A Globo falou que Collor era bom para o país, o povo acreditou. Depois foi FHC, Lula, Dilma, Janot, e o povo acreditou

A Rede Globo tem atuado de forma sistemática para desestabilizar o país em uma das
campanhas mais agressivas da história contra um governo. O Grupo de comunicação
colocou todos seus empregados e sua máquina de propaganda para tentar
desqualificar o presidente Temer justamente no momento em que o país começava a
superar a mais grave, profunda e duradoura recessão de todos os tempos. Movida por
interesses obscuros e flagrantemente opostos aos interesses do país e do povo, a Globo apostou no caos econômico e político, aliando-se a criminosos como os açougueiros da JBS e o suspeito ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, numa das mais vergonhosas campanhas de difamação que este país já viu.

A irresponsabilidade e o ódio com que a emissora se volta contra um governo frágil,
transitório e despretensioso levanta uma série de suspeitas. Temer não é lá nenhuma
força política ameaçadora e cumpre apenas o papel de realizar a transição democrática
do país até as eleições de 2018, que estão logo ali. Verdade seja dita, cumpre esta missão com surpreendente zelo e competência, tendo em vista a situação traumática que Dilma e o PT deixaram o país.

E é justamente neste aspecto que as suspeitas se tornam mais consistentes. Temer interrompeu uma série de políticas corruptas mantidas pelas administrações petistas ao longo de mais de uma década e meia no país. Temer feriu de morte a esquerda corrupta, os sindicalistas, os artistas mamadores da Lei Rouanet, os empresários acostumados com dinheiro fácil do BNDES e se tornou o maior carrasco do PT, ao chefiar a operação que culminou na expulsão de todos do poder, livrando o Brasil da pior geração de corruptos que haviam se apoderado do governo.

Temer demitiu milhares de bolivarianos na administração pública, acabou com as
indicações políticas para cargos em bancos públicos e estatais, como a Petrobras, e
reduziu em mais da metade as generosas verbais publicitárias, afetando
dramaticamente as receitas da Globo.

A Globo já demonstrou que não possui qualquer preocupação sobre o que é bom para
o país e para a família brasileira. Visando o lucro, a audiência e a imposição de
ideologias de seus quadros, promove a cultura da esquerda, com a promiscuidade, a
exaltação da criminalidade e as críticas veladas contra a policiais. Os valores da Globo
não representam os valores da sociedade.

Um dos maiores símbolos do combate à corrupção, tido como um verdadeiro herói
para os brasileiros, o juiz Sérgio Moro não existe para a Rede Globo. Enquanto a
imprensa internacional celebra o brilhante trabalho daquele que é considerado um
dos maiores especialistas do mundo em crimes de lavagem de dinheiro, a emissora
carioca ignora completamente os feitos do magistrado e se omite em cobrir e noticias
as palestras e eventos no Brasil e no exterior nos quais Moro participa.

A Globo que tenta de todas as formas desestabilizar o governo Temer, que se aliou a
gente suspeitosíssima para vender uma conspiração fajuta e pedir a renúncia do
presidente é a mesma que convenceu os brasileiros de que o ex-presidente Fernando
Collor de Mello era bom para o Brasil. É a mesma emissora que se manteve subserviente aos governos de FHC, Lula e Dilma, enquanto jorrava o dinheiro do
BNDES, das verbas da SECOM e os perdões em dívidas bilionárias. A Globo é a
mesma que defendeu os açougueiros criminosos da Friboi e as tretas de Janot até as
últimas consequências. A Globo também se calou durante o reinado de corrupção de
Sérgio Cabral e sua máfia no Rio de Janeiro, sem se importar com as consequências
caóticas para a população do Estado. Como se vê, o que é bom para o Brasil não é bom para a Globo. Apesar da clareza dos fatos, a emissora carioca está conseguindo mais uma vez ludibriar a população em sua cruzada para retomar a influência no poder.

É pena que a emissora se valha do talento e da qualidade técnica de seus quadros na
área da dramaturgia para impor ao país uma pauta que esconde, em linhas gerais,
interesses obscuros e contrários ao desenvolvimento econômico, cultural e
educacional saudável para a nação.

 

Imprensaviva