Frases de Paulo Freire que parecem os discursos da Dilma

Ninguém melhor que Paulo Freire para ser nomeado o patrono da pior educação do mundo.

Quem já leu pelo menos um de seus livros sabe o quanto a escrita dele é ruim. Não que ele seja um intelectual que escreve de forma difícil. Ele simplesmente não sabe escrever! É uma linguagem confusa, ele inventa palavras, repete mais de 10 vezes o mesmo termo numa página só e escreve frases óbvias, como: “não há professor sem aluno” ou “quem ensina, ensina alguma coisa a alguém.”

Além do fato de ele fazer questão de citar supostas autoridades de ensino, como Lênin, Che Guevara, Fidel Castro, Mao e Karl Marx.

Alguém poderia me explicar essa tara de Paulo Freire por ditadores assassinos?

Obviamente, antes de ler seus livros, eu não sabia de nada disso, então como uma boa estudante de pedagogia, peguei para ler.

Seus livros ‘Pedagogia da Autonomia’ e ‘Pedagogia do Oprimido’ têm por volta de 200 páginas. Bem finos. Mas levei quase três meses para terminá-los de tão ruim que são.

*Por uma professora anônima

Veja as frases e divirta-se:

(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 25)
(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 99)
(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 124)
(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 20)
(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 26)
(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 30)
(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 62)
(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 127)
(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 128)
(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 115)
(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 103)
Bônus: assista ao pequeno vídeo

Crimes de pistolagem voltam com tudo no Maranhão

Os crimes de pistolagem voltaram a aterrorizar o interior do Maranhão. O caso mais recente teve como vítima, hoje,  o ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa, o popular Nenzin, pai do deputado estadual Rigo Teles. Nenzin foi morto com um tiro certeiro que o atingiu no pescoço.

O povo de Barra do Corda já viveu situação semelhante, que deixou a cidade em clima de pavor. Há quatro anos, o vereador Antônio Aldo Lopes Andrade foi executado dentro de uma borracharia, às margens da BR-226. Mais um crime com digitais políticas, sem a devida elucidação. Diante da impunidade, mandantes e autores sentem-se cada vez mais estimulados a perpetrar novos crimes.

Outros casos recentes

O vereador Esmilton Pereira dos Santos, de 45 anos, foi assassinado quando chegava em casa, em Governador Nunes Freire, município distante 442 quilômetros de São Luís. Reduzidas a quase zero após um esforço policial que resultou em inúmeras prisões, as execuções a bala ganham novamente o noticiário policial, para desespero dos maranhenses que convivem com a sombra da violência.

Esmilton Pereira foi o segundo vereador de Governador Nunes Freire assassinado a bala em dois anos. Em 2014, o também vereador Paulo Lopes, que fazia oposição à administração municipal, foi morto com as mesmas características. O blogueiro Ítalo Diniz, que escrevia textos com abordagem crítica à administração pública local, também foi morto a tiros na cidade, em novembro de 2016.

Com um saldo tão sangrento, a cidade logo ganhou o apelido de terra sem lei, onde a violência tem prevalecido sobre a democracia e as divergências políticas são resolvidas no gatilho. Assim, o Maranhão retroage ao passado de barbárie, algo que já havia sido superado e que agora volta, instalando o caos e o medo nas regiões mais pobres do estado. Em tempos de acirramento político, como agora, a ameaça da pistolagem se torna ainda mais real, com grupos antagônicos dispostos ao confronto e a população no meio do fogo cruzado.

 

 

Oposição lidera a corrida para o Senado, segundo Vox Populi

Sarney Filho e Edison Lobão lideram a corrida ao senado em 2018

A pesquisa Vox Populi, divulgada na última segunda-feira, 4, mostra que a disputa pelas duas vagas par ao Senado estar mais favorável aos pré-candidatos da oposição ao governador Flávio Dino (PCdoB). O ministro Sarney Filho (PV) e o atual senador Edison Lobão (PMDB), segundo o levantamento, lideram a corrida para senador.

A pesquisa da Vox Populi foi encomendada pela agência de publicidade Jarkata Publicidade. Os dados foram colhidos nos dias 10 a 28 de novembro ouvindo 1007 maranhenses em São Luís e no interior do estado.

Pelo resultado da pesquisa, Sarney Filho vem com 28% seguido de Edison Lobão e Eliziane Gama com 24% os dois. Zé Reinaldo aparece com 22%. Waldir Maranhão aparece com 18% e Weverton Rocha com 15%. Márcio Jardim obteve 9%. Não sabe e não respondeu somou 11% e brancos e nulos, 25%.

Esse percentual é a soma de dois cenários estimulados pela Vox Populi. No primeiro cenário, Sarney Filho aparece com 16%. Ele é seguido por Eliziane Gama (PPS) com 14% e Edison Lobão com 13%. Waldir Maranhão (PP) obteve 11% mesmo percentual do deputado Zé Reinaldo. Weverton Rocha (PDT) aparece com 8% e Márcio Jardim (PT) com 4%. Não sabe e não respondeu somou 6% e brancos e nulos, 15%.

No cenário 2, Sarney Filho também lidera com 12% sendo seguido por Edison Lobão com 11%, Zé Reinaldo também com 11% e Eliziane Gama com 10%. Weverton Rocha vem com 8% e Waldir Maranhão com 7%. Márcio Jardim vem com 5%. Brancos e nulos somou 7% e não sabe e não respondeu, 5%.

Os números mostram que o pré-candidatos da oposição estão melhor posicionados que os pré-candidatos do campo de aliança do governador Flávio Dino.

O pré-candidato que já recebeu publicamente a declaração de apoio de Dino, o deputado Weverton Rocha (PDT), por exemplo, aparece somente com 15% apesar da campanha que vem fazendo para viabilizar o espaço na chapa majoritária de Flávio Dino.

Outro nome posto como provável candidato do governador comunista ao Senado é do deputado Waldir Maranhão (PP), que para agradar Dino chegou a anular a sessão que admitiu o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O desempenho dele é melhor do que o de Weverton Rocha. O pepessista obteve 18% somando os dois cenários estimulados pelo o instituto.

O deputado Zé Reinaldo Tavares, que deverá ir para o DEM, aparece em melhor posição do que os outros dois colegas governistas. Ele obteve 22%. Apesar de aparecer bem em pesquisas, Tavares enfrenta resistência do grupo governistas para ser um dos nomes ao Senado que comporá a chapa majoritária de Dino.

E mais distante ainda dos comunistas para ser uma provável candidata do governo a senadora é a deputada Eliziane Gama (PPS). Ela aparece empatada com o senador Edison Lobão quando somados os cenários estimulados.

Quadro

Sarney Filho 28%

Edison Lobão 24%

Eliziane Gama 24%

Zé Reinaldo Tavares 22%

Waldir Maranhão 18%

Weverton Rocha 15%

Márcio Jardim 9%

Brancos e nulos 25%

Não sabe ou não respondeu 11%

 

Com informação do Jornal O Estado do Maranhão

Regime comunista de Fidel não aceita debater a questão racial em Cuba

 

Regime comunista de Fidel não aceita discutir questão racial em Cuba

A antropóloga e historiadora Maria Faguaga debate um assunto pouco presente na mídia brasileira: como é o racismo e o movimento negro em Cuba. Ela explicou à revista Veja que há uma preocupação dos políticos em apresentar este movimento, mas que ele não existe de fato. “Não há a possibilidade de existir porque, desde 1959, tivemos que assumir somente a identidade nacional. Temos que ser só cubanos – e não afro-cubanos”, conta. No entanto, apesar da inexistência do movimento negro, há racismo no país. “A única coisa que aconteceu é que deixaram de falar, porque não se podia mais tocar no assunto após a revolução”, afirma.

A situação é uma tragédia, mas também é um tanto irônica. Os movimentos negros brasileiros, em sua maioria ligado a grupos de extrema-esquerda, defendem o regime cubano desde sempre. Aparentemente nunca pararam para pensar que não há liberdade em Cuba para fazerem por lá o que fazem no Brasil. Aliás, ou não perceberam isso ou não se importam, já que no fim das contas o que menos importa para esta gente é a causa.

 

Cenário de fracasso

Por qualquer aspecto que se analise, a pesquisa do Instituto Vox Populi sobre a corrida eleitoral maranhense – a primeira de uma empresa nacional sobre o próximo pleito – mostra o fracasso retumbante do governo Flávio Dino (PCdoB), prestes a completar o terceiro ano de mandato. Os números revelam que a população maranhense não engoliu, ou decepcionou-se, com o discurso da mudança comunista pregada em 2014.

Dino tem pouco mais de 1/3 do eleitorado maranhenses, o mesmo que a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), fora do poder há quatro anos e só agora anunciada pré- candidata ao governo.

Talvez até por saber os números do Vox Populi – mesmo porque tem institutos trabalhando para si quase que diariamente. – é que Dino começou a multiplicar por mil ações questionáveis e nada republicanas. Nos últimos dias, a tônica de suas ações é marcada por cooptação de partidos e lideranças em troca de cargos, liberação de convênios milionários a prefeituras vinculadas aos partidos de sua base, além do aliciamento claro de emissoras de rádio, jornais, blogs e emissoras de TV no interior.

O Instituto Vox Populi mostra um cenário ainda mais tenebroso para Flávio Dino em São Luís. Na capital, ele tem apenas a terceira colocação entre os candidatos a governador, perdendo para Roseana e para o deputado Eduardo Braide (PMN), que nem definiu se será candidato.

A população maranhense precisa agora ficar alerta com o nível de endividamento do governo, o gasto desordenado de recursos públicos e a compra de votos. Porque, já está claro por suas próprias ações, Dino vai fazer de tudo para se manter encastelado no Palácio dos Leões.

O Estado/Estado Maior

Elite do funcionalismo público protesta contra Temer pelo fim dos privilégios na Previdência

Depois dos sindicalistas, é a vez dos servidores chorarem o fim de privilégios

O fim dos privilégios a servidores públicos é uma das “cláusulas pétreas” impostas pelo presidente Michel Temer durante as negociações do novo texto da reforma da Previdência. Temer tem sido inflexível contra as regras que permitem que funcionários públicos se aposentem mais cedo e ganhando mais do que trabalhadores da iniciativa privada.

Outra imposição do presidente diz respeito à equiparação do teto da remuneração dos servidores públicos com o dos trabalhadores da iniciativa privada, que é de R$ 5.200,00. Há servidores que recebem acima de R$ 30 mil. A categoria drena quase 70% dos recursos da previdência.

Neste domingo, funcionários de universidades ligadas à FASUBRA (Federação de Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Brasileiras) foram à residência oficial da presidência da Câmara em Brasília para protestar contra a reforma da Previdência.

O presidente Michel Temer participava de um jantar no local com líderes de partidos aliados no Congresso. Cerca de 40 pessoas gritaram palavras de ordem contra os participantes do jantar. O protesto terminou cerca de 30 minutos depois.

Os servidores federais estão revoltados com Temer por outros motivos. A categoria que viu seus rendimentos crescerem 3 vezes durante os governos Lula e Dilma teve os reajustes congelados até 2019 pelo atual presidente.

Imprensaviva

Descoberto mais um esquema de corrupção no governo Flávio Dino

Um escândalo atrás do outro. Depois da fatídica operação da polícia federal que prendeu dezessete pessoas por envolvimento em desvios de recursos públicos da saúde agora vem à tona mais uma denúncia. Não é apenas na saúde que estão tirando dinheiro público no Maranhão”, afirmou o deputado federal Hildo Rocha em pronunciamento na tribuna da Câmara.

De acordo com o parlamentar, na área da infraestrutura também estão desviando recursos. “A Justiça Federal vai acabar prendendo muita gente porque estão praticando superfaturamento de obras. Na cidade de Brejo, por exemplo, o governo reformou uma praça, colocou apenas o piso. A obra custou R$ 1 milhão e trezentos mil reais. Especialistas dizem que R$ 400 mil seria suficiente. Portanto, houve superfaturamento de quase R$ 900 mil reais”, denunciou Rocha.

As evidências – veja o vídeo 

O deputado usou documentos oficiais do governo para endossar a denúncia. “O Diário Oficial publicou resenha do convênio 014/2017 que foi firmado com a Prefeitura de Pio XII. No documento consta que duas praças serão construídas com R$ 400 mil. Ou seja, a reforma da praça de Brejo, feita diretamente pelo secretário de Flávio Dino (PCdoB) custou R$ 1 milhão e trezentos mil. As duas praças que serão construídas pela prefeitura estão orçadas em apenas R$ 400 mil. Portanto, fica comprovado que houve superfaturamento”, destacou o parlamentar.

Valor omitido

Rocha destacou ainda que a placa de identificação da reforma da praça de Brejo está em desconformidade com a legislação brasileira. “A lei é clara: tem que constar o valor da obra. Mas na placa não havia essa indicação. Esconderam por que?  Porque é obra superfaturada”, afirmou.

Fiscalização

O deputado conclamou os órgãos de controle e o Ministério Público a estenderem as investigações para outros setores da administração pública estadual. “A prática de superfaturamento é evidente. Se fizerem as fiscalizações como devem ser feitas a justiça federal ainda irá prender muitos integrantes do governo comunista”, enfatizou Hildo Rocha.

Governador comunista Flávio Dino deve explicações aos maranhenses

A nova estratégia do governo Flávio Dino (PCdoB) é tentar confundir a opinião pública ao utilizar blogs alinhados do Palácio dos Leões para divulgarem, em partes, a famosa relação dos funcionários fantasmas apreendida pela Polícia Federal na Operação Pegadores, desmembramento da Operação Sermão dos Peixes.

O Blog marrapá, editado por Leandro Miranda – que é pago pela Assembléia Legislativa do Maranhão – postou de forma irônica que o INMETRO CTA INVESTIDOR faz parte da lista dos funcionários fantasmas da secretaria de saúde. Ora, quem garante que a nomenclatura posta na relação não é um código para alguma pessoa indicada por algum comunista do INMETRO? Vale lembrar que situação semelhante aconteceu recentemente num seletivo do estado, quando uma Igreja evangélica foi aprovada para trabalhar como técnico penitenciário administrativo.

Seria mais proveitoso para a população do Maranhão se o governador Flávio Dino explicasse os desvios na Secretaria de Estado da Saúde e pagamento de funcionários fantasmas “lotados” naquela secretaria, ao invés de tentar desqualificar o trabalho da Polícia Federal e pôr em descrédito a Operação Pegadores.

Em vez de atacar o trabalho da Polícia Federal, Dino deveria cuidar melhor do seu governo, que sonega medicamentos para crianças, adultos e idosos e deixou dezenas de hospitais fecharem as portas por falta de repasse do governo do estado às prefeituras para manter as unidades de saúde.

O governo do Maranhão está envolvido num esquema milionário de desvios de recursos da saúde para o financiamento de campanha eleitoral do PCdoB e partidos puxadinhos, além do aparelhamento do governo com contratações irregulares dos seus “camaradas”.

Um dos nomes envolvidos no esquema é o da ex-secretária adjunta da SES, Rosângela Curado (PDT), acusada por funcionários das Cooperativas de receber 10% de propina a cada contrato celebrado entre as entidades e o setor público, além de articular as colocações dos “camaradas fantasmas”.

A máfia, que envolve várias cooperativas de saúde atua em diversas cidades maranhenses, de acordo com documentos da Operação Pegadores. Em depoimento, um dos presos e principal responsável por uma das cooperativas, confirmou a formação de cartel para ganhar as licitações no governo do estado.

Desde que foi deflagrada a operação, vários auxiliares próximos de Flávio Dino já foram citados em depoimentos oficiais, como o do secretário de Articulação Política e Comunicação, Márcio Jerry Saraiva (PCdoB).

 

 

Quem diria – tucanos participarão de evento com PT, PSB, PPS e PV para “esquerdar pra valer”

Lideranças do PSDB, PT, PSB, PSD, PPS e PV vão se reunir amanhã (02/12), em São Paulo, para buscar pontos em comum “em defesa da democracia e dos direitos humanos”.

O evento, chamado “Manifesto de Convergências pela Democracia e Direitos Humanos”, foi convocado pelo grupo “PSDB Esquerda Pra Valer” em parceria com o Instituto Teotônio Vilela (ITV) e deve reunir os tucanos José Serra e José Gregori, o presidente do ITV, José Anibal, e o presidente interino do PSDB, Alberto Goldman, além do vereador Eduardo Suplicy (PT), Aldo Rebelo (PSB), Eduardo Jorge (PV), Andrea Matarazzo (PSD) e Arnaldo Jardim (PPS).

O objetivo, segundo organizadores, é buscar pontos de convergência apesar das diferenças ideológicas e disputas eleitorais. Integrantes do PSOL e Rede também foram convidados mas não estarão presentes porque seus partidos realizam congressos nacionais no mesmo dia. A idéia é que o evento gere um manifesto suprapartidário que será apresentado a movimentos sociais ligados à esquerda.

O governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, não tem presença confirmada no evento. Entretanto, o tucano participou de outro evento do mesmo grupo em outubro onde afirmou que “o liberalismo completo é a incivilização porque é o grande comendo o pequeno”.

Hildo Rocha se reúne com novo ministro das Cidades para atualizar demandas do Maranhão

O deputado federal Hildo Rocha foi recebido em audiência pelo novo ministro das cidades, Alexandre Baldy. “Discutimos sobre projetos e demandas do Maranhão, que tramitam no ministério, e tratamos sobre liberação de recursos para construção de casas no âmbito dos programas de Arrendamento Residencial (PAR) e de Habitação Rural (PNHR)”, explicou o deputado.

Recomposição do orçamento

Sobre o corte de R$ 3 bilhões no orçamento deste ano Rocha, que atuou como relator setorial para Desenvolvimento Urbano da Comissão Mista de Orçamento de 2018, debateu com Baldy estratégias para a recomposição das perdas.

“Vamos trabalhar pela recomposição orçamentária buscando, principalmente, anulação em outras áreas. Mostrei ao ministro as ações que fiz para melhorar o orçamento que foi encaminhado pelo executivo. Mais de trezentas emendas foram apresentadas por deputados e senadores e muitas foram admitidas”, comentou Hildo Rocha.

PAC

O prefeito de Buriticupu, Zé Gomes, acompanhou Hildo Rocha no encontro com Baldy. Gomes aproveitou para solicitar a retomada de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que estão paralisadas no município.