Governo Flávio Dino – Miséria e má-fé

O princípio republicano está intimamente ligado à transparência, que deve nortear os agentes políticos. Nesse sentido, o respeitado ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto, dizia que “nas coisas públicas o melhor desinfetante é a luz do sol”.

Era assim, pois, que o governador comunista Flávio Dino deveria se comportar e reagir, sobretudo na adversidade. Querer culpar outra pessoa pelo aumento da miséria do povo maranhense nos anos de 2015, 2016 e 2017, segundo o IBGE, quando apenas ele era o governador do Estado, é faltar com a transparência, para dizer o mínimo.

A propósito, Sartre já ensinava que culpar terceiros pelos seus próprios atos é exemplo clássico de má-fé. E é isso que Flávio Dino – incapaz de reconhecer o seu erro e de que a sua principal promessa de campanha não foi cumprida – está tentando fazer.

Esse infeliz aumento da miséria do povo maranhense que surgiu sob o comando exclusivo do comunista maranhense, entre os pontos negativos, traz, inclusive, a revelação de que, uma vez por todas, a propagada mudança comunista não passou de uma plataforma de campanha com fins eleitoreiros.

Lamentável, como sempre!

Desemprego

O Produto Interno Bruto do Maranhão caiu 8% no governo Flávio Dino, segundo levantamento do IBGE.

Isso representa o fechamento de pelo menos 15 mil postos de trabalho no estado.

Pior: a este total soma-se os 312 mil miseráveis gerados no período de governo comunista no Maranhão.

 

De O Estado/Coluna Estado Maior

PF intima Janot a prestar depoimento em inquérito sobre delação da JBS

A Polícia Federal (PF) intimou o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot a prestar depoimento em uma investigação interna do órgão sobre a delação de executivos da JBS. A solicitação foi que o depoimento ocorresse no dia 12 de janeiro, às 15h, na sede da Polícia Federal, em Brasília.

Janot, contudo, alegou que membros do Ministério Público Federal (MPF) têm o direito de indicar data, hora e local em que podem participar de uma oitiva, e informou que não poderá comparecer na data solicitada. Ele também ressaltou que não foi informado em que condição, de testemunha ou investigado, ele será ouvido.

O ex-procurador-geral disse ainda que aguarda uma resposta da PF para remarcar o depoimento, e ressaltou que tem uma viagem agendada para a Colômbia, entre os dias 17 de janeiro e 8 de fevereiro.

Por meio de nota, a PF não confirma a intimação de Janot e informa que, em razão do sigilo judicial, não se manifestará.

A informação é do portal O Globo

A miséria implementada por Flávio Dino no Maranhão

Flávio Dino e Marcio Jerry, responsáveis pelo aumento da miséria no Maranhão

O fato oficial – que nem eles podem questionar – mostrando que o Maranhão teve um aumento de 2% nos índices de pobreza extrema no período de governo do comunista Flávio Dino mexeu fortemente com o Palácio dos Leões.

De férias na Europa, Flávio Dino comentou o assunto por alto, em seus perfis de redes sociais. A tarefa de agredir, atacar e tentar desqualificar quem publicou o fato coube ao seu lugar-tenente, o bi-secretário – de Comunicação e de Articulação Política -, Márcio Jerry.

Jerry tem atacado o jornal O Estado há pelo menos quatro dias. Ataca nas contas pessoais em redes sociais e usa blogs e jornais vinculados ao Palácio dos Leões para atacar o jornal, que apenas tem reproduzido o fato oficial revelado pelo IBGE.

Nem Jerry, nem Dino, nem nenhum outro aliado deles consegue contrapor a verdade, qual seja: o Maranhão, sob a égide do comunista, gerou uma população de 312 mil miseráveis. Esses cidadãos, que passaram a viver abaixo da linha da pobreza, não são frutos da história e muito menos resultado da cultura do estado.

São, sim, resultado direto de três anos de mandato de Flávio Dino, como deixou claro o IBGE. Essa população foi gerada nos anos de 2015, 2016 e 2017, exatamente quando o comunista passou a comandar o Maranhão.

Sem argumentos, Márcio Jerry só pode atacar, como sempre faz. Mas nem os seus ataques vão poder esconder o fato oficial: a extrema pobreza no Maranhão aumentou nos anos em que Flávio Dino está no poder. Fato incontestável.

O Estado/Estado Maior

PT se prepara juridicamente para consequências de vandalismo que deve ocorrer em Porto Alegre

Segundo a Folha de S. Paulo, a cúpula do PT avisou que “o clima de revolta pode tornar a massa incontrolável”. O partido também já destacou uma equipe de advogados para “oferecer suporte jurídico em caso de confrontos ou prisões” de militantes.

Há pouco mais de uma semana, entretanto, foram os próprios petistas que endossaram a possibilidade de violência perante a mesma Folha de S. Paulo.  De acordo com eles, “sedes do Poder Judiciário e de meios de comunicação são vistos como potenciais alvos de ataques” dos militantes de esquerda.

Fato é que o PT incentiva a violência em sua militância, mas também é fato que ele está se preparando para esquivar da responsabilidade juridicamente.

Sanção moral

Quem resolveu ler as 65 promessas de campanha do governador Flávio Dino (PCdoB) registradas no TRE, em 2014 – e o dados estão disponíveis ao público por meio do aplicativo DivulgaCand – percebe logo de cara que o comunista decidiu gerar provas contra si mesmo.

Ao revelar, com destaque em vermelho, que foi o relator da lei que obrigou o registro dos planos de governo na Justiça Eleitoral, Dino assinou uma espécie de autossentença de morte moral.

No enunciado de seu Plano de Governo, o comunista faz questão de declarar-se orgulhoso pela relatoria da lei por ser ela “um instrumento de aprimoramento da gestão pública”. É difícil imaginar que Flávio Dino pudesse imaginar ser pego em suas próprias redes apenas três anos depois de assumir o governo.

Ao fazer coro a um levantamento do portal G1, que mostrou ter ele conseguido cumprir apenas 22 das 65 promessas registradas – e ainda por cima ter tentado faturar com isso, manipulando a informação -, o comunista mostrou que o seu “instrumento de aprimoramento da gestão” não serviu para si próprio.

Felizmente, para Flávio Dino, a lei que ele relatou não prevê sanções legais a quem descumprir as promessas do plano de governo. Mas, como analisam juristas e interpretadores das leis, o registro do plano, com seu eventual descumprimento, é uma espécie “sanção moral”.

E para quem se põe acima do bem e do mal, se vende como o melhor e mais preparado dos mortais, como Flávio Dino, essa sanção moral deve doer na alma.

Falta explicar

Independentemente do uso indevido ou da manipulação do governo comunista do Maranhão, ficou um quê de dúvida em relação ao levantamento do Portal G1.

O site não explicou quais critérios usou para ter como base apenas 37 e não a totalidade das 65 promessas de Dino em 2014. Foi exatamente essa diferença que deu subsídio para o comunista se vangloriar nas redes sociais.

O Estado/Coluna Estado Maior

Membro do PCdoB já faturou mais de R$ 350 mil no Governo Flávio Dino

Jean Carlos Oliveira gravou programa eleitoral em 2014 para candidato do PCdoB (Foto: Divulgação).

O comunista Jean Carlos Oliveira, proprietário de um imóvel situado no bairro da Aurora e que ganhou notoriedade no escândalo nacional conhecido como “aluguel camarada”, já faturou mais de R$ 350 mil no Governo Flávio Dino (PCdoB).

O imóvel de Jean Carlos foi alugado em 2015 pelo Governo para a instalação de um anexo da Fundação da Criança e do Adolescente (Funac). O prédio só passou a ser utilizado, contudo, em janeiro do ano passado, depois de pagas 17 parcelas.

O mesmo prédio já havia sido utilizado em 2014 como comitê de campanha. Lá eram realizadas reuniões político-partidárias e distribuídos materiais de campanha do partido, que elegeu Flávio Dino governador.

O comunista também conseguiu ser contratado pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). Só foi desligado do cargo no ano passado, após O Estado revelar o vínculo.

Ao todo, Jean Carlos Oliveira faturou R$ 357.569,36 somente com o aluguel do imóvel de sua propriedade.

Em 2015 foram pagos ao comunista, segundo o Portal da Transparência, R$ 72 mil. Já em 2016, Jean Carlos recebeu dos cofres públicos o montante de R$ 144 mil. No ano passado, segundo dados do próprio Executivo, ele faturou mais R$ 141.569,36.

No ano passado, quando surgiu o escândalo, o secretário de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos, Marcio Jerry, presidente estadual do PCdoB, afirmou que o fato de o Governo ter alugado o prédio que serviu de comitê de campanha do partido em 2014, e que pertence a um membro da legenda, o mesmo que era contratado da Emap na estrutura do Executivo, não passou de coincidência.

O Estado não conseguiu entrar em contato com Jean Carlos Oliveira para tratar do novo contrato de aluguel do imóvel de sua propriedade ao Executivo.

De O estado do Maranhão/Ronaldo Rocha

Governador Flávio Dino – UM CONSTRANGIMENTO DESNECESSÁRIO

Por Abdon Marinho / Alguém que integre o governo estadual, seja aliado ou simplesmente adulador, desde que possua um mínimo de pudor deve estar constrangido em ver suas maiores autoridades apanhadas numa situação tão vexatória e infantil.

Falo do descabido festejo a um suposto ranking do site G1, da rede globo, colocando o governador Maranhense como o maior cumpridor de promessas feitas em campanhas eleitorais.

A informação não era verdadeira. Os integrantes do governo, seus aliados, militantes e mesmos jornalistas simpáticos a administração comunista sabiam que a informação era furada – se não sabiam, pior, pois revela total falta de compromisso com o que divulgam.

Pois bem, embora soubessem (ou deveriam saber) que o ranking do G1 não correspondia a verdade trataram elevar a última potência a máxima de Rubens Ricupero – segundo a qual deve-se esconder as coisas ruins e ampliar as boas –, e partiram para a “ocupação” das redes sociais, mídias eletrônicas e impressa para difundir a informação de que o senhor Dino seria o governador mais realizador do Brasil.

Não bastasse secretários, aliados ou aduladores, o próprio governador entrou em campo para difundir a patranha. Um vexame. Não se deram o trabalho sequer de examinar o conteúdo do ranking divulgado.

Se tivessem feito um exame, mesmo superficial, teriam percebido era baseado em apenas 37 propostas de campanha e não nas 65 registradas perante a Justiça Eleitoral e que está à disposição de qualquer um no site no Tribunal Superior Eleitoral, na ferramenta “DivulgaCand”.  O equívoco do site, parece, vem sendo cometido desde a primeira versão da “pesquisa”.

Se tivessem examinado com cuidado teriam percebido que o G1 não apenas suprimira mais de um terço da avaliação quanto deixara de fora propostas feitas em programas de rádio e televisão. Um exemplo: o governador prometeu transformar a MA 006 na rodovia de integração do Maranhão. Quem não sabe essa rodovia vai de Apicum-Açu, no norte, a Alto Parnaíba, no extremo sul do estado, algo em torno de 1.251 km.
Desta rodovia, salvo melhor juízo, asfaltaram o trecho entre Pedro do Rosário e Zé Doca. Não tenho conhecimento de quaisquer outras obras na MA no sentido torná-la a rodovia de integração do estado, por onde deveria circular toda nossa riqueza. Se tivesse tempo, e dinheiro, até tentaria sair de Apicum-Açu para tentar chegar a Alto Parnaíba usando a tal rodovia de integração.

Aliás, de obra de infraestrutura constante do ranking do G1, que é o que realmente onera as contas públicas, apenas uma: garantir o abastecimento de água a todos os maranhenses.  Mesmo esta única proposta na infraestrutura não foi cumprida na totalidade. A falta de água é presente em todo o estado, e mesmo capital padece da falta d’água. Comunidades inteiras, em plena capital, são abastecidas em dias, às vezes em intervalos até maiores. Na capital.  O que dizer dos longínquos povoados ou zona rural?

Nem devemos falar em saneamento básico. Este mesmo é que não existe.
Não entendo se por ingenuidade, má-fé ou mesmo pela pura e simples tolice, tenham dado amplitude e tentado faturar politicamente com o ranking fajuto do G1.
Vejam, quando digo que o ranking é fajuto, não o faço no sentido de desmerecer, mas apenas e tão somente, por entender não tem qualquer lógica você comparar situações distintas: propostas diferentes, pesos diferentes, quantidades diferentes e colocar num ranking. Não é razoável.

Um exemplo: um governador que prometeu mais obras estruturantes e menos medidas de fácil solução, certamente este será mais mal avaliado, pois as condições da economia não tem permitido muitas obras assim, ainda que tenha feitos obras importantes e impactantes para seu estado.

O governo do Maranhão foi avaliado em 37 promessas, das quais segundo o ranking cumpriu 22 (que estão sendo questionadas pela oposição, que afirma que promessas como o “promunicípio” apenas, para citar um exemplo, não existe).

As promessas cumpridas, contando com as questionadas e sem considerar as promessas de palanque, como a MA 006, representa, apenas pouco mais de um terço do que foi registrado no TSE.

Como vamos dizer que isso é mais que o realizado pelo governo de São Paulo, que das 68 promessas avaliadas, já cumpriu, integralmente, 34 promessas, ou seja, metade.

Nessa matemática um terço é mais que metade?
Sem contar que são realizações que estão bem distantes da nossa realidade pelos valores e impactos envolvidos.

E vão dizer: não podemos comparar São Paulo com MARANHÃO. É certo.
Assim como não podemos comparar outras situações .

O que quero dizer com isso é que esse ranking é absolutamente arbitrário e que não poderia ter sido levado a sério por pessoas com um mínimo de discernimento. Pareceu-me algo bem próximo de uma tentativa de imbecilização das pessoas.
Por fim, causa-me estranheza que as autoridades maranhenses tenham tentado “faturar” politicamente com algo tão fácil de ser desmoralizado.
Um constrangimento desnecessário.

Abdon Marinho é advogado.

Temer corta R$ 200 milhões em publicidade e complementa R$2 bi para saúde e educação

O Palácio do Planalto anunciou um corte de mais de R$ 200 milhões com gastos em publicidade para o ano de 2018, ano de eleição. O corte foi iniciativa da Presidência da República em atendimento a uma proposta do deputado Cacá Leão (PP-BA) contida em seu relatório do Orçamento de 2018, apresentado na última semana à CMO (Comissão Mista de Orçamento).

Também na última semana, o presidente Michel Temer editou uma medida provisória que libera 2 bilhões de reais a serem aplicados nas áreas de educação e saúde em municípios com dificuldades financeiras.

Os recursos anunciados pelo presidente já começaram a ser repassados a municípios em dificuldades financeiras, e a liberação foi feita por meio da medida provisória já publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

De acordo com a MP, divulgada pelo Palácio do Planalto, a distribuição dos recursos se dará pelos mesmos critérios do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Os recursos irão para as prefeituras com maiores dificuldades financeiras, o que deve ser definido posteriormente.

A medida ainda exige que as cidades apliquem os recursos extras nas áreas de educação e saúde, o que inclui o pagamento de salários de profissionais dessas áreas.

Hildo Rocha desmonta mais uma farsa de Flávio Dino

Foto: Lucas Dias/GP1

Flávio Dino foi apontado pelo portal G1 como um dos piores governadores do Brasil ao não cumprir suas promessas de campanha, (registradas no Tribunal Superior Eleitoral em 2014) quando disputou o governo do Maranhão.

Em seu plano de governo, o comunista apresentou à Justiça Eleitoral um total de 65 promessas, concretizando até o presente momento apenas 7, cumprindo em parte um total de 10 e deixou de cumprir até o momento 48 promessas de campanha.

Para a equipe do G1, o governo Flávio Dino informou que foram apenas 37 promessas de campanha realizadas em seu programa de governo nas eleições de 2014, quando na realidade foram 65 propostas.

Ou seja, Flávio Dino, além de mentiroso, é um dos piores governadores do Brasil.

Abaixo, algumas das 65 promessas de Flávio Dino na campanha de 2014, registradas no TSE. No site da Justiça eleitoral, podem ser conferidas todas elas.

1- Programa Água para todos: NÃO CUMPRIU

2- Minha Casa, meu Maranhão (prometeu construir 200 mil casas): NÃO CUMPRIU

3- Programa Segurança Para Todos- NÃO CUMPRIU (Só em 2017 foram assassinadas mais de 600 pessoas em São Luís)

4- Programa Pacto Pela Vida- NÃO CUMPRIU

5- Direitos a Policiais- CUMPRIU EM PARTE

6- Aumentar a rede de vagas no sistema de segurança- NÃO CUMPRIU

Para o deputado Hildo Rocha, o comunista Flávio Dino e sua equipe de governo, foram capazes de enganar até o G1 da Rede Globo.

Deputado Hildo Rocha desmonta mais uma farsa do governo Flávio Dino

“É impressionante como o governo Flávio Dino não gosta da verdade. Eles repetem uma mentira até que ela se torne verdade, porque entre a verdade e a versão, eles preferem a versão, ou seja, para os comunistas, pouco importa se a mentira é grande ou pequena. Em nenhum momento, o Portal G1 da Rede Globo, afirmou que ele [Dino] seja o melhor governador do Brasil, e muito menos que ele esteja entre os melhores. Na verdade, foram 65 promessas em seu plano de governo nas eleições de 2014 registrado no TSE, com um total de apenas sete que ele cumpriu, cumprindo em parte dez, e deixando de cumpriu 48, onde dessa forma, ele se torna um dos piores do País”, afirmou Hildo Rocha ao Blogueiro Gildásio Brito, do minutobarra.com.br

Com informação do blog minutobarra, com adição

Temer não podia nomear para ministério um aliado de ‘um dos mais severos críticos’ ao seu governo, diz assessor

Pedro Fernandes e Flávio Dino, aliados de primeira hora

O presidente Michel Temer desistiu de nomear o deputado Pedro Fernandes (PTB-MA) ao Ministério do Trabalho por ele ser um aliado de um “dos mais severos críticos de seu governo”, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B).

Essa é a justificativa dada por um assessor direto de Temer para a desistência de aceitar a indicação de Pedro Fernandes para substituir Ronaldo Nogueira na pasta.

A mudança de rumo na escolha do novo ministro do Trabalho se deu depois de conversas do ex-presidente José Sarney com interlocutores do presidente Temer, lembrando que, hoje, Pedro Fernandes é ligado a Flávio Dino, inimigo político da família Sarney no Maranhão e adversário do Palácio do Planalto.

Antes, o deputado foi aliado do ex-presidente e chegou a ser secretário da filha dele, Roseana Sarney, durante um de seus mandatos como governadora do estado.

O assessor presidencial disse que em nenhum momento o Palácio do Planalto confirmou oficialmente o nome de Fernandes como novo ministro do Trabalho, mas ele chegou, sim, a ter uma aprovação inicial de Temer.

Foi na última quarta-feira (27), durante conversa em seu gabinete no Planalto com o presidente do PTB, Roberto Jefferson, e com o líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes, na qual Ronaldo Nogueira formalizou seu pedido de demissão.

Assessores de Temer destacaram ainda que o filho de Pedro Fernandes, Pedro Lucas Fernandes, trabalha no governo de Flávio Dino e vai disputar a próxima eleição para deputado federal aliado ao atual governador na sua campanha pela reeleição.

“Não dava ter no governo um ministro cujo filho iria fazer campanha contra o Temer, aliado de um dos mais severos críticos do seu governo”, afirmou um auxiliar do peemedebista.

Do G1