Gleisi Hoffmann fala como se fosse líder do crime organizado e ameaça país com mortes se Lula for preso. Entenda por quê

Gleisi Hoffmann e a cara que faz quando pensa. Sua capacidade de dizer bobagem parece mesmo inesgotável.

A senadora-ré Gleisi Hoffmann (PR), que preside o PT, é uma irresponsável. E não é de hoje. Já quando ministra da Casa Civil no governo Dilma, entre 8 de junho de 2011 e 2 de fevereiro de 2014, isso ficou patente no ambiente do próprio governo, em especial no relacionamento com setores da oposição. Bem, não custa lembrar que a pasta era uma das responsáveis pela articulação política e por gerenciar as obras de infraestrutura. As duas coisas entraram em colapso. Não por culpa exclusiva de Gleisi, porque ela foi um tanto irrelevante até como elemento negativo. Mas a ela cumpria perceber primeiro os sinais da deterioração que levaram a sua então chefe à lona. Não é, pois, apenas irresponsável. É também incompetente.

Já censurei aqui a gritaria de juízes, que saem alardeando por aí o risco de caos no dia 24, quando o TRF 4 julga o recurso de Lula contra a condenação imposta por Sérgio Moro no caso do tríplex do Guarujá. Sim, já deixei claro aqui que o juiz não ancorou a sua decisão em provas, mas numa leitura derivada da chamada “teoria do domínio do fato”, que jamais poderia ser aplicada à área penal. Espremendo-se todos os argumentos de Moro, chega-se à conclusão de que o petista foi condenado no caso do apartamento de Guarujá porque, com efeito, havia um grupo atuando de forma criminosa na Petrobras. Tal grupo tinha conexões com o PT — entre eles, havia os escolhidos pelo partido. Lula sempre mandou no PT, e sua família deixou pistas de vínculos com o apartamento. Logo, ele é culpado.

Qualquer pessoa razoável sabe que isso é exercício, digamos, precário do direito. Estamos diante de uma Justiça que tem a ambição de corrigir os vícios da sociedade corrigindo o que considera os vícios de alguns homens. Pune-se um símbolo com o intuito de ser exemplar. É o que se tem no caso, numa análise desapaixonada. Esse tipo de comportamento, ao contrário do que pensam os tolos, faz mal ao Brasil, não bem. Ademais, note-se: o fato de o MPF não ter apresentado as provas não quer dizer que o crime não tenha sido cometido. Acontece que ao estado de direito interessa o que está nos autos, não o que está na convicção pessoal dos juízes. Ou juízes não teríamos. Em seu lugar, haveria 18 mil ditadores. Dito o necessário, ponto, parágrafo.

Isso não dá à senhora Gleisei Hoffmann, ela também uma ré, o direito de pôr a faca no pescoço da Justiça. Até porque está fazendo um falso alarde. A menos que o PT tenha organizado uma milícia armada, cuja existência desconhecemos, pergunta-se: quem vai se apresentar para:

  1. a) o sacrifício, candidatando-se à condição de cadáver?;
  2. b) para o trabalho sujo, candidatando-se à condição de homicida?

Eu não entendi, senadora Gleisi Hoffmann! A senhora está dizendo que o PT está disposto a morrer, a matar ou às duas coisas? No primeiro caso, o partido teria um estoque de mártires, não é? Quem sabe a legenda tenha treinado, nesse tempo, uma milícia suicida, que estará disposta a atear fogo às próprias vestes. No segundo caso, a legenda teria organizado um bando de sicários, dispostos a sair por aí a eliminar aqueles que não concordam com seus postulados. No terceiro, tratar-se-ia de um anúncio de rompimento com a legalidade e de adesão à luta armada.

Já censurei aqui o alarde de juízes, que estão superestimando as possibilidades de conflito. Querem saber o que acho que vai acontecer no dia 24? Nada! Uma escaramuça ou outra dos mais exaltados e pronto! Não vai além disso. Ao elevar a tensão retórica e o risco de confronto, os senhores juízes abrem caminho para o triste proselitismo da senhora Gleisi Hoffmann.

Ao dizer o que diz, na prática, a senadora está desafiando a Justiça a prender Lula, uma possibilidade que existe, é claro!, embora me pareça remota no momento. Gleisi quer uma de duas coisas:

a: por motivos técnicos, a Justiça não prende Lula, e os petistas saem alardeando vitória entre os seus, mesmo com Lula condenado, como deve ser. Assim, mantém-se a fantasia de uma legenda que atua na resistência e que logrou uma “vitória” contra o sistema. A próxima é vencer a eleição;

b: a Justiça decide prender Lula: os petistas vão organizar protestos e vão forçar o limite da contenção policial, buscando alguns confrontos, e Lula se torna, então, o líder encarcerado.

Em qualquer dos casos, estamos diante de politicagem mixuruca, que responde com irresponsabilidade à irresponsabilidade daqueles que viram um clima de conflagração armada onde se tem nada além de uma pressão que deve ser considerada normal numa democracia. No mundo inteiro, grupos organizados tentam interferir em decisões da Justiça.

Mas não é corriqueiro que o comandante de um partido político ameace o país com cadáveres caso a Justiça não decida segundo o gosto do grupo que lidera. Isso não é conversa de presidente de partido, mas de líder de milícia ou de bando dedicado ao crime organizado.

Gleisi Hoffmann é o quê?

Reinaldo Azevedo

A César o que é de César

Para continuar a leitura, aviso logo, nunca votei em candidatos do Grupo Sarney e nem do PT.

Muito se fala que Sarney é a praga do Maranhão, que Sarney é o culpado pelo atraso do Maranhão, que Sarney é isso e aquilo, pois bem.

Vejamos uma pequeníssima parte que a historia registra sobre o que já fez essa “praga” pelo Maranhão e pelo Brasil.

Em 1966 quando o jovem Sarney elegeu-se Governador do Maranhão, o que era o nosso Estado?

Não tinha energia elétrica, a oferta de energia elétrica no Maranhão, que era de 7.500 kW , menor que a do edifício Avenida Central, no Rio de Janeiro, passou para 237 500 kW. Isso graças a sua gestão junto ao Governo Federal para que esse construísse a usina de Boa Esperança.

Não tinha estradas, as estradas passaram de 13 km pavimentados para centenas de quilômetros, que incluíam a BR-135, São Luís – Teresina, que naquela época levava-se 5 dias para chegar a capital piauiense. Fez a Santa Luzia/Açailândia, ligando o nosso estado a BR Belém/Brasília e assim com o resto do Brasil.

Não tinha porto, Foi aberto o Porto do Itaqui, que para tanto, teve que ser feita a barragem do Bacanga, dando vida humana a essa área isolada da ilha. São Luís não tinha água, viabilizou o ITALUIS, trazendo água da cidade de Itapecuru ate nossa capital.

Não tinha Universidade, criou a UFMA, mais tarde viria a criar a UEMA

Para desafogar e proteger a velha São Luís fez a ponte que leva seu nome, para que assim nossa capital se expandisse para outros lados. Com isso fez a barragem da ponta d’areia dando acesso às praias norte e criando a lagoa da Jansen.

Não tinha educação básica, ele criou o programa de educação João de Barro que permitiu a criação de uma escola por dia, um ginásio por mês, uma faculdade por ano. Com a combinação de adaptações do método Paulo Freire com a introdução de uma TV Educativa — a primeira do Brasil — foi possível formar rapidamente professores e monitores que estenderam a educação a todo o Estado, que só tinha um ginásio.

Não tinha saúde e nem Hospital do Estado, Na área da saúde foi construído o Hospital Geral, em São Luís, e criado um grande número de postos médicos no interior maranhense.

Travou uma “luta” ferrenha com Jarbas Passarinho, para provar ao Governo Federal, que só o porto do Itaqui reunia condições para exportar o minério da Vale. Para tanto, mandou buscar Técnicos de Roterdã na Holanda, para fazer os estudos e provou que o Maranhão tem o segundo maior porto do mundo em profundidade. E hoje é o segundo maior porto em exortação do Brasil.

Não tinha habitação popular, fez os conjuntos, Ipase, Maranhão Novo, Filipinho, Cohab I II III e IV. Já como Deputado/Senador, viabilizou o Maiobão, Cidade operaria.

Não tinha uma indústria forte, trouxe a ALUMAR/ALCOA, Vale do Rio Doce e como Senador a SUZANO.

Como Presidente do Brasil vejamos,

Criou o seguro desemprego, o FAT fundo de apoio ao trabalhador, o vale transporte, aos partidos políticos na clandestinidade, deu o reconhecimento, à imprensa, a liberdade de expressão, aos sindicatos, a liberdade de manifestação. Foi o condutor do processo de redemocratização do Brasil. Responsável pela transição pacifica do militarismo para o poder civil. Segundo a ONU.

Criou na Fazenda a Secretaria do Tesouro o SIAFI, unificando o orçamento da União e acabando com a conta-movimento no Banco do Brasil, Usada até com grande sucesso.

No plano econômico, apesar da inflação (em geral acompanhada de correção monetária que evitava a corrosão dos salários), o Governo Sarney alcançou resultados relevantes. A própria inflação, dolarizada, teve uma média anual de 17,3%, segundo estudo da Consultoria Tendências.

O Brasil teve o 3º saldo exportador no mundo. Os resultados de balança de serviços, balança comercial e transações correntes só vieram a ser superado no governo Lula. A dívida externa caiu de 54% para 28% do PIB.

O déficit primário de 2,58% do PIB em 1984 foi substituído por um superávit de 0,8% do PIB em 1989. O Brasil passou a ser a sétima economia mundial. O PIB, medido em dólares (variação cambial) cresceu 119%. O PIB per capita cresceu 99%. A média do índice de desemprego foi de 3,89%, chegando a 2,16% durante o Plano Cruzado e 2,36% em fins de 1989.

Tornou por força de lei a casa própria um bem inafiançável. Criou o projeto reviver, reformando todo o centro Histórico, para que nossa capital concorresse na UNESCO o titulo de PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE, e ganhamos.

Como podemos ver essa “praga” não foi tão mau assim. O mal desse baixadeiro lá das bandas de Pinheiro/São Bento, é ser nordestino, intelectual, poeta e extremante influente na política nacional. O que os sulistas não suportam, e alguns Maranhenses entram na onda. Para eles, o nordeste só tem que ser belas praias, carnaval e celeiro de axés baianos.

Por Boabaid (Poeta)

 

Vamos comparar? Flávio Dino e Hildo Rocha, diferença gigantesca

Hildo Rocha cumpriu até o que não prometeu em campanha, já Flávio Dino…

Durante a campanha eleitoral de 2014, Dino se comprometeu em realizar 65 promessas.  Mas, de acordo com o deputado federal Hildo Rocha, apenas oito foram cumpridas. Um fiasco que o governador teima em desconhecer. Diante do fracasso, tenta a todo custo se apossar de obras projetadas, viabilizadas e iniciadas no governo de Roseana Sarney ganhou a alcunha de governador Xexéu, alusão à ave que tem o hábito de se apossar de ninhos feitos por outras espécies. Veja o vídeo.

Duplicação da BR-135

Dino parece gostar do codinome pois insiste em se apossar de realizações de outros governantes. O episódio mais recente aconteceu durante a inauguração do primeiro trecho da duplicação da BR-135, obra bancada 100% com recursos federais. Um espalhafatoso secretário do governo Dino chegou a divulgar nas redes sociais que a obra era uma realização do governo estadual. Haja peroba.

Todos sabem que Flávio Dino tentou remanejar a emenda de bancada impositiva dos deputados e senadores do Maranhão para o fundo de escola digna. Acontece que para essa finalidade existem recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Hildo Rocha não aceitou, bateu de frente com o comunista, pois sabia que a única forma de assegurar recursos suficientes para a conclusão da primeira etapa da obra, entre Estiva e Bacabeira, seria destinando a emenda de bancada para o término do empreendimento. Os deputados e senadores entenderam tiveram o mesmo entendimento. Os benefícios chegaram. Releia aqui.

Ameaças e intimidações

Embora tenha tentado fazer o remanejamento de verbas, fato que fatalmente iria inviabilizar a conclusão da obra, Dino tentou se apossar do empreendimento. Prova cabal é Dino na solenidade de inauguração, Dino queria falar por último, sendo que por questões protocolares caberia ao ministro dos transportes encerrar o evento.

Diante das negativas, Dino chegou ao cúmulo de intimidar a cerimonialista do Governo Federal que coordenou a solenidade. Dino ameaçou chamar a polícia. Disse que poderia mandar prendê-la por desacato. Ato vergonhoso, ridículo, lamentável.

Gato por Lebre

Não é de hoje que Dino vende Gato por Lebre. Em fevereiro do ano passado em propaganda enganosa do governo Dino alardeou que o Maranhão ocupava o segundo lugar no quesito salários de professores. Mais uma falácia do governo comunista. A lorota gerou revolta na categoria. Dino foi desmentido com veemência. O episódio repercutiu na Câmara Federal. Veja o vídeo. 

Um exemplo louvável

Enquanto Dino envergonha o Maranhão, alguns políticos fazem de tudo para dignificar o mandato. Um exemplo emblemático é o deputado federal Hildo Rocha. O parlamentar elegeu-se defendendo a bandeira do municipalismo. Não decepcionou. Foram necessários apenas nove meses de mandato para o parlamentar conquistar a confiança e o reconhecimento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), maior entidade municipalista do país.  Veja o vídeo.

Ações relevantes

O reconhecimento decorre, entre outros fatores, da atuação em comissões cujos temas convergem para a pauta municipalista: Desenvolvimento Urbano; Finanças e Tributação; Constituição e Justiça; Fiscalização Financeira e Controle; Pacto Federativo e da Reforma Tributária.

Na Comissão de Desenvolvimento Urbano o parlamentar tem sido combativo defensor de ações em favor da melhoria da infraestrutura dos municípios; tem defendido melhorias das rodovias federais; luta, com notória insistência, pela continuidade da duplicação da BR-135 e tem buscado soluções para problemas que ocasionam atrasos nas obras do Programa Minha Casa Minha Vida.

A atuação de Hildo Rocha nas comissões de Finanças e Tributação; Constituição e Justiça; Fiscalização Financeira e Controle; Pacto Federativo e da Reforma Tributária foram decisivas para assegurar melhorar a arrecadação e aliviar crise financeira dos municípios. Rocha propôs a redefinição das regras de arrecadação e patilha do ISS; chamou entidades representativas para debaterem a pauta de reivindicações de interesse dos municípios brasileiros; ouviu os mais renomados especialistas em tributação e debateu o tema com entidades empresariais. Os resultados são inegáveis. As mudanças incluídas na nova legislação do ISS confirmam.

Lei do ISS

As mudanças na legislação do ISS foram efetivadas por meio da Lei Complementar 157/2016, que reformula as normas de arrecadação e distribuição do Imposto Sobre Serviços (ISS). Os parlamentares Hildo Rocha (PMDB/MA) e Soraya Santos (PMDB/RJ) conseguiram incluir no novo regulamento proposta que assegura a todos os municípios o direito de arrecadar o ISS (Imposto Sobre Serviços) de operações com cartões de crédito/débito. Antes esses recursos eram destinados apenas aos municípios Paulistas.

Estudos da CNM indicam que a arrecadação desses tributos ultrapassa R$ 6 bilhões. Antes, os recursos eram recolhidos em favor dos municípios onde estão instaladas as administradoras de cartões. Isso mudou. Com a aprovação da emenda de plenário, o que antes ficava concentrado em pouco mais de 30 localidades passou a distribuído para todos os municípios brasileiros. Veja o vídeo.

Comparação

A título de ilustração, essa conquista irá proporcionar à capital do Maranhão, São Luis, condições para que o município arrecade R$ 60 milhões de Reais por ano. Isso faz muita diferença.

Flávio Dino fracassou, seu governo é só propaganda. Uma lástima. Hildo Rocha é diferente. Trabalha, apresenta resultados, honra os compromissos, dignifica o mandato. A prova mais significativa é o reconhecimento da maior entidade municipalista do país. O Maranhão aplaude, Brasil agradece.

Manipulação comunista – Mais uma mentira de Flávio Dino

Setores da imprensa comunista usaram de um expediente nada republicano para tentar inflar o ego do governador Flávio Dino (PCdoB) após sua participação no evento de entrega de trecho duplicado da BR-135, no Campo de Perizes.

Nada republicano para não dizer quase nazista.

Os aliados do governador manipularam um trecho do discurso do ministro Sarney Filho (PV) para fazer parecer que ele rasgou elogios ao comunista.

Na versão governista, Sarney teria dito apenas: “Flávio Dino é um governador democrata. É um governador que tem elevado o nível de participação dos políticos no seu governo”. Não é verdade.

O ministro na verdade fazia um discurso de cobrança do governador, para que ele implante no Maranhão o instituto da emenda impositiva.

E, nesse ponto, a fala completa do ministro foi: “Eu acho que quem quer que seja o governador, ele vai ter que fazer a emenda impositiva para o próximo mandato. Mas como o governador Flávio Dino é um governador democrata, um governador que tem elevado o nível de participação dos políticos no seu governo, eu tenho certeza que essa demonstração, hoje, aqui, concreta, ela vai gerar por parte do governador uma decisão e acredito que seja uma decisão para o fortalecimento da democracia”.

Foi isso o que disse Sarney Filho, sem tirar nem por. O resto, é pura manipulação comunista.

O Estado/Estado Maior

Fé e obra

Tiago, irmão de Jesus, escreveu apenas uma epístola. Nela, foi dito que a fé sem obras é morta em si mesma (Tg 2.17). Vejam, então, que a fé precisa estar acompanhada de obras para se mostrar legítima, o que significa dizer que a fé sozinha é questionável.

O governador Flávio Dino, mesmo pertencendo ao mundo comunista, que é ateu por excelência, deve saber pelo menos na teoria dessas sábias palavras de Tiago sobre a conexão da fé com as obras. Como então os cidadãos maranhenses podem botar fé – como se diz no popular – e assim acreditar num governo que se apossa de obras alheias? A fé, como já visto, precisa necessariamente de obras legítimas, que é o que o governador demonstra não ter.

Flávio Dino, caminhando para a reta final do seu governo, não fez até agora uma obra sequer que possa ser considerada sua, livre de interesses políticos ou vislumbres de poder. Logo, ele não pode querer, tampouco exigir, que a população maranhense acredite no seu “governo da mudança”. Talvez seja bem por isso que o governador comunista envidou esforços para tentar passar a imagem de que a duplicação da BR-135, no trecho entre Estiva e Bacabeira, teria algo a ver com a sua gestão. Só que não.

Essa duplicação é simplesmente uma obra do Governo Federal, fomentada pela bancada do Maranhão no Congresso Nacional e idealizada, desde o princípio, pela ex-governadora Roseana Sarney. Flávio Dino, enfim, nada tem a ver com essa obra. E quanto a ela a sua única contribuição foi tentar remanejar os recursos da emenda da bancada federal para outra área.

Não se pode ter dúvida de que o governador precisa fazer algo pelo Maranhão nos próximos nove meses, quando então, as eleições baterão na sua porta, sob pena de a população continuar a não botar a menor fé naquele que não tem obras a mostrar.

De O Estado/Coluna Estado Maior

Maranhão é um dos campeões em fraude no Censo Escolar

São escandalosas as evidências de fraudes no Censo Escolar no Maranhão. O próprio Ministério da Educação constatou irregularidades nos números do levantamento de 2017. De acordo com o Ministério, os dados do censo são incompatíveis com os resultados preliminares do cadastro de estudantes da rede básica.

Quando o cidadão passa por algum lixão ou galpão do município e observar vários livros didáticos queimados ou jogados ao relento, pode ter certeza, houve fraude no Censo Escolar do seu município.

A manipulação de dados do censo é algo colossal. Uma auditoria registrou até o momento milhares de “alunos fantasmas” matriculada na rede pública. O censo 2017 contou quase 200 mil alunos a mais no estado, um crime grave, a conta final do levantamento do ano passado superou muito em relação a 2016 de estudantes na educação básica.

Esses números podem sofrer alterações até o final das apurações, que o Ministério da Educação pretende levantar até o mês de setembro em alguns municípios maranhenses e no próprio governo do estado. O Ministério admite que a discrepância entre os dois levantamentos deva ser ainda maior.

Como funciona a fraude

A fraude tem explicação simples. O censo é realizado com dados enviados pelas prefeituras, no caso das escolas municipais, e pelo Estado, no caso das estaduais. Seus resultados são determinantes para a destinação de verbas para os gestores dos vários níveis do sistema educacional do país. Quanto mais aluno tiver um município, maior é sua chance de obter mais volume de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) e de aumentar o dinheiro destinado à merenda escolar e consequentemente desvios de recursos públicos.

Lamentavelmente, essas fraudes com recursos do ensino público são registradas pela maioria dos gestores municipais. Elas frequentemente são fruto da carência de mecanismos eficazes para controlar os dados enviados ao Ministério da Educação por prefeituras e estados. Está patente que o censo não é um método seguro para avaliar qual deve ser a destinação desses recursos.

A confecção pelo ministério de um cadastro nacional detalhado promete ser um avanço não apenas em termos de tecnologia antifraude. Mas, entre a promessa e a realidade de um país continental com mais de 5.000 municípios, há distância razoável.

O blog divulgará na próxima semana alguns municípios que, comprovadamente,  fraudaram o censo escolar 2017.

 

Polícia Federal e TSE criam grupo para combater notícias falsas durante eleição

A Polícia Federal, o Ministério Público e o Superior Tribunal Eleitoral vão montar um grupo especialmente dedicado a combater notícias falsas durante as eleições para presidente e governador em outubro, revelou a Agência Brasil nesta quarta-feira, 10.

O grupo terá como objetivo “a discussão de medidas que possam ser adotadas nas eleições deste ano”, e atende a uma demanda de Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) que assumirá a presidência do TSE em fevereiro.

Curiosamente, porém, o governo já tem um grupo de trabalho dedicado a notícias falsas. O atual presidente do TSE, Gilmar Mendes, criou no fim de 2017 um “conselho consultivo” encarregado de desenvolver pesquisas sobre o tema e determinar o impacto que notícias falsas têm no processo eleitoral.

Por enquanto, detalhes sobre as atribuições deste novo grupo não foram divulgados. Notícias falsas, porém, são motivo de preocupação para vários países. Recentemente, o presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou planos para sancionar uma lei de combate a boatos espalhados em redes sociais.

No ano passado, o governo da Alemanha também estudou a possibilidade de multar empresas de tecnologia, como Facebook e Google, que não conseguissem evitar a propagação de notícias falsas pela internet. O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, também se comprometeu a melhorar a capacidade da rede social de lidar com o problema.

Duplicação da BR-135 é entregue pelo governo federal

Os ministros Maurício Quintella, Moreira Franco e Sarney Filho (PV) – do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação; da Secretaria-Geral da Presidência da República e do Meio Ambiente -, respectivamente, inauguraram ontem trecho de 11 quilômetros da obra de duplicação da BR-135, situado entre a Estiva e o município de Bacabeira.

O ato, que contou com a presença dos senadores Edison Lobão e João Alberto, ambos dos MDB e que chegaram na comitiva dos ministros, foi realizado no KM 25 da rodovia federal.

Ao entregar a obra, o ministro Quintella destacou o empenho do deputado federal Hildo Rocha (MDB) e da bancada federal maranhense pela conclusão dos serviços e reafirmou o compromisso do governo Michel Temer (MDB) com o Maranhão.

“Esse Governo [Michel Temer] resolveu concluir as obras que haviam sido iniciadas, mas estavam abandonas. E hoje, graças a Deus, a cada dia temos agenda de inauguração num estado diferente. […] Essa é uma obra especial. É especial, pela luta da bancada, que colocou emenda de mais de R$ 164 milhões do orçamento impositivo para que a gente pudesse cumprir. É uma obra de engenharia complexa que merece ser comemorada”, disse.

O ministro afirmou que outras obras serão inauguradas pelo Governo Temer, no Maranhão ao longo do ano. “Hoje estamos liberando o trânsito nesse trecho. Até o fim do mês vamos entregar o viaduto em Bacabeira, vamos concluir a pavimentação da pista antiga, já temos mais de R$ 100 milhões garantidos para os lotes 2 e 3 da duplicação e temos orçamento e uma determinação do presidente: se faltar dinheiro, é para mandar mais, para que as obras sejam concluídas”, completou.

Moreira Franco falou sobre a determinação de Temer em dar continuidade às obras federais no estado, por meio do programa ‘Agora é Avançar’ e assegurou prioridade ao Maranhão. “Em breve vamos estar aqui de novo para entregar mais uma obra que o presidente Michel Temer recebeu paralisada. Em março vamos inaugurar o berço 108 do Porto do Itaqui, para que possamos aumentar a capacidade desse importante porto para o crescimento e progresso do nosso país”, enfatizou.

Sarney Filho também destacou a determinação do presidente da República em concluir as obras federais no Maranhão e conclamou a classe política a celebrar o momento, que marcou a inauguração do trecho da obra duplicada da rodovia.

“O momento é de celebrar. Porque quando o presidente Michel Temer assumiu, todas obras estavam paradas. Não tinha estrada, não tinha transporte escolar, não tinha ambulância, evidentemente fruto de uma crise jamais vista no Brasil, da recessão. […] O benefício agora chegou. Eu participei da entrega de casas, do Minha Casa Minha Vida em vários municípios, e todas as elas foram recomeçadas depois que a economia entrou nos trilhos […]. O importante agora é aproveitar o momento para trazer benefícios ao Maranhão. Benefícios como esse [duplicação da BR-135]. É dentro dessa perspectiva que vamos continuar a nossa luta”, finalizou.

Deputados federais, deputados estaduais, prefeitos, vereadores e o governador Flávio Dino (PCdoB), também participaram da solenidade.

Vexame

Durante o discurso do deputado federal Hildo Rocha (MDB), o presidente do Procon, Duarte Júnior e o secretário de Estado da Infraestrutura, Clayton Noleto, protagonizaram cenas vexatórias. Eles xingaram o parlamentar e tentaram atrapalhar o discurso. A manifestação dos auxiliares de Flávio Dino (PCdoB) foi acompanhada por vaias de servidores militantes que acompanhavam o ato.

Lideranças destacam empenho de Roseana Sarney pela obra

O senador Edison Lobão (MDB), o ministro Sarney Filho (PV) e o deputado federal Hildo Rocha (MDB), destacaram o empenho da ex-governadora Roseana Sarney (MDB), junto ao Governo Federal, pela realização da obra de duplicação da BR-135.

Ao manifestar-se sobre o empreendimento, Lobão lembrou fez referência à emedebista e ao trabalho da bancada maranhense no Congresso, que destinou a emenda impositiva.

Hildo Rocha, por sua vez, afirmou que Roseana foi quem primeiro se mobilizou pela realização da obra e destacou a articulação da emedebista junto ao Governo Federal. “A ex-governadora Roseana Sarney teve papel preponderante para a realização desta obra”, disse.

“Essa é uma obra que teve as mãos de muitas pessoas. Iniciada em 2012, ainda no governo da presidente Dilma – e quem governava o estado era Roseana Sarney -, foi a pessoa que conseguiu fazer com que essa rodovia fosse planejada, projetada e executada”, completou.

O ministro Sarney Filho também falou da mobilização de Roseana pela realização da obra. “Sem dúvida houve um empenho muito grande da ex-governadora e a inauguração hoje não deixa de ser consequência desse empenho”, finalizou.

 

De O Estado/Ronaldo Rocha

A sinceridade de Hildo Rocha e a desfaçatez de Flávio Dino

Durante a cerimônia de liberação do tráfego em pista dupla na Rodovia BR-135, o deputado Hildo Rocha citou um estudo da Confederação Nacional do Transporte (CNT) que colocou o Maranhão entre os piores estados da federação no quesito rodovias estaduais. A citação causou alvoroço, afinal, Flávio Dino não suporta críticas, odeia ouvir verdades. A reação foi imediata. Alguns secretários de Estado não se sentiram constrangidos em vaiar e xingar o deputado enquanto este discursava.

Logo depois foi a vez de Flávio Dino reagir às críticas. “As querelas políticas devem ser deixadas para o período da campanha eleitoral”, bradou o governador. A frase até poderia ser interpretada como um gesto de cordialidade se não tivesse sido pronunciada por um governante raivoso, vingativo, contraditório e dissimulado.

Quem passa o dia todo nas redes sociais estimulando o ódio contra adversários políticos tem autoridade para dizer que querelas políticas devem ser deixadas para o período das campanhas?  Haja peroba.

Mas, a desfaçatez do governador torna-se irrelevante quando o comunista decide pôr em prática outro viés da sua personalidade: a truculência. Dino causou constrangimentos ao cerimonial do Ministério dos Transportes ao exigir a quebra do protocolo. Queria falar por último. Chegou ao cúmulo de ameaçar chamar a polícia para fazer valer a sua vontade. A cerimonialista precisou ser firme para enfrentar o “coronel comunista”. O protocolo foi mantido.

Dino tenta a todo custo vender a imagem de competente, educado, inteligente, cortês e portador de invejável arcabouço intelectual. Mas as atitudes de adolescente birrento e mimado mostram que Dino é apenas personificação da metamorfose ambulante, é só gogó.

Hildo Rocha costuma agir com sinceridade, diz o que pensa, de forma franca, sem rodeios, sem medo, não dissimula. Isso é virtude, traço de personalidade que falta a Flávio Dino, o rei da dissimulação.

Apenas 8 meses e 25 dias

O tempo acima é o que falta para as eleições gerais de 2018. E neste início de ano cada um dos principais candidatos vive momentos diferentes na exposição. A situação de cada um:

Flávio Dino (PCdoB) – O governador comunista entrou 2018 literalmente com o pé esquerdo. Convive desde o fim de 2017 com a incômoda revelação de que, no período de seu mandato, surgiram no Maranhão nada menos que 312 mil novos miseráveis, o que dá 100 mil por ano de mandato.

Roseana Sarney (MDB) – A ex-governadora fechou 2017 com mensagens de otimismo em relação a 2018. E ganhou, logo nos primeiros dias do novo ano, uma centena de grupos de aplicativos, formados por políticos, jornalistas e simpatizantes. O possível “Bloco da Guerreira” fará contraponto ao desinteresse comunista no Carnaval.

Roberto Rocha (PSDB) – O senador venceu a batalha pelo PSDB e se mantém em franca articulação com lideranças do interior do estado. Com forte influência na Codevasf e um atuante mandato no Senado, Rocha assumiu o contraponto ao governo Flávio Dino, com obras e serviços que não são oferecidos pelo comunista.

Ricardo Murad (PRP) – O ex-deputado e ex-secretário atua fortemente nas redes sociais, desfazendo mitos vendidos pela mídia comunista. Murad atua na desconstrução do comunista nas redes sociais.

Maura Jorge (Podemos) – A ex-deputada e ex-prefeita continua em franca ação no interior do estado, fortalecendo-se em regiões importantes, como a Tocantina e a região dos Cocais. O projeto de Maura é ganhar musculatura nos segmentos evangélicos, hoje fortemente pulverizados.

Eduardo Braide (PMN) – Único dos pré-candidatos a não se declarar como tal, o deputado estadual fechou 2017 em terceiro lugar em todas as pesquisas. Sua atuação tem sido nos bastidores; e em duas frentes: montagem de um palanque forte e a busca de aliados importantes para viabilizar sua campanha na TV.

O Estado/ Coluna Estado Maior