A esquerda e a exploração política da morte

Comunistas e socialistas e toda a escória da esquerda não respeitam a morte de nenhum ser humano, nem mesmo quando a vítima é um dos seus. Pelo contrário, a esquerda sempre viu a morte de quem quer que seja como um instrumento conveniente de propaganda e de agitação política. A exploração política do assassinato da vereadora comunista Marielle Franco que vem sendo feita por parte de seu próprio partido e por parte de toda a esquerda brasileira é um dos episódios mais relevadores do caráter desumano e amoral da mentalidade esquerdista.

Na sexta-feira, o ator comunista Gregório Duvivier publicou mensagem no Twitter afirmando que Marielle foi assassinada por ser mulher e por ser negra. Uma afirmação estúpida e cínica, talhada para estar de acordo com a narrativa ideológica mentirosa da esquerda, além de ser desrespeitosa até mesmo com a vítima e seus familiares.

O ator comunista e toda a canalha esquerdista da qual ele faz parte sabem que Marielle não foi morta por ser mulher e muito menos por ser negra. Ela morreu pelas circunstâncias de criminalidade crescente no Rio de Janeiro, circunstâncias essas que o próprio partido da vereadora assassinada ajudou a criar com suas políticas e suas narrativas de condenação das forças da lei e da ordem e de proteção e de defesa, além de relações promíscuas, com o mundo do crime organizado sob pretexto de defender direitos humanos.

Os comunistas estão usando a morte da vereadora também comunista para insistir na tese falaciosa de que a culpa pela criminalidade no Rio de Janeiro é essencialmente da polícia, e reforçam essa tese por meio da condenação da intervenção federal no Estado. Durante ato na Cinelândia, militantes de esquerda incitaram a população a culpar a polícia pela morte, repetindo a afirmação de “polícia mata pobre todo dia”, que é uma das mais rasteiras e cínicas narrativas inventadas pela esquerda para demonizar as polícias e para proteger bandidos e criminosos.

Outras figuras públicas de esquerda estão falando em “assassinato político” ou fazendo comparações com eventos do período do regime militar, para acentuar a exploração política desumana que a esquerda está fazendo do episódio. As circunstâncias da morte da vereadora serão ainda apuradas pela polícia, mas existem fortes indicações de que estejam relacionadas às relações promíscuas e de cumplicidade que sempre existiram entre toda a esquerda carioca e o crime organizado, o qual essa mesma esquerda sempre defendeu e protegeu.

Há anos a esquerda procura um cadáver para fazer proselitismo político-ideológico, como sempre fez ao longo da história. Agora ela encontrou um, e pouco importa que seja de um dos seus. De nossa parte, estendemos nossos sentimentos à família da vítima e não endossamos em hipótese algumas insinuações de que a vereadora assassinada merecesse esse destino. O que cabe agora às pessoas de bem é denunciar e desmascarar o cinismo desumano da esquerda na tentativa de fazer exploração política do episódio.

Cabe também enfatizar que a criminalidade crescente no Rio de Janeiro e em todo o país é resultado direto de políticas públicas pautadas pela mentalidade esquerdista que protege criminosos, demoniza as polícias e ignora as vítimas. Mentalidade essa que a própria vereadora assassinada endossava e reproduzia, e da qual ela infelizmente foi vítima. Uma vítima que seria ignorada pela esquerda se fosse uma vítima qualquer, mas que está sendo lembrada por servir aos propósitos de proselitismo político-ideológico cínico e desumano dessa mesma esquerda.

 

Por Paulo Eneas

Uma ideia sobre “A esquerda e a exploração política da morte

  1. A morte de uma vereadora causa comoção e a do espião causa temor
    Só quero que as investigações levem aos culpados…
    Vivemos num mundo de hipocrisia e até choramos lágrimas de crocodilo. Quando em público lamentamos o que de mal aconteceu com alguém a que odiamos ou nos é indiferente ai vamos às praças para que alguém nos veja chorando. O Rio de Janeiro assim como Fortaleza, João Pessoa, BH , Salvador , Belém , Santa Inês (Ma) e São José de Ribamar , são cidades que apresentam altos índices de criminalidade, decorrente de latrocínio e nossos hipócritas de todo dia acham isso cultural. O Crime no Brasil se tornou cultura, e nossos hipócritas do dia a dia , nem sequer escrevem um única linha lamentando-o. Nossos hipócritas do dia a dia são crocodilos que choram,mas as sua lágrimas não convencem ninguém. Todos os minutos, todas as horas, todos os dias, todas as semanas , meses e anos são assassinados 60 mil cidadão de bem e outros nem tanto, e não há comoção por parte de ninguém…As carpideiras ideológicas que choram a morte desta vereadora Marielle Franco,que enchem as páginas sociais, postando insulto contra pessoas e entidades,nunca se comoveram com a morte de trabalhadores que ao cruzar a “Linha Vermelha e Amarela”, com certeza são tão vítimas quanto essa vereadora. Se é verdade o que dizem, essa vereadora Marielle Franco , careceu da ajuda de criminosos para se tornar a vereadora com o quinto maior número de votos … Mas, se é verdade o que dizem as más línguas, quem se associa ao mal colhe o que plantou. Não estou comovido com a morte dessa “Cidadã”, estou comovido sim , é com o massacre de mais meia centena de milhares de cidadãos trucidados por ano neste país. Minha indignação não é pela morte dessa cidadã em particular, mas pelas mortes violentas de pessoas de todas as classes sociais , que os “Crocodilos e as Carpideiras Ideológicas” ignoram. Quem trabalhou para que nós nos tornássemos uma das “Nações Mais Violentas do Mundo”, foram esses que hoje choram a morte dessa vereadora, intitulada defensora dos direitos humanos mas que na verdade defendia os bandidos que infestam as “Favelas, o Estado do Rio e o Brasil”. Eu, não lamento por lamentar, mas estou certo que as investigações das polícias devem ter a competência de identificar quem foram os matadores e quais as motivações do crime. A todas as horas,todos os dias no Rio de Janeiro, em Fortaleza, todos os dias na grande Ilha de São Luís, em Belém do Pará, Manaus, lá pessoas são barbaramente assassinadas, mas ninguém se comove. Eu porem _esta é a minha opinião_ não estou comovido com a morte violenta da vereadora Marielle Franco,eu estou assustado com o estado deplorável que nossas instituições se contaminaram com agentes criminosos. Estou certo que os crocodilos, os abutres , as hienas e os chacais hão de derramar a suas lágrimas e seus uivos ideológicos e alguns até queiram usar este episódio para transformar essa Cidadã que de “Santa não tinha nada” num mártir” contra a opressão da polícia, mas que em nenhum momento se indignou contra as barbáries praticada pelos criminosos conta aqueles que são trucidados por traficantes e miliciano. Não lamento a morte de pobres ou favelados que escolhem voluntariamente viver a ostentação pelo crime. _Não estou entre os abutres e hiena que querem um naco do corpo moribundo dá vítima… Também não concordo que _… a morte de Marielle Franco _como afirma o portal “Terra_ seria o símbolo da perseguição a líderes de minorias por um estado autoritário e a noção de que as minorias estão sujeitas a violência por agentes de segurança, especialmente se forem críticas às corporações policiais…até que sejam esclarecidas as causas e quem são os criminosos e a mando de quem.Lamento a morte da parlamentar, da mesma forma que temo uma escalada mundial de depois da morte do ex-agente da antiga KGB…Esse fato , pode ter conseqüências inimagináveis … Que as carpideiras , as hienas os abutres e os chacais chorem a vontade._ Só quero que as investigações levem aos culpados…

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