Josimar de Maranhãozinho pode ficar inelegível até 2020

O deputado estadual Josimar de Maranhãozinho (PR), o mais votado nas últimas eleições, mas que vai fazendo um mandato pífio na Assembleia Legislativa, segue com problemas junto a Justiça Eleitoral.

No mês de junho, o deputado federal Aluísio Mendes (Podemos) deu entrada em notícia-crime no Ministério Público Eleitoral visando à instauração de investigação federal contra o deputado Josimar de Maranhãozinho por falsificação de diploma escolar apresentado à Justiça Eleitoral para registro de candidatura nas eleições de 2014.

Porém, esse não deve ser o único problema de Josimar na Justiça Eleitoral. O vice-procurador-geral-eleitoral substituto, Francisco de Assis, já pediu ao ministro Luiz Fux, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o deputado estadual seja novamente submetido a julgamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão, por corrupção eleitoral.

O parlamentar está sendo acusado de compra de votos nas eleições de 2012, quando era prefeito de Maranhãozinho e ajudou a eleger o prefeito José Auricélio de Moraes Leandro e o vice dele, Raimundo Tarcísio de Lima. Os três chegaram a ser condenados pela juíza Cynara Elisa Gama Freire, da 101ª Zona Eleitoral, de Governador Nunes Freire, em julho de 2015, e estariam tecnicamente inelegíveis até 2020.

Só que Josimar de Maranhãozinho recorreu ao TRE-MA e conseguiu a anulação das provas. Agora, o Ministério Público Eleitoral solicitou um novo julgamento rechaçando os argumentos apresentados pelo deputado ao TRE.

Sendo assim, antes mesmo de se preocupar com as eleições de 2018, quando tentará se eleger deputado federal, mesmo tendo sido um deputado estadual com fraca atuação, Josimar precisará se livrar dos problemas junto a Justiça Eleitoral.

 

Ministro da Educação participa de entrega do IFMA, iniciado por Roseana, em São José de Ribamar

O ministro da Educação, Mendonça Filho, participou na manhã de ontem da entrega do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) de São José de Ribamar.

As instalações começaram a ser construídas durante a gestão da ex-governadora, Roseana Sarney. O ministro destacou que existem várias parcerias entre o Governo Federal e o Estado do Maranhão no sentido de obras que fortalecerão a educação estadual. Entre elas, Mendonça Filho destacou a construção dos institutos e a ampliação das universidades, medida que está sendo estudado pelo ministério.

Mendonça Filho destacou, em sua fala, o início das obras durante a gestão passada no Ministério e no governo do Estado. “Um homem público tem que assumir de quem são os trabalhos. Sei que não foi durante a minha gestão que essa obra foi desenvolvida, mas dei o maior suporte para que ela fosse concluída. E o início foi durante a administração da ex-governadora Roseana Sarney, que deu grande apoio para que essa obra pudesse ser feita em Ribamar, sobretudo uma obra para a educação do Maranhão”, declarou.

As atividades administrativas e pedagógicas já estão sendo realizadas no prédio desde março deste ano. Mesmo antes de funcionar nas instalações próprias, o campus vinha operando em espaços cedidos pela Prefeitura desde 2015.

A cerimônia de ontem oficializou a entrega da sede definitiva, que tem 4.420,99 m² de área construída e dispõe de nove salas de aula, sete laboratórios, sala de multimeios, biblioteca, setor administrativo, lanchonete e área de vivência.

Segundo o reitor do IFMA, Carlos Roberto Brandão, essa será a oportunidade de levar o ensino técnico e superior aos estudantes daquela região. “Essa obra beneficiará não só o município de Ribamar, mas toda a Região Metropolitana de São Luís, que usará deste espaço para desenvolver sua formação e alavancar os índices de desenvolvimento da educação de nosso estado”, afirmou.

A estudante Liliane Matos, de 16 anos, falou sobre a importância do campus para a educação do município. “Esse novo espaço vai ajudar muitas pessoas que precisam estudar, mas moram muito longe dos outros IFMA. Eu estudo aqui e isso ajudou muito minha vida agora é vai ajudar no futuro quando estiver formada”, concluiu.

Sobre o campus

Dimensionado para o atendimento de até 1.200 alunos de forma presencial, as obras de construção do IFMA Campus São José de Ribamar tiveram início desde o dia 24 de outubro de 2013. Nessa mesma data, lideranças políticas e comunitárias, empresários e estudantes das escolas públicas do município participaram da audiência publica que definiu os três eixos tecnológicos trabalhados na unidade: Comunicação e Informação, Processos Industriais e Gestão de Negócios.

O funcionamento do campus foi autorizado pela Portaria nº 1.074, de 30 de dezembro de 2014, publicado no Diário Oficial da União no dia 30 de dezembro de 2014. Desde então, a unidade vem funcionando no sentido de fortalecer o relacionamento com a comunidade local por meio de cursos e projetos de extensão. Os primeiros cursos técnicos regulares foram iniciados em 2015 no âmbito do Pronatec – sob demanda do ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Mctic).

Público de mais de 910 alunos

Prédio atende mais de 910 alunos e oferece mais de cinco cursos técnicos de ensino médio: Administração, Eletroeletrônica, Informática para Internet, Programação de Jogos Digitais e Redes de Computadores. O Campus São José de Ribamar também oferta cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC).

 

Com informação do Jornal O Estado do Maranhão

Cantanhede – a falsa polêmica da oposição sobre o PL 18/2017 e a verdade dos fatos

A polêmica criada em torno do projeto de lei 18/2017 de autoria do executivo municipal que versa sobre o novo Código Tributário Municipal ainda corre solta em Cantanhede. Na tentativa de atingir a administração municipal, a oposição criou e tratou de disseminar boatos e factoides dando conta de que o PL tratava do aumento de alíquota do ISS – Imposto Sobre Serviço e incluía novos categorias sujeitas ao pagamento do tributo municipal.

Os boatos tomaram corpo, e muita gente se deixou levar pelo canto da sereia, esquecendo de consultar o que diz a lei, e qual o seu verdadeiro objetivo. Cientes da importância e da urgência do Projeto de Lei para o município, Na tarde desta segunda-feira (2), a Câmara Municipal aprovou o PL 18/2017, já que os municípios devem estar com esta lei aprovada até dia 2 de outubro de 2017, para receber Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza já em 1º de janeiro de 2018

Conforme determinação do governo Federal os municípios brasileiros têm até o dia 2 de outubro de 2017 para aprovar atualização do Código Tributário Municipal (CTM), se desejam começar a receber o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) a partir de 1º de janeiro de 2018. O ISS incide sobre os serviços de cartões, leasing e planos de saúde.

Alerta ainda que Somente os municípios com lei aprovada e sancionada irão receber o tributo. Aqueles que ainda não enviaram a proposta de lei às Câmaras de Vereadores devem agilizar o processo, para terem o incremento nas finanças das prefeituras. O prazo para iniciar o recebimento do ISS é de 90 dias após a sanção da lei de atualização do código tributário.

Com a derrubada do veto parcial da lei 157/2016 pelo Congresso Nacional, no dia 30 de maio de 2017, estabeleceu-se nova redistribuição do valor arrecadado com o ISS entre os municípios. Agora toda cobrança gerada pelo Imposto terá arrecadação no local de prestação do serviço, e não mais nas sedes administrativas da operadora do serviço. Serão mais de R$ 6 bilhões destinados aos municípios a partir de 1º de janeiro de 2018. As informações são do Portal Federativo e podem ser acessadas livremente.

Com é fácil perceber o executivo municipal agiu mais um vez, como de costume, dentro da ordem e da legalidade e em favor dos menos favorecidos e excluídos, sempre em busca de dias melhores e de uma solução para a grave crise que assola todos os municípios brasileiros.

ASCOM CANTANHEDE

Janot queria derrubar Temer e me pediu para mentir em troca de acordo de delação premiadíssima, diz Eduardo Cunha

No mesmo dia em que foram divulgados áudios em que o empresário Joesley Batista afirma que o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot pretendia usar seu acordo de delação para derrubar o presidente Michel Temer, outra peça importante do jogo político faz praticamente a mesma revelação.

Em uma rara entrevista à Revista Época, o ex-deputado Eduardo Cunha confirmou que Janot lhe pediu para mentir em troca de um acordo de delação premiada nos moldes do que foi oferecido aos açougueiros da JBS.

Tanto as revelações feitas por Joesley quanto as novas informações reveladas por Cunha são de uma gravidade extrema e colocam o ex-procurador geral em uma situação delicadíssima perante as autoridades. Ao final da matéria, o trecho do áudio em que Joesley afirma que Janot pretendia derrubar o presidente Michel Temer.

Segundo o açougueiro criminoso, o ex-procurador pretendia se tornar presidente da República ou indicar um nome com o objetivo de controlar a PGR após terminar seu mandato.

No trecho abaixo, o ex-deputado Eduardo Cunha faz praticamente as mesmas afirmações e confirma que Janot propôs que ele mentisse para comprometer o presidente, pouco se importando se narraria fatos verídicos ou mentiras. Cunha também confirma que Janot instruiu o doleiro Lúcio Funaro a mentir apenas para comprometer Temer.

Acompanhe abaixo um trecho da reportagem da revista Época:

ÉPOCA – O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot não aceitou sua proposta de delação premiada. O senhor ainda está disposto a colaborar, caso a nova procuradora-geral, Raquel Dodge, aceite negociar?

Eduardo Cunha– Estou pronto para revelar tudo o que sei, com provas, datas, fatos, testemunhas, indicações de meios para corroborar o que posso dizer. Assinei um acordo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República, de negociação de colaboração, que ainda está válido. Estou disposto a conversar com a nova procuradora-geral. Tenho histórias quilométricas para contar, desde que haja boa-fé na negociação.

ÉPOCA – Não houve boa-fé na negociação com Janot

Eduardo Cunha– Claro que não. Nunca acreditei que minha delação daria certo com o Janot. Tanto que não deu.

ÉPOCA – Então, por que negociou com a equipe dele?

Eduardo Cunha – Topei conversar para mostrar a todos que estou disposto a colaborar e a contar a verdade. Mas só uma criança acreditaria que Janot toparia uma delação comigo. E eu não sou uma criança. O Janot não queria a verdade; só queria me usar para derrubar o Michel Temer.

ÉPOCA – Como assim?

Eduardo Cunha – Tenho muito a contar, mas não vou admitir o que não fiz. Não recebi qualquer pagamento do Joesley [Batista, dono da JBS] para manter silêncio sobre qualquer coisa. Em junho, quando fui depor à Polícia Federal sobre esse episódio, disse que tanto não mantinha silêncio algum que ninguém havia me chamado a colaborar, a quebrá-lo. Naquele momento, o Ministério Público e a Polícia  Federal me procuraram para fazer colaboração. Autorizei meus advogados a negociar com o MP.

ÉPOCA – O que deu errado?

Eduardo Cunha – Janot queria que eu colocasse mentiras na delação para derrubar o Michel Temer. Se vão derrubar ou não o Michel Temer, se ele fez algo de errado ou não, é uma outra história. Mas não vão me usar para confirmar algo que não fiz, para atender aos interesses políticos do Janot. Ele operou politicamente esse processo de delações.

ÉPOCA – O que há de político nas delações?

Eduardo Cunha – O Janot, na verdade, queria um terceiro mandato. Mas seria difícil, tempo demais para um só. O candidato dele era o Nicolao Dino [vice de Janot], mas a resistência ao Dino no PMDB era forte. Se o Dino estivesse fora, a Raquel Dodge, desafeto do grupo dele, seria escolhida. É nesse contexto que aparece aquela delação absurda da JBS. O Janot viu a oportunidade de tirar o Michel Temer e conseguir fazer o sucessor dele na PGR.

ÉPOCA – O que há de absurdo na delação da JBS? Ou o senhor se refere aos benefícios concedidos aos delatores?

Eduardo Cunha – O Joesley fez uma delação seletiva, para atender aos interesses dele e do Janot. Há omissões graves na delação dele. O Joesley poupou muito o PT. Escondeu que nos reunimos, eu e Joesley, quatro horas com o Lula, na véspera do impeachment. O Lula estava tentando me convencer a parar o impeachment. Isso é só um pequeno exemplo. Eu traria muitos fatos que tornariam inviável a delação da JBS. Tenho conhecimento de omissões graves. Essa é uma das razões pelas quais minha delação não poderia sair com o Janot. Ele, com esses objetivos políticos, acabou criando uma trapalhada institucional, que culminou no episódio do áudio da JBS. Jogou uma nuvem de suspeição no Supremo sem base alguma.

ÉPOCA – Mas o que houve de político na negociação da delação do senhor?

Eduardo Cunha – A maior prova de que Janot operou politicamente é que ele queria que eu admitisse que vendi o silêncio ao Joesley para poder usar na denúncia contra o Michel Temer. Não posso admitir aquilo que não fiz. Como não posso admitir culpa do que eu não fiz, inclusive nas ações que correm no Paraná. Estava disposto a trazer fatos na colaboração que não têm nada a ver com o que está exposto nas ações penais. Eles não queriam.

ÉPOCA – Havia algum outro fato que os procuradores queriam que você admitisse? Que não foi uma admissão espontânea, como determina a lei?

Eduardo Cunha – – Janot queria que eu colocasse na proposta de delação que houve pagamentos para deputados votarem a favor do impeachment. Isso nunca aconteceu. Um absurdo. Se o próprio Joesley confessou o contrário na delação dele, dizendo que se comprometeu a pagar deputados para votar contra o impeachment, de onde sai esse tipo de coisa? Qual o sentido? Mas aí essa história maluca, olha que surpresa, aparece na delação do Lúcio [Funaro, doleiro próximo a Cunha]. É uma operação política, não jurídica. Eles tiram as conclusões deles e obrigam a gente a confirmar. Os caras não aceitam quando você diz a verdade. Queriam que eu corroborasse um relatório da PF que me acusa de coisas que não existem. Não é verdade. Então não vou. Não vou.

ÉPOCA – Janot estabeleceu uma disputa entre o senhor e Funaro. Só um fecharia delação, por terem conhecimento de fatos semelhantes envolvendo o PMDB da Câmara.

Eduardo Cunha – O Janot tem ódio de mim. Mas o ódio dele pelo Michel Temer passou a ser maior do que a mim. Então, se eu conseguisse derrubar o Michel Temer, ele aceitava. Mas eu não aceitei mentir. E ele preferiu usar o Lúcio Funaro de cavalo.

ÉPOCA – Alguma outra razão para a delação não ter saído?

Eduardo Cunha – O que eu tenho para falar ia arrebentar a delação da JBS e ia debilitar a da Odebrecht. E agora posso acabar com a do Lúcio Funaro.

ÉPOCA – O que o senhor tem a contar de tão grave?

Eduardo Cunha – Infelizmente, não posso adiantar, entrar no mérito desses casos. Quebraria meu acordo com a PGR. Eu honro meus acordos.

ÉPOCA – Nem no caso de Funaro? O senhor já mencionou um fato que diz ser falso.

Eduardo Cunha – Ainda não tive acesso à íntegra da delação do Lúcio Funaro. Mas, pelo que li na imprensa e pelo que já tive conhecimento, há muito contrabando e mentiras ali. A delação do Lúcio Funaro foi feita única e exclusivamente pelo que ele ouviu dizer de mim. O problema é que ele disse que ouviu de mim coisas que não aconteceram. Como um encontro dele com Michel Temer e comigo na Base Aérea em São Paulo. Ou esse episódio da véspera do impeachment, de compra de deputados, que o Janot colocou na boca do Lúcio Funaro. Tudo que ele falou do Michel Temer que disse ter ouvido falar de mim é mentira. Ele não tinha acesso ao Michel Temer ou aos deputados. Eu tinha.

 

Com informações da Revista Época

Reforma tributária terá impacto positivo na geração de empregos, afirma Hildo Rocha

O presidente da Comissão especial da Reforma Tributária, deputado federal Hildo Rocha, voltou a criticar o sistema de arrecadação que está em vigor e defendeu a aprovação das propostas apresentadas pelo colegiado. De acordo com o parlamentar, a elevada carga tributária faz com que o sistema tributário brasileiro seja um dos mais injustos do mundo. “Nós queremos simplifica-lo. Estamos prevendo apenas dois tributos sobre o consumo: o Imposto Sobre Valor Agregado (IVA) e um imposto seletivo de competência da União”, explicou Rocha.

De acordo com o parlamentar, com essa modificação surgirá um sistema mais moderno que vai estimular a geração de empregos. “Boa parte do desemprego é por causa do sistema tributário que temos porque os produtos produzidos no Brasil não conseguem competir no mercado internacional”, argumentou o deputado.

Agronegócio

Rocha ressaltou que o setor primário pode ser apontado como exceção. “Nós temos grande competitividade na área do agronegócio porque o sistema tributário pouco atinge o sistema primário do país, principalmente no agronegócio, mas quando se fala em industrialização e serviços a competitividade brasileira torna-se inviável por causa do excesso de impostos. Isso não permite que sejam criados empregos”, argumentou.

“Queremos fazer com que o nosso sistema tributário seja justo, progressivo e que possa ajudar na modernização e desenvolvimento do país”, enfatizou Hildo Rocha.

Principais teses contidas na proposta:

 Extinção de tributos

A minuta delineia as mudanças, que incluem a extinção de 10 tributos (IPI, IOF, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, Salário-Educação, Cide-Combustíveis, todos federais, ICMS estadual e o Imposto sobre Serviços (ISS municipal). No lugar deles seria criado um imposto sobre o valor agregado de competência estadual, chamado de Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS), e um imposto sobre bens e serviços específicos (Imposto Seletivo), de competência federal.

O IBS seria criado nos moldes do que existe em países industrializados, e sem tributar medicamentos e alimentos. Como será de competência estadual, mas com uma única legislação federal, o deputado propõe que a arrecadação seja administrada por uma associação de fiscos estaduais.

 Imposto seletivo

O Imposto Seletivo incidirá sobre produtos específicos, como petróleo e derivados; combustíveis e lubrificantes; cigarros; energia elétrica e serviços de telecomunicações. A definição dos produtos e serviços que serão estarão incluídos no Imposto Seletivo será feira por meio de lei complementar. Sobre os demais produtos, incidirá o IBS estadual.

O Imposto de Renda (IR) é mantido na minuta na esfera federal, bem como o ITR. O IR vai incorporar a CSLL, e por isso terá suas alíquotas ampliadas.

Além da fusão ou extinção de tributos, a minuta altera as competências tributárias da União, estados, Distrito Federal e municípios. Para evitar perdas de arrecadação para alguns entes federados, a comissão propõe a criação de dois fundos, que vão compensar eventuais disparidades da receita per capita entre estados e entre municípios.

O tema vem sendo debatido desde fevereiro. A comissão pretende aprovar a PEC da Reforma Tributária nos próximos meses. Hildo Rocha anunciou a disponibilização de um e-meio para que a sociedade possa contribuir com o debate. As sugestões podem ser encaminhadas para [email protected] O prazo final para o recebimento de sugestões é de 15 dias.

Base comunista rachada no Maranhão

Diversos partidos tradicionais da política maranhense vivem este ano pré-eleitoral em clima de racha interno por causa da relação que algum de seus membros insiste em manter com o PCdoB, ora ocupante do Palácio dos Leões.

O caso mais notório é o do PSDB, cujo vice-governador Carlos Brandão teve a autoridade cassada pela cúpula nacional, que pretende se afastar de Flávio Dino em 2018. Mas há outras várias legendas neste mesmo clima de divisão pré-eleitoral.

Na lista, pode-se incluir PTB, PP, PR e PSD cujas lideranças históricas não nutrem simpatia pelo governador comunista, mas estão fora do comando partidário, hoje em mãos de jovens lideranças alçadas ao poder exatamente pela força dos atuais ocupantes do Palácio dos Leões.

Na semana passada, o ex-presidente da Câmara Municipal e da Assembleia Legislativa Manoel Ribeiro decidiu romper o silêncio e anunciou sua saída do PTB, que tem hoje na figura do vereador Pedro Lucas Fernandes – filho do deputado federal Pedro Fernandes – o principal interlocutor do PCdoB dinista.

No PP, o deputado federal Waldir Maranhão insiste na relação com Flávio Dino, mas o seu colega André Fufuca, hoje no comando da legenda, prefere aguardar 2018 para uma tomada de posição.

O mesmo ocorre com PR e PSD, que tem jovens lideranças no comando, obrigadas a conviver com lideranças tradicionais. E é nesse clima de racha que essas legendas devem chegar às eleições.

 

De O Estado do Maranhão/Coluna Estado Maior

Lula demonstrou clara influência do PT no Ministério Público Federal na escolha de Janot para a PGR

A tática de aparelhamento do Estado em todos os níveis é um dos principais preceitos defendidos nas encardidas cartilhas do comunismo mundial. Não há qualquer dúvida sobre o fato do PT ter seguido à risca no Brasil todos os métodos prescritos pelo comunismo para a tomada do poder. De fato, o PT cumpriu o dever de casa e expandiu sua influência junto aos movimentos sociais, sindicais, comunidades campesinas, movimentos estudantis, minorias e junto ao proletariado.

O PT não inventou os métodos que pavimentaram a chegada do partido ao poder, apenas adaptaram as técnicas a realidade brasileira. O método de aparelhamento da máquina pública começou a se implementado bem antes da eleição de Lula em 2002, como foi o caso das prefeituras conquistadas pelo partido ao longo dos anos 80 e 90.

Logo que assumiu a Presidência em 2003, Lula e o PT deram início a uma das mais agressivas campanhas de aparelhamento da máquina pública, expandindo o domínio e o poder de influência do partido para estatais, bancos públicos e todos os órgãos e autarquias federais espalhados pelo Brasil. Ao longo de mais de uma década e meia no poder, o PT não se limitou a aparelhar a máquina pública e avançou ainda no domínio de instituições teoricamente independentes, como reitorias em universidades, tribunais de contas e até mesmo no Supremo Tribunal Federal.

Uma das técnicas que permitiram ao PT aprofundar suas raízes na foi justamente a ampliação absurda da tolerância com a incompetência, negligência e corrupção dos agentes públicos. Em troca da anuência dos servidores, o PT oferecia cobertura e garantia de tolerância sobre maus feitos, pequenos ilícitos, faltas prolongadas ao trabalho, regalias e proteção nos cargos. Tudo em detrimento do interesse público e da qualidade dos serviços prestados ao contribuinte.

Na prática, a cultura do aparelhamento da máquina pública provoco a degradação dos serviços públicos e tornou os servidores arrogantes, negligentes e seguros de que não seriam afetados por queixas pelo péssimo atendimento a população.

A suspeita de que o PT conseguiu de fato expandir sua esfera de influência para instituições sérias do país é sugerida por uma conversa do ex-presidente Lula com o advogado e ex-deputado Sigmaringa Seixas (PT-DF). Na ligação interceptada pela Polícia Federal, Lula reclamava de investigação contra ele e cobra “gratidão” do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Lula diz que “esse cara se fosse formal não seria procurador-geral da República, teria tomado no c#, teria ficado em terceiro lugar (…) Quando eles precisam não tem formalidade, quando a gente precisa é cheio de formalidade”.

Como todos sabem, a escolha do Procurador-geral da República se dá através da indicação dos cerca de 1200 procuradores da República espalhados pelo órgão em todo o Brasil. Ao afirmar que sem a influência do PT, Janot teria ficado em terceiro lugar, Lula dá a entender que o partido influenciou a escolha de centenas de procuradores em todo o país.

Novamente, a escolha do procurador da República Nicolao Dino para suceder a Rodrigo Janot no comando do Ministério Público Federal por parte dos colegas procuradores de todo o Brasil levanta uma nova suspeita. O candidato mais votado na votação interna do órgão realizada nesta terça-feira (27) é irmão de do governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), tradicional aliado do PT. Segundo delatores da Odebrecht, Flávio Dino recebeu R$ 400 mil para defender projeto que beneficiava a empreiteira.

O PT se gaba de ter implantado a cultura de escolher o vencedor da lista tríplice elaborada pelos membros do Ministério Público Federal para o cargo de Procurador geral da República. Com base em uma agressiva campanha de ampliação da esfera de influência do partido junto às instituições do país, esta opção parece bastante óbvia, em se tratando supostamente de um jogo de cartas marcadas.

Uma curiosidade: no ano passado, o irmão de Nicolao, o governador Flávio Dino, escolheu o segundo nome da lista tríplice que lhe fora apresentada para a indicação do novo procurador-geral de justiça do estado do Maranhão.

Temer deve ignorar a escolha do vencedor da lista tríplice elaborada pelo MPF. Não há nenhuma lei que o obrigue a escolher o vencedor da eleição interna do órgão. Nicolao Dino, aliado de Janot obteve 621. A subprocuradora criminal Raquel Dodge, inimiga declarada de Janot, recebeu 587 votos e é apontada como a preferida de Michel Temer. O terceiro candidato mais votado foi o procurador Mário Bonsaglia, que recebeu 564 votos.

Imprensaviva

João Alberto provoca Flávio Dino lembrando as quase mil obras que realizou em 11 meses de Governo

Ao comentar a informação de que em quase três anos de ação o governador Flávio Dino teria comemorado 800 obras, o senador João Alberto (PMDB) alfinetou: “Em onze meses de Governo eu realizei cerca de mil obras”. O senador, é claro, usou esse cacife para provocar o governador, mas o fez com o lastro de quem não estava blefando nem dando origem a um factóide.

Mesmo enfrentando o peso das ações do então presidente Fernando Collor de Mello (PRN) contra seu governo, fechando todas as torneiras da União para o Maranhão, e por isso tendo de conferir ao final de cada dia, em reunião obrigatória com o secretário de Fazenda, para saber como foi o movimento do caixa do Estado, o que o obrigava a conferir até os centavos, João Alberto deu uma demonstração de que, bem administrados e aplicados com honestidade, recursos parcos ganham volume.

E foi nessas condições que construiu e restaurou estradas, pontes, estádios, praças, aeroportos, avenidas, escolas, hospitais, postos de saúde, combateu o crime organizado e manteve a folha de pessoal em dia – isso depois de ter ouvido do governador que saía, Epitácio Cafeteira, que seu sucessor não conseguiria tal proeza e que agora sem José Sarney na presidência da República, a situação financeira do Estado entraria em colapso em poucos meses.

No final do seu Governo, a Secretaria de Comunicação Social publicou uma revista em que é contada a fascinante que foi o Governo João Alberto e nas páginas finais relaciona quase novecentas obras físicas iniciadas e concluídas naqueles 777 dias que sacudiram o Maranhão. Tanto que ao deixar o Governo, em abril de 1991, João Alberto tinha a aprovação de 88% dos maranhenses, segundo pesquisa realizada à época pelo instituto Econométrica.

Por Ribamar Correia/Repórter Tempo

Hildo Rocha entrega casas populares em Cantanhede e participa de eventos em Ribamar e São Domingos

No último fim de semana, o deputado federal Hildo Rocha participou da entrega de 32 casas nos povoados Pataqueira, São Domingos e Pitomba, no município de Cantanhede. Os imóveis foram financiados pelo governo federal por meio do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV).

Rocha destacou que as casas possuem dois quartos; piso revestido de cerâmica; banheiro e são forradas. “Agora, famílias que moravam em casas inadequadas e inseguras passam a morar em imóveis de alvenaria com mais conforto, adquiridas por meio do PNRH. Graças a esse programa e ao apoio da prefeitura de Cantanhede, que tem à frente o prefeito Ruivo, hoje temos a felicidade de entregar essas casas para moradores da zona rural de Cantanhede”, declarou o deputado.

 Apoio fundamental

O prefeito Marco Antônio (Ruivo) lembrou que o apoio do deputado Hildo Rocha foi fundamental para a concretização do projeto. “Eu quero agradecer e parabenizar o esforço do deputado Hildo Rocha por ter nos ajudado a realizar esse sonho. É bom contar com pessoas que conhecem a realidade pois isso faz com que as ações realmente cheguem às pessoas que tem necessidade”, frisou o prefeito.

Além do deputado Hildo Rocha e do prefeito Ruivo também participaram do evento o vice, Dr. Elvy; o chefe de Gabinete, Bruno Bezerra; a primeira dama, Leidiane Chaves; a secretária de desenvolvimento Social, Paula Souto; o adjunto, José Castro; a secretária da Mulher, Betânia Soares; o secretário adjunto de Saúde, Alex Baima; o secretário de Esportes, Cezar Cantanhede; o secretário de Meio Ambiente, José Raimundo Lima; o presidente da câmara, Dênis Roberth e os vereadores Alan Bajara e Manoel Veras.

 Escola de Música

Ainda como parte das atividades realizadas no final de semana, Hildo Rocha participou da reinauguração da Escola de Música Municipal Maestro Nonato, em São José de Ribamar. A instituição foi criada em 2008 pelo prefeito Luís Fernando e agora reformada pelo gestor que administra a cidade pela terceira vez. “Luís Fernando é um homem público que valoriza a cultura do seu município. Logo, é compreensível que em menos de um ano de mandato tenha revitalizado a escola de música do município onde aproximadamente 300 alunos terão a oportunidade de aprender música, tocar e aprimorar os seus talentos”, destacou Hildo Rocha.

 São Domingos do Maranhão

Hildo Rocha ao lado do prefeito, Zé da Folha; do vice Clodomizinho; do deputado estadual Antônio Pereira; dos vereadores Astolfo; Irislane e Brás; de secretários municipais e lideranças

O deputado esteve ainda em São Domingos do Maranhão onde participou de eventos alusivos ao aniversário de 65 anos de emancipação política e administrativa do município. Ao lado do prefeito, Zé da Folha; do vice Clodomizinho; do deputado estadual Antônio Pereira; dos vereadores Astolfo; Irislane e Brás; de secretários municipais e lideranças, o deputado assistiu ao show de calouros promovido pela prefeitura como parte da programação cultural em homenagem à cidade. Ao final, do evento, Rocha participou da entrega de prêmios aos vencedores da competição.

Hildo Rocha destaca importância da UEMA e lembra ações em benefício da instituição

Em pronunciamento durante Sessão Solene alusiva aos 35 anos de fundação da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), o deputado federal Hildo Rocha disse que a mais antiga instituição de ensino superior do Maranhão merece ser reconhecida e homenageada porque ao longo dos anos vem desenvolvendo um trabalho de qualidade no ensino, pesquisa e extensão. “O trabalho da UEMA certamente deve servir de exemplo para as demais instituições de ensino superior do Brasil”, destacou o parlamentar.

De acordo com Hildo Rocha, a admirável trajetória da UEMA, se reflete em números. “Em 2016 a instituição contava com quase 15 mil alunos matriculados em seus 121 cursos de graduação, ensino técnico, especialização,   mestrado e doutorado”, disse o deputado.

O parlamentar destacou ainda que a instituição está presente em praticamente todo o território maranhense. “Atualmente a instituição tem um Campus em São Luís e vinte centros de estudos superiores instalados em outras cidades. Além disso, a UEMA atua em 36 polos de educação de educação a distância e outras 20 localidades por meio do programa Darci Ribeiro”, declarou Hildo Rocha.

Ações em defesa da UEMA

O deputado lembrou que na condição de deputado federal lutou e conseguiu recursos para a construção de um ginásio poliesportivo no campus Paulo VI, em São Luís. “Os recursos estão garantidos, já foi feito o empenho. Agora, a universidade está fazendo o projeto para que em seguida a Caixa Econômica Federal possa aprovar e consequentemente iniciar a obra”, enfatizou o parlamentar.

Reforma e adequação do prédio de Itapecuru-Mirim

Hildo Rocha ressaltou que também conseguiu R$ 2 milhões que serão aplicados em obras de reforma e adequação do prédio que abriga a instituição no município de Itapecuru-Mirim. “É um polo importante que necessita de melhorias para que os alunos tenham o devido conforto e os professores melhor qualidade no seu ambiente de trabalho”, alegou.

Plano Diretor da Bacia do Itapecuru

O deputado destacou ainda que ajudou na articulação que possibilitou a aprovação emenda de bancada proposta pelo senador Roberto Rocha (PSDB/MA. “Por meio dessa ação, conseguimos R$ 5 milhões oriundos do orçamento geral da União, para financiar a elaboração do Plano Diretor do Rio Itapecuru. O estudo será realizado por técnicos da UEMA”, enfatizou Hildo Rocha.