Governo de aluguel…

Material de divulgação distribuído pelos comunistas em redes sociais

O governo comunista de Flávio Dino entrou, definitivamente, na fase da venda de espaços na administração pública. E o preço é um só: apoio eleitoral nas eleições de 2018. O comunista faz exatamente tudo o que ele sempre disse condenar porque – ao contrário do que prega – está mesmo interessado apenas na manutenção do poder.

E o discurso da “mudança” serviu apenas aos interesses eleitoreiros do seu grupo.

A última “venda” de espaços se deu ao ex-prefeito de Imperatriz, Ildon Marques (PSB), que ganhou uma Agência de Articulação Regional prontinha para indicar aliados. O espaço para Marques não foi apenas um cabide, mas uma “arara” inteira para pendurar aliados às custas do erário público.

Mas o loteamento comunista começou bem antes; primeiro com o PR, que negociou apoios em troca de cargos e espaços de poder.

Depois, o PP foi na mesma esteira e conseguiu a Secretaria de Esportes e Lazer. E a temporada negociação de apoios deve continuar, com outros partidos e também com lideranças específicas, que indicam cargos e garantem a aliança de 2018.

Por mais nefasta que a prática adotada por Flávio Dino pareça, ela também encerra em si uma verdade que ele não poderá contestar: se está disposto a vender o seu governo em troca de apoio político, é porque o governador sabe que não tem toda essa força que ele diz ter.

E mostra também que, ao contrário do que prega, o comunista está disposto a tudo para permanecer encastelado no Palácio dos Leões.

Nem que precise lotear o serviço público.

E o povo paga a conta mais uma vez…

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão, com adição de imagem

Folha revela, de forma acanhada, detalhes sobre liberação de emendas antes da votação da denúncia contra Temer

A Folha de São Paulo foi o primeiro meio de comunicação a abordar de forma mais ou menos honesta informações sobre a liberação de emendas do Governo às vésperas da votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer.

Embora o mau caratismo esteja presente na manchete da matéria publicada na última sexta-feira, 27, qualquer leitor minimamente razoável poderá pela primeira vez avaliar se houve ou não favorecimento de parlamentares que votaram para barrar a denúncia contra o presidente.

Levantamento feito pela Folha, com base em dados oficiais, mostra que o Planalto pagou em média R$ 2,6 milhões em emendas para os deputados que bloquearam a investigação contra Temer. O período considerado começa em agosto, quando a primeira denúncia foi barrada. Os que votaram pela continuidade da apuração receberam R$ 1,9 milhão no período.

Os números são quase proporcionais aos observados nas votações, mas na prática, Temer liberou 6% a mais em emendas para parlamentares que votaram contra ele, em números mais exatos. Apesar dos fatos, a imprensa e a oposição continuam mentindo, afirmando que o governo usou a liberação de emendas para garantir votos no Congresso.

Por meio de nota oficial, o governo afirmou que não há “relação entre liberação de emenda e o voto parlamentar. Prova disso é que emendas foram empenhadas tanto para deputados da oposição quanto da base aliada, em valores equilibrados”.

O levantamento da Folha considerou o pagamento efetivo das emendas.

A gestão Temer diz que se baseia em critérios técnicos para distribuir os recursos. Pela lei, o Executivo não pode mais congelar as verbas para emendas, o que significa que havendo denúncia ou não, as emendas teriam que ser liberadas, respeitando-se a previsão no orçamento e o limite do teto dos gastos adotado pelo próprio governo Temer.

Resta saber ao que irão atribuir a liberação de emendas daqui para frente, tendo em vista que elas precisam ser liberadas de qualquer forma. Resta saber se ainda vão continuar omitindo que os recursos liberados para emendas parlamentares vão para os municípios e são investidos em obras como creches, escolas e hospitais. É o dinheiro do povo sendo destinado a melhora da vida do povo. É para isto que servem as emendas.

Apesar da pequena diferença apontada pela Folha, a publicação se omitiu em divulgar a média histórica dos governos do PT de Lula e Dilma, na qual deputados da base governista abocanhavam 75% das verbas liberadas pelos petistas.

 

Desmistificar é preciso

Por Joaquim Haickel

Para que se possa bem analisar o quadro político maranhense, é indispensável que primeiramente joguemos por terra alguns mitos que induzem à graves erros de avaliação.

O primeiro desses mitos é aquele que vem sendo difundido por todos os que se apresentaram como adversários de Sarney desde que ele subiu ao poder. Dizem que Sarney e seu grupo representa tudo que não presta, que eles são a escória da política maranhense. E não apenas isso, dizem que todos aqueles que se opõem ao grupo Sarney, são o que há de melhor em termos políticos e administrativos no Maranhão. Deste modo criaram um mito duplo, que demoniza uns e santifica outros.

Para desmontar esta farsa, estabelecida para satanizar uns e endeusar outros, basta observar que todas as vezes que os adversários de Sarney assumiram o comando do Maranhão, demonstraram ser muito piores que os sarneyzistas.

Quando os adversários do grupo Sarney conseguem ser muito bons, no máximo e com muito boa vontade só são capazes de se igualarem a eles, mas não por méritos seus, e sim por demérito dos sarneyzistas, que também não são assim tão bons como imaginam!

Para comprovar o que eu digo, basta fazer um retrospecto nos mais de trinta e seis anos de administração de políticos anti-Sarney em São Luís! A cidade é uma bagunça! Não há planejamento de qualquer tipo! Não há saneamento, a educação um desastre, a saúde é um caos, o transito é desastroso!… Não há nada que tenha sido feito em São Luís que credencie os políticos que a dominam, já lá se vão nove eleições consecutivas, como sendo melhores que os sarneyzistas.

O argumento usado pelos adversários de Sarney como desculpa para sua incompetência administrativa e incapacidade política no comando de nossa capital sempre foi a falta de apoio do governo do estado, o que é um outro mito, pois durante os quatro anos de Zé Reinaldo, os dois anos de Jackson e os três (quatro) anos de Flávio Dino, houve uma efetiva parceria do governo municipal com o governo estadual e nem assim mostraram a que vieram!?

Sobre os políticos de antigamente serem ultrapassados, ruins e nocivos, devo concordar que alguns deles realmente eram assim, mas há muitas e honradas exceções. No entanto soube de uma espécie de mote bem antigo que o governador Flávio Dino tem usado para tentar convencer alguns políticos, principalmente prefeitos, a alinharem-se a ele e ao seu governo.

Ele tem algumas vezes usado a mesma abordagem utilizada por vários políticos antigos, alguns considerados velhos coronéis do interior, outros tidos como raposas felpudas da política, e até mesmo por meu pai, que se tinha pouca instrução formal, era um homem de grande inteligência e profunda sabedoria.

Como meu pai, político tido por Flávio Dino como direitista pelego, patrimonialista e ultrapassado, o governador usa a velha abordagem do relacionamento interpessoal. Aquela em que seu operador diz ao interlocutor que acabou de conhecê-lo, que depois vai pedir em namoro, depois vai noivar, para só então vir a se casar com o coitado objeto de sua abordagem.

O que ocorre é que diferentemente de meu pai, que jamais abandonou seus amigos, Flávio Dino não titubeará em abandonar os seus, se este for o destino traçado para eles em seu roteiro de poder.

Sarney não é pior que nenhum outro político do Maranhão.

Flávio Dino pode até ser melhor que alguns políticos maranhenses, em alguns aspectos, jamais em todos. Em comparação a Sarney, Flávio é pior na grande maioria dos quesitos, como coerência, sabedoria, paciência e sangue frio; empata em vaidade e obstinação; e supera Sarney em juventude, arrogância e prepotência!

No final das contas, nem Sarney é o demônio pintado de vermelho, nem Flávio Dino é o messias salvador do Maranhão.

Serem parecidos deveria honrar Dino, Sarney nem tanto!…

Atingindo o fígado comunista

Por mais indefinida que tenha sido a “Carta aos Maranhenses” divulgada na noite de segunda-feira, 23, pelo ex-secretário, ex-deputado federal e estadual, ex-prefeito e ex-candidato a governador Ricardo Murad, ela teve um efeito quase ensurdecedor no Palácio dos Leões, hoje ocupado pelos comunistas que ora detêm o comando do governo.

Na verdade, o movimento de Murad já os havia aturdido desde a sexta-feira, quando foi anunciada sua transferência do PMDB para o PRP – embora sem dizer exatamente a qual cargo ele concorreria em 2018.

Murad continua sem dizer se vai disputar o governo, o Senado, ou vagas nas Casas Legislativas, mas sua manifestação pública acuou os aliados do governador, muitos dos quais já acenavam para “uma reeleição tranquila de Flávio Dino”.

Os comunistas sabem que, num embate de poder com Ricardo Murad, nenhum processo eleitoral será tranquilo. Forte, convicto e pronto para qualquer disputa, o ex-secretário é o tipo mais difícil de adversário, porque não se dobra facilmente e está sempre pronto a atacar em todos os flancos possíveis.

E no documento tornado público na noite de segunda-feira, ele já deixou claro que a batalha começou bem antes da campanha propriamente dita. Vai percorrer o Maranhão mostrando o que fez e o que Flávio Dino não fez, num tête-à-tête com prefeitos, lideranças políticas e populares.

Como já se sabe há três anos, o comunista que ora ocupa o poder no Maranhão tem muito a explicar à população. Faltava alguém para expor essas feridas.

Coluna Estado Maior

Governo Flávio Dino – barbárie e covardia

Pilhado em grave escândalo no setor de segurança pública, a revelação de uma jaula a céu aberto, em Barra do Corda, que levou à morte de um empresário detido por infração no trânsito, o governador Flávio Dino (PCdoB), mais uma vez, utiliza-se de um argumento pífio para tentar esconder a incapacidade do seu governo de dar respostas claras à sociedade. Ele tenta responsabilizar o governo passado pela gaiola humana, como se não estivesse há três anos no comando do estado.

Não é de hoje a incapacidade gerencial do governo comunista no setor de Segurança Pública. Saíram da pasta comandada pelo delegado Jefferson Portela, que ascendeu ao posto por causa de sua militância de guerrilha na campanha do PCdoB, em 2014,  alguns dos mais graves escândalos de brutalidade, bestialidade e barbárie social registrados no Maranhão desde 2015.

Quem não se lembra, por exemplo, da execução do mecânico Irialdo Batalha, morto em praça pública por um vigilante que fazia as vezes de policial militar, em Vitória do Mearim, em maio de 2015, com a anuência dos próprios PMs?

Qualquer que seja a justificativa de Flávio Dino para a cela pública em Barra do Corda, ele não tem desculpas para a barbárie mostrada em âmbito nacional, digna das piores imagens exibidas pelos fundamentalistas do Estado Islâmico. E não adianta culpar terceiros pela própria incapacidade.

Despreparado

Quem tem feito força para que Flávio Dino substitua o secretário de Segurança, Jefferson Portela, é o todo-poderoso Márcio Jerry.

Desde o início do governo, Jerry deixa claro ao governador que Portela não está preparado para o posto que ocupa, e que ganhou graças à militância eleitoral no PCdoB.

O principal auxiliar do governo comunista atribui à má-gestão de Portela escândalos como o da jaula a céu aberto de Barra do Corda e a execução do mecânico Irialdo Batalha, em Arari, entre outros casos.

Candidatos

Tendo ou não razão na analise profissional de Jefferson Portela, a pressão de Márcio Jerry tem como pano de fundo também as eleições de 2018. Candidato a deputado federal, o principal auxiliar de Flávio Dino tem no chefe da Segurança Pública um dos seus principais adversários pelas vagas do PCdoB.

E tem trabalhado nos bastidores para inviabilizar o desafeto.

 

Coluna Estado Maior/Jornal O Estado do Maranhão

A Globo se voltou contra os valores sagrados da família com maior vigor, sociedade responde com repúdio

A esquerdização da Rede Globo custou caro à emissora carioca. Após se posicionar favorável aos últimos episódios envolvendo a exposição de crianças a situações limítrofes à pedofilia, o grupo de comunicação se tornou alvo de uma das mais consistentes ondas de repúdio em toda sua história.

A Globo subestimou os valores morais da sociedade, o respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente e acreditou cegamente em seu poder de manipular as massas, como tem feito há décadas, pregando valores que ajudaram a degenerar a família brasileira.

Fingindo não se dar conta da gravidade da situação envolvendo crianças pequenas, os comunicadores da emissora agiram de forma dissimulada, irônica e ainda atacaram um segmento da sociedade altamente influente nas redes sociais.

A Globo não chamou apenas os conservadores de fascistas. Chamou o pedreiro, o motorista, a costureira, o empresário, a dona de casa e qualquer cidadão que preza pela educação de seus filhos e procura mantê-los longe da influência de mentes doentias que encaram com naturalidade quadros com os dizeres “criança viada” ou uma menina de cinco anos interagindo com um marmanjo nu. A receita de gourmetização da pedofilia não agradou o público.

É fato que a Globo nunca primou por enaltecer valores familiares, morais e éticos. Mas ao assumir publicamente a defesa de degenerados que tentam justificar seus atos doentios como formas de manifestação artística e liberdade de expressão, a emissora entrou definitivamente no radar das pessoas como algo potencialmente maléfico.

A emissora e seus empregados se tornaram alvos de uma onda tão avassaladora de revolta a indignação, que dificilmente conseguirá minimizar os efeitos negativos de uma postura tão temerária. Aos olhos de 99% da população, a Globo pecou e feriu de morte os valores mais sagrados.

Hildo Rocha viabiliza kits de irrigação e trator para comunidades de Barra do Corda e Governador Luís Rocha

Hildo Rocha entrega trator para Associação do Povoado Coquinho (Governador Luiz Rocha)

Trabalhadores rurais do povoado Santa Fé (Barra do Corda) receberam, no último fim de semana, 40 kits de irrigação. Os implementos foram entregues pelo deputado federal Hildo Rocha e pelo superintendente da Codevasf no Maranhão, Jones Braga. Participaram do evento o vereador João Pedro, o empresário Aristides Milhomem, a assistente social Jaine Milhomem e o presidente da Associação de Moradores, Irmão Rorício. Os equipamentos foram adquiridos pela Codevasf com recursos oriundos de emenda parlamentar de Hildo Rocha.

O deputado explicou que a entrega dos equipamentos é a concretização de compromisso assumido em fevereiro deste ano quando a convite do empresário Aristides Milhomem o parlamentar visitou a comunidade. “Naquela oportunidade ouvi diversas reivindicações e assumi o compromisso de viabilizar 40 kits de irrigação. Hoje, temos a felicidade de fazer a entrega. Com isso, os trabalhadores e trabalhadoras terão condições de melhorar a produção de alimentos para a sua subsistência e melhoria da renda familiar”, declarou Rocha.

Hildo Rocha entrega kits de irrigação no povoado Santa Fé (Barra do Corda)

Governador Luiz Rocha

Ainda no fim de semana, o deputado esteve no município de Governador Luiz Rocha onde entregou uma patrulha mecanizada para a Associação dos Moradores Cocin. A máquina foi comprada com recursos de emenda parlamentar do deputado Hildo Rocha.

Participaram do evento o superintendente da Codevasf Jones Braga, o vice-prefeito Zezão, a deputada Graça Paz, os vereadores Márcio; Antônio José (presidente da Câmara municipal); James Paulino e Valmir. O ato foi prestigiado pelos secretários municipais: Ocilma (Educação); Gilson Maciel (Obras); Luís Carlos (Agricultura) e pela presidente da Associação, Ângela Maria.

 Reunião com trabalhadores rurais

Hildo Rocha participou de reunião no Sindicato dos Trabalhadores Rurais do Povoado Boca da Mata onde ouviu relatos sobre grande incêndio que aconteceu no mês de outubro do ano passado. De acordo com a comunidade o episódio matou animais e devastou propriedades. Diante da falta de atenção por parte das autoridades estaduais as comunidades afetadas solicitaram o apoio do parlamentar. Hildo Rocha se comprometeu em buscar ajuda junto ao governo federal e afirmou que vai buscar soluções para algumas das demandas referentes ao caso.

“Após um ano do incêndio que destruiu toda produção agrícola, o pasto e matou 41 cabeças de gado, o governo do estado nada fez para viabilizar a retomada da produção na comunidade. Isso mostra o desprezo do governador com as comunidades rurais do Maranhão. Agentes do Flavio Dino foram ao povoado, ano passado e garantiram ajudar. Entretanto, ficou apenas na promessa. Embora seja um assentamento estadual, vamos ver se o Incra pode ajudar a reativar a produção dos trabalhadores e trabalhadoras da localidade”, disse Hildo Rocha.

Mar de corrupção no Maranhão

Matéria divulgada hoje (11/10) pelo portal de noticias UOL mostra que o Estado do Maranhão aparece entre as unidades da federação com o maior índice de corrupção do país, leia a matéria.

No Maranhão, um esquema milionário de fraudes atingiu diretamente uma área crucial para a população. Pelas contas da Polícia Federal, pelo menos R$ 1 bilhão foi desviado do sistema de saúde do Estado.

O alvo da Operação Sermão dos Peixes, batizada em alusão à repreensão dada pelo padre Antônio Vieira aos colonos, em 1654, ao criticá-los sobre a prática da corrupção, eram organizações não governamentais encarregadas de gerenciar unidades hospitalares no interior ao longo dos últimos três anos.

Só o volume de saques em dinheiro, realizados desde 2015, variou entre R$ 18 milhões e R$ 36 milhões, algo como entre 36 e 72 malas semelhantes à que a Polícia Federal flagrou o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) recebendo da JBS numa pizzaria paulistana.

Foi necessário que os investigadores ficassem de campana por 70 dias para flagrar os saques. Neste período, havia uma retirada frequente de dinheiro em espécie que era entregue diretamente aos dirigentes das entidades e a políticos locais. Nas quatro fases da operação, cerca de 30 pessoas foram presas, mas algumas já se encontram em liberdade.

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Globo perde milhões ao defender exposição de crianças à nudez

Os danos sofridos pela Rede Globo nos últimos dias ainda não foram calculados, mas já há indícios de prejuízos financeiros milionários. A atitude da emissora dos Marinhos em defender a exposição de crianças a nudez em museus precipitou uma verdadeira onda de indignação popular através das redes sociais.

Tudo começou no último domingo (8), quando o programa Fantástico exibiu uma reportagem defendendo a mostra “Queermuseu”, em Porto Alegre e a performance com nu no MAM, em São Paulo. Nos dois casos, houve interpretações de que crianças foram expostas à nudez de forma desnecessária e a cenas com estímulo a sexualidade precoce.

A Associação Médica Brasileira manifestou sua desaprovação em relação ao ocorrido no MAM: “Não consideramos a performance adequada, pois expõe nudez de um adulto frente a crianças, cuja intimidade com o corpo humano adulto, de um estranho, pode não ser suficiente para absorver de forma positiva ou neutra essa experiência. Situações de nudez, contato físico e intimidade com o corpo são próprias do desenvolvimento humano, desde que ocorram entre pessoas com perfis equivalentes, quanto à idade, maturidade e cultura”.

Apesar da clareza dos fatos, a emissora insistiu em contrariar aspectos do Estatuto da Criança e do Adolescente e também do senso comum, no qual 99% da população julga ser inadequado expor crianças a situações desta natureza. Ao tentar confundir a cabeça do público insistindo na tecla da ‘liberdade de expressão’ e se omitindo sobre a exposição de crianças a situações controversas, a emissora acabou provocando a ira de milhões de brasileiros indignados. Pior, em sua linha editorial, a Globo tenta classificar estes mesmos cidadãos indignados como ultraconservadores radicais pregadores do ódio.

Não se trata de uma linha tênue envolvendo o debate em torno de arte e liberdade de expressão. Ninguém protestou contra estes princípios, mas sim contra a exposição de crianças a situações inapropriadas. Uma questão clara e simples de entender. Ao se posicionar contra os valores da sociedade e da família tentando impor uma pauta anarquista, a Globo e seus empregados perderam credibilidade, audiência e ainda vão perder muito dinheiro como consequência de sua forma obtusa em lidar com o tema.

Mesmo nos momentos em que a emissora tentou contemporizar com a opinião pública, os comentários maldosos e dissimulados acabaram colocando por terra qualquer expectativa de boa intenção da emissora em lidar com o problema.

É claro que a maioria das pessoas vai continuar assistindo a Globo e consumindo os produtos anunciados pela emissora. Mas há sim uma parcela significativa da sociedade, sobretudo entre formadores de opinião mais conservadores, que não está disposta a dar o caso por encerrado. A imagem da emissora já vinha sofrendo desgastes com os empréstimos bilionários e o perdão de multas milionárias durante os governos de Lula e Dilma. Ao se alinhar nitidamente com setores da esquerda corrupta que assaltou o Brasil ao longo da última década e meia, a Globo corteja com o autoritarismo e a imposição de valores típicos daqueles que está defendendo agora.

São fatos que vão marcar a imagem da empresa durante muitos anos.

Imprensaviva

Hildo Rocha e prefeito Zé Gomes reivindicam ações do DNIT para Buriticupu

Preocupados com a grande incidência de acidentes na BR-222, que corta a cidade de Buriticupu, o deputado federal Hildo Rocha e o prefeito Zé Gomes foram ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para solicitar providências. O deputado destacou que a rodovia, que tem altíssimo fluxo de veículos, corta a cidade fato ocasiona muitos acidentes. De acordo com o parlamentar, a inauguração de um conjunto habitacional, que foi entregue recentemente, fez com que aumentasse consideravelmente a população que transita no local.

De acordo com Hildo Rocha, o empreendimento gera benefícios, mas por causa do aumento população a quantidade de acidentes aumentou. “Então, o prefeito Zé Gomes solicitou ao DNIT que faça a implantação de novos acessos e instale barreiras eletrônicas para diminuir a velocidade dos carros que trafegam no trecho da BR-222 que corta a sede do município”, explicou Rocha.

Duplicação da BR-135

Rocha aproveitou o encontro para colher informações acerca do andamento da obra de duplicação da BR-135 e sobre a drenagem do entroncamento da BR-10 com a BR-230, no município de Estreito e ainda sobre a passagem urbana na cidade de Carolina.

“A duplicação agora está no ritmo que nós desejamos. O DENIT nos informou que talvez o primeiro trecho, da Estiva até Bacabeira, seja entregue antes mesmo do prazo previsto no cronograma que é abril de 2018. Nossa expectativa é de que o segundo trecho, que vai de Bacabeira até Miranda do Norte, seja concluído até dezembro de 2018”, assinalou Hildo Rocha.

O parlamentar lembrou que além da relevante importância para a economia do estado, a duplicação da BR-135 deixará o tráfego mais seguro. “Muitas pessoas perderam a vida, principalmente naquele trecho de Periz de Baixo. Com a duplicação certamente o tráfego ficará melhor, mais seguro”, destacou o deputado.