Camioneta de prefeitura é utilizada para turismo em São Luís

Na tarde da última quinta-feira (16) um veiculo da prefeitura de Satubinha foi flagrado na orla de São Luís, sendo utilizado, supostamente, para fins particulares.

De acordo com um colaborador do blog, a camioneta da marca Toyota, modelo Hilux, cor prata, da prefeitura municipal de Satubinha, de uso exclusivo da Secretaria Municipal de Saúde, estava estacionada na Avenida Litorânea e seus ocupantes num bar.

Ainda de acordo com o colaborador que enviou as fotos, supostamente a caminhonete estava sendo utilizada para fins particulares e recreativa.

Por lei, o veículo oficial da administração pública, deve ser usado exclusivamente para atender às demandas da prefeitura e suas secretarias, sempre limitado pelo interesse público.

Conforme a Lei n.° 8.429/92 – Tal pratica configura crime em diversas situações que descritos em vários artigos. Também consultar art. 9º, IV da mesma lei.

Art. 312. Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio:

Pena – reclusão, de dois a doze anos, e multa. (Peculato)

O flagrante, feito por meio de fotografias na Litorânea, mostra o veículo, que é de uso exclusivo da área da saúde, em serviços particulares ou de interesses de terceiros.

A quadrilha comunista que assola a Saúde do Maranhão…

Organização criminosa desbaratada nesta quinta-feira, 16, pela Polícia Federal nasceu no governo Flávio Dino, agia no governo Flávio Dino e se beneficiava do governo Flávio Dino

O governo comunista que assola o Maranhão tentou desviar o foco da ação da Polícia Federal que desbaratou a quadrilha montada no início da gestão do governador Flávio Dino (PCdoB) para desviar recursos da Saúde no Maranhão.

A operação da PF, nesta quarta-feira, 16, levou para a cadeia ex-secretários de Flávio Dino, gente vinculada a secretários de Flávio Dino e auxiliares do governo Flávio Dino.

É uma quadrilha comunista, portanto.

A organização criminosa, segundo a Polícia Federal, nasceu em 2015, no início do governo comunista, tinha membros do governo comunista e se beneficiava de dinheiro do governo comunista.

– São ações do início de 2015. Novos crimes, diferentes dos já desbaratados na operação Sermão aos Peixes – deixou claro o delegado Wedson Cajé Lopes.

Foram 18 milhões desviados, entre 2105 e 2017, com pagamentos a funcionários fantasmas. Até sorveteria serviu de fachadas para roubar dinheiro público.

A Orcrim comunista é fruto do governo Flávio Dino, portanto.

Não importa o que ele tente negar.

Simples assim…

Por Marco D’Eça

Pesquisa da CNT desmonta farsa do governo Flávio Dino

Em pronunciamento na tribuna da Câmara federal o deputado Hildo Rocha repercutiu mais um vexame protagonizado pelo governador Flávio Dino. “O governo comunista de Flávio Dino é o campeão nacional em estradas péssimas e ruins. Dino conseguiu fazer com que as rodovias estaduais do Maranhão sejam as piores do Brasil” destacou o parlamentar.

A afirmação levou em consideração dados da 21ª Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte que percorreu 4.647 km no Estado. O levantamento da CNT avaliou as condições do pavimento, sinalização e geometria das rodovias. O estudo mostra que 70,0% das vias avaliadas no Estado do Maranhão apresentam algum tipo de deficiência, sendo consideradas regulares, ruins ou péssimas.

Detalhamento das condições

Pavimentação: 57,0% da extensão ruim ou péssimo;

Sinalização: o estudo apontou que há problemas de sinalização em 83,2% da extensão;

Geometria da via: a pesquisa constatou que 64,8% da extensão pesquisada não tem condições satisfatórias de geometria;

Pontos críticos: a pesquisa identificou 19 trechos com buracos grandes, 10 com erosões na pista e um com ponte caída, que colocam em risco condutores e usuários das rodovias maranhenses.

Só gogó

Hildo Rocha disse que Flávio Dino fracassou em todas as áreas. “O Fórum Nacional de Segurança revelou que nesse setor está instalado o caos. Agora, a CNT mostrou as estradas estaduais do Maranhão estão em péssimo estado de conservação. Uma vergonha. Flávio Dino fracassou em todas as áreas na educação, na saúde, na segurança e na infraestrutura. O Programa Mais Asfalto é engodo, embromação, só gogó”, ressaltou Hildo Rocha.

Novos caminhos de Roseana

Bastaram duas semanas para que a pré-candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) ao Governo do Estado passasse a ser ponto de referência para prefeitos, ex-prefeitos e vice-prefeitos no interior maranhense.

Desde que a peemedebista anunciou o desejo de concorrer ao cargo, dezenas de gestores manifestaram interesse em tratar com ela sobre 2018.

O fluxo de liderança em busca de conversa com Roseana se dá por dois motivos. O primeiro é o desprezo do governador Flávio Dino (PCdoB) às ações municipais. O outro é a proximidade da própria Roseana com o Governo Federal, o que abre portas importantes em Brasília.

Gestores de todos os matizes partidários reclamam da incapacidade de diálogo de Flávio Dino, que não pensa duas vezes em perseguir e pressionar quem não segue sua cartilha. E é este temor que faz com que esses gestores recorram à ex-governadora ou a seus aliados mais próximos, em busca de contato ou de sinalização para as eleições.

Roseana ainda não tem previsão de quando seguirá ao interior nesta pré-campanha. Mas o movimento de prefeitos, ex-prefeitos e vice-prefeitos fazem com que, cada vez mais, o seu grupo político tenha a convicção de que é necessário um encontro ainda este ano para debater o cenário de 2018.

O Estado/Coluna Estado Maior

Jornalistas estão destruindo a imagem da profissão e já são comparados a mercenários

Após quase uma década e meia convivendo com as narrativas nada sutis dos representantes da esquerda corrupta e conivente, os brasileiros adquiriram experiência em identificar comportamentos dissimulados de pessoas que insistem em defender a pior geração de políticos que já comandou o país.

Os meios de comunicação estão repletos de jornalistas simpatizantes da esquerda que ainda insistem em manipular a opinião pública com insinuações maldosas, omissão sobre os principais criminosos que roubaram o país e outras narrativas típicas da esquerda. Com a conivência dos patrões, saudosos das generosas verbas públicas, os jornalistas e artistas de esquerda fazem de tudo para ressuscitar uma ideologia combalida e desacreditada na maior parte do mundo. Cabe ao jornalista fornecer informações com imparcialidade e permitir que a sociedade tire suas conclusões com base naquilo que julgar, dadas as circunstâncias.

Não é papel dos jornais, na TV, rádio ou internet, nem mesmo dos jornalistas manipularem as informações enquanto as tramitem ao público. Opinião não é informação. Para isso, deve existir um espaço claro sobre a linha editorial do meio de comunicação, no qual um jornalista, comentarista ou crítico contratado dê seus pitacos.

Apesar de deter a prerrogativa de veicular informações em massa, os jornalistas, na maioria dos casos, não são pessoas inteligentes. Alguns profissionais ainda se fiam na mística em torno da profissão e usam a suposta credibilidade de suas posições para inserir preferências ideológicas em meio as matérias que narram, ignorando completamente que existem pessoas mais preparadas, atentas e capazes de identificar estas nuances nas notícias. Este tipo de jornalismo parcial vem tomando conta dos meios de comunicação, desde a malfadada conspiração do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com os açougueiros criminosos da JBS. Naquele episodio, em que foi instalado um caos no país, veículos da imprensa tratavam Joesley Batista como um empresário sério, mesmo tendo ele confessado duas centenas de crimes em seu acordo de delação premiadíssima.

Com isso, os meios de comunicação e seus profissionais vão perdendo credibilidade. Logo, serão vistos pela sociedade como políticos ou sindicalistas oportunistas que defendem interesses espúrios por trás de narrativas mais que manjadas pela população melhor informada.

A covardia está explícita. Enquanto os profissionais de sites, colunas e programas de opinião assumem suas posições críticas dentro de um espaço próprio para o debate, os jornalistas que ocupam telejornais ou veículos informativos, como telejornais, mídia impressa ou eletrônica negligenciam a informação imparcial e usam estes espaços para manipular a opinião pública com insinuações maldosas e previsões esdrúxulas. A covardia é que quando suas opiniões são contrariadas pela realidade, basta fazer uma cara de paisagem e fingir que está tudo bem, sem se responsabilizar pelo ônus de seus equívocos propositais.

Em um exemplo recente, uma jornalista da GloboNews informou, com um ar fúnebre, que a inadimplência estava caindo e que crescia o número de pessoas limpando seus nomes nos últimos seis meses. “Mas há um porém,  boa parte das pessoas está parcelando suas dívidas”, disse a jornalista, agora mais enfática e com um ar de preocupação. Boa parte quanto? Ao final da matéria, o comentário malicioso sobre a queda na inadimplência: “Vamos ver até quando…”.

Esta é apenas uma forma dissimulada de transformar uma notícia positiva sobre a economia em algo preocupante. Seis meses de queda na inadimplência e o aumento de pessoas recuperando sua reputação como consumidor é uma ótima notícia, independente da forma com que as pessoas estão quitando suas dívidas.

O problema é que a sociedade, sobretudo nas redes sociais, está cada vez mais atenta a este tipo de profissional oportunista, que aos poucos, vai denegrindo a imagem da profissão.

Embora a profissão seja dominada por simpatizantes da esquerda, não há como ignorar o repúdio da sociedade a este tipo de ideologia defendida pelos responsáveis por mais de uma década e meia de assalto aos cofres públicos. Em tempos de redes sociais, os donos dos meios de comunicação do país estão fazendo uma aposta bastante arriscada em sua tentativa desesperada para trazer de volta ao poder aqueles que foram tão generosos no passado com estes grupos.

Em um ano, 3 milhões de petistas e comunistas perderam suas mamatas

Em pouco mais de um ano, cerca de três milhões de pessoas que viviam direta ou indiretamente de mamatas criadas durante as administrações de Lula e Dilma viram suas fontes de renda secar.

Embora uma parte das medidas implementadas pelo presidente Michel Temer tenham por objetivo a recuperação da economia e a geração de empregos, outras medidas que visam diminuir os gastos públicos estão atingindo de forma implacável um segmento da sociedade que até bem pouco tempo vivia à custa do dinheiro do contribuinte: os militantes, simpatizantes e cúmplices da roubalheira dos governos do PT.

Esta conta envolve os cargos comissionados na administração federal, os mais de 300 mil que perderam suas vagas nas prefeituras petistas (O PT perdeu 84% de suas prefeituras nas últimas eleições e 86% de suas receitas), os cerca de 1.2 milhão recebedores de benefícios irregulares do Bolsa Família, outros tantos que recebiam benefícios irregulares da previdência e por último, mais de 400 mil pelegos que viviam das receitas do famigerado imposto sindical, extinto pelo governo com a entrada em vigor da reforma trabalhista no último sábado.

Tudo isso sem contar outros tantos que se tornaram empregados da iniciativa privada após as últimas privatizações, os artistas mamadores da Lei Rouanet e todos os profissionais que construíram impérios com o dinheiro que irrigava dos cofres públicos na era PT, os jornalistas, blogueiros de aluguel, militantes virtuais remunerados e um enorme contingente de soldados dos movimentos sociais que tiveram as verbas federais cortadas no último ano. A economia do governo com estes gastos é incalculável. Apenas em 2017, foram identificados prejuízos de mais de R$ 38 bilhões com o pagamento de benefícios irregulares da previdência.

Temer deixou milhões de descontentes que agora choram suas mágoas destilando ódio contra o presidente nas ruas, nas redações dos meios de comunicação e nas redes sociais. É uma pena que toda essa gente acaba conseguindo influenciar boa parte da população, que ainda não se deu conta do tamanho do estrago que Temer provocou na máquina petista.

Mas o ódio contra o presidente tem outras origens ainda mais influentes. Temer congelou os reajustes do funcionalismo público até 2019, limitou o teto dos salários de servidores em todo o país, cortou benefícios e vantagens que equivaliam a quase outro salário e limitou a remuneração inicial de novos servidores ao teto de R$ 5 mil em início de carreira (antes, os concurseiros profissionais já ingressavam na administração pública com salários de até R$ 28 mil). Temer também deixou descontentes gente muito poderosa, como os cerca de 28 empresários mais ricos do país que perderam acesso ao dinheiro do BNDES. Os recursos que eram controlados pela elite empresarial do país foram divididos entre mais de 150 mil pequenas e médias empresas. O corte de regalias de servidores federais, inclusive de reitores e professores universitários também deixou muita gente magoada no serviço público. As faltas passaram a ser descontadas e acabou a farra das férias três vezes ao ano.

O governo promete avançar ainda mais contra uma casta de privilegiados que vem sugando os cofres públicos há décadas. A elite de pensionistas da previdência vai ser duramente atingida com a reforma que está em processo de conclusão. Assim como não abriu mão do fim do imposto sindical, Temer já avisou que não abrirá mão dos cortes de benefícios acima do teto de 5.189,82. Pela proposta, apenas os servidores federais que ingressaram no serviço público até o fim de 2003 terão direito à aposentadoria integral. O acúmulo de pensão por morte e aposentadoria não será mais permitido. Temer vai mexer na camada de cima da elite da previdência e a medida deve representar uma economia para o país de mais de R$ 10 bilhões.

Para quem pensa que acabou, ainda tem mais. A vida também não está nada fácil para donos das grandes fortunas do país, rentistas acostumados a multiplicar seus bilhões enquanto se bronzeavam em seus iates. A queda dos juros de 14.5% para 7% e a queda da inflação de 13% para menos de 3% ao ano está fazendo essa gente perder muito dinheiro. Os pobres, que voltaram ao mercado de consumo graças a estabilidade da economia, eram os que bancavam com sacrifício a vida boa dessa gente acostumada a lucrar com a miséria alheia.

Se por um lado, há muita gente descontente e na rua da amargura, a recuperação da economia e da geração de mais de 2 milhões de novos empregos com carteira assinada mostra que Temer está no caminho certo. A expectativa do governo é usar parde do que foi economizado com os cortes para retomar 4 mil obras paradas no país já a partir de novembro. O governo reservou cerca de R$ 140 bilhões para o programa Avançar e pretende gerar outros 2 milhões de empregos até março de 2018.

É compreensível que milhões de brasileiros tenham tanto ódio de Temer. Afinal, ele conquistou o lugar de maior carrasco do PT e das esquerdas brasileiras de todos os tempos. Toda esta gente ainda possui um enorme poder de articulação e influência entre a população. O problema é que muitos brasileiros estão se permitindo influenciar por essa gente magoada. Desavisados, muitos engrossam o coro dos descontentes nas redes sociais.

Imprensaviva

Alexandre Garcia fala a verdade que a Globo tenta ocultar a todo custo

O jornalista, apresentador e colunista político Alexandre Garcia é uma das últimas vozes honestas do jornalismo brasileiro e praticamente o único na Rede Globo.

Diferentemente daqueles que tentam espremer a verdade em meio a observações e ressalvas impostas pela linha editorial da emissora, como Miriam Leitão, Alexandre Garcia é claro e cristalino tanto nas críticas quanto nos elogios. Nestes tempos bicudos em que a Globo passou a adotar o terrorismo midiático e a Fake News como principal produto, o jornalista fiel aos fatos corre o risco de ser demitido. Acompanhe abaixo um artigo no qual Alexandre Garcia faz uma análise sobre o êxito do presidente Michel Temer, mesmo sendo alvo predileto dos ataques da Globo e de seus empregados sem reputação..

Neste texto, o jornalista desmente praticamente toda a linha editorial da emissora sobre o governo:

“No princípio era o caos – a frase se aplica ao gênesis do governo Temer. Quando a presidente saiu, deixou inflação acima de 10%, 13 milhões de desempregados, recessão, descrença, falta de disposição de investir, só o agronegócio sustentando o país, com o comércio e a indústria perdendo produção e vendas. E em menos de ano e meio, o Brasil voltou a crescer, faz seis meses que cai o desemprego, aumentou o poder aquisitivo do assalariado, a inflação está em 2,5% ao ano, o superávit comercial vai bater recorde de 70 bilhões de dólares, os índices de confiança do consumidor, do comerciante e do industrial, na Fundação Getúlio Vargas estão em alta, a taxa básica de juros está reduzida a 7,5%, deixando os juros reais em 3% ao ano e, embora com tanta insegurança pública, os investimentos estrangeiros nos últimos 12 meses chegaram a 83 bilhões de dólares.

Meus amigos se perguntam “Que governo é esse?” Eu perguntaria, como Francelino Pereira, que país é este? Paradoxal, pois sempre que a economia vai bem, o governo vai bem na opinião pública. Mas este praticamente, não tem popularidade alguma.

Está com míseros 3% de aprovação – e menos de 3% de inflação e 3% de juros reais. Paradoxal. Ora, dirão que é a administração de Meirelles, o Ministro da Fazenda e de Ilajn Golfeinj, do Banco Central, mais o novo rumo que Pedro Parente dá à maior estatal, a Petrobrás – que já foi antro da bandidagem apurada pela Lava-jato. Mas quem segura essa barra é o Presidente, chefe deles.

Não ter aprovação popular é vantagem, porque faz o que é preciso, sem preocupação de perder o que não tem. O presidente Lula, quando recebeu de seu Ministro da Fazenda Palocci o projeto da necessária reforma da Previdência, em 2006, desistiu por ameaça das centrais sindicais de se mobilizarem contra o governo. Com medo de perder popularidade, Lula desistiu da reforma e o déficit se agravou geometricamente.

O ex-presidente disse agora, em sua campanha para 2018, que Temer gastou 14 bilhões para comprar a derrubada das denúncias de Janot. Boa parte da população acredita nisso, porque não sabe que emendas de parlamentares ao orçamento de 2017 têm que ser liberadas no mesmo ano. Nada que não estivesse no orçamento. A propósito, o Estadão mostra o cálculo do professor da FGV Carlos Pereira sobre os gastos políticos do governo com ministérios para partidos e emendas orçamentárias.

Num índice de zero a 100 de custo da governança, Temer tem 15, Dilma chegou a 88 e Lula a 95. Conhecedor do Legislativo, Temer governa com o Congresso e vem obtendo resultados. Ano que vem, prevê o Banco Mundial, vai aumentar a onda de crescimento que já começou nas economias avançadas e nas emergentes. Isso reforça o impulso brasileiro. A previsão para o Brasil é de, no mínimo, 3% a mais no PIB, ano que vem”.

Indígenas ocupam unidade de educação em Barra do Corda

Os índios da etnia Krepym Kateje estão ocupando desde ontem a Unidade Regional de Educação, em Barra do Corda, para reivindicar, entre outras ações, educação específica e diferenciada de qualidade para o povo indígena.

Os manifestantes cobram que o Governo Flávio Dino regularize os salários dos professores que atuam nas escolas indígenas e a implantação do TAC da Educação para os povos de várias etnias.

“Os indígenas estão revoltados, pois o governo do Maranhão não respeita a organização social de cada povo. É desumano passar o dia todo e pernoitar à própria sorte. Nossas demandas já são bem antigas e ninguém faz nada”, desabafaram os índios Krepym Kateje.

Até o momento, nenhum responsável pela unidade regional de educação ou secretaria de estado da educação se pronunciou ou se dispôs a conversar com os manifestantes.

Governo Flávio Dino fracassou também na segurança pública, segundo o Anuário Brasileiro da Segurança Pública

Segurança pública do Maranhão sem maquiagem

O deputado federal Hildo Rocha repercutiu na tribuna da Câmara as estatísticas do Anuário Brasileiro da Segurança Pública, estudo que compila e analisa dados de registros policiais sobre criminalidade e gera informações sobre o sistema prisional e gastos com segurança pública dos estados brasileiros. De acordo com o levantamento referente ao ano de 2016, o Maranhão foi a unidade da federação que menos investiu na segurança pública, em termos proporcionais.

“O Maranhão investiu apenas R$ 199,58 por habitante enquanto que o estado de Roraima investiu R$ 692,00, quase 300% mais. O Ceará, que ficou em penúltimo lugar no ranking investiu, ano passado, R$ 212,00, ou seja, ainda ganhou do Maranhão”, destacou Hildo Rocha.

Estatística

Segundo o deputado, o estudo aponta que de 2015 para 2016 houve um aumento de 14% nos crimes de lesão corporal dolosa; crimes resultantes em lesão corporal 40%; roubos e furtos de veículos aumento 22%; homicídios 5%. “Entre as capitais, São Luis foi a que registrou o maior crescimento de crimes de estupro (9%). Até suicídios aumentou. Em 2015 foram registrados 114 casos enquanto que em 2016 as ocorrências subiram para 159, um aumento de 29%”, enfatizou.

Falta de estrutura

Rocha disse que além do crescimento dos índices de violência, a falta de investimentos dificulta o trabalho do aparelho de segurança pública do estado. “Os policiais estão mal equipados, faltam armas adequadas, munições e veículos. Até o combustível é oferecido na quantidade abaixo do necessário para que os policiais possam trabalhar com eficiência. As delegacias estão em péssimas condições; por falta de pagamentos de aluguéis a delegacia de Peritoró foi despejada. Tudo isso em função do governo medíocre que temos no Maranhão”, asseverou o parlamentar.

O deputado disse que os números do Anuário Nacional de Segurança Pública confirmam o desprezo do governador Flávio Dino pela segurança pública. “Não tem compromisso com a população, não investe na segurança pública, não governa, fica o tempo todo nas redes sociais buscando culpados pelo fracasso da sua administração. A situação só não está pior porque felizmente o sistema de segurança público do Maranhão é formado por excelentes profissionais”, finalizou Hildo Rocha.

Governo Roseana investiu mais de R$ 2,5 bilhões em obras nos municípios administrados pela oposição

Ao contrário do que vem dizendo o governador Flávio Dino, a ex-governadora Roseana Sarney destinou sim verbas para as prefeituras comandadas por aliados dele

Para rebater as críticas de que os prefeitos e ex-prefeitos aliados de Flávio Dino são/foram fracassos administrativamente, os comunistas vêm culpando a ex-governadora por não liberar verbas para seus oposicionistas. No entanto, convênios foram assinados sim, com todos os prefeitos, incluindo os aliados do atual governador.

Caxias, Imperatriz, Santa Inês, Matões e Timon fazem parte da lista dos municípios maranhenses que fecharam parceria com o Governo do Estado para várias obras tanto em 2013 quanto 2014. Somente a Prefeitura de Imperatriz, administrada na época por Sebastião Madeira, recebeu mais de R$ 4 milhões em repasses voluntários estaduais para áreas da educação, saúde e de mobilidade urbana. Foram quase R$ 2 milhões em 2013 e mais de R$ 2,2 milhões em 2014.

Em Santa Inês, o ex-prefeito Ribamar Alves (PSB) assinou dois convênios com a administração estadual em 2013. Alves, na época, elogiou a parceria com o governo, que garantiu a construção de uma avenida e o recapeamento de ruas, além de sinalizações nas vias.

Parcerias como essas são importantes porque o Município com renda própria não tem condições de fazer. A governadora Roseana Sarney está sensível à situação das cidades do interior do Maranhão abrindo para a realização de parcerias“, afirmou Alves.

Investimentos

Além de firmar convênios para repasses voluntários, o Governo do Estado garantiu obras nas cidades de Timon, Caxias e Matões. Em Caxias foram destinados mais de R$ 200 milhões para a construção de um hospital com 100 leitos, serviço de melhoramento e pavimentação de rodovia MA-349 no trecho que liga Caxias a Aldeias Altas e ainda pavimentação de vias urbanas e construção de escola com seis salas.

Em Timon, que continua comandada por Luciano Leitoa, foi destinada verba para a reforma, adequação e ampliação do Hospital Regional Alarico Nunes Pacheco, pavimentação de vias urbanas e construção, expansão de melhoria do sistema de abastecimento de água, implantação do Distrito Industrial e outros benefícios. Estas são algumas das obras que somam R$ 150 mil.

A cidade de Matões da ex-prefeita Suely Pereira, mãe do deputado federal Rubens Pereira (PCdoB), recebeu verba que somaram mais de R$ 74 milhões para serviço de pavimentação de vias urbanas na sede do município e ainda conservação e manutenção de rodovia MA-026 no trecho que liga Matões a Parnarama.

Em São Luís não foi diferente. O Governo do Estado fez investimentos de mais de R$ 2 bilhões em obras que incluem a recuperação do Sistema Italuís, serviço de videomonitoramento, Via Expressa, Anel Metropolitano, Avenida Quatro Centenário e construção e urbanização do Espigão Costeiro.

Estado também ofereceu parceria para São Luís

A ex-governadora Roseana Sarney no início da administração do prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT), o recebeu para oferecer ajuda do Governo do Estado na área da Saúde, já que os hospitais de urgência e emergência, Socorrão I e II, passavam por dificuldades que incluía até falta de alimentos nas unidades de saúde.

Na ocasião, a parceria oferecida pelo governo estadual (o estado assumiria o Socorrão II para administrar) foi negada pelo prefeito Edivaldo Júnior por questões políticas, já que o PCdoB pressionou o pedetista para que não fosse feita qualquer aproximação com o Governo do Estado.

Posteriormente, o prefeito ligou para a governadora que dias depois retornou e uma nova conversa aconteceu para que fossem finalmente realizadas parcerias entre as duas administrações.

Dessa reunião resultou o acordo de construção de um viaduto na Forquilha. O Governo do Estado deveria entrar com o recurso para realizar a obra e a Prefeitura, com o projeto e verba para indenização para desapropriação de imóveis.

Essa parceria nunca saiu do papel. Além da demora em entregar o projeto, cuja conclusão demorou mais de três meses para ser concluído, a Prefeitura de São Luís nunca disponibilizou a verba para as indenizações, valor de cerca de R$ 30 milhões de reais.