Base comunista rachada no Maranhão

Diversos partidos tradicionais da política maranhense vivem este ano pré-eleitoral em clima de racha interno por causa da relação que algum de seus membros insiste em manter com o PCdoB, ora ocupante do Palácio dos Leões.

O caso mais notório é o do PSDB, cujo vice-governador Carlos Brandão teve a autoridade cassada pela cúpula nacional, que pretende se afastar de Flávio Dino em 2018. Mas há outras várias legendas neste mesmo clima de divisão pré-eleitoral.

Na lista, pode-se incluir PTB, PP, PR e PSD cujas lideranças históricas não nutrem simpatia pelo governador comunista, mas estão fora do comando partidário, hoje em mãos de jovens lideranças alçadas ao poder exatamente pela força dos atuais ocupantes do Palácio dos Leões.

Na semana passada, o ex-presidente da Câmara Municipal e da Assembleia Legislativa Manoel Ribeiro decidiu romper o silêncio e anunciou sua saída do PTB, que tem hoje na figura do vereador Pedro Lucas Fernandes – filho do deputado federal Pedro Fernandes – o principal interlocutor do PCdoB dinista.

No PP, o deputado federal Waldir Maranhão insiste na relação com Flávio Dino, mas o seu colega André Fufuca, hoje no comando da legenda, prefere aguardar 2018 para uma tomada de posição.

O mesmo ocorre com PR e PSD, que tem jovens lideranças no comando, obrigadas a conviver com lideranças tradicionais. E é nesse clima de racha que essas legendas devem chegar às eleições.

 

De O Estado do Maranhão/Coluna Estado Maior

Lula demonstrou clara influência do PT no Ministério Público Federal na escolha de Janot para a PGR

A tática de aparelhamento do Estado em todos os níveis é um dos principais preceitos defendidos nas encardidas cartilhas do comunismo mundial. Não há qualquer dúvida sobre o fato do PT ter seguido à risca no Brasil todos os métodos prescritos pelo comunismo para a tomada do poder. De fato, o PT cumpriu o dever de casa e expandiu sua influência junto aos movimentos sociais, sindicais, comunidades campesinas, movimentos estudantis, minorias e junto ao proletariado.

O PT não inventou os métodos que pavimentaram a chegada do partido ao poder, apenas adaptaram as técnicas a realidade brasileira. O método de aparelhamento da máquina pública começou a se implementado bem antes da eleição de Lula em 2002, como foi o caso das prefeituras conquistadas pelo partido ao longo dos anos 80 e 90.

Logo que assumiu a Presidência em 2003, Lula e o PT deram início a uma das mais agressivas campanhas de aparelhamento da máquina pública, expandindo o domínio e o poder de influência do partido para estatais, bancos públicos e todos os órgãos e autarquias federais espalhados pelo Brasil. Ao longo de mais de uma década e meia no poder, o PT não se limitou a aparelhar a máquina pública e avançou ainda no domínio de instituições teoricamente independentes, como reitorias em universidades, tribunais de contas e até mesmo no Supremo Tribunal Federal.

Uma das técnicas que permitiram ao PT aprofundar suas raízes na foi justamente a ampliação absurda da tolerância com a incompetência, negligência e corrupção dos agentes públicos. Em troca da anuência dos servidores, o PT oferecia cobertura e garantia de tolerância sobre maus feitos, pequenos ilícitos, faltas prolongadas ao trabalho, regalias e proteção nos cargos. Tudo em detrimento do interesse público e da qualidade dos serviços prestados ao contribuinte.

Na prática, a cultura do aparelhamento da máquina pública provoco a degradação dos serviços públicos e tornou os servidores arrogantes, negligentes e seguros de que não seriam afetados por queixas pelo péssimo atendimento a população.

A suspeita de que o PT conseguiu de fato expandir sua esfera de influência para instituições sérias do país é sugerida por uma conversa do ex-presidente Lula com o advogado e ex-deputado Sigmaringa Seixas (PT-DF). Na ligação interceptada pela Polícia Federal, Lula reclamava de investigação contra ele e cobra “gratidão” do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Lula diz que “esse cara se fosse formal não seria procurador-geral da República, teria tomado no c#, teria ficado em terceiro lugar (…) Quando eles precisam não tem formalidade, quando a gente precisa é cheio de formalidade”.

Como todos sabem, a escolha do Procurador-geral da República se dá através da indicação dos cerca de 1200 procuradores da República espalhados pelo órgão em todo o Brasil. Ao afirmar que sem a influência do PT, Janot teria ficado em terceiro lugar, Lula dá a entender que o partido influenciou a escolha de centenas de procuradores em todo o país.

Novamente, a escolha do procurador da República Nicolao Dino para suceder a Rodrigo Janot no comando do Ministério Público Federal por parte dos colegas procuradores de todo o Brasil levanta uma nova suspeita. O candidato mais votado na votação interna do órgão realizada nesta terça-feira (27) é irmão de do governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), tradicional aliado do PT. Segundo delatores da Odebrecht, Flávio Dino recebeu R$ 400 mil para defender projeto que beneficiava a empreiteira.

O PT se gaba de ter implantado a cultura de escolher o vencedor da lista tríplice elaborada pelos membros do Ministério Público Federal para o cargo de Procurador geral da República. Com base em uma agressiva campanha de ampliação da esfera de influência do partido junto às instituições do país, esta opção parece bastante óbvia, em se tratando supostamente de um jogo de cartas marcadas.

Uma curiosidade: no ano passado, o irmão de Nicolao, o governador Flávio Dino, escolheu o segundo nome da lista tríplice que lhe fora apresentada para a indicação do novo procurador-geral de justiça do estado do Maranhão.

Temer deve ignorar a escolha do vencedor da lista tríplice elaborada pelo MPF. Não há nenhuma lei que o obrigue a escolher o vencedor da eleição interna do órgão. Nicolao Dino, aliado de Janot obteve 621. A subprocuradora criminal Raquel Dodge, inimiga declarada de Janot, recebeu 587 votos e é apontada como a preferida de Michel Temer. O terceiro candidato mais votado foi o procurador Mário Bonsaglia, que recebeu 564 votos.

Imprensaviva

João Alberto provoca Flávio Dino lembrando as quase mil obras que realizou em 11 meses de Governo

Ao comentar a informação de que em quase três anos de ação o governador Flávio Dino teria comemorado 800 obras, o senador João Alberto (PMDB) alfinetou: “Em onze meses de Governo eu realizei cerca de mil obras”. O senador, é claro, usou esse cacife para provocar o governador, mas o fez com o lastro de quem não estava blefando nem dando origem a um factóide.

Mesmo enfrentando o peso das ações do então presidente Fernando Collor de Mello (PRN) contra seu governo, fechando todas as torneiras da União para o Maranhão, e por isso tendo de conferir ao final de cada dia, em reunião obrigatória com o secretário de Fazenda, para saber como foi o movimento do caixa do Estado, o que o obrigava a conferir até os centavos, João Alberto deu uma demonstração de que, bem administrados e aplicados com honestidade, recursos parcos ganham volume.

E foi nessas condições que construiu e restaurou estradas, pontes, estádios, praças, aeroportos, avenidas, escolas, hospitais, postos de saúde, combateu o crime organizado e manteve a folha de pessoal em dia – isso depois de ter ouvido do governador que saía, Epitácio Cafeteira, que seu sucessor não conseguiria tal proeza e que agora sem José Sarney na presidência da República, a situação financeira do Estado entraria em colapso em poucos meses.

No final do seu Governo, a Secretaria de Comunicação Social publicou uma revista em que é contada a fascinante que foi o Governo João Alberto e nas páginas finais relaciona quase novecentas obras físicas iniciadas e concluídas naqueles 777 dias que sacudiram o Maranhão. Tanto que ao deixar o Governo, em abril de 1991, João Alberto tinha a aprovação de 88% dos maranhenses, segundo pesquisa realizada à época pelo instituto Econométrica.

Por Ribamar Correia/Repórter Tempo

Hildo Rocha entrega casas populares em Cantanhede e participa de eventos em Ribamar e São Domingos

No último fim de semana, o deputado federal Hildo Rocha participou da entrega de 32 casas nos povoados Pataqueira, São Domingos e Pitomba, no município de Cantanhede. Os imóveis foram financiados pelo governo federal por meio do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV).

Rocha destacou que as casas possuem dois quartos; piso revestido de cerâmica; banheiro e são forradas. “Agora, famílias que moravam em casas inadequadas e inseguras passam a morar em imóveis de alvenaria com mais conforto, adquiridas por meio do PNRH. Graças a esse programa e ao apoio da prefeitura de Cantanhede, que tem à frente o prefeito Ruivo, hoje temos a felicidade de entregar essas casas para moradores da zona rural de Cantanhede”, declarou o deputado.

 Apoio fundamental

O prefeito Marco Antônio (Ruivo) lembrou que o apoio do deputado Hildo Rocha foi fundamental para a concretização do projeto. “Eu quero agradecer e parabenizar o esforço do deputado Hildo Rocha por ter nos ajudado a realizar esse sonho. É bom contar com pessoas que conhecem a realidade pois isso faz com que as ações realmente cheguem às pessoas que tem necessidade”, frisou o prefeito.

Além do deputado Hildo Rocha e do prefeito Ruivo também participaram do evento o vice, Dr. Elvy; o chefe de Gabinete, Bruno Bezerra; a primeira dama, Leidiane Chaves; a secretária de desenvolvimento Social, Paula Souto; o adjunto, José Castro; a secretária da Mulher, Betânia Soares; o secretário adjunto de Saúde, Alex Baima; o secretário de Esportes, Cezar Cantanhede; o secretário de Meio Ambiente, José Raimundo Lima; o presidente da câmara, Dênis Roberth e os vereadores Alan Bajara e Manoel Veras.

 Escola de Música

Ainda como parte das atividades realizadas no final de semana, Hildo Rocha participou da reinauguração da Escola de Música Municipal Maestro Nonato, em São José de Ribamar. A instituição foi criada em 2008 pelo prefeito Luís Fernando e agora reformada pelo gestor que administra a cidade pela terceira vez. “Luís Fernando é um homem público que valoriza a cultura do seu município. Logo, é compreensível que em menos de um ano de mandato tenha revitalizado a escola de música do município onde aproximadamente 300 alunos terão a oportunidade de aprender música, tocar e aprimorar os seus talentos”, destacou Hildo Rocha.

 São Domingos do Maranhão

Hildo Rocha ao lado do prefeito, Zé da Folha; do vice Clodomizinho; do deputado estadual Antônio Pereira; dos vereadores Astolfo; Irislane e Brás; de secretários municipais e lideranças

O deputado esteve ainda em São Domingos do Maranhão onde participou de eventos alusivos ao aniversário de 65 anos de emancipação política e administrativa do município. Ao lado do prefeito, Zé da Folha; do vice Clodomizinho; do deputado estadual Antônio Pereira; dos vereadores Astolfo; Irislane e Brás; de secretários municipais e lideranças, o deputado assistiu ao show de calouros promovido pela prefeitura como parte da programação cultural em homenagem à cidade. Ao final, do evento, Rocha participou da entrega de prêmios aos vencedores da competição.

Hildo Rocha destaca importância da UEMA e lembra ações em benefício da instituição

Em pronunciamento durante Sessão Solene alusiva aos 35 anos de fundação da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), o deputado federal Hildo Rocha disse que a mais antiga instituição de ensino superior do Maranhão merece ser reconhecida e homenageada porque ao longo dos anos vem desenvolvendo um trabalho de qualidade no ensino, pesquisa e extensão. “O trabalho da UEMA certamente deve servir de exemplo para as demais instituições de ensino superior do Brasil”, destacou o parlamentar.

De acordo com Hildo Rocha, a admirável trajetória da UEMA, se reflete em números. “Em 2016 a instituição contava com quase 15 mil alunos matriculados em seus 121 cursos de graduação, ensino técnico, especialização,   mestrado e doutorado”, disse o deputado.

O parlamentar destacou ainda que a instituição está presente em praticamente todo o território maranhense. “Atualmente a instituição tem um Campus em São Luís e vinte centros de estudos superiores instalados em outras cidades. Além disso, a UEMA atua em 36 polos de educação de educação a distância e outras 20 localidades por meio do programa Darci Ribeiro”, declarou Hildo Rocha.

Ações em defesa da UEMA

O deputado lembrou que na condição de deputado federal lutou e conseguiu recursos para a construção de um ginásio poliesportivo no campus Paulo VI, em São Luís. “Os recursos estão garantidos, já foi feito o empenho. Agora, a universidade está fazendo o projeto para que em seguida a Caixa Econômica Federal possa aprovar e consequentemente iniciar a obra”, enfatizou o parlamentar.

Reforma e adequação do prédio de Itapecuru-Mirim

Hildo Rocha ressaltou que também conseguiu R$ 2 milhões que serão aplicados em obras de reforma e adequação do prédio que abriga a instituição no município de Itapecuru-Mirim. “É um polo importante que necessita de melhorias para que os alunos tenham o devido conforto e os professores melhor qualidade no seu ambiente de trabalho”, alegou.

Plano Diretor da Bacia do Itapecuru

O deputado destacou ainda que ajudou na articulação que possibilitou a aprovação emenda de bancada proposta pelo senador Roberto Rocha (PSDB/MA. “Por meio dessa ação, conseguimos R$ 5 milhões oriundos do orçamento geral da União, para financiar a elaboração do Plano Diretor do Rio Itapecuru. O estudo será realizado por técnicos da UEMA”, enfatizou Hildo Rocha.

 

Moro vai mesmo mandar Lula para a prisão após condenação em 2ª instância

Ao determinar a prisão de dois executivos da OAS, Léo Pinheiro, e Agenor Franklin Magalhães Medeiro, condenado na Segunda Instância esta semana, o juiz federal Sérgio Moro deixou claro qual procedimento deve ser adotado imediatamente nos casos de confirmação de sentenças por parte do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. “A execução após a condenação em segundo grau impõe-se sob pena de dar causa a processos sem fim e a, na prática, impunidade de sérias condutas criminais”. Moro já condenou o ex-presidente Lula a pena de 9 anos e seis meses e aguarda apenas a confirmação de sua decisão por parte do TRF-4 para determinar a prisão imediata do ex-presidente Lula.

Na decisão divulgada nesta quarta-feira, 20, Moro ordenou a prisão sentenciados pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região a 26 anos e 7 meses de prisão corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. “Obedecendo à Corte de Apelação, expeça a Secretaria o mandado de prisão para execução provisória das condenações de José Adelmário Pinheiro Filho e de Agenor Franklin Magalhães Medeiros”, afirmou o magistrado. Na decisão, Moro afirmou que os executivos colaboraram com a Lava Jato e decidiu deixa-los na carceragem da PF ‘para evitar riscos a ambos’. Léo Pinheiro já está preso na carceragem. O empreiteiro estava custodiado preventivamente.

Em agosto, Moro mandou prender os primeiros condenados na Lava Jato na Segunda Instância. O empresário Márcio Bonilho e o aposentado Waldomiro de Oliveira, apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como “laranja” do doleiro Alberto Youssef. Eles foram condenados em um dos primeiros processos da Operação Lava-Jato, que apurava o pagamento de propina para funcionários da Petrobras, após a compra de tubulações para a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. De acordo com Moro, os dois perderam um recurso que apresentaram TRF-4.

Considerando o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que condenados podem ser presos após o trânsito do recurso em segunda instância. O magistrado deve adotar os mesmos procedimentos no caso de Lula, que deve ser apreciado nos próximos meses no TRF-4.

 

Imprensaviva

A Globo falou que Collor era bom para o país, o povo acreditou. Depois foi FHC, Lula, Dilma, Janot, e o povo acreditou

A Rede Globo tem atuado de forma sistemática para desestabilizar o país em uma das
campanhas mais agressivas da história contra um governo. O Grupo de comunicação
colocou todos seus empregados e sua máquina de propaganda para tentar
desqualificar o presidente Temer justamente no momento em que o país começava a
superar a mais grave, profunda e duradoura recessão de todos os tempos. Movida por
interesses obscuros e flagrantemente opostos aos interesses do país e do povo, a Globo apostou no caos econômico e político, aliando-se a criminosos como os açougueiros da JBS e o suspeito ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, numa das mais vergonhosas campanhas de difamação que este país já viu.

A irresponsabilidade e o ódio com que a emissora se volta contra um governo frágil,
transitório e despretensioso levanta uma série de suspeitas. Temer não é lá nenhuma
força política ameaçadora e cumpre apenas o papel de realizar a transição democrática
do país até as eleições de 2018, que estão logo ali. Verdade seja dita, cumpre esta missão com surpreendente zelo e competência, tendo em vista a situação traumática que Dilma e o PT deixaram o país.

E é justamente neste aspecto que as suspeitas se tornam mais consistentes. Temer interrompeu uma série de políticas corruptas mantidas pelas administrações petistas ao longo de mais de uma década e meia no país. Temer feriu de morte a esquerda corrupta, os sindicalistas, os artistas mamadores da Lei Rouanet, os empresários acostumados com dinheiro fácil do BNDES e se tornou o maior carrasco do PT, ao chefiar a operação que culminou na expulsão de todos do poder, livrando o Brasil da pior geração de corruptos que haviam se apoderado do governo.

Temer demitiu milhares de bolivarianos na administração pública, acabou com as
indicações políticas para cargos em bancos públicos e estatais, como a Petrobras, e
reduziu em mais da metade as generosas verbais publicitárias, afetando
dramaticamente as receitas da Globo.

A Globo já demonstrou que não possui qualquer preocupação sobre o que é bom para
o país e para a família brasileira. Visando o lucro, a audiência e a imposição de
ideologias de seus quadros, promove a cultura da esquerda, com a promiscuidade, a
exaltação da criminalidade e as críticas veladas contra a policiais. Os valores da Globo
não representam os valores da sociedade.

Um dos maiores símbolos do combate à corrupção, tido como um verdadeiro herói
para os brasileiros, o juiz Sérgio Moro não existe para a Rede Globo. Enquanto a
imprensa internacional celebra o brilhante trabalho daquele que é considerado um
dos maiores especialistas do mundo em crimes de lavagem de dinheiro, a emissora
carioca ignora completamente os feitos do magistrado e se omite em cobrir e noticias
as palestras e eventos no Brasil e no exterior nos quais Moro participa.

A Globo que tenta de todas as formas desestabilizar o governo Temer, que se aliou a
gente suspeitosíssima para vender uma conspiração fajuta e pedir a renúncia do
presidente é a mesma que convenceu os brasileiros de que o ex-presidente Fernando
Collor de Mello era bom para o Brasil. É a mesma emissora que se manteve subserviente aos governos de FHC, Lula e Dilma, enquanto jorrava o dinheiro do
BNDES, das verbas da SECOM e os perdões em dívidas bilionárias. A Globo é a
mesma que defendeu os açougueiros criminosos da Friboi e as tretas de Janot até as
últimas consequências. A Globo também se calou durante o reinado de corrupção de
Sérgio Cabral e sua máfia no Rio de Janeiro, sem se importar com as consequências
caóticas para a população do Estado. Como se vê, o que é bom para o Brasil não é bom para a Globo. Apesar da clareza dos fatos, a emissora carioca está conseguindo mais uma vez ludibriar a população em sua cruzada para retomar a influência no poder.

É pena que a emissora se valha do talento e da qualidade técnica de seus quadros na
área da dramaturgia para impor ao país uma pauta que esconde, em linhas gerais,
interesses obscuros e contrários ao desenvolvimento econômico, cultural e
educacional saudável para a nação.

 

Imprensaviva

Plenário pode votar hoje proposta sobre coligações partidárias e cláusula de desempenho

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Ficou para esta quarta-feira (20), às 13h, a votação da proposta que proíbe as coligações em eleições de deputados e vereadores e cria uma cláusula de desempenho para acesso ao fundo partidário e tempo de rádio e televisão.

A sessão foi encerrada por falta de quórum depois que se desfez o acordo para a votação do primeiro destaque, que adia até 2020 a aplicação da mudança nas coligações.

O texto principal já havia sido aprovado, em primeiro turno, há duas semanas. O destaque em discussão foi apresentado pelo PPS.

O líder do partido, Arnaldo Jordy (PA), destacou que havia um acordo entre os líderes para a aprovação do destaque e lamentou a falta de consenso, que creditou à derrota do “distritão” em votação anterior.

“Não cabe revanche. São matérias complexas que não têm derrotados e vencedores, porque precisamos oferecer algo de concreto para melhorar a democracia no Brasil”, disse.

O adiamento pode comprometer o desfecho da reforma política. Qualquer mudança no processo eleitoral precisa estar em vigor no dia 7 de outubro para que possa ser aplicada à eleição de 2018. No caso da PEC, ela precisa ser aprovada em dois turnos pela Câmara e pelo Senado.

A proposta aprovada pela comissão especial veda as coligações em eleições proporcionais a partir de 2018. O destaque, patrocinado principalmente pelas legendas menores, adia essa mudança para 2020.

O adiamento, no entanto, não tem o aval de todos os partidos. “Se o fim das coligações é bom para os vereadores [eleitos em 2020], tem que ser bom também para os deputados”, disse Jutahy Júnior (PSDB-BA). Líder do PP, Arthur Lira (AL) destacou que nesta quarta não haverá acordo de mérito entre os partidos sobre o tema.

Judiciário
Alguns deputados já admitem que qualquer mudança para as eleições do ano que vem deverá sair do Judiciário. “Não tenho dúvidas de que o Tribunal Superior Eleitoral vai acabar com as coligações para 2018”, disse Mauro Pereira (PMDB-RS).

A líder do PCdoB, Alice Portugal (BA), disse que ainda há tempo de o Legislativo decidir. “O chamamento ao Judiciário é pueril. A Casa disse que hoje que não quer o majoritário, que quer o proporcional. Agora vamos regular o proporcional, mas hoje (terça-feira) não tínhamos número para isso”, disse.

Cláusula de Desempenho
Outro ponto da proposta é a criação de uma cláusula de desempenho eleitoral – mínimo de votos nacionais ou representação na Câmara – para o acesso de partidos ao fundo partidário e ao tempo de propaganda no rádio e na TV. A proposta prevê transição até 2030.

 

Agência Câmara

Cai mais uma mentira comunista – Ministro diz que Roseana não cometeu irregularidade com verba de enchentes

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, emitiu na segunda-feira, 18, um ofício que desmente informação divulgada há uma semana pela imprensa ligada ao governador Flávio Dino (PCdoB) dando conta de suposta auditoria apontando desvios de recursos no governo Roseana Sarney (PMDB).

Segundo o documento, o processo que culminou com a liberação de verbas de R$ 35 milhões para execução de obras e ações emergenciais no Maranhão, no ano de 2009, após enchentes que atingiram 68 municípios, nunca passou por qualquer auditoria da pasta.

“Esclareço não ter sido o referido processo objeto de auditoria, nem constatar qualquer irregularidade a pessoa de Vossa Senhoria quando no exercício do cargo de Governadora do Estado do Maranhão”, diz Barbalho, que assinou o ofício.

A informação oficial do Ministério da Integração Nacional encerra uma suspeita levantada pela mídia ligada ao Palácio dos Leões e endossada pelo próprio Flávio Dino: a de que Roseana teria atuado para desviar recursos do governo federal enviados ao Maranhão durante as graves enchentes de 2009.

Diante da ampla divulgação das supostas irregularidades, o governador chegou a recorrer à redes sociais, em sua página pessoal, para condenar a adversária. No dia 10 de setembro, após as primeiras publicações acusando Roseana, Dino foi à internet manifestar-se sobre o assunto.

“Registro minha indignação com aqueles que no Maranhão tiveram a coragem de roubar dinheiro destinado a vítimas de enchentes. Repugnante. Infelizmente não devemos nos surpreender com o que essa gente é capaz. Mas até dinheiro de vítimas de enchentes é realmente abjeto”, disse, numa espécie de endosso das falsas denúncias.

Ligações

A denúncia dos governistas foi vista por membros do PMDB como parte de um enredo para tentar ligar o nome da a ex-governadora Roseana Sarney ao de Geddel Vieira Lima, que foi novamente preso há duas semanas.

As suspeitas dos peemedebistas assentam-se no fato de que as notícias sobre o suposto desvio de recursos do Ministério da Integração Nacional – que em 2009 era comandado por Geddel – começaram a ser publicadas e replicadas pelos comunistas apenas após dias após a apreensão de R$ 51 milhões em dinheiro vivo que haviam sido escondidos pelo ex-ministro em um apartamento no centro de Salvador (BA).

De posse do documento que a isenta de qualquer irregularidade no caso, Roseana Sarney deve agora buscar reparação pelos danos sofridos nos últimos dias.

Com informação de O Estado/Gilberto Léda

Globo ataca Raquel Dodge de forma vergonhosa e covarde na manhã de sua posse na PGR

Nas primeiras horas desta segunda-feira, 18, a apresentadora do jornal Hora 1 da
Rede Globo, Monalisa Perrone, anunciava o primeiro dia de trabalho da nova Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge com uma chamada maldosa. A jornalista afirmou que o combate à corrupção ‘não é um forte da nova PGR, mais focada na questão dos direitos humanos’.

A afirmação é maliciosa e inescrupulosa, e comprova o mau-caratismo da linha
editorial da emissora. O histórico de Raquel Dodge no combate à corrupção é motivo
de vergonha para Janot, que foi um procurador da República medíocre que jamais
liderou grandes investigações.

Raquel Dodge foi a primeira integrante do MPF a pedir a prisão de um governador no
Brasil. Apesar de ser reconhecida por sua atuação na defesa dos direitos humanos,
tema de sua dissertação na Universidade Harvard, Raquel Dodge já passou por todas  as áreas de atuação do Ministério Público e seus trabalhos recentes foram todos
concentrado na área criminal.

Ela foi a responsável pela investigação e pelo julgamento do ex-deputado Hildebrando
Paschoal, que comandou um grupo de extermínio no Acre e matou desafetos com uma
motosserra. Dodge foi alvo de inúmeras ameaças de morte. Também foi a responsável
pela coordenação da força-tarefa da Operação Caixa de Pandora, que prendeu o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda. O caso começou como uma
investigação de promotores estaduais, mas foi assumido pelo então procurador-geral
da República, Roberto Gurgel.

Naquela época, Gurgel delegou a Dodge a responsabilidade pelas investigações, onde ela comandou três promotores que hoje assessoram Janot com a Operação Lava Jato nos tribunais superiores. Nessas investigações, foram feitos acordos de delação premiada e ações controladas, técnicas especiais de investigação hoje consagradas na Operação Lava Jato.

O ataque gratuito e desqualificado de Monalisa Perrone e da Globo contra Raquel
Dodge nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira, 18, foi um capítulo
vergonhoso daquilo que pode se tornar uma campanha covarde para atacar a pessoa
que tem pela frente desafios monumentais no combate à corrupção.

Raquel Dodge foi indicada por 587 votos de procuradores de todo o país e o presidente
Temer respeitou a lista tríplice de nomes indicados pelo próprio MPF. Obviamente, entre os três nomes na lista, Temer escolheu Raquel por ser a mais antiga no órgão e,
de longe, a mais qualificada, conforme reconheceu um dos outros indicados, Nicolau
Dino, que teve até um pouco mais de votos devido a campanha agressiva de Janot para eleger seu sucessor.

Mas o preferido de Janot tinha resistência por parte do próprio MPF por ser irmão do governador do Maranhão, o comunista Flávio Dino (PCdoB), investigado pelo recebimento de R$ 400 mil da Odebrecht. O presidente seria duramente criticado caso escolhesse Nicolau Dino. Ele mesmo teria influenciado seu irmão delatado a não escolher 1º da lista para chefiar MP estadual.

Unanimidade entre os colegas, apontada como uma das mais aguerridas e atuantes no
combate à corrupção, a escolha atendeu os critérios estabelecidos pelos próprios
procuradores da República. Independente do fato de ser mulher e de sua
superioridade técnica perante os demais nomes da lista produzida por parte de um
MPF aparelhado pelos governos petistas,

Raquel Dodge é integrante do Ministério Público Federal há 30 anos e atuava em matéria criminal no Superior Tribunal de Justiça. Temer apenas referendou a indicação dos integrantes do MPF em todo o país a partir da lista tríplice elaborada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), que tinha ainda no nome do subprocurador-geral Mario Bonsaglia, que obteve 564 votos.

Imprensaviva