Vereadora do PSOL monta mega-esquema de corrupção e desvio de verba pública

Sâmia Bonfim (PSOL) teria montado um grande esquema de desvio do dinheiro público

Segundo noticiou o Diário Nacional, a Vereadora de São Paulo Sâmia Bonfim do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) teria montado um mega-esquema de corrupção e desvio de verba pública para o seu próprio partido.

A Vereadora que ficou conhecida pela “Farra dos Gastos” após torrar mais de 200 mil reais de dinheiro público em gastos mal explicados agora terá que enfrentar a justiça em seu novo escândalo de corrupção.

Segundo a notícia, a vereadora teria desviado cerca de 88 mil reais para uma empresa fantasma operada por Tiago Madeira e Adria Akemi Osato Meira, ambos filiados ao PSOL.

O site publicou ainda a suposta fachada da empresa, onde não há qualquer indicação de que haja alguma empresa de comunicação, mas apenas uma ótica e uma loja de roupas.

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Apontado como um dos operadores do esquema, Tiago Madeira ostenta em suas redes sociais fotos ao lado da Vereadora acusada de desviar o recurso público

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Além da empresa fantasma de publicidade, há ainda um outro indício de desvio de verba para outro filiado do PSOL. Trata-se de Pedro Maia Veiga que recebeu mais de 68 mil reais para prestar um suposto serviço de fotografia. Pedro também ostenta fotos ao lado da Vereadora nas redes sociais.

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O Ministério Público deve abrir de ofício um inquérito para apurar os ilícitos e Sâmia Bomfim terá que prestar contas na justiça.

Descoberto mais um esquema de corrupção no governo Flávio Dino

Um escândalo atrás do outro. Depois da fatídica operação da polícia federal que prendeu dezessete pessoas por envolvimento em desvios de recursos públicos da saúde agora vem à tona mais uma denúncia. Não é apenas na saúde que estão tirando dinheiro público no Maranhão”, afirmou o deputado federal Hildo Rocha em pronunciamento na tribuna da Câmara.

De acordo com o parlamentar, na área da infraestrutura também estão desviando recursos. “A Justiça Federal vai acabar prendendo muita gente porque estão praticando superfaturamento de obras. Na cidade de Brejo, por exemplo, o governo reformou uma praça, colocou apenas o piso. A obra custou R$ 1 milhão e trezentos mil reais. Especialistas dizem que R$ 400 mil seria suficiente. Portanto, houve superfaturamento de quase R$ 900 mil reais”, denunciou Rocha.

As evidências – veja o vídeo 

O deputado usou documentos oficiais do governo para endossar a denúncia. “O Diário Oficial publicou resenha do convênio 014/2017 que foi firmado com a Prefeitura de Pio XII. No documento consta que duas praças serão construídas com R$ 400 mil. Ou seja, a reforma da praça de Brejo, feita diretamente pelo secretário de Flávio Dino (PCdoB) custou R$ 1 milhão e trezentos mil. As duas praças que serão construídas pela prefeitura estão orçadas em apenas R$ 400 mil. Portanto, fica comprovado que houve superfaturamento”, destacou o parlamentar.

Valor omitido

Rocha destacou ainda que a placa de identificação da reforma da praça de Brejo está em desconformidade com a legislação brasileira. “A lei é clara: tem que constar o valor da obra. Mas na placa não havia essa indicação. Esconderam por que?  Porque é obra superfaturada”, afirmou.

Fiscalização

O deputado conclamou os órgãos de controle e o Ministério Público a estenderem as investigações para outros setores da administração pública estadual. “A prática de superfaturamento é evidente. Se fizerem as fiscalizações como devem ser feitas a justiça federal ainda irá prender muitos integrantes do governo comunista”, enfatizou Hildo Rocha.

Mar de corrupção no Maranhão

Matéria divulgada hoje (11/10) pelo portal de noticias UOL mostra que o Estado do Maranhão aparece entre as unidades da federação com o maior índice de corrupção do país, leia a matéria.

No Maranhão, um esquema milionário de fraudes atingiu diretamente uma área crucial para a população. Pelas contas da Polícia Federal, pelo menos R$ 1 bilhão foi desviado do sistema de saúde do Estado.

O alvo da Operação Sermão dos Peixes, batizada em alusão à repreensão dada pelo padre Antônio Vieira aos colonos, em 1654, ao criticá-los sobre a prática da corrupção, eram organizações não governamentais encarregadas de gerenciar unidades hospitalares no interior ao longo dos últimos três anos.

Só o volume de saques em dinheiro, realizados desde 2015, variou entre R$ 18 milhões e R$ 36 milhões, algo como entre 36 e 72 malas semelhantes à que a Polícia Federal flagrou o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) recebendo da JBS numa pizzaria paulistana.

Foi necessário que os investigadores ficassem de campana por 70 dias para flagrar os saques. Neste período, havia uma retirada frequente de dinheiro em espécie que era entregue diretamente aos dirigentes das entidades e a políticos locais. Nas quatro fases da operação, cerca de 30 pessoas foram presas, mas algumas já se encontram em liberdade.

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