Se Lula vivia dizendo que não tinha nada, por que entrou na Justiça para reaver os imóveis e os milhões na conta?

O ex-presidente Lula vivia se gabando de ser pobre, que os imóveis que ocupava eram de seus amigos e desafiava a justiça a provar que ele tinha alguma conta com R$ 0,10 centavos que fosse de dinheiro recebido de empresários.

Ao ser sentenciado pelo juiz Sérgio Moro como culpado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, o magistrado recomendou pena de prisão de 9 anos e 6 meses e ainda determinou o bloqueio de seis imóveis, dois veículos e contas em nome do ex-presidente nas quais foram confiscados R$ 9.6 milhões.

No mesmo dia, Lula, através de sua defesa, pediu ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) a suspensão imediata do sequestro e o arresto de bens e valores do petista “Pedimos a concessão de medida liminar para suspender, de imediato, os efeitos da decisão de primeiro grau para que haja a restituição da disponibilidade dos bens e valores de Lula e, ao final, para que seja reconhecida definitivamente a ilegalidade da decisão impugnada, com a consequente declaração da sua nulidade”, diz trecho de comunicado assinado pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins.

Se Lula sempre disse que não tinha nada, por qual motivo entrou com um mandado de segurança na Justiça para liberar os bens e o dinheiro que sempre disse que não era dele?

Na despacho em que decretou o bloqueio de bens de Lula, Moro afirmou que a medida é necessária para reparação de danos à Petrobras.

Imprensaviva

Inoperância no governo Flávio Dino – orla de São Luís sofre com nova “língua negra” na ponta d’areia

Esgoto desemboca em frente ao condomínio mais luxuoso da capital. Manchas deixam as praias poluídas e menos atraentes.

Dejetos fétidos se acumulam na areia das praias ao entorno da Ponta d’areia/Península, levados através das tubulações clandestinas e manchando um dos cartões postais de São Luís, que nesta alta temporada recebe milhares de turistas.

As chamadas “línguas negras” são manchas de esgoto no encontro com as águas do mar. O esgoto está à vista e alguns locais têm sinalizações mostrando que a área está apta para banhos. A situação é encontrada principalmente em frente ao luxuoso condomínio Île Saint Louis.

A situação deixa uma má impressão nos turistas. O capixaba Jessé Gomes, de 49 anos, está de férias em São Luís e disse que o esgoto que desemboca na praia estraga o cartão postal da cidade. “É a mesma coisa que ter uma visita na sua casa e jogar um balde de água suja no chão”, observou.

Desde o ano de 2015, o governo do Estado, que é responsável pelo saneamento e esgotamento sanitário da capital, propaga que todas as praias da cidade de São Luís estão com excelente índice de balneabilidade e quase zero de coliformes, o que não é verdade, após vários blogs, jornais e telejornais denunciarem gigantescas “Línguas Negras” em diversos pontos da orla de São Luís.

Língua Negra divulgada pela imprensa no ano passado não adiantou nada. Nenhuma atitude definitiva foi tomada pelo governo Flávio Dino.

Ligações clandestinas

Um morador de um condomínio que preferiu o anonimato, explicou que as galerias são feitas para escoar a água das chuvas, mas, devido às ligações clandestinas de residências, condomínios e empreendimentos, essa água fica contaminada. “Durante fiscalizações são detectadas ligações clandestinas interligando o esgoto dos imóveis e hotéis às redes pluviais, que desembocam nas praias, mas continuam os mesmos problemas após a fiscalização. Até parece que há certa conivência entre fiscalização e empreendimentos”, afirmou o morador.

 

 

Polícia Federal começa a desmontar anos de farsa de Janot na PGR mesmo antes dele deixar o cargo. É só o começo

A Polícia Federal resolveu agir para salvar a Lava Jato. Quanto mais estranho e incompreensíveis e que sejam os caminhos adotados pela instituição, mais se percebe que a maior investigação do Brasil tinha muitos elementos de marketing que não combinam muito bem com o trabalho técnico realizado pela PF.

O primeiro sinal do confronto aberto pela PF contra o Procurador-geral da República, Rodrigo Janot foi o mais emblemático de todos. Muitos brasileiros não compreenderam a atitude da instituição de desligar o Ministério Público Federal da força-tarefa da Lava Jato há poucos dias.

O fato é que delegados e investigadores estavam profundamente insatisfeitos por estarem sendo usados para a promoção pessoal de Janot e de outros procuradores que se afeiçoaram ao brilho dos holofotes que a Lava Jato atraia.

O uso político da investigação chegou ao limite quando Janot burlou investigações em curso, passou a Polícia Federal para trás e fechou o acordo de delação premiadíssima com os criminosos da JBS para se promover e fazer uso político do caso. Foi realmente a gota d’água para integrantes da PF, que já estavam insatisfeitos com os vazamentos usados por procuradores e pelo próprio Janot para abastecer a imprensa de citações a nomes de inimigos políticos e blindar outros políticos amigos investigados bem mais comprometidos com crimes.

O acordo feito entre Janot e os criminosos da JBS na calada da noite foi o primeiro no âmbito da Lava Jato sem a participação da Polícia Federal, sem diligências, sem cruzamento de informações com autoridades e instituições financeiras no Brasil e no exterior, sem deflagração de novas operações, com mandatos de busca e apreensão ou prisões preventivas. Janot e Joesley fizeram tudo em silêncio e a PF foi convocada apenas na parte final para participar de operações controladas para lá de suspeitas, segundo fontes internas da PF.

Para preservar a imagem e os trabalhos da Lava Janto, a Polícia Federal concluiu que a melhor opção seria expulsar os procuradores filhos de Janot da força-tarefa e romper o elo com a PGR. Desde então, a Polícia Federal vem realizando um pente fino naquilo que seria o trabalho sujo com conotações meramente políticas, e não técnicas.

O primeiro embuste já foi devidamente descaracterizado

Esta semana, a PF entregou um relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF), no qual concluiu que a delação premiada de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, não foi lá essa coisa toda alardeada pelo PGR Rodrigo Janot. Segundo o relatório da PF, Machado, um dos delatores da Operação Lava-Jato, não é merecedor dos benefícios concedidos, já que não apresentou nenhuma prova material sobre crimes atribuídos aos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente José Sarney (PMDB). No relatório, assinado pela delegada da Polícia Federal, Graziela Machado da Costa e Silva, fica claro o uso político no acordo resultante de mais uma dobradinha entre Janot e Fachin: Concluo que, no que concerne ao objeto deste inquérito, a colaboração que embasou o presente pedido de instauração mostrou-se ineficaz, não apenas quanto à demonstração da existência dos crimes ventilados, bem como quanto aos próprios meios de prova ofertados, resumidos estes a diálogos gravados nos quais é presente o caráter instigador do colaborador quanto às falas que ora se incriminam, razão pela qual entende-se, desde a perspectiva da investigação criminal promovida pela Polícia Federal, não ser o colaborador merecedor, in casu, de benefícios processuais abrigados no Art. 4º da Lei nº 12.850/13″, escreveu a delegada, numa referência ao dispositivo legal que disciplina as delações.

Segundo o relatório, a Polícia Federal, os agentes investigadores ou mesmo ao juiz, não bastam o simples desejo da PGR para caracterização de crimes. Ao desprezar o acordo e os elementos usados por Janot para pedir a prisão dos acusados, a Polícia Federal emite um sinal bastante claro de que vai desmontar outros acordos de delação que não produziram nada de concreto, exceto beneficiar criminosos com acordos de redução de pena, multas leves e até mesmo imunidade total, como foi o caso dos irmãos Batista da JBS.

No próximo artigo, mais um caso em que a Polícia Federal partiu definitivamente para o confronto com Rodrigo Janot mesmo antes dele deixar o cargo. É o caso do acordo de delação que a Polícia Federal fechou com o publicitário Marcos Valério.

 

Imprensaviva

PF diz que Sarney, Jucá e Renan não obstruíram a Lava Jato

Romero Jucá (e), José Sarney (c) e Renan Calheiros (d) juntos em foto de 2007

Do UOL – A Polícia Federal concluiu que o ex-presidente José Sarney e os senadores Romero Jucá (RR) e Renan Calheiros (AL), caciques do PMDB, não tentaram barrar a Operação Lava Jato.

Em relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os áudios entregues pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que gravou conversas com Sarney, Jucá e Renan, a PF sustenta que não há como comprovar o cometimento de crimes por parte do ex-presidente e dos senadores.

Nas reuniões com Machado, que fez delação premiada e ficou livre da prisão, o tema predominante era o avanço da Lava Jato. Segundo a PF, “intenção” não é obstrução de Justiça. A informação foi divulgada pelo repórter Marcelo Cosme, da Globo News, e confirmada pela reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.

“No espectro cognitivo próprio desta sede indiciária, o conteúdo dos diálogos gravados e a atividade parlamentar dos envolvidos no período em comento não nos pareceu configurar as condutas típicas “impedir” ou “embaraçar” as investigações decorrentes da Operação Lava Jato”, diz a conclusão do relatório, assinado pela delegada da PF Graziela Machado da Costa e Silva e obtido pelo Estadão.

No relatório ao Supremo, a PF sugere um estudo mais aprofundado sobre os benefícios concedidos a Machado com a colaboração.“Concluo que, no que concerne ao objeto deste inquérito, a colaboração que embasou o presente pedido de instauração mostrou-se ineficaz, não apenas quanto à demonstração da existência dos crimes ventilados, bem como quanto aos próprios meios de prova ofertados, resumidos estes a diálogos gravados nos quais é presente o caráter instigador do colaborador quanto às falas que ora se incriminam, razão pela qual entende-se, desde a perspectiva da investigação criminal promovida pela Polícia Federal, não ser o colaborador merecedor, in casu, de benefícios processuais abrigados no Art. 42da Lei n212.850/13”.

Defensor de Sarney, Jucá e Renan, o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou que apesar de estarem satisfeitos com a decisão, ainda é preciso esperar a decisão final do Ministério Público Federal, que ofereceu denúncia contra os políticos e agora dará a palavra final se arquiva o caso. “Ainda não estamos comemorando nada. É óbvio que estamos satisfeitos com o excelente trabalho da Polícia Federal e o pedido de arquivamento do inquérito diante da comprovação de que não há indícios sequer de obstrução de Justiça.

Mas, a palavra final é do Ministério Público Federal. Vamos esperar que o Ministério Público se manifeste nesse sentido”, afirmou Kakay. “É muito interessante e oportuno discutir uma questão abordada no relatório da Polícia Federal para que o delator (Sérgio Machado) perca os benefícios. No momento em que se discute a extensão da delação acho extremamente relevante que se discuta isso. Porque ele (Sérgio Machado) fez gravação ilegal, gravação dirigida, onde tentava levar as pessoas (os senadores e o ex-presidente) a falar o que ele queria que falassem. Infelizmente, essas gravações tiveram repercussão muito séria na vida das pessoas. Este é o ponto que deve ser enfrentado agora”, concluiu o advogado.

 

 

Hildo Rocha defende melhorias nas condições de trabalho de Agentes de Saúde e de Combate a Endemias

O deputado federal Hildo Rocha reafirmou esta semana que continuará engajado na luta em defesa da aprovação da PEC 22/2011. O compromisso foi reforçado durante encontro de representantes da categoria com o parlamentar. “A presidente da Confederação dos Agentes de Saúde, nossa amiga Ilda Angélica solicitou ajuda na articulação para aprovar a emenda constitucional do nosso colega deputado Valtenir Pereira. Trata-se de uma luta que conta com o meu apoio porque os Agentes Comunitários de Saúde e os Agentes de Combate a Endemias prestam serviços indispensáveis para o povo brasileiro”, declarou Rocha.

 PEC 22

A PEC 22/11, que tem como relator o deputado Raimundo Gomes de Matos acrescenta parágrafos ao art. 198 da Constituição Federal, dispondo sobre a responsabilidade financeira da União, corresponsável pelo SUS, na política remuneratória e na valorização dos profissionais que exercem atividades de agente comunitário de saúde e de agente de combate às endemias.

A proposta estabelece, entre outros avanços, que os vencimentos dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias com piso salarial de R$ 1.600 fiquem sob responsabilidade da União que repassará mensalmente aos Estados, Distrito Federal e Municípios os recursos financeiros para o pagamento dos vencimentos dos agentes.

A correção do referido Piso Salarial será anual, com a fixação da data base em 1° de janeiro de cada ano com base no índice acumulado do INPC e do PIB, dos últimos 12 meses anteriores à data base.

“A categoria quer que essa emenda à Constituição, garantindo salário mais digno, seja aprovada de acordo com o texto original. Então, estamos engajando nessa luta para melhorar as condições de trabalho dessas duas categorias e ajudá-las a obter melhores salários”, afiançou Hildo Rocha.

A previsão é que a votação do relatório seja dia 16/08. Em seguida será pautado para votação no Plenário da Câmara de Deputados em dois turnos e no final deste ano no Senado Federal.

 

Roseana lidera as intenções de voto num colégio eleitoral maior do que onde Flávio Dino tem a preferência

A pesquisa divulgada pelo Instituto Perfil nesta quinta-feira (20) sobre as intenções de voto para o Governo do Maranhão em 2018 mostra que a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) ganharia do governador Flávio Dino (PCdoB) num colégio eleitoral maior do que onde perderia, apesar de o número de municípios onde estaria liderando ser menor.

De acordo com o instituto, que fez a pesquisa em dez dos maiores colégios eleitorais do estado, Roseana venceria, se a eleição fosse hoje em quatro municípios: Açailândia, Imperatriz, Paço do Lumiar e São José de Ribamar, que juntos têm 369.388 eleitores, enquanto Flávio Dino estaria na frente em Bacabal, Caxias, Codó, Pinheiro e Timon, que totalizam 364.245 eleitores.

Em São Luís, cujo eleitorado é de 659.779, a liderança seria do deputado Eduardo Braide (PMN), que teria 20,8% das intenções de voto contra 20,5% do governador e 17,4% de Roseana Sarney. Como a margem de erro é de 4,5 pontos para mais ou para menos, isto significa dizer que os três estão tecnicamente empatados na capital.

Na pesquisa como um todo verifica-se um empate também entre Roseana e Flávio Dino, pois ela teria nos dez municípios 23,7% e ele, 25,7%. O deputado Eduardo Braide aparece com 15,1%. Pela margem de erro, Roseana teria de 19,2% a 28,2% e Flávio Dino, de 21,2% a 30,2%.

 

Do blog do Aquiles Emir

Lula e PT criam tribunal de esquerdopatas para julgar Sérgio Moro em 11 de agosto em Curitiba

O PT está imitando o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que convocou uma Assembleia Nacional Constituinte ilegítima para “redigir uma nova Constituição” com a missão de “reformar o Estado”. A diferença é que o PT tenta criar a figura de um estado paralelo, com tribunal e tudo.

É isso mesmo. Inconformados com a condenação de seu líder máximo pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, os seguidores de Lula resolveram criar o tal do “Tribunal Internacional Popular” exclusivamente para julgar o juiz federal Sérgio Moro.

A turma de Lula planeja julgar o magistrado no próximo dia 11 de agosto, em Curitiba, cidade que sedia a força-tarefa da Operação Lava Jato. O responsável pela acusação será ninguém menos que o ex-ministro relâmpago da Justiça do governo Dilma, Eugênio Aragão, aquele mesmo que afirmou há poucos dias que é preciso ter mais tolerância com crimes de corrupção.

O evento vai reunir advogados militantes do PT e da esquerda brasileira, como Marcello Lavenère, Gisele Citadino, Antônio Maues, Juliana Teixeira, Gerson Silva, Beatriz Vargas, Luciana Grassano e Cláudia Maria Barbosa no corpo de jurados; do juiz de direito em Alagoas, Marcelo Tadeu Lemos, como juiz presidente da sessão de julgamento popular. Além de advogado Eugênio Aragão, como responsável pela acusação e do criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que fará a defesa da lava jato.

Com o lema “A lava jato no banco dos réus, o Povo é o Juiz”, o Tribunal Internacional Popular tem como logomarca oficial uma fotografia estilizada de um ‘sorridente’ Moro ao lado do ‘feliz’ senador tucano Aécio Neves.

O evento é uma iniciativa dos coletivos “Advogadas e Advogados Pela Democracia” e “Frente Brasil de Juristas Pela Democracia”, entidades sem sede, criadas de última hora com nomes pomposos criados apenas para iludir os súditos sem instrução de Lula. É claro que o tal do Tribunal Internacional Popular é uma grande palhaçada e o que quer que saia dali servirá apenas para alimentar os blogs sujos do PT com manchetes espetaculosas. De qualquer forma, é aconselhável que a população de Curitiba acompanhe o andamento desta presepada de perto.

Vídeo – Travesti despenca de fogueira e se machuca gravemente

Travesti se machucou seriamente após tentar apresentar uma dança performática na madrugada do último dia de arraial na cidade de Cantanhede.

O travesti conhecido como Suzy, totalmente embriagado, aproveitou a ausência dos seguranças e organizadores do evento (a secretaria de cultura já tinha finalizado o festejo junino e iniciado o desmonte dos ornamentos do local do evento) e subiu numa estrutura que simbolizava uma fogueira e despencou de aproximadamente 4 metros de altura, vindo a bater com a cabeça no chão.

O jovem travesti já possui um histórico por provocar arruaças, agressões físicas e morais, além de destruição ao patrimônio particular de moradores daquela cidade ao ingerir bebidas alcoólicas em excesso.

Segundo informações dos funcionários da Secretaria Municipal de Saúde de Cantanhede, o paciente foi prontamente atendido no hospital local e solicitado seu encaminhamento para outra unidade para realizar uma Tomografia Computadorizada (TC), que detalharia melhor o seu quadro de saúde, o que foi negado pelo travesti ao se evadir da urgência daquela unidade de saúde sem autorização médica. O paciente ainda retornou ao hospital municipal por dois dias sentindo fortes dores na cabeça, o que motivou o médico plantonista a encaminha-lo ao Hospital Geral de Matões do Norte para a realização da tomografia computadorizada, que após o resultado apresentou problemas sérios no paciente.

Antes de sua remoção, houve ainda a resistência da mãe do paciente em libera-lo para transferência ao Hospital Geral de Matões do Norte e posteriormente para o Socorrão ll, o que motivou a Secretaria de Assistência Social, por meio do CRAS, entrar no caso e convencer a família sobre a gravidade de sua saúde e encaminha-lo ao hospital de referência.

O jovem Dheydison Silva Ferreira (Suzy) passou por procedimento neurocirúrgico e está em observação médica no Hospital Clementino Moura, em São Luís.

EM TEMPO: O jovem teve alta hospitalar e já está na residência de sua mãe, em Cantanhede, se recuperando e provavelmente refletindo sobre a sandice cometida que quase tira sua vida.

 

 

 

Imprensa brasileira é tão corrupta quanto alguns políticos do país. Os bastidores do Jogo sujo contra interesses do povo

Os meios de comunicação do país aderiram de vez à tendência mundial conhecida como “Fake News”, um método de propagação de notícias falsas que consiste na distribuição deliberada de desinformação ou boatos via jornal impresso, televisão, rádio e internet.

O fenômeno, que surgiu em plena era da proliferação das redes sociais, ganhou representatividade a partir de do compartilhamento maciço de manchetes sensacionalistas, exageradas ou evidentemente falsas para chamar a atenção, era restrito aos blogs independentes. Mas nos últimos meses, a tendência ganhou espaço nas redações dos grandes veículos de comunicação, que modificaram suas linhas editoriais visando o lucro fácil e a manipulação da opinião pública.

O aumento da polarização política e da popularidade das mídias sociais, principalmente a linha do tempo do Facebook, tem feito a festa dos meios de comunicação que exploram a propagação de notícias tendenciosas sobre a realidade política do “pós-verdade”, de acordo com interesses obscuros dos barões do setor do Brasil.

A imprensa marrom sempre existiu, assim como os grandes veículos de comunicação sempre participaram da “fabricação” de pautas para favorecer grupos políticos e econômicos. Alguns jornalistas ainda resistiam à este tipo de conteúdo e procuravam preservar níveis mínimos de ética na profissão. Mas de uns tempos para cá, o dinheiro passou a falar mais alto e o que restava dos escrúpulos da maioria dos comunicadores foi literalmente jogado no lixo.

O conteúdo intencionalmente enganoso e falso é nitidamente perceptível em matérias de grandes jornais e redes de TV. No Brasil, a situação é mais vergonhosa ainda, tendo em vista que até bem pouco tempo atrás, o Estado corrupto era o maior distribuidor de verbas publicitárias generosas para os meios de comunicação. Os governos do PT agiam descaradamente financiando jornalistas de aluguel e blogs simpáticos com dinheiro público, mas também mantinha o controle da pauta dos meios de comunicação tradicionais, através das gordas verbas da SECOM, a Secretaria Especial de Comunicação Social.

No caso do Brasil, o fenômeno da “Fake News” alcançou proporções inimagináveis, pois os agentes de comunicação passaram a contar com a conivência de funcionários públicos lotados em instituições supostamente sérias, como o Ministério Público Federal, que passou a atuar nos últimos meses na defesa de interesses grupos políticos e econômicos, como setores da esquerda e empresas bilionárias envolvidas em esquemas de corrupção, como a J&F dos irmãos Joesley e Waseley Batista, recentemente beneficiados por um vergonhoso acordo de delação premiada que contou com o envolvimento do Procurador-geral da República, Rodrigo Janot e de um ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin. O cenário da informação no Brasil ficou conturbado e os meios de comunicação acabaram envolvidos em conspirações para levar a cabo objetivos inconfessáveis.

Nesta guerrilha de interesses políticos e econômicos que tem no leitor o principal alvo da manipulação, os blogs de opinião podem representar a última fronteira na busca pela verdade. Embora seus editores não tenham acesso a informações fidedignas, a intuição de muitos blogueiros, formadores de opinião em redes sociais e os sites de opinião acabam se tornando uma fonte de informação valiosa. Por mais imprecisas que sejam as informações divulgadas nestes veículos alternativos, elas servem para municiar o leitor de argumentos, suposições e contrapontos capazes de minimizar os efeitos das campanhas de manipulação dos grandes veículos de comunicação como a Rede Globo e seus satélites.

Os blogs de opinião são uma boa opção aos meios de comunicação tradicionais, pois seus editores não possuem vínculos com partidos políticos ou grupos econômicos. Os artigos encontrados nos blogs de opinião não podem ser classificados como “Fake News” justamente pela natureza libertária das informações e opiniões que transportam. Por mais equivocados que alguns artigos possam parecer, ao menos ajudam o leitor a pensar, a refletir e desconfiar das fontes de informações tradicionais.

Textos caracterizados como artigos de opinião, análise ou crítica não podem ser classificados como notícias, mas servem de instrumento para desqualificar o papel que a imprensa brasileira vem desempenhando ao longo dos últimos meses. Os meios de comunicação abandonaram a atribuição de informar e abraçaram a triste missão de manipular o público nas entrelinhas de seus mais variados temas.

É fato que a imprensa tem grande responsabilidade pela qualidade da classe política do país. A missão crítica dos jornalistas foi subjugada pelos interesses dos grupos de comunicação em eleger aliados para obter sempre mais vantagens, em detrimento dos interesses do país e do cidadão. Muitos são cúmplices de bandidos profissionais comprometidos com acordos espúrios de vantagens mútuas. Logo, não é surpreendente que neste país prospere tanto a corrupção.

 

Site Imprensaviva

Governo Flávio Dino – sempre fazendo cortesia com o chapéu alheio

Secretários de estado, assessores e o pessoal de paletó que faz a mídia eletrônica do governador Flávio Dino tem feito um malabarismo descomunal para tentar dar uma cara à gestão comunista, pelo menos uma marca que possa ser mostrada como “obra de Flávio Dino”.

Mas tudo o que Dino faz, em todas as áreas, são ações que foram iniciadas no governo Roseana. Em outras palavras, o governador apresenta como seus, obras, serviços e ações nos quais ele não enfiou um prego sequer.

Uma simples troca de postes na Avenida Pedro Neiva de Santana, em Imperatriz, é motivo de festejo comunista e critica da população. A obra por inteiro foi construída no governo Roseana.

O canteiro mais caro do Brasil, que desafoga temporariamente o trânsito no entorno da forquilha é simplesmente um paliativo. No governo Roseana (em 2013) foi proposta uma parceria com o prefeito Edivaldo Holanda para construção de elevados na Forquilha e na rotatória do quartel da PM, no Calhau, mas o então pré-candidato ao governo, Flavio Dino, não deixou seu pupilo aceitar as obras bancadas 100% pelo Estado, e eis o pandemônio que enfrentamos no caótico transito de São Luís.

Os mais de mil quilômetros de asfalto anunciados desde o inicio do governo comunista, por exemplo, é obra iniciada com Roseana, com licitação de Roseana e pagamentos de Roseana.

As ações de benefício a militares e bombeiros, a contratação de PMs e policiais civis, também são projetos de Roseana.

Onde Flávio Dino tentou meter suas mãos, nestes primeiros três anos, deu tudo errado.

As obras da via expressa e da quarto centenário estão sem manutenção e a duplicação da estrada do Araçagy teve seu projeto inicial totalmente modificado, retirando a via central que serviria como corredor de transporte público eficiente.

O Carnaval e o São João, que ele tentou impor marca própria, foram fracassos retumbantes de público e de crítica.

No turismo, para o qual ele chamou uma técnica de Brasília, de sua confiança, destruiu o setor hoteleiro e o fluxo dos voos no Maranhão.

A política de Segurança, para a qual chamou um comunista militante, amarga índices nunca antes visto de criminalidade e violência no Estado.

Na Saúde, a excelência do atendimento foi destruída nas UPAs e os hospitais, que restaram do maior programa de saúde do país, são agora feudos de aliados políticos do próprio governador.

As únicas ações concretas que acompanhamos no governo Dino são as três últimas operações da Polícia Federal que atingem diretamente sua gestão e seus auxiliares. Operações que envolveram desvio de recursos nas secretarias de administração penitenciária, de Saúde (IDAC) e agora, mais recentemente, na Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap).

Em três anos de governo Flávio Dino, não há obra do Flávio Dino no Maranhão, apenas continuidade do que era feito por Roseana.

E onde ele tenta fazer sozinho, dá errado.