Governador Flávio Dino é vaiado novamente no interior maranhense, veja o vídeo

Após as vaias de uma semana atrás, durante protesto de profissionais da educação de Santa Luzia, o governador Flávio Dino (PCdoB) passou por mais um constrangimento nesta quinta-feira (31).  Desta vez no município de São Mateus do Maranhão.

Ao chegar na cidade, o comunista deparou-se com uma manifestação organizada pelos professores da rede estadual e principalmente a rede municipal de ensino contra a gestão do prefeito Miltinho Aragão (PSB).

Os educadores do município de São Mateus estão fazendo há três dias uma paralisação de advertência às atividades escolares. Segundo informações, a categoria protesta nas ruas com palavras de ordem, faixas e cartazes pelo fato da prefeitura ter pago apenas metade dos salários de julho dos professores efetivos, ou seja metade dos vencimentos e por dois meses não vem pagando nem mesmo os contratados.

O Sindicato da classe informou que o prefeito Miltinho Aragão alega que a diminuição dos recursos da educação é o grande responsável pelo impasse e que essa situação irá perdurar até dezembro para ser sanada. Entretanto, o sindicato acredita mesmo é na péssima gestão do prefeito aliado do governado Flávio Dino.

Um dos professores gravou um vídeo, que já circula em aplicativos de mensagem, no qual afirma que os seguranças de Flávio Dino, para permitir sua passagem para o local do evento, retiraram faixas dos grevistas e até chegaram a empurrar algumas motos.

Os educadores não deixaram o governador comunista discursar sob uma ensurdecedora vaia.

Abaixo, veja o vídeo.

Flávio Dino – o discurso continua o mesmo de 2014

Revendo um texto do ex-deputado, escritor e cineasta Joaquim Haickel, no qual é referenciado o Modus operandi do então candidato ao governo do Estado, o comunista Flávio Dino. Após ganhar uma eleição praticamente plebiscitária contra o Lobão Filho, incrivelmente nada mudou, nem mesmo o discurso. Analisemos hoje a bandeira e o discurso da campanha Dinista, ainda em 2014, e que se utiliza a exaustão até hoje pelos comunistas.

Flávio Dino – só mais um projeto de poder

1 – A bandeira anti-Sarney. Para eles, Sarney representa tudo o que não presta. Dizem que desde 1966, quando assumiu o governo do Maranhão, Sarney e seu grupo político só prejudicou o nosso Estado e nosso povo. Demonizaram Sarney.

Essa ladainha vem sendo rezada de forma sistemática faz muito tempo, enquanto o nosso grupo político nunca conseguiu desmistificar tais versões. O governo, ligado a nós, sempre se preocupou em fazer propaganda e não em fazer comunicação. Nunca mantivemos um diálogo direto, aberto e franco com a população. Esse setor sempre esteve voltado para mostrar as ações do GOVERNO, não para fortalecer a imagem do ESTADO. Espertamente nossos adversários resolveram destruir a imagem de nosso Estado para com isso nos atingir. Assim provaram que a propaganda é muito menos eficaz que a comunicação.

2 – O discurso da mudança. Os Dinistas se dizem os únicos capazes de realizar a mudança de rumos que o Maranhão precisa. São os únicos honestos, competentes e confiáveis. Dizem ser sempre injustiçados e perseguidos. São as vítimas, isso quando eles não se endeusam…

Repetiram esse discurso por tempo suficiente para solidificá-lo e fazê-lo forte, enquanto o governo ao qual somos ligados realizou grandes ações, mas só se preocupou em fazer propaganda delas, em listá-las, relacioná-las. Não se preocupou em bem se comunicar com o nosso povo, em fazer com que ele se sentisse copartícipe. Isso tudo somado ao fato de que, nossos adversários, de maneira perversa, minaram e destruíram parte da autoestima da nossa população.

A bandeira de “abaixo a oligarquia” associada ao discurso de “mudança” são os mantras que compõem o missal Dinista. Ao juntarem a bandeira gasta do anti-sarneismo ao discurso gago da falsa mudança, o que eles fazem, na verdade, é tentar resgatar o discurso vibrante e a bandeira nobre do sarneismo original, aquele de 1966, instrumentos que levaram ao fim do período vitorinista. Querem repetir a historia e nós os temos ajudado.

Faz alguns anos escrevi um artigo onde dizia que se não reformulássemos a nossa forma de fazer política, FD acabaria por ficar em relação a JS na mesma posição em que este um dia esteve em relação a VF. Boa parte do que acontece hoje é culpa nossa, mas acredito que ainda haja chance de mudar esse roteiro.

Explico: quando Sarney assumiu o governo em 1966, o nosso Estado encontrava-se em termos de desenvolvimento e progresso, ainda em meados do século XIX, com uns 80 anos de defasagem. Acredito que se formos fazer essa mesma conta hoje, descobriremos que ainda estamos defasados, mas essa diferença agora deve ser de uns oito anos.

Sarney construiu em seus quatro anos de governo, 48 anos atrás, algumas das mais importantes obras estruturantes do Maranhão. Não comentarei outra, só citarei o Porto do Itaqui. Equipamento que torna o Maranhão o mais convidativo e viável Estado do Norte e Nordeste do Brasil. Nosso porto nos coloca não apenas no próximo século, ele nos garante a eternidade.

Nossos adversários debitam a Sarney todas as coisas erradas e ruins feitas nos governos do Maranhão nos últimos 48 anos. Façam isso, mas creditem também a ele as coisas certas e boas feitas nesse período, caso contrário, estaremos usando dois pesos e duas medidas, forma reconhecidamente incorreta e injusta de julgar.

Se fizermos uma simples contabilidade descobriremos que na verdade o grupo Sarney é responsável por apenas 26 anos desse tempo, enquanto aos apoiadores de Dino cabe a responsabilidade dos outros 22 anos.

Por outro lado, o Maranhão de 2014 tem pouca semelhança com o de 1966. O Dino de hoje pouco se assemelha ao Sarney de 1966. Sarney hoje pouco lembra o Victorino daquela época. Os papéis parecem ser os mesmos, o cenário, em que pese ser o mesmo, tem outra ambientação e circunstâncias totalmente diferentes. Os personagens estão nas mesmas marcações, suas falas são parecidas, mas os atores que os interpretam não são capazes de imprimir no palco o mesmo espetáculo.

Há ainda o elenco coadjuvante de antes e o de agora. Nesse quesito essa nova montagem teatral prenuncia um fracasso total. Quem é ligado a Flávio pode ser comparado a Tribuzi? Haroldo Tavares tem um similar no grupo Dinista? Quem se igualaria a Cesar Cals ou Vicente Fialho, que foram depois ministros de Estado? Nem mesmo o Zé Reinaldo e o Castelo de hoje podem ser comparados aos de antes.

Muita coisa ainda pode ser dita, mas encerrarei lembrando que os Dinistas dizem que, no governo, realizarão mudanças para viabilizar o desenvolvimento e o progresso, mas se dependesse deles, nenhum dos projetos desenvolvimentistas do Maranhão teriam sido implantados, eles se opuseram a todos. Cito: Alumar, Vale, Suzano, Hidroelétrica de Estreito, Termoelétricas, o gás do sertão, a Refinaria da Petrobras, o cultivo de cana e soja, o plantio de eucalipto, e não nos esqueçamos da siderúrgica que viria se implantar no Maranhão e foi rechaçada por eles.

Para discordar deles, que vociferam palavras de “mudança”, basta analisar um pouco suas propostas, todas frágeis, alicerçadas em sofismas e discursos midiáticos bonitos, mas vazios.

Tirem deles a bandeira anti-Sarney que eles ficarão sem o que vestir. Ficarão nus, vestidos apenas com o velho e “fadigoso” discurso da mudança, uma mudança apenas de nomes, não de métodos. Ficarão vestidos apenas em seus projetos pessoais de poder.

Acredito que sem estas ferramentas eles não teriam nenhuma campanha, pois não possuem nenhum projeto de administração para o nosso Estado. Sem essa indumentária, tecida com esmero e persistência, em uma trama de fios longos, seu rei estaria nu.

Acredito que aquilo que eu chamo de bandeira e de discurso, para eles sejam meras espertezas midiáticas, ou simplesmente o motivo de existirem. Seu projeto de poder.

Hildo Rocha é o politico maranhense melhor avaliado no Congresso Nacional

O deputado federal Hildo Rocha (PMDB) aparece como o congressista maranhense mais bem avaliado do Congresso Nacional, segundo o site independente Ranking dos Políticos (www.politicos.org.br). O parlamentar maranhense, que tem menos de três anos de mandato, figura em décimo primeiro entre os 594 membros do Parlamento brasileiro.

A lista dos dez primeiros colocados traz nomes ilustres como o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), a senadora Ana Amélia (PP-RS), deputado Mauro Mauriani (PMDB-SC), Senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) e o vice-líder do governo, Mauro Pereira (PMDB-RS). O Ranking dos Políticos foi alvo de matéria no site do jornal O Globo.

O portal independente é composto por 21 membros da sociedade civil que são divididos em Conselho Estratégico e Conselho de Avaliação de Leis. Cada um destes grupos tem uma atribuição.

Para o deputado Hildo Rocha o site exerce um papel especial na sociedade que é separar os bons políticos dos maus políticos. “Trabalho que dá resultado positivo para os maranhenses e biografia limpa, estes são os meus maiores patrimônios. Por este motivo esta ferramenta da Internet vai ajudar muito neste processo de escolha de quem realmente produz no Congresso Nacional”, destacou.

O deputado tem 565 projetos de lei e outras proposições de sua autoria protocoladas na Câmara dos Deputados, entre eles o projeto já aprovado que repassa a cobrança do ISS sobre vendas com cartão de credito ou debito aos municípios onde foi feita a compra, gerando mais receita aos municípios brasileiro (antes, apenas 5 municípios do Estado de São Paulo ficava o ISS).

“Estou feliz por aparecer nesta ‘lista do bem’. Nunca serei mencionado em lista de falcatruas. Por este motivo agradeço novamente a população por ter me dado à oportunidade de estar em Brasília para defender os interesses do nosso Maranhão”, finalizou o deputado.

O deputado federal Hildo Rocha é membro titular de 17 Comissões da Câmara dos Deputados e já foi designado relator de dezenas de matérias em comissão que foram aprovadas.

Avaliação jurídica

Para demonstrar a seriedade do trabalho, o portal ainda tem como parceiro o escritório Braga Nascimento e Zilio que avalia processos judiciais dos parlamentares.“Com sede em São Paulo, escritórios em Brasília, Rio de Janeiro, Goiânia e Campinas, além de representação em vários pontos do Brasil e exterior, o Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados é composto por uma equipe de advogados, paralegais e técnicos multidisciplinares, altamente qualificadas em todas as áreas do Direito (full service). Com essa parceria, nossa análise das justificativas apresentadas pelos parlamentares sobre os processos judiciais em andamento tornou-se mais qualificada”, cita nota do site.

 

 

Pesquisa: Deus está morto, Nietzsche está morto, Marx está morto, e eu não estou muito bem

Levantamento Ipsos publicado pelo Estadão evidencia o desastre provocado pela Lava Jato na reputação dos políticos. E prestem atenção aos números de Lula

Por Reinaldo Azevedo – 

Quando eu era estudante, militante político, um dos temas, adivinhem!, era  “a crise das ideologias”. A frase-símbolo poderia ser assim definida: “Deus está morto. Nietzsche está morto. Marx está morto. E eu mesmo não me sinto muito bem”. Foi o que me ocorreu ao ler pesquisa Ipsos, encomendada pelo Estadão, que traz a percepção dos brasileiros sobre 27 figuras públicas

O jornal só publica o gráfico do mais rejeitado para o menos, e um dado importantíssimo acaba escapando. E não adianta tentar já nem digo “tapar o sol com a peneira”, mas usar a peneira para tentar iluminar a escuridão. Mais uma questão: o levantamento mostra o desastre provocado pelos desvios da Lava Jato. Rodrigo Janot e seus candidatos a Robespierres conseguiram jogar o país na desesperança, na descrença, quem sabe no niilismo. E não se enganem: figuras de proa da operação também sofrem um evidente desgaste.

Vamos ver. Rodrigo Janot foi bem-sucedido no seu esforço de inventar um PMDB e um PSDB mais corruptos do que o PT. O presidente Michel Temer lidera o ranking da desaprovação, com 93%. Só 3% o aprovam. É claro que isso não traduz uma avaliação objetiva do seu governo. O que conta aí é a patuscada armada com Joesley Batista para depor o chefe do Executivo. O mesmo se diga do tucano Aécio Neves, com 91% de reprovação e os mesmos 3% de aprovação.

Na sequência, os mais rejeitados são Eduardo Cunha (91%), Renan Calheiros (84%), José Serra (82%), FHC (79%), Dilma Rousseff (79%), Geraldo Alckmin (73%), Rodrigo Maia (72%). E só então vem Lula, com 66%. Entre os políticos, o chefão do partido que comandou o petrolão está empatado, em rejeição, com Marina Silva (65%), Ciro Gomes (63%) e Henrique Meirelles (62%). E a aprovação ao nome do petista é maior do que o de toda essa gente. Entenderam? Figuras cujos nomes não foram envolvidos em denúncias estão em pior situação do que Lula.

Judiciário e Lava Jato

A pesquisa quis saber também como os brasileiros avaliam alguns nomes ligados ao Judiciário e à Lava Jato. Poucos têm o que comemorar. Atacado por uma onda de difamação, o ministro Gilmar Mendes é rejeitado por 67%. Ocorre que, em seguida, vem ninguém menos do que Rodrigo Janot, com 52%. Na sequência, estão Edson Fachin (51%), Carmen Lúcia (47%), Deltan Dallagnol (45%), Sérgio Moro (37%) e Joaquim Barbosa (36%).

Falemos um pouco de Dallagnol. O rapazola espevitado é rejeitado por 45%. Mas atenção! A pesquisa também mede a aprovação: só 13% aceitam totalmente, ou um pouco, a sua atuação. Com rejeição de 52%, Janot é aprovado por apenas 22%. Há o risco de a Lava Jato começar a experimentar um pouco do próprio veneno.

Os “doriazistas” podem tentar comemorar os números do seu pré-candidato, mas sabem que será mera forçada de mão. A sua rejeição está acima de 50% (52%), empatado com Jair Bolsonaro (56%), mas este aparece numericamente à frente na aprovação, com 21%, contra 19% do tucano. O saldo negativo de Bolsonaro é de 35 pontos; de Dória, de 33, em empate com o de Lula, que é de 34.

Aprovação

Considerados os 27 nomes pesquisados, quem é o menos rejeitado? Joaquim Barbosa (36%), que é aprovado por 47%, com 11 pontos de saldo positivo. Em seguida, vem Moro, com os nada desprezíveis 37% de reprovação, mas ainda 55% de aprovação, um saldo de 18. E só uma outra figura pública escapa do saldo negativo: Luciano Huck, reprovado por 42%, sabe-se lá por quê, e aprovado por 44%. Todos os outros 24 nomes acumulam saldo negativo — vale dizer: têm uma rejeição maior do que a aprovação.

Não adianta tentar iluminar a escuridão com a peneira.

Entre os políticos, Lula aparece em 10º na rejeição. Se considerarmos os 27 nomes, está em 11º. Caso, no entanto, se faça o ranking ao contrário, a partir da aprovação, aí temos números que dão o que pensar: com 32%, o petista é o quarto mais aprovado: perde apenas para Moro (55%), Barbosa (47%) e Huck (44%), que não disputarão a Presidência. O saldo negativo do ex-presidente é de 34 pontos (66% de rejeição), mas o de Janot é de 30, já que 52% o reprovam e só 22% o aprovam.

Neste sábado, Deltan, o aprovado por 13% e rejeitado por 45% (saldo negativo de 32, em empate com Lula), concedeu uma palestra a uma turma do mercado financeiro. Demonizou a política e os políticos e não descartou se candidatar um dia. No domingo, o Vem Pra Rua reuniu meia-dúzia de gatos-pingados para fazer a mesma coisa. O que vocês querem que eu diga? (leiam post).

Essa história de que é a rejeição que elege os candidatos, não a aprovação, é conversa mole. Isso vale em reta final de segundo turno. Ao longo de uma campanha, a rejeição pode diminuir ou se expandir. Aprovação também.

Uma coisa é certa: o PT saiu destroçado das eleições de 2016. Deveria estar pedindo água. Em vez disso, o que se tem é gente torcendo para Lula ser condenado logo e, assim, não disputar. Essa obra trágica tem assinaturas: Lava Jato, Rodrigo Janot e os procuradores aloprados.

Ressuscitaram Lula. Alerto para isso desde novembro do ano passado. Ainda pior do que isso: incentivam a desesperança, a melancolia e o niilismo, que consiste em não ver saída viável.

A Lava Jato poderia ter salvado o Brasil da fúria dos ladrões aloprados. Em vez disso, corre o risco de condená-lo a um futuro trágico.

PCdoB retirou do povo brasileiro a sua capacidade de interpretação política, cívica e moral

A importância da Educação Moral e Cívica e OSPB no currículo escolar

As disciplinas de Educação Moral e Cívica (EMC), Organização Social e Política do Brasil (OSPB), e os Estudos dos Problemas Brasileiros (EPB), foram retiradas do currículo escolar por que, segundo seus opositores, serviam aos interesses dos militares. Foram disciplinas criadas pelo regime ditatorial, um regime de ditadura, um regime de exceção. Em seu lugar foi criada a disciplina de Ciências Humanas e Sociais (CHS), que deveria substituir tais conhecimentos de um modo resumido e democrático.

O que tudo isto tem de verdade e de mentira

Passado algum tempo, vamos ver quem pediu isto e por que fez isto. Vamos começar com um documento, o oficial. Link do Projeto de Lei que revogou o Decreto 869/69 que instituía as disciplinas de OSPB e EMC no currículo educacional nacional. PL  2310/1991. Quem deu início a tudo isto? O deputado federal do PCdoB, Jório de Barros Carneiro, do Estado do Espírito Santo, ele foi o autor do Projeto de Lei 2310/91.

Sobre o deputado Jório de Barros não vi nada de irregular ou ilegal, apenas que já tendo aposentadoria de parlamentar federal, parece estranho ser comunista, pelo valor de sua aposentadoria (mais de 33 mil reais), mas isto é meramente uma contradição filosófica e não é ilegal agir assim de fato.

O Relator do Projeto de Lei na Comissão de Educação foi o deputado federal Fábio Raunheitti (PTB) do Rio de Janeiro. Este sim, teve histórico de corrupção, foi cassado na CPI do Orçamento, tendo respondido por processos de peculato.  Para defender seu parecer escreveu: “A experiência de muitos anos tem demonstrado que aquela disciplina, seja pelo seu caráter compulsório, seja pela forma autoritária com que foi determinada e controlada, seja pelo seu conteúdo ideologizante, não conseguiu senão rejeição por parte dos alunos de todos os graus de ensino. Nada mais necessário senão suprimi-la dos currículos escolares,…”  .

Na realidade, o que ocorreu de fato foi que um corrupto já comprovado, fez um parecer favorável a um Projeto ideológico que nada mais era do revanchista e discriminatório e que retirava do povo brasileiro a sua capacidade de interpretação dos erros políticos nacionais.

Outro engodo é dizer que estas disciplinas foram criadas pelos militares, na verdade, todas elas já existiam anteriormente ao período que os militares chamam de Intervenção Militar e que os seus opositores chamam de Golpe Militar.

O que os militares fizeram de fato, foi simplesmente nacionalizar o ensino destas disciplinas, oportunizando que cada cidadão tivesse amplo conhecimento de seus direitos e deveres sociais, inspirando civismo e nacionalismo aos jovens do Brasil nos currículos escolares.

Houve uma clara intenção, um claro planejamento de extinguir a habilidade cidadã de compreensão política e social e pior, isto partiu do que seria considerada uma esquerda nacional com viés comunista.

A quem interessa tais posturas? Por qual motivo? Isto parece algo que favorece uma democracia? Como podem ser contra o autoritarismo e ao mesmo tempo extinguir disciplinas que nos fazem pensar sobre nossos direitos e deveres sociais?   Pense nisto antes de escolher seu representante nas próximas eleições, busque candidatos e partidos comprometidos com o retorno de disciplinas que formem a liberdade de pensamento cidadão, sem ideologização, discussão ampla e democrática, conhecimento de nossos direitos e deveres, desde o primário até a faculdade, pois precisamos reaprender a sermos cidadãos, mais que um dever, é um direito de cada um de nós.

Votem conscientes e não esqueçam de alternar constantemente o poder, pelo bem da democracia.  Do mesmo modo, promoveremos exemplos com nossa conduta, bons exemplos, exemplos com base no mérito de valor, dai o motivo que muitos políticos condenam o mérito, a meritocracia, pois esta postura qualificaria nossa cidadania. Entendam o porquê de cada ação política e aprenderão a se respeitar cada vez mais e melhor.

Façam a sua parte, façam os que querem implantar o regime totalitário e comunista no Brasil tremerem, lutem por seus direitos, lutem pelo ensino de qualidade, lutem pelo retorno das disciplinas de cidadania nas escolas e faculdade.

Hildo Rocha e empresários debatem potencialidades da indústria coureira do município de Governador Edison Lobão

Em visita ao município de Governador Edison Lobão, os deputados Hildo Rocha (federal) e Léo Cunha (estadual) visitaram indústrias do polo coureiro e debateram, com empresários do setor, as potencialidades e a realidade do ramo. Boa parte da produção da indústria coureira do município é exportada para estados brasileiros e países do Mercosul.

“Graças à capacidade empreendedora dos empresários do setor, a indústria coureira instalada no município é responsável pela geração de aproximadamente 1.130 empregos e gera renda para o município. Vamos estudar fórmulas de contribuir para melhorar ainda mais o desempenho da atividade, pois muitas vezes determinados ramos de atuação empresarial ficam engessados por legislações ultrapassadas e exigências desnecessárias”, observou Rocha.

Programa Mais Impostos

Rocha criticou a ação do governador Flávio Dino que, no momento de crise econômica, aumentou impostos causando mais dificuldades para a economia maranhense. “Não podemos admitir que o Estado atue como entrave do empreendedorismo. Cabe ao estado normatizar, criar regras para disciplinar e fiscalizar o cumprimento da legislação, mas de forma que isso não implique em excesso de normas, encargos e outras questões que em vez de criar oportunidades dificultam o surgimento e o crescimento de empresas”, comentou o parlamentar.

Lógica míope

O deputado ressaltou que a lógica do governador Flávio Dino é míope no que se refere ao empreendedorismo. “Além de ter criado o Programa Mais Impostos, Flávio Dino nada fez para estimular o empreendedorismo. Em vez de atrair investimentos afugentou centenas de empresas. O resultado tem sido trágico para os trabalhadores e para a sociedade. Enquanto a economia nacional dá sinais de recuperação o Maranhão afunda”, destacou Hildo Rocha.

Exportação

Rocha e Cunha visitaram as instalações dos Curtumes Santa Maria e Tocantins. Os parlamentares estiveram ainda na indústria Upper Dog e conheceram as instalações onde são produzidos diversos produtos na linha pet. Rocha disse que já está trabalhando junto ao Ministério da Agricultura com o objetivo de conseguir a autorização para que a empresa também possa exportar.

“Os produtos da Upper Dog são muito bons; a empresa pratica preços justos e tem demanda no exterior. A partir do momento em que a empresa começar a exportar haverá necessidade de expansão da produção. A previsão é de que 150 novos empregos serão gerados”, ressaltou Hildo Rocha.

O inferno astral do governador Flávio Dino

Agosto está sendo o mês do desgosto, no sentido literal, para o governador Flávio Dino.

O governador Flávio Dino (PCdoB) entra na última semana do mês de agosto confirmando a tradição de tratar-se, de fato, do mês do desgosto. Pelo menos por enquanto. O mês, que se encerrará na quinta-feira, 31, trouxe para Dino situações constrangedoras e arriscadas do ponto de vista legal.

Só na última semana o comunista foi “agraciado” com nada menos do que duas denúncias contra ele – uma no campo eleitoral e outra nas varas criminais da Justiça Superior.

Na quinta-feira, o Ministério Público Eleitoral anunciou denúncia contra Flávio Dino por uso irregular do tempo de propaganda partidária do PCdoB e a propaganda institucional do próprio governo para promoção pessoal. A punição é amena: apenas multa e perda de espaço no horário político, mas não deixa de constranger o governador.

Ontem, Dino recebeu a informação de que a denúncia do Ministério Público Federal, sobre o caso de recebimento de propina para atender a interesses da Odebrecht foi, finalmente, encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça. Se o STJ acatar a denúncia, abrirá investigação contra o governador, que, ao fim do processo, se condenado, poderá, inclusive, perder os direitos políticos, além de ser preso por corrupção.

Sem dúvida, o mês de agosto se encerra sendo o mês de desgosto. Pelo menos, no caso do governador comunista do Maranhão.

 

Coluna Estado Maior

Demandas e conquistas de indígenas são debatidas com a presença do deputado Hildo Rocha

O deputado federal Hildo Rocha voltou a se reunir com lideranças indígenas para debater acerca da situação e avaliação das ações viabilizadas por meio de ações do parlamentar em benefício de moradores das aldeias localizadas nos municípios de Jenipapo dos Vieiras; Grajaú; Itaipava do Grajaú e Barra do Corda.

O encontro aconteceu neste fim de semana, na Aldeia El Betel. Participaram do evento a vice-prefeita, Clerismar Fernandes, que no ato representou o prefeito, Moisés Ventura; o Secretário Nacional de Saúde Indígena (Sesai), Marcos Toccolini; o coordenador estadual do órgão, Alexandre Cantuária; e caciques de diversas aldeias. Também participaram do encontro o empresário e líder político Aristides Milhomem; sua esposa, a assistente social Jaine Milhomem e vereadores.

Recursos assegurados

Após ouvir relatos sobre carências, dificuldades e demandas dos indígenas, o Hildo Rocha fez um breve relato das ações que tem realizado com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população indígena da região.

“Temos consciência dos problemas, das dificuldades e carências. Por isso, estamos fazendo a nossa parte. Conseguimos recursos para a reforma do posto de saúde indígena localizado no município de Jenipapo dos Vieiras. Também consegui recursos no valor de R$ 4 milhões que serão aplicados em obras de abastecimento de água que beneficiará moradores de 22 aldeias”, destacou Hildo Rocha.

Abandono

Rocha ressaltou que grande parte dos problemas vivenciados pelos índios deve-se à falta de atenção por parte do governo estadual que não cumpre com os deveres estabelecidos por lei. “O estado não consegue a regulação da saúde. Isso tem gerado grande descontentamento por parte dos índios porque quando eles precisam de atendimentos em algum hospital especializado não são atendidos por falta da regulação que o governo estadual não vem fazendo”, lamentou o parlamentar.

Rocha citou ainda a falta de atendimento aos estudantes indígenas. “Estão completamente desassistidos. Falta transporte, escolar, faltam professores, não tem merenda nem profissionais para preparar a alimentação escolar. O governo federal repassa regularmente os recursos para custear as despesas escolares dos estudantes dessas aldeias. Mas ninguém sabe o que o governador faz com o dinheiro”, enfatizou Hildo Rocha.

Ipiranga

O parlamentar participou de encontro com moradores do povoado Ipiranga, comunidade localizada no município de Barra do Corda. “Atendendo a convite da Nega do Ipiranga, líder da comunidade, visitei o precário sistema de abastecimento de água que serve mais de 3.500 moradores do distrito. Fiquei preocupado com a qualidade da água que é servida na localidade, pois não existe estação de tratamento e o rio que abastece o povoado recebe descargas sanitárias e outros poluentes vindos de cidades localizadas próximas. Isso explica o grande histórico de doenças transmitidas pela água e a elevada taxa de verminose que afeta principalmente as crianças”, disse o deputado.

Hildo Rocha disse que irá trabalhar com a finalidade de ajudar no atendimento da demanda. “Vou verificar no Ministério das Cidades e também junto à Funasa qual dessas duas instituições tem condições de construir uma estação, um reservatório e a substituição da adutora que já está danificada pela ação do tempo”, destacou.

Cavalgada

Ainda em Barra do Corda, Hildo Rocha prestigiou a grande cavalgada que aconteceu no povoado Clemente. “Não poderia deixar de atender ao carinhoso convite que recebi para participar desse maravilhoso evento. Fiquei feliz com a forma como fui recebido. Só me resta agradecer e também parabenizar os organizadores pelo sucesso da festa”, disse Hildo Rocha.

Ao acusar Sarney de “corrupção passiva e lavagem de dinheiro”, Janot parece fazer birra contra ex-presidente

O ex-presidente da República José Sarney (PMDB) terminou a semana numa situação em que poderá ter fortes dores de cabeça, mas que dificilmente evoluirá para um tombo político ou coisa parecida. Ele foi denunciado, na sexta-feira (25), pelo ainda procurador geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), por “corrupção passiva e lavagem de dinheiro”, juntamente com os senadores Renan Calheiros, Romero Jucá, Waldir Raupp, Garibaldi Alves, todos do PMDB, e o ex-presidente da Petrus, Sérgio Machado, que os delatou.

Aos 87 anos, sem mandato, mas ainda exercendo forte influência no PMDB e no cenário político nacional como um todo, o ex-presidente foi acusado de receber propina milionária da Petrus para bancar sua última e vitoriosa campanha ao Senado da República pelo Amapá e também a corrida fracassada da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) ao Governo do Maranhão em 2006. Nada há de prova concreta, material, que dê sustentação à delação de Sérgio Machado em relação ao ex-presidente da República, que já foi inocentado da acusação de atentar contra a Operação Lava Jato e obstruir em processos envolvendo seus aliados pemedebistas, com base em gravações de conversas feitas pelo ex-senador cearense.

Com a aparência de um caso pensado com o propósito de melar de vez a biografia de um dos políticos mais importantes do País na segunda metade do século passado, a denúncia de Rodrigo Janot contra está lastreada única e exclusivamente nas afirmações de Sérgio Machado. Nela, não há informações sobre mala de dinheiro entregue à Sarney, não se encontra relatos de que a dinheirama chegou ao ex-presidente em parcelas de tanto nestes e naqueles locais, não há qualquer informação de que Sarney tenha recebido pessoalmente pelo menos um pacote, um envelope ou uma cédula sequer da suposta propina incluída no pacote de denúncias contra os senadores pelo procurador geral da República em fim de mandato. Tanto que o advogado de José Sarney, o badalado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, atacou a iniciativa do chefe da PGR afirmando que a denúncia está baseada numa “delação desmoralizada”, opinião compartilhada até mesmo por segmentos da Polícia Federal que a investiga e até mesmo em algumas vozes entre procuradores.

A suspeita de que a denúncia do ainda chefe do Ministério Público Federal esteja alimentando uma birra contra o ex-presidente da República ganha peso, a começar pelo fato de que as investigações feitas até aqui não resultaram em fatos concretos e irrefutáveis. Sarney já foi inclusive inocentado da acusação de atentar contra a Operação Lava Jato tentando obstruir a Justiça em processos envolvendo seus aliados pemedebistas. Sobraram as declarações de Sérgio Machado sobre o suposto repasse de propina, que deram a Rodrigo Janot a oportunidade de metralhar o ex-presidente, misturando-o com Calheiros, Jucá, Raupp e Alves, do modo a impingir-lhe a pecha de corrupto, algo que seus adversários políticos mais duros conseguiram fazer nos períodos mais críticos das guerras que travaram contra ele. Antes, durante e depois de exercer a presidência da República, José Sarney foi duramente atacado como um líder político sedento de poder, que articula, arma e trama para minar seu adversários, mas ninguém o acusou, com dados concretos, de ser corrupto e de praticar violência como arma política. Não há, portanto, registros contendo indícios consistentes e inquestionáveis de que ele tenha sido pilhado com a mão no jarro, beneficiando-se de dinheiro público. Quando presidente, algumas suspeitas atingiram fortemente seu Governo, mas em nenhum delas o envolveu, no todo ou em parte.

No caso da delação do ex-presidente da Petrus, o que está sendo  investigado é um suposto esquema de desvio para bancar campanhas do PMDB e do PT. Nesse contexto, não é descartável a possibilidade de que quantias elevadas tenham sido repassadas à agremiação pemedebista e que parte delas tenham turbinado campanhas de Sarney e aliados no Maranhão e no Amapá. Mas daí a apontá-lo como um corrupto passivo e lavador de dinheiro sujo há uma distância imensa. É claro que petardos como esse disparados contra sua biografia, que ele protege com obstinada determinação, mexem com a sua vaidade política, mas com a sabedoria acumulada ao longo de quase 90 anos, poucos duvidam de que o ex-presidente sairá ileso. Por falta de provas.

Do Blog Repórter Tempo

Governador Flávio Dino, como sempre contraditório

Governador Flavio Dino e o seu pai, Sálvio Dino.

O governador e candidato a reeleição ao governo do estado pelo PCdoB, Flávio Dino, insiste na expressão “oligarquia” quando se refere à uma provável e consistente candidatura de Roseana Sarney (PMDB). Só que o governador comunista esquece, ou finge que esquece, que o seu pai, o jornalista Sálvio Dino (a direita na foto), até pouco tempo atrás fazia parte do governo do estado como assessor da Secretaria Extraordinária de Desenvolvimento do Sul do Maranhão (SEEDESMA), tendo Roseana como chefe dele.

Soube por parte de alguns aliados do Flávio Dino, que ele continua não se relacionando muito bem com o seu pai, fato que respeito por ser uma situação estritamente familiar, agora, acolher uma postura de adversário político do próprio pai, e o pior, chamá-lo de oligárquico é uma situação de falta de respeito e uma grande maldade com uma pessoa que muito ajudou na história literária e cultural do Maranhão. Se bem que este tipo de situação é característico dos comunistas, onde esquecem até mesmo das suas próprias origens e se empenham somente nas ideologias partidárias.