrido e o dinheiro do rei, já era.

Mas como pesquisa, bem feita ou não, com intenções escusas ou não, sempre mostra uma tendência, por se tratar de algo feito com mínimo de critério metodológico, apesar de ter um pouco da história do vendedor de risos do burro, tem também muito a dizer sobre o que pensa o eleitorado.

E nessa última, do Instituto Mérita em Caxias, divulgada por blogueiros palacianos, mesmo que o burro ou o vendedor estejam vivos em um ano, provavelmente muita gente deverá sorrir primeiro do que os dois.

Primeiro, não é surpresa para ninguém Flávio Dino aparecer no alto do pódio. O comunista, através de seus aliados, governando um Estado com mão de ferro e perseguindo seus adversários é o contratador da pesquisa, é o único candidato oficial a governador.

Isso sem falar do fato dele ser o único que vem fazendo campanha aberta desde o inicio de seu mandato para 2018 no Maranhão inteiro, falando de seu projeto de reeleição e aparecendo em palanques vazios ao lado de pré-candidatos aliados à Câmara, Assembléia e Senado federal. No grupo Sarney, ao contrário, a indefinição é cantada e decantada todo hora pelos próprios comunistas.

Flávio Dino deve ter muito cuidado para não se empolgar tanto com os números da Mérita, pois, a pesquisa feita por ele próprio mostra que, embora o grupo Sarney não tenha definindo um candidato, o nome da Roseana mostra-se com evidente consolidação, prova da força do Grupo Sarney que tem à disposição um nome forte, ao contrário de Flávio Dino, que vem definhando a cada pesquisa após diversos escândalos em seu governo.

Ou seja, enquanto Dino mostra que não tem mais para onde crescer, mesmo com a campanha intensa e declarada em torno de seu nome no Maranhão inteiro, Roseana aparece crescendo de forma sólida e surpreendente.

E é surpresa exatamente por ser uma possibilidade dentro de um grupo que pode ter mais de dois nomes, e, sobretudo, por ter o lastro eleitoral bem superior ao do Lobão Filho, nas eleições de 2014.

Portanto, não custa nada guardar alegria de enganar o rei agora para não chorar, de novo, depois.

Governo comunista desafia a Polícia Federal

Governador Flávio Dino e secretário Marcio Jerry detonam a Polícia Federal

Os membros graduados do governo Flávio Dino (PCdoB), sobretudo o chefe da Articulação Política, Márcio Jerry, insistem em tentar desqualificar o trabalho da Polícia Federal na Operação Pegadores, que levou para a cadeia 17 pessoas, incluindo auxiliares e ex-auxiliares do próprio governo comunista.

Primeiramente, Jerry, o próprio Flávio Dino e seus aliados na imprensa tentaram desqualificar a operação atribuindo a ela caráter político. A reação comunista foi vista como insulto a uma das instituições mais respeitáveis da República, o que levou Marcio Jerry e companhia a recuar nas agressões.

Mas de ontem para hoje as provocações à Polícia Federal continuaram, dessa vez nos braços comunistas na imprensa. Eles agora tentam negar a existência do super salário de R$ 13 mil pagos a Keilane Silva, uma das amigas de Márcio Jerry envolvidas no escândalo dos salários fantasmas. A história do salário camarada pago à amiga de Jerry surgiu na imprensa em 2015. E foi essa informação que serviu de base para a investigação da PF, que resultou na Operação Pegadores.

Se existiu ou não este salário de Keilane foi esse fato que serviu de inspiração para a investigação. E a PF descobriu mais de 400 fantasmas recebendo salário na estrutura das empresas e institutos que prestam serviços para a Secretaria de Saúde.

O fato é que, inconformados com o desbaratamento da quadrilha que desviou R$ 18 milhões, a partir do contracheque da amiga de Márcio Jerry, os comunistas tentam atacar a Polícia Federal. E a Polícia Federal, sem importar-se com os ataques, já está na fase de conclusão do inquérito, que deve levar pelo menos uma dezena dos  envolvidos para a cadeia. Sejam eles ou não ligado aos poderosos do PCdoB.

Olho do furacão

O envolvimento, direto ou indireto, de gente muito próxima do governador Flávio Dino na Operação Pegadores deixa o Palácio dos Leões em sinal de alerta.

Principal auxiliar do comunista, Márcio Jerry tem duas pessoas diretamente próximas a ele envolvidas no caso. A enfermeira Keilane Silva foi o pivô das investigações; já a cunhada do secretário, Jane Rodrigues, teve R$ 50 mil bloqueados durante a operação.

Na fita

Entre 2015 e 2017, todos os principais casos de corrupção no governo Flávio Dino tiveram auxiliares de Márcio Jerry envolvidos. Desde os casos de agiotagem, passando por desvio de recursos e agora os casos de funcionários fantasmas tem dedo de gente próxima a Jerry.

Curiosamente, a maioria das operações que mostraram os envolvidos teve a participação do secretário Jefferson Portela, desafeto do todo-poderoso lugar-tenente do governador.

 

Coluna Estado Maior/O Estado

Insultos comunistas

Sem defesa para os malfeitos de seu governo, o governador Flávio Dino e seu principal auxiliar, o super secretário Márcio Jerry (ambos do PCdoB), passaram os últimos três dias a insultar, agredir, ofender e desqualificar o trabalho da Polícia Federal, que desbaratou uma quadrilha que desviou mais de R$ 18 milhões na gestão comunista.

Dino e Jerry não se conformam de terem sido pegos com a mão na botija. Sobretudo pelo fato de que foi a partir de uma mulher indicada por Jerry, com salário de R$ 13 mil na Secretaria de Saúde, que a PF passou a investigar o esquema na atual gestão.

O governador prefere atacar adversários políticos e jogar a culpa em terceiros pelos seus malfeitos – aliás, como virou costume em seu governo. Jerry, por outro lado, prefere insultar a própria Polícia Federal, atribuindo a investigação em seu governo a ingerências políticas.

Ao desqualificar a Polícia Federal, o principal auxiliar de Flávio Dino – que foi juiz federal e, muitas vezes, precisou da ação da instituição – agride não apenas uma das instituições mais respeitáveis da República, mas a própria República.

Se havia malfeitos na pasta da Saúde, Flávio Dino teve três anos para corrigir o problema. Poderia ter feito em 2015, em 2016 ou em 2017. Mas passou esse tempo todo convivendo com essa corrupção bem na frente do seu nariz. E com indicados do seu próprio lugar-tenente.

Talvez até pelo fato de ter sido o pivô da investigação é que Jerry insulta tanto a Polícia Federal. Mas, junto com ela, insulta também a inteligência do maranhense.

E é este o problema do “sabido”.

Estado Maior

A quadrilha comunista que assola a Saúde do Maranhão…

Organização criminosa desbaratada nesta quinta-feira, 16, pela Polícia Federal nasceu no governo Flávio Dino, agia no governo Flávio Dino e se beneficiava do governo Flávio Dino

O governo comunista que assola o Maranhão tentou desviar o foco da ação da Polícia Federal que desbaratou a quadrilha montada no início da gestão do governador Flávio Dino (PCdoB) para desviar recursos da Saúde no Maranhão.

A operação da PF, nesta quarta-feira, 16, levou para a cadeia ex-secretários de Flávio Dino, gente vinculada a secretários de Flávio Dino e auxiliares do governo Flávio Dino.

É uma quadrilha comunista, portanto.

A organização criminosa, segundo a Polícia Federal, nasceu em 2015, no início do governo comunista, tinha membros do governo comunista e se beneficiava de dinheiro do governo comunista.

– São ações do início de 2015. Novos crimes, diferentes dos já desbaratados na operação Sermão aos Peixes – deixou claro o delegado Wedson Cajé Lopes.

Foram 18 milhões desviados, entre 2105 e 2017, com pagamentos a funcionários fantasmas. Até sorveteria serviu de fachadas para roubar dinheiro público.

A Orcrim comunista é fruto do governo Flávio Dino, portanto.

Não importa o que ele tente negar.

Simples assim…

Por Marco D’Eça

Governo Flávio Dino fracassou também na segurança pública, segundo o Anuário Brasileiro da Segurança Pública

Segurança pública do Maranhão sem maquiagem

O deputado federal Hildo Rocha repercutiu na tribuna da Câmara as estatísticas do Anuário Brasileiro da Segurança Pública, estudo que compila e analisa dados de registros policiais sobre criminalidade e gera informações sobre o sistema prisional e gastos com segurança pública dos estados brasileiros. De acordo com o levantamento referente ao ano de 2016, o Maranhão foi a unidade da federação que menos investiu na segurança pública, em termos proporcionais.

“O Maranhão investiu apenas R$ 199,58 por habitante enquanto que o estado de Roraima investiu R$ 692,00, quase 300% mais. O Ceará, que ficou em penúltimo lugar no ranking investiu, ano passado, R$ 212,00, ou seja, ainda ganhou do Maranhão”, destacou Hildo Rocha.

Estatística

Segundo o deputado, o estudo aponta que de 2015 para 2016 houve um aumento de 14% nos crimes de lesão corporal dolosa; crimes resultantes em lesão corporal 40%; roubos e furtos de veículos aumento 22%; homicídios 5%. “Entre as capitais, São Luis foi a que registrou o maior crescimento de crimes de estupro (9%). Até suicídios aumentou. Em 2015 foram registrados 114 casos enquanto que em 2016 as ocorrências subiram para 159, um aumento de 29%”, enfatizou.

Falta de estrutura

Rocha disse que além do crescimento dos índices de violência, a falta de investimentos dificulta o trabalho do aparelho de segurança pública do estado. “Os policiais estão mal equipados, faltam armas adequadas, munições e veículos. Até o combustível é oferecido na quantidade abaixo do necessário para que os policiais possam trabalhar com eficiência. As delegacias estão em péssimas condições; por falta de pagamentos de aluguéis a delegacia de Peritoró foi despejada. Tudo isso em função do governo medíocre que temos no Maranhão”, asseverou o parlamentar.

O deputado disse que os números do Anuário Nacional de Segurança Pública confirmam o desprezo do governador Flávio Dino pela segurança pública. “Não tem compromisso com a população, não investe na segurança pública, não governa, fica o tempo todo nas redes sociais buscando culpados pelo fracasso da sua administração. A situação só não está pior porque felizmente o sistema de segurança público do Maranhão é formado por excelentes profissionais”, finalizou Hildo Rocha.

Governo Roseana investiu mais de R$ 2,5 bilhões em obras nos municípios administrados pela oposição

Ao contrário do que vem dizendo o governador Flávio Dino, a ex-governadora Roseana Sarney destinou sim verbas para as prefeituras comandadas por aliados dele

Para rebater as críticas de que os prefeitos e ex-prefeitos aliados de Flávio Dino são/foram fracassos administrativamente, os comunistas vêm culpando a ex-governadora por não liberar verbas para seus oposicionistas. No entanto, convênios foram assinados sim, com todos os prefeitos, incluindo os aliados do atual governador.

Caxias, Imperatriz, Santa Inês, Matões e Timon fazem parte da lista dos municípios maranhenses que fecharam parceria com o Governo do Estado para várias obras tanto em 2013 quanto 2014. Somente a Prefeitura de Imperatriz, administrada na época por Sebastião Madeira, recebeu mais de R$ 4 milhões em repasses voluntários estaduais para áreas da educação, saúde e de mobilidade urbana. Foram quase R$ 2 milhões em 2013 e mais de R$ 2,2 milhões em 2014.

Em Santa Inês, o ex-prefeito Ribamar Alves (PSB) assinou dois convênios com a administração estadual em 2013. Alves, na época, elogiou a parceria com o governo, que garantiu a construção de uma avenida e o recapeamento de ruas, além de sinalizações nas vias.

Parcerias como essas são importantes porque o Município com renda própria não tem condições de fazer. A governadora Roseana Sarney está sensível à situação das cidades do interior do Maranhão abrindo para a realização de parcerias“, afirmou Alves.

Investimentos

Além de firmar convênios para repasses voluntários, o Governo do Estado garantiu obras nas cidades de Timon, Caxias e Matões. Em Caxias foram destinados mais de R$ 200 milhões para a construção de um hospital com 100 leitos, serviço de melhoramento e pavimentação de rodovia MA-349 no trecho que liga Caxias a Aldeias Altas e ainda pavimentação de vias urbanas e construção de escola com seis salas.

Em Timon, que continua comandada por Luciano Leitoa, foi destinada verba para a reforma, adequação e ampliação do Hospital Regional Alarico Nunes Pacheco, pavimentação de vias urbanas e construção, expansão de melhoria do sistema de abastecimento de água, implantação do Distrito Industrial e outros benefícios. Estas são algumas das obras que somam R$ 150 mil.

A cidade de Matões da ex-prefeita Suely Pereira, mãe do deputado federal Rubens Pereira (PCdoB), recebeu verba que somaram mais de R$ 74 milhões para serviço de pavimentação de vias urbanas na sede do município e ainda conservação e manutenção de rodovia MA-026 no trecho que liga Matões a Parnarama.

Em São Luís não foi diferente. O Governo do Estado fez investimentos de mais de R$ 2 bilhões em obras que incluem a recuperação do Sistema Italuís, serviço de videomonitoramento, Via Expressa, Anel Metropolitano, Avenida Quatro Centenário e construção e urbanização do Espigão Costeiro.

Estado também ofereceu parceria para São Luís

A ex-governadora Roseana Sarney no início da administração do prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT), o recebeu para oferecer ajuda do Governo do Estado na área da Saúde, já que os hospitais de urgência e emergência, Socorrão I e II, passavam por dificuldades que incluía até falta de alimentos nas unidades de saúde.

Na ocasião, a parceria oferecida pelo governo estadual (o estado assumiria o Socorrão II para administrar) foi negada pelo prefeito Edivaldo Júnior por questões políticas, já que o PCdoB pressionou o pedetista para que não fosse feita qualquer aproximação com o Governo do Estado.

Posteriormente, o prefeito ligou para a governadora que dias depois retornou e uma nova conversa aconteceu para que fossem finalmente realizadas parcerias entre as duas administrações.

Dessa reunião resultou o acordo de construção de um viaduto na Forquilha. O Governo do Estado deveria entrar com o recurso para realizar a obra e a Prefeitura, com o projeto e verba para indenização para desapropriação de imóveis.

Essa parceria nunca saiu do papel. Além da demora em entregar o projeto, cuja conclusão demorou mais de três meses para ser concluído, a Prefeitura de São Luís nunca disponibilizou a verba para as indenizações, valor de cerca de R$ 30 milhões de reais.